Ausência de utilizadores

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Ausência de utilizadores

Mensagempor Gotex » 13-07-2016 01:00:30

Por onde andam os utilizadores Silvério e Musschia?
Podem responder aqui no tópico ou por PM.
Obrigado
Gotex
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Re: Ausência de utilizadores

Mensagempor Gotex » 02-08-2016 18:04:50

Já consegui encontrar os respectivos utilizadores.
Obrigado a quem ajudou :piscando:

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Embora bastante lentos a tomar acção no que se passou neste tópico, um particular agradecimento à administração / moderação pelo facto de ter apagado e banido a utilizadora marilui (que entretanto voltou a registar-se com o nick Maria Luísa) pela sua conduta injustificável, decadente e imperdoável neste tópico e cujas publicações foram finalmente apagadas.
A titulo de sugestão, peço que sejam mais presentes no fórum ou que nomeiem novos moderadores que sejam mais activos.
Gotex
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Re: Ausência de utilizadores

Mensagempor Dav7 » 20-09-2016 16:17:56

Estavam de férias?

Eu também andava ausente (apesar de a minha falta não ser notada). Hoje lembrei-me de cá voltar!
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Re: Ausência de utilizadores

Mensagempor luna23 » 21-09-2016 12:29:40

Sou nova aqui e inscrevi-me no forum porque adoro a Unfologia, estes temas são muito do meu agrado e espero participar bastante.

Wikipédia

Ufologia
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Fotografia de um suposto OVNI registrada em 31 de julho de 1952, Nova Jérsei, Estados Unidos.
Ufologia (português brasileiro) ou Ovnilogia (português europeu) é o estudo de relatos, registros visuais, evidências físicas e demais fenômenos relacionados aos objetos voadores não identificados (OVNI)[1]. O termo "ufologia" deriva da sigla em inglês UFO (acrônimo de: Unidentified Flying Object) e da palavra λογία (lo-gía), que no grego antigo quer dizer estudo, razão. Devido às dificuldades de obtenção de dados confiáveis e de fácil acesso para pesquisadores, não constitui um campo de pesquisa científica reconhecido, constituindo-se num ramo de investigação especulativo e que não faz uso do método científico.[2] A ufologia tem sido caracterizada como uma pseudociência,[3][4] o que muitos ufologistas rejeitam.[5][6]

Não há qualquer evidência amplamente aceita que corrobore a existência de vida extraterrestre; no entanto, várias reivindicações controversas já foram feitas.[7] A crença de que alguns objetos voadores não identificados (OVNIs) podem ter origem extraterrestre[8] e alegações de abdução alienígena[9] são rejeitadas pela maior parte da comunidade científica. A grande maioria dos relatos de OVNIs podem ser explicados por avistamentos de aeronaves humanas, fenômenos atmosféricos ou objetos astronômicos conhecidos; ou são apenas hoaxes.[10]

Após o Caso Roswell, ocorrido em 1947 na localidade de Roswell, no Novo México, Estados Unidos, várias teorias conspiratórias sobre a presença de seres extraterrestres no planeta Terra se tornaram um fenômeno cultural generalizado no país durante a década de 1940 e no início da era espacial na década de 1950, o que foi acompanhado por uma onda de relatos de avistamentos de OVNIs.[11] A sigla "OVNI" foi criada em 1952, no contexto da enorme popularidade do conceito de "discos voadores", logo após o avistamento de um OVNI pelo piloto Kenneth Arnold em 1947, em Washington. Os documentos Majestic 12, publicados em 1982, sugerem que houve um interesse genuíno em teorias da conspiração envolvendo OVNIs dentro do governo dos Estados Unidos durante os anos 1940.[12]

No Brasil, incidentes envolvendo OVNIs ou supostas aparições de seres extraterrestres também se tornaram mais frequentes depois de Roswell. Casos com grande repercussão na mídia como a Operação Prato[13], Caso Varginha[14] e a chamada Noite Oficial dos OVNIs são ícones da ufologia brasileira.

Índice [esconder]
1 OVNIs no Brasil
1.1 Forças Armadas
1.1.1 Aeronáutica
1.1.2 Exército
1.1.3 Marinha
2 Hipóteses
2.1 Hipótese Extraterrestre
2.1.1 Hipótese do Zoológico
2.2 Hipótese interdimensional
2.3 Hipótese psicossocial
3 Ver também
4 Notas
5 Referências
6 Ligações externas
OVNIs no Brasil[editar | editar código-fonte]
Forças Armadas[editar | editar código-fonte]
Aeronáutica[editar | editar código-fonte]
Sindicância EMAER (1954) No dia 24 de outubro de 1954, entre 13 h e 16 h, foram observados corpos estranhos sobre a Base Aérea de Porto Alegre[nota 1], sendo noticiado na imprensa gaúcha e também na imprensa da capital federal, na época, a cidade do Rio de Janeiro. O chefe do Estado Maior da Aeronáutica (EMAER), brigadeiro Gervásio Duncan de Lima Rodrigues, autorizou o comandante da Base, a proceder "(...) as investigações necessárias, mantendo o Estado-Maior informado de tudo." [15]

Em 16 de novembro de 1954, o próprio brigadeiro Gervásio, concedeu entrevista coletiva a jornalistas e radialistas, apresentando cinco relatórios, de um total de dezesseis, contendo depoimentos do pessoal da Base sobre a movimentação de um objeto arredondado de cor prateada fosca a grande altitude, com um dos depoimentos citando dois objetos. Enfatizou se tratar de depoimentos idôneos e declara: "Não duvido que tenham visto o que relatam. Mas não posso assegurar que se trate de discos voadores.". Também declara que não havia em curso nenhuma investigação oficial da Aeronáutica sobre discos voadores.[16]


Palestra ESG (1954) Em 2 de dezembro de 1954, o chefe do Serviço de Informações do Estado Maior da Aeronáutica, coronel João Adil Oliveira[17] proferiu na Escola Superior de Guerra - ESG, a pedido do brigadeiro Antônio Guedes Muniz, uma palestra sobre discos voadores voltada para a Defesa, com a presença de altas patentes das Forças Armadas, inclusive o chefe do Estado-Maior da Aeronáutica, além de jornalistas, técnicos e civis[18]. Durante a palestra declarou: "O problema dos Discos Voadores tem polarizado a atenção do mundo inteiro, é sério e merece ser tratado com seriedade. Quase todos os governos das grandes potências se interessam por ele e o tratam com seriedade e reserva, dado seu interêsse (sic) militar.". [19]

O coronel Adil não consultou a comunidade científica, nem analisou os casos apresentados na palestra de um ponto de vista técnico. Utilizou largamente citações de livros de en:Donald Keyhoe e Hugo Rocha (escritor), defensores da hipótese extraterrestre. Sua abordagem foi a favor dessa hipótese. No mês seguinte, a revista Ciência Popular criticou duramente a palestra e o despreparo do Serviço de Informações, além do crédito dado pelo coronel Adil, a uma reconhecida fraude fotográfica de 1952 perpetrada por O Cruzeiro (revista), conhecido como Caso Barra da Tijuca [20].


SIOANI (1969 - 1972)


Documentos SIOANI, entregues pelo pesquisador Edison Boaventura à CBU.
O SIOANI, acrônimo de Sistema de Investigação de Objetos Aéreos Não Identificados, foi uma estrutura organizacional criada pelo Comando da 4ª Zona Aérea da FAB, para investigação e pesquisa científica do OANI - Objeto Aéreo Não Identificado [21], entre os anos de 1969 e 1972. Foi patrocinado pelo brigadeiro José Vaz da Silva, comandante da 4ª Zona Aérea e coordenado pelo major Gilberto Zani de Mello. [22]. Sua área de atuação foi principalmente o Estado de São Paulo, mas investigou casos em vários outros [23].
Em 31 de outubro de 2008, o Arquivo Nacional (Brasil) recebeu do CENDOC - Centro de Documentação e Histórico da Aeronáutica, um conjunto de publicações do período 1952-1969, relativo a OVNIs, entre eles, documentos identificados do SIOANI. Em 23 de abril de 2009, novas publicações oficiais, dessa vez do período 1970-1979, foram entregues ao Arquivo Nacional pelo CENDOC, entre elas, novos documentos do SIOANI, cobrindo os anos de 1970 a 1972 [24].
Um conjunto de documentos elaborados pela 4ª Zona Aérea, constituído de relatórios, boletins, croquis, fotos, slides, foi obtido pelo pesquisador Edison Boaventura Júnior,[nota 2] de um investigador civil do SIOANI, o sociólogo Acassil José de Oliveira Camargo [25]. Essa documentação foi entregue a Comissão Brasileira de Ufólogos e pode ser acessada por sítio mantido pela Revista UFO. O Arquivo Nacional recebeu do pesquisador em 2009 o mesmo material, mas não foi catalogado eletronicamente e disponibilizado pela instituição.
O núcleo operacional eram a chefia da Central de Investigação, o CIOANI e os Núcleos de Investigação, NIOANIs, incluindo também a parte científica, o laboratório do ITA - Instituto Tecnológico de Aeronáutica. Era composto por investigadores militares e civis. Se presume em 100 (cem) o número total de casos. Muitos casos passaram por avaliação psiquiátrica[25]. No geral, os relatórios de investigação apresentaram conclusões inconsistentes. Casos inexplicados não chegaram a 5%, mas a elucidação da maioria dos casos tranquilizou a Aeronáutica[22]. O SIOANI encerrou suas atividades em 1972. Atribui-se a troca de comando da 4ª Zona Aérea a causa do encerramento.


Operação Prato (1977 - 1978)


Registros de Observações de OVNI – I COMAR, 1979.
A Operação Prato foi uma operação militar realizada pelo 1° Comando Aéreo Regional – I COMAR, órgão da Força Aérea Brasileira, em 1977, para investigar o aparecimento de OVNIs em municípios do estado do Pará, além de estranhos fenômenos associados a corpos luminosos não identificados, chamados pela população de chupa-chupa,[26] relativos a ataques com raios de luz, causadores de queimaduras, perfurações na pele e mortes.[nota 3]

Documentos militares vazaram extraoficialmente, mas em abril de 2009 foram liberados documentos oficiais da operação, entregues para guarda do Arquivo Naconal[27]. Ainda em 2009, o Gabinete de Segurança Institucional da Presidência – GSI, liberou documentos do antigo Serviço Nacional de Informações – SNI sobre a operação no Pará[28]. O Centro de Informações de Segurança da Aeronáutica – CISA também se envolveu na investigação[29].

Os documentos oficiais e vazados incluem, além do período clássico da investigação, período posterior de monitoramento, finalizado em novembro de 1978. O primeiro documento citado na tabela (vazado) é o conjunto total de observações, incluindo satélites artificiais. O segundo (oficial)[30], um extrato particular dos objetos observados, considerados relevantes e não identificados. Ambos são documentos resumo e as observações originais, via de regra, estão contidas nos relatórios operacionais da missão Prato e relatórios de agentes da Aeronáutica.

Documento Total Registros 1977 1978
Resumo Sintético-Cronológico[31]
284
195
89
Registros de Observações de OVNI[32]
130
82
48
A Agência do SNI em Belém enviou documento confidencial a Agência Central do SNI em Brasília, datado de 9 de novembro de 1977, divulgando os primeiros dados das investigações do I COMAR.[33] Informou o clima de tensão entre a população, além de relatos sobre luzes em voo e focos de luz dirigidos sobre pessoas. Disse que as luzes foram várias vezes fotografadas, mas que a foto mais impressionante foi atribuída a estrela Dalva (Vênus) pelo próprio chefe da operação. Informa que não havia consenso entre a equipe “sobre o que foi visto”. Acusa a imprensa de fazer exploração do assunto. Termina informando que o I COMAR continuaria as investigações.

Principais militares envolvidos (patentes da época): brigadeiro Protásio Lopes de Oliveira; coronel Camillo Ferraz de Barros, capitão Uyrangê Hollanda e sargento Flávio Costa.

A Aeronáutica nunca emitiu relatório final apresentando suas conclusões.


Incidente no Sítio do Gama (1978)


Relatório de Ocorrências, 21/06/1978
No dia 20 de junho de 1978, entre 20h30min e 23h50min, o Destacamento de Proteção ao Voo para detecção Radar e Telecomunicações - DPV-DT, do Sítio do Gama no Distrito Federal, principal infraestrutura do CINDACTA, foi invadido por um corpo luminoso observado por oficiais, soldados e civis. O Comandante, tenente João Bernardo Vieira, registrou os eventos: cada envolvido, civil ou militar, escreveu um relatório. Os arquivos do incidente estão disponíveis no Arquivo Nacional[nota 4]. O corpo luminoso sobrevoou o prédio do Comando, a portaria principal e adjacências. Tiros de fuzil HK-33 foram disparados contra supostos invasores e objeto[34]. Trechos do relato do Comandante do DPV-DT61:

“De principio a luz se apresentava como um ponto luminoso que se aproximava com velocidade espantosa. A medida que se aproximava tornava-se cada vez mais difusa, com aparência de uma estrela. Sua coloração, em principio, era normal e variando em seguida para tonalidade vermelha e amarela. Ficamos em silêncio para melhor observação e não conseguimos ouvir barulho nenhum com o deslocamento. O objeto se deslocou em nossa direção até uma certa distância, parecendo permanecer parado por alguns minutos. Logo em seguida tomou a direção do radar LP23, sumindo de relance e ao mesmo tempo aparecendo em cima da estação de micro-ondas, para logo em seguida sumir completamente.”[35]

O relatório do Comandante, definiu quatro pontos: - Não se tratava de nenhuma aeronave; - Não havia condições de identificar o objeto; - Não havia animosidade por parte do mesmo; - Não existia a menor possibilidade de ilusão ótica.

Em 23 de junho de 1978, o Chefe do Núcleo do NuCINDACTA, coronel Sócrates da Costa Monteiro, encaminhou relatório sobre as ocorrências ao Chefe do Estado-Maior da Aeronáutica. Em 2010 concedeu entrevista à Revista UFO[36], dizendo que ao ser informado por telefone sobre os tiros disparados contra o OVNI, determinou a interrupção; em suas palavras:

"Eles tem uma tecnologia muito mais avançada do que a nossa e não sabemos como reagiriam à nossa ação.”

Exército[editar | editar código-fonte]
Caso Varginha (1996)


Simulação fotográfica da EsSA, constante do IPM 18/97.
O Caso Varginha trata-se da suposta captura de criaturas extraterrestres na cidade mineira de Varginha em 1996, envolvendo o Exército Brasileiro, através da Escola de Sargentos das Armas - EsSA, situada na cidade de Três Corações. A trama teria seu início na tarde de 20 de janeiro de 1996, quando três meninas avistaram uma criatura agachada junto a um muro[14]. A trama envolve ainda a observação de OVNIs, a captura de uma criatura por bombeiros e de uma segunda por policiais militares, um dos quais, falecendo misteriosamente. Boatos sobre uma criatura vista no zoológico, a movimentação de militares da EsSA pela cidade, envolvimento da UNICAMP[37] e do governo do EUA fecham a trama.

Em maio de 1996 o Comandante da EsSA, determinou abertura de sindicância sobre notícias na imprensa envolvendo militares da escola. Concluiu-se que os militares citados não participaram de nenhum transporte de qualquer tipo de carga[38]. Em janeiro de 1997, o comando da EsSA determinou a instauração de um Inquérito Policial Militar, IPM, sobre alegações contidas no livro Incidente em Varginha[39], de autoria de Vitório Pacaccini e Maxs Portes. O encarregado do IPM, tenente-coronel Lúcio Carlos Finholdt Pereira, concluiu que o livro continha pesquisas pseudocientíficas e descrições de caráter sensacionalista, baseadas em provas testemunhais de validade duvidosa e que apesar da ingenuidade, não existiu prática de crime. Que o Comandante do 24o Batalhão de Policia Militar “apresentou fotografias (...) de um cidadão conhecido como mudinho, que provavelmente apresenta algum desvio mental e cujas características físicas puderam ser posteriormente evidenciadas no estudo fotográfico de simulação (...) tornam mais provável que a hipótese de que este cidadão, estando provavelmente sujo, em decorrência das fortes chuvas, visto agachado junto a um muro, tenha sido confundido, por três meninas aterrorizadas, com uma criatura do espaço.”[38]

A palavra final foi dada pela juíza militar Telma Queiroz que declarou, em 4 julho de 1997, que o ET de Varginha nunca existiu[40].

Muitos ufólogos contestam as conclusões do IPM[41].

Marinha[editar | editar código-fonte]
Caso da Ilha da Trindade (1958)


Foto-montagem de Baraúna com o suposto "disco voador" nos céus de Trindade
Em 1958 o Estado Maior da Armada, estrutura do antigo Ministério da Marinha, atual Marinha do Brasil, investigou um dos mais famosos casos da ufologia brasileira, o chamado Caso da Ilha da Trindade, relacionado a uma série de quatro fotografias tiradas a bordo do navio da marinha Almirante Saldanha, ancorado na Ilha da trindade, em 16 de janeiro de 1958, pelo fotógrafo Almiro Baraúna. As fotografias foram publicadas pela revista O Cruzeiro[42], causando grande polêmica. Documentos oficiais da Câmara dos Deputados e do antigo Ministério da Marinha confirmam a investigação[43][44], mas o relatório final da Marinha, acabou chegando extraoficialmente aos EUA em 1964, através da APRO - en:Aerial Phenomena Research Organization, por informante nunca revelado[nota 5]. O relatório não autenticou as fotografias, limitou-se a concluir que não haveria indícios de fraude, mas não descartou a possibilidade de uma montagem[45]. Analisadas pelo Projeto Blue Book, foram consideradas fraudes[46]. Em 2010, ao programa Fantástico da Rede Globo, a publicitária Emília Bittencourt, amiga de Baraúna, relatou que ouviu do próprio serem montagens[47]. Em 2011, Marcelo Ribeiro, também fotógrafo e sobrinho de Almiro Baraúna, também revelou que ouviu de seu tio como teria produzido as montagens em seu laboratório caseiro, assim que retornou da viagem à Ilha da Trindade[48].



Hipóteses[editar | editar código-fonte]
Para interpretar os mais diversos fenômenos relacionados à ufologia, uma listagem de teorias mais aceitas. Nelas existem diferentes correntes de pensamento, desde as de caráter cético, julgando todo o fenômeno como má-interpretação ou fraude, até as de carácter místicos.[49]

Hipótese Extraterrestre[editar | editar código-fonte]
A hipótese extraterrestre (HET) teoriza que alguns avistamentos de OVNI são espaçonaves alienígenas.[50]

Hipótese do Zoológico[editar | editar código-fonte]
A Hipótese do Zoológico é uma das diversas conjecturas que surgiram em resposta ao Paradoxo de Fermi, relacionado à aparente falta de evidências que possam confirmar a existência de civilizações extraterrestres avançadas. Foi desenvolvida pelo astrônomo John A. Ball, em 1973. De acordo com esta hipótese, os extraterrestres, tecnologicamente avançados o suficiente para se comunicar com os terráqueos, já teriam encontrado a Terra, todavia, apenas observam a Terra e a humanidade remotamente, sem tentar interagir, como os pesquisadores observam animais primitivos à distância, evitando o contato direto para não perturbá-los[51].

Hipótese interdimensional[editar | editar código-fonte]
Segundo a Hipótese interdimensional, os OVNIs e os fenômenos a eles associados, como abduções, procedem de outros Universos que compõem o Multiverso. A origem desses fenômenos não necessariamente procede de algum local do tecido do espaço a nossa volta, podendo estar coabitando conosco o próprio planeta Terra, transcendendo tanto o tempo como o espaço. Além disso, seriam manifestações modernas de antigos mitos ao longo da história, interpretados anteriormente como entidades mitológicas ou sobrenaturais, como fadas, duendes, súcubos e íncubos. Tratar-se-ia de um sistema de controle que atua sobre os seres humanos, através do uso de símbolos para interação em nível psíquico. Os fenômenos podem também se manifestar fisicamente[52].

Hipótese psicossocial[editar | editar código-fonte]
Esta é a teoria de que alguns avistamentos OVNI são alucinações, sugestões hipnóticas ou fantasias e são causadas pelo mesmo mecanismo que muitas experiências ocultas, paranormais, sobrenaturais ou religiosas (comparar com supostos avistamentos da Virgem Maria. Ver a entrada Hipótese Psicossocial. São considerados distúrbios.[53]

O comportamento destas fantasias pode ser influenciado pelo ambiente em que a suposta testemunha foi criada: contos de fadas ou religião, ficção científica, etc: por exemplo, uma suposta testemunha pode ver fadas enquanto outra achará ver Greys.
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Re: Ausência de utilizadores

Mensagempor ovnis2 » 21-09-2016 12:40:22

Gostava de ir às palestras da Apovni, estes assuntos sempre me inspiraram o meu interesse, talvez a próxima estarei lá.
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Re: Ausência de utilizadores

Mensagempor luna23 » 21-09-2016 12:45:57

Há pessoas que têm medo do Ovnis por isso têm a tendência para o afastamento...


O medo da verdade...


Por - ANDERSON KIYOAKI
Diário do Manhã

Mesmo sendo centro do universo o planeta Terra está ameaçado.
Discos voadores foram vistos nos quatro cantos do nosso planeta retangular.

Achou esta afirmação ridícula?

O que soou mais estranho?

A Terra como centro do universo, o planeta retangular ou a existência de discos voadores ou Ovnis como são chamados os objetos voadores não identificados? Pense bem, lembre-se que um dia a humanidade acreditou que a Terra era o centro do universo e tinha forma retangular e nesta época, as pessoas que acreditavam no contrário foram ridicularizadas como foi o caso de Galileu Galilei, físico e astrónomo, Italiano, que em julho de 1609, construiu e aperfeiçoou uma luneta com a qual pode observar corpos celestes.
Algumas de suas descobertas só poderiam ser explicadas se fosse aceita a hipótese heliocêntrica de Nicolau Copérnico. Porém em 1616 a igreja decretou que as idéias de Copérnico eram falsas.
A repercussão foi tamanha que o próprio papa Paulo V pediu para Galileu a renegar suas afirmações.
Hoje, quase quatrocentos anos depois qualquer criança sabe que a Terra é esférica e que não é o centro do universo.

Então pense bem antes de responder: você acredita em vida extraterrena?

Historicamente as autoridades sempre foram muito conservadoras e relutaram muito para aceitar novas verdades. Assim como a Teoria Heliocêntrica (Sol como centro do sistema solar) foi renegada no passado a presença de OVNIS em nosso espaço aéreo é tratado como tabu.
A Ufologia como é conhecido o estudo de relatos, registros visuais, evidências físicas e demais fenómenos relacionados aos objetos voadores não identificados, ou OVNI ainda não recebe a devida importância do meio científico.

Em Dezembro de 1997 o Núcleo de Pesquisas Ufológicas em conjunto com a revista UFO e com apoio da Legião da Boa Vontade (LBV) realizou em Brasília o 1º Fórum Mundial de Ufologia trazendo para o Brasil alguns dos principais nomes da Ufologia na atualidade. Devido às gigantescas proporções o evento mobilizou as atenções das mídias nacional e mundial por 9 dias, reunindo 70 expositores de 25 países e cerca de 700 espectadores. Dentre os participantes estavam o então ufólogo A. C. Volpone, goiano, considerado um dos principais estudiosos da Ufologia no País.
O evento foi a maior reunião de ufólogos de que se tem registro e após a sua realização a o mundo experimentou um cenário em ebulição da Ufologia internacional.
Toda esta movimentação forçou governantes do mundo todo a "abrir" suas caixas-pretas culminando na Coalisão pela Liberdade de Informação (Coalition for Freedom of Information - CFI), um movimento formado principalmente por militares, ex-militares e cientistas que defende a reabertura das pesquisas oficiais e governamentais sobre o fenómeno UFO e pretende pressionar os governos pela liberação de documentos secretos relativos a OVNIs.

No Brasil a Casa Civil determinou às Forças Armadas que lhe fosse entregue todo acervo relativo a OVNIs, porém, até o momento apenas a Aeronáutica parece querer colaborar entregando parte de seu acervo. Qual é o verdadeiro interesse em ocultar estes fatos? Será que somos o Galileu da vez? Até quando tentarão nos vendar?

Coincidências

O escritor suíço Erich Von Daniken, publicou em 1967 o livro Eram Os Deuses Astronautas? A obra era composta por perguntas sobre um conjunto de fatos que a nossa Ciência não tem resposta ou simplesmente evita buscá-las devido o embaraço que tais especulações podem causar.

Quando nos deparamos com antigas lendas onde deuses têm o poder de voar ou com figuras de divindades que usam capacetes e roupas muito diferentes das utilizadas pelas civilizações que as desenharam deveríamos pelo menos especular qual a sua origem pois simplesmente dizer que era alguma religião antiga é muito simplório.

O mundo como conhecemos é repleto de fatos que isoladamente não chamam a atenção mas que se comparados com outros acontecimentos são no mínimo curiosos como é o caso do desenvolvimento da informática: no ano de 1946 foi construído o Eniac, calculadora de grande porte precursora do computador, com 17.468 válvulas a vácuo e 6 mil computadores manuais, pesando mais de 30 toneladas e ocupando uma área de 160 metros quadrados, efetuava a adição de dois números de 12 algarismos em 200 microssegundos.
Oito anos mais tarde, em 1954, surgia o computador IBM 650 medindo 1,5 m x 0,9 m x 1,8 m pesando 892 Kg. Analisando apenas estas duas informações salta aos olhos o avanço tecnológico obtido em oito anos, mas se lembrarmos que em 1947, a cidade de Roswell, no Estado americano do Novo México, teria sido palco não só do sobrevoo de um Ovni, mas de sua queda e resgate, veremos que mesmo com o governo americano liberando documentos sobre o caso e alegando que o que caíra em Roswell eram restos de uma série de balões interconectados do Projeto Mogul, ação ultrassecreta que utilizava aeróstatos gigantes com detectores acústicos de baixa frequência para espionar possíveis explosões nucleares soviéticas e que os “corpos de alienígenas” resgatados eram bonecos de outro projeto, o High Dive, usados em estudos ligados ao desenvolvimento de cápsulas de escape para astronautas fica o questionamento: Será que é mesmo coincidência o imenso avanço tecnológico neste período, ou recebemos informações preciosas que nos levaram a esta nova tecnologia?

História oficial dos ÓVNIs no Brasil

Após determinação do governo federal o comando da Aeronáutica entrega parte dos arquivos que revelam a missão especial que filmou e fotografou aparições de óvnis no País e mostram como funcionava o departamento criado pelos militares para investigar os relatos sobre discos voadores.

A mais famosa das operações já realizadas no Brasil envolveu mais de 20 oficiais da Força Aérea Brasileira (FAB) em uma missão sigilosa no Estado do Pará, 35 anos atrás. Operação Prato, como batizada, é a mais completa investigação de fenômenos UFO realizada pela FAB. Nos Estados Unidos o caso Roswell, marco da Ufologia mundial, os militares entraram em contradição ao primeiro admitirem a existência dos óvnis e depois negaram, já os relatórios brasileiros não deixam dúvidas: parte dos oficiais designados para a Operação Prato, que ocorreu em 1977, afirmam ter presenciado – mais de uma vez – UFOs cruzando o céu da Amazónia.

Os documentos enviados ao Arquivo Nacional também mostram que a FAB contava com um departamento específico entre 1969 e 1972, o Sistema de Investigação de Objetos Aéreos Não Identificados (Sioani) que funcionava nas instalações do IV Comar, em São Paulo. Os relatórios apontam que aproximadamente 70 casos foram apurados pelo departamento, todos retratados com desenhos feitos pelos militares.

Mas definitivamente a Operação Prato é considerada a mais intrigante de todas as investigações. Porém do total de cerca de 2 mil páginas de relatórios, 500 fotografias e 16 horas de filmagem documentadas pelos militares do I Comar, de Belém, apenas 200 páginas e 100 fotos tornaram-se públicas.

O comissário de bordo Uyranê Soares de Hollanda irmão do coronel Uyrangê Hollanda Lima comandante da Operação Prato concedeu entrevista a uma revista nacional em que confidencia: "Meu irmão viu várias naves", Uyranê citou uma ligação feita por Uyrangê, no auge das investigações. "Ele me disse: 'Hoje, um disco voador ficou a 50 metros da minha cabeça. Era do tamanho do (avião) DC-10 que você voa. Filmei e fotografei tudo." Curiosamente o coronel Uyrangê foi encontrado morto em sua casa dois meses depois de dar a última entrevista em que afirmava ter visto OVNI's durante a Operação Prato.

Até o momento, apenas os relatórios de UFOs classificados como reservados e confidenciais da Aeronáutica foram disponibilizados à Casa Civil e tornaram- se públicos. A lei determina que os arquivos que cumpriram 30 anos de ressalva deveriam ser públicas, mas na prática isto não vem acontecendo. Segundo o brigadeiro José Carlos Pereira ex-comandante da FAB não se devem divulgar documentos que podem ferir a privacidade das pessoas, induzir pânico à população ou que de alguma forma coloquem a segurança do País em risco. Os arquivos disponíveis podem ser vistos em http://www.fenomenum.com.br/ufo/governo ... docbra.htm.

Pioneirismo

A Força Aérea Brasileira regulamentou os procedimentos da Aeronáutica em notificações de objetos voadores não identificados no espaço aéreo brasileiro determinando o que fazer em casos de avistamentos de UFOs. O Brasil é o primeiro País no mundo a regulamentar procedimentos em caráter oficial

O texto, portaria Nº 551/GC3, de 9 de agosto de 2010, aponta ainda o Comando de Defesa Aeroespacial Brasileiro (Comdabra), ligado ao Comaer, como responsável por receber e catalogar as notificações referentes a UFOs.

Apollo 14

Edgar Mitchell, 82 anos, doutor em Ciências pelo Massachusetts Institute of Technology foi um dos astronautas que participaram na missão da Apolo 14. Detentor do recorde do maior passeio lunar, com 17 minutos sobre a superfície de nosso satélite em sua missão de 1971, dr. Mitchell assegura que uma fonte da NASA teve contato com extraterrestres reais, que supostamente são pequenos e com olhos e cabeça grandes.

Para o dr. Mitchel o caso Roswell é totalmente verdadeiro, estas declarações foram dadas em uma entrevista de um programa de rádio comandado por Nick Margerrison, porém na NASA desmentiram rapidamente estes comentários. As declarações do dr. Mitchell colocam mais lenha na fogueira, será que o mistério sobre a questão da existência dos “verdinhos” é verdade ou senilidade?
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Re: Ausência de utilizadores

Mensagempor ovnis2 » 21-09-2016 12:49:10

Sempre houve tabus na ovnilogia e até em Portugal

Em Portugal, a investigação ao fenómeno OVNI é frequentemente dificultada pelas entidades oficiais, por melhor que sejam as boas intenções dos investigadores. Infelizmente desde o início dos anos oitenta a Força Aérea Portuguesa pouco apoio tem prestado às investigações relativas a este fenómeno.

Com efeito não raras vezes, as portas fecham-se aos investigadores e a correspondência enviada não obtém qualquer resposta ou, em última instância, é pura e simplesmente recusada.

Prova disso, a imagem que se segue de um dos envelopes em cujo conteúdo uma carta solicitava informações sobre o acesso a relatórios existentes na Força Aérea Portuguesa, de observações de fenómenos OVNI, feitos por pilotos portugueses:
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Re: Ausência de utilizadores

Mensagempor ovnis2 » 21-09-2016 12:55:18

Diga para um colega de trabalho ou escola que você acredita em vida fora da Terra e que acompanha notícias sobre o assunto. A reação da pessoa provavelmente será um olhar de espanto ou uma risadinha nervosa. O fato é que poucas pessoas realmente param para pensar nesta possibilidade e para a maioria o fato de acreditar em vida extraterrestre é tratada como um tabu ou coisa de maluco. Mas de onde veio esse preconceito quanto a essa visão tão errônea das pessoas que veem a ufologia como uma área de estudo séria? A resposta pode ser a própria ufologia.

Primeiro temos que separar a ufologia. Existem aqueles que estudam o fenômeno cientificamente apontando fatos e levantando hipóteses, e existem aqueles que, por várias razões, criam uma pseudociência sem fundamento que eles alegam ser ufologia. Veja a quantidade de “pesquisadores” que surgiram nas últimas décadas que apontam para qualquer luz no céu como OVNIS ou qualquer foto borrada como evidencia, para mais tarde serem desmentidos e sumirem na obscuridade. Veja que são justamente estes charlatões que ganham mais mídia e conhecimento do público e ao serem desmascarados criam um fenômeno onde as pessoas acham que ufologia não passa de charlatões, pseudocientistas e malucos querendo seu momento de fama.

Hoje em dia é muito fácil criar provas falsas de fenômenos OVNIS e espalhar para as pessoas apenas para serem desmentidas após uma rápida análise. Provas falsas, alegações sem base científica, ou puro achismo, fazem com que a ufologia pareça um circo de espertalhões querendo chamar a atenção, enquanto que os verdadeiros pesquisadores ficam restritos a pequenas notícias ou a pequenos grupos. Provas reais são uma minoria em relação a grande quantidade de conteúdo falso criado e separá-las está cada vez mais difícil criando uma onda de desconfiança que até os adeptos ficam na dúvida do que acreditar.

Além dessas enchentes de notícias e vídeos falsos que circulam nos meios sociais é muito fácil fazer sensacionalismo em torno de algo que não há como provar sua veracidade. Há programas de TV inteiros dedicados a “mostrar a prova definitiva” quando, no final, vemos uma foto em preto e branco que foi achada por alguém em algum lugar. Alguém analisou a foto? De onde ela veio? Cadê as fontes? Programas desta forma apenas mancham ainda mais os pesquisadores sérios que buscam provas materiais e científicas deste assunto.

Se isso já não fosse ruim o suficiente, outros fatores ajudam a perda de credibilidade entre as pessoas entre eles:

· Religião: Por alguma razão algumas pessoas tendem a relacionar aliens com demônios ou que o fato de descobrirem vida em outro ponto do universo irá diminuir o papel de Deus com o homem e vice-versa.

· Educação: É um fato que a educação do povo (principalmente em países pobres) é deficiente. Somos ensinados desde pequenos que não existe nada no universo e que a ciência é algo estático e imutável. Provavelmente o que você aprendeu na escola já tenha sido negado ou modificado (Plutão é um planeta?)

· Cientistas: Para a grande maioria dos cientistas de renome a ufologia é uma piada ou uma brincadeira. Ufologia é um tabu para muitos e eles preferem negar para não causar constrangimentos e represálias entre colegas.

· Divulgação: Programas e sites precisam de divulgação e ufologia séria não é um lugar para grandes notícias. É preferível mostrar uma pessoa que diz falar com um ser da quinta dimensão através de conchas do que uma escavação arqueológica com pinturas de seres desconhecidos.

Como podem ver há vários fatores que levam a ufologia a uma ciência de segunda classe. Os próprios ufólogos às vezes parecem perdidos quanto a suas pesquisas (há mais perguntas que respostas), mas há algo que não podemos perder: a esperança que um dia as coisas mudem.
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Re: Ausência de utilizadores

Mensagempor ovnis2 » 21-09-2016 12:58:38

As visões de OVNIs ou Discos Voadores remontam à História ou Pré-História do Homem. Mas, de facto, é preciso cuidado com a forma como se interpreta a Mitologia ou os dados históricos. Não podemos simplesmente querer ver OVNIs em tudo. Há pessoas que vêem OVNIs nos Anjos, nas Fadas, Sereias ou nos Centauros da Mitologia. Outros recusam o fenómeno metendo-o no mesmo saco da astrologia, quiromancia ou qualquer outra “arte” divinatória, o que, para mim, constitui um erro. Apesar disto, dados históricos são realmente muito intrigantes e já os iremos examinar com algum cuidado. Outros factos do passado podem, de facto, ter outras interpretações e não se pode realmente “querer ver OVNIs em tudo”. Tudo o que precisamos é de investigar com uma atitude de Amor à Verdade.





Um dos casos interessantes do meu ponto de vista é o do relato de Objectos Voadores em forma de Escudo (Discos) que, com o disparo de um raio, teriam derrubado a muralha da cidade de Tiro e, dessa forma, permitido a Alexandre, o Grande, e a seu exército penetrar pela cidade, invadindo-a.

Considera-se, apesar dos estranhos registros da Antiguidade, que a Era actual dos OVNIs começou a 24 de Junho de 1947. No entanto, os OVNIs aparecem, na época moderna, já antes dessa data como veremos mais à frente. No entanto, esta é a data considerada oficial e surge quando um experiente piloto de um pequeno avião comercial, Kenneth Arnold, sobrevoando o Monte Rainer, em Washington, nos EUA viu passarem a uma certa distância e ao lado da sua Aeronave, nove objectos muito rápidos que voavam como “pires que alguém atirasse para cima da água”. A partir daí popularizou-se a expressão “pires voadores” (flying Saucers) ou, em português, “discos voadores” e entramos na naquela que é considerada a Era moderna ou contemporânea dos discos voadores. Os “discos voadores” entram de uma forma “maciça” na consciência colectiva. Ou, pelo menos, assim se considera. Muitos indivíduos não querem ouvir falar deles, não se interessam pelo tema até ao dia em que presenciam um e tornam-se uma testemunha ocular do fenómeno. Muitos destes casos de testemunhas oculares não entram para as estatísticas pois as pessoas receiam falar do assunto, receiam que não acreditem nelas ou que as considerem, no mínimo, excêntricas tal não são as atitudes de tabu e preconceito que rodeiam este assunto.

Muitos cientistas não se sentem à vontade para o examinar e alguns até o denegriram publicamente! Porém algumas das testemunhas do fenómeno são… cientistas (!) Além de uma parte das testemunhas oculares serem cientistas algumas são militares, policias, pilotos, controladores de tráfego aéreo, etc. Por outro lado, o testemunho de pessoas não consideradas “observadores treinados” (transeuntes, donas de casa, agricultores) não deve ser desvalorizado sem mais nem menos. Há muitos estudos realizados para demonstrar que as testemunhas de um evento nem sempre o descrevem da mesma maneira. Porém, também há ocasiões em que isso acontece. Deve-se fazer uma investigação cuidada do caso e analisá-lo no seu todo para decidirmos se tem validade. Mesmo quando decidimos que um caso tem validade ainda assim é para deixar o assunto em aberto para puder continuar a ser investigado; não como algo que se deixa de lado.

No entanto, apesar da visão de Arnold ser considerada a primeira e o começo da Era Moderna dos OVNIs eles já tinham aparecido no ano anterior por praticamente toda a Escandinávia. Foi a “febre dos foguetes fantasmas” como a imprensa chamou ao conjunto de visões que aconteceram nos Países Nórdicos em 1947 e a anteriores essa data também, em 1936. Assim, torna-se fácil refutar a pretensão de alguns cépticos de que os OVNIs surgiram em 1947 devido à influência da ficção científica. Possivelmente existe uma linha contínua de surgimento de OVNIs que vem desde a mais remota antiguidade sendo nós quem faz essas (falsas) separações e divisões cronológicas: Era Moderna, Era Antiga, Era Contemporânea, etc. A forma como estamos a apreender a informação e a estabelecer (essas) categorias é que poderá estar (em muitos casos) distorcida, porque, como se sabe, os OVNIs, na nossa sociedade, tendem a ser um assunto tabu. Afirmamos querer a luz, o conhecimento, e, muitas vezes a repelimos (!)

O assunto é, no entanto, apaixonante, e por isso, muitos acusam quem tenta investigar o fenómeno de forma rigorosa e objectiva, de “subjectivo”, de “iludido” ou de crente. Mas o método científico não pode deixar de ser aplicado a um assunto por ser ele apaixonante. Os cientistas estudam os fenómenos procurando explicações. Alguns desses fenómenos mexem com as paixões das pessoas, outros não, mas a Ciência debruça-se sobre eles. Ela não pode, pela sua natureza, excluir qualquer fenómeno que se dê no mundo sensível e assim parece ser o fenómeno OVNI.

Eu tive sorte! Quando tinha 10-11 anos encontrei numa prateleira da casa de um amigo um livro de OVNIs. Antes de o abrir recordo-me que pensei “deixa lá ver quem nos quer convencer que vê discos voadores para me rir um pouco.” Quando abri o livro, surpresa das surpresas, não era o que eu estava à espera. Tratava-se de uma apresentação clara do fenómeno OVNI no seu todo com casos em que eram analisados dados intrigantes. Casos com muitas testemunhas, casos com pessoas que não procuravam publicidade, casos com vestígios físicos de OVNIs, casos estudados, por vezes, por sábios de reputação. Interessei-me e passei a investigar também, dentro do possível, até hoje, prestando sempre atenção aos casos de OVNIs. Sei que, se me tivesse deparado com um livro escrito por um charlatão que afirmasse estar em contacto privilegiado com extraterrestres que só com ele tomariam contacto para entregar uma mensagem especial à humanidade eu hoje não acreditaria em OVNIs. Poder-se-ia dizer que teria uma visão completamente errada da ovnilogia. Não acreditaria que HÁ um fenómeno para ser estudado, que esse fenómeno parece ser, pelo menos em parte, tecnológico e tem uma (ou várias) inteligência (s) por trás embora saibamos ainda pouco ou nada sobre as suas origens. Aquele livro (ainda hoje o tenho!) chama-se À Descoberta dos OVNIs de Jacques Scornaux e Christiane Piens.

Na ovnilogia cada caso é um caso e cada caso tem uma explicação diferente. Por exemplo, cada síndrome deve ter uma explicação geral diferente. A ovnilogia não é homogénea; tem as suas síndromes. A síndrome do contactado, a síndrome de sequestro (abdução), as testemunhas comuns. É terrível ser céptico só porque sim, sem conhecer o assunto e pôr tudo no mesmo saco. Assim temos as testemunhas comuns de OVNIs; aquelas pessoas que, muitas vezes, nunca pensaram em OVNIs, estavam a fazer a sua vida comum e normal de todos os dias quando de repente e sem esperarem viram um objecto ou tiveram um encontro. São pessoas normais, de qualquer faixa etária (incluindo, por vezes, crianças), de todos os níveis culturais, étnicos e de inteligência. Por vezes, recusam-se a tornar públicos os seus nomes com medo do ridículo mas são pessoas que existiram ou ainda existem e, por isso, os OVNIs não podem – não em todos os casos – ser agrupados na categoria dos mitos urbanos.

Cada caso individual de cada testemunha comum ou normal deve ser investigado com cuidado, método e crítica para vermos se estamos mesmo perante um caso autêntico de Objecto Voador Não Identificado (OVNI), ou perante ou caso de Objecto Voador Identificado (OVI), ou ainda perante um engano ou perante uma fraude.

Do meu ponto de vista pessoal a investigação e a reflexão sobre os OVNIs não é impedimento para o exercício do pensamento científico, antes o fomenta; a (aparente) não existência de provas materiais relativas a OVNIs, ou melhor, de um OVNI que possa ser analisado, palpado e dissecado não constitui obstáculo à reflexão crítica acerca do fenómeno nem à investigação científica séria porque o cientista deve sempre debruçar-se sobre o “todo”. O corpo dos dados do fenómeno OVNI varia muito, indo desde as marcas de aterragem até à observação das testemunhas e da sua Psicologia. Seria muito forçado explicar o relato das testemunhas simplesmente através do engano ou da fraude. Não é credível que uma imensidão de pessoas se tivesse reunido para enganar os investigadores. Se a Ciência se limitasse a dar crédito a uma coisa só quando a coisa é vista e tocada pela experiência comum (e aqui seria interessante reflectirmos acerca do que consideramos que é a “experiência comum”!) não faria mais do que fazer aquilo que até as crianças pequenas fazem: confirmar uma coisa ou pessoa quando a vêem (!) Elas vêem uma casa e dizem “casa”, vêem um cão e dizem “cão”. Algo mais deve definir o pensamento científico. Ou devia!

Para outras coisas, somos capazes de assumir que a Ciência deve ter capacidade de fazer previsões. Estas previsões não aparecem do nada. O cientista deve estudar primeiro os fenómenos. Assim, o mesmo deve acontecer também naquilo que se convencionou chamar ovnilogia e que não é aceite como disciplina científica mais por preconceito do que por falta de dados. Dados intrigantes, esses sim, sabemos que existem e fechar os olhos a esse aspecto ou refugiarmo-nos, por comodismo ou um medo estranho qualquer, em explicações fáceis é que não é nada científico!

Aqui, neste ponto, entramos na delicada questão das provas: se há provas, se não as há, se deve ou não a ciência ocupar-se com o assunto, etc. A maior parte dos detractores (Carl Sagan, Philip Klass) afirma que não há provas conclusivas de que naves extraterrestres visitam a Terra. Porém um excelente investigador de OVNIs, que estava a par de muitos dados relativos a este assunto por ter pertencido à Marinha dos Estados Unidos da América, o major Donald Keyhoe disse ao produtor Alan Landsburg “não há apenas indícios, há provas. Observações visuais, informações – tudo referido ao mesmo, objectos voando sobre o local. Há o radar, que, em duas posições diferentes, localizou objectos e os seguiu. Fotografias de radioscópio, todas elas mostrando exactamente o que aconteceu. Durante algum tempo a Força Aérea recusou-se a divulgar todo e qualquer registo feito pelo radar, negando mesmo que tivessem sido seguidas pistas. Finalmente admitiram que tinham tais dados, mas que nenhum deles era significativo. A única conclusão a tirar era a de que estavam a seguir objectos reais que se encontravam sob controlo inteligente.” (No Rasto de… Extraterrestres, Alan Landsburg, pág. 27, Europa-América) Aqui há outro facto interessante a ressaltar, o facto de nem todas as testemunhas serem humanas como por exemplo os testemunhos de radar que ficaram algumas vezes registados e os testemunhos de animais. Os animais são, muitas vezes, os primeiros indicadores da aproximação de um OVNI pois tendo o sistema límbico mais desenvolvido que o do Homem apreendem instintivamente a aproximação de algo fora do vulgar assim como muitas vezes são os primeiros a “avisar-nos” de outros fenómenos como os tremores de Terra ficando demasiado agitados antes do acontecimento.

Ainda segundo o major Keyhoe a Força Aérea dos Estados Unidos, nos seus projectos Grudge e Blue Book, embora tivessem proclamado a inutilidade do estudo do fenómeno OVNI perante o público, teriam chegado à conclusão (confidencial) que os OVNIs são naves de seres vindos do espaço exterior e que era importante monitorizar as suas actividades. Aliás, enquanto negava o fenómeno para o grande público os pilotos da Força Aérea tinham ordens de perseguir os inexistentes OVNIs e abatê-los (o que não é nada sensato diga-se de passagem!) Também se veio a saber dos memorandos com pesadas multas e penas de prisão para militares que falassem disto ao público (!)

Segundo as palavras do Major Keyhoe a Força Aérea dos Estados Unidos teria chegado à conclusão confidencial de que os OVNIs são veículos especiais de outros mundos. Sendo oficial da Marinha dos EUA ele devia saber do que estava a falar. Mas a ovnilogia para mim não tem valor apenas por causa de meras histórias como esta que passam de boca em boca, nem é ela meramente constituída por isso. As histórias que se contam de boca em boca podem ser – e muitas vezes o são – inventadas – não é preciso ser um grande céptico para saber disso! Na ovnilogia existem histórias de OVNIs “más”, isto é falsas, inventadas e histórias de OVNIs genuínas isto é “verdadeiras”, em que algo aconteceu, alguns factores o demonstram ou parecem demonstrar e tornam esse caso específico intrigante, fascinante e possivelmente verdadeiro. O fenómeno OVNI genuíno distingue-se do Mito Urbano. No Mito Urbano temos muitas vezes uma história que se diz que aconteceu com tal testemunha e depois vai-se a ver e a tal testemunha não existe! É geralmente a tal história que aconteceu a um “amigo do amigo do outro amigo”. Em muitas histórias OVNIs no entanto as testemunhas estão lá, existem e são pessoas reais. Os objectos não identificados também podem deixar vestígios. Mas o mais singular não é as testemunhas existirem apenas; é a forma como se comportam. Algumas não querem ser conhecidas nem procuram publicidade. Podem haver várias testemunhas a descrever ter visto a mesma coisa estranha, etc. Às vezes, a presença de um ou mais destes factores concorre para estabelecer aquilo que alguns investigadores chamam caso significativo. É certo que um caso significativo não é uma prova considerada científica, mas que esses casos fazem muitas pessoas inteligentes franzir os sobrolhos, faz!

As histórias que se contam de boca em boca (e que podem realmente ser muitas vezes inventadas) são uma pequena parte da ovnilogia. Existem casos DE CONFIANÇA com uma ou mais testemunhas, casos que foram bem controlados em termos de investigação por investigadores competentes. Isto, o céptico dogmático não pode afirmar que é falso. Hoje em dia dá-se muito valor ao que é feito ou dito por cientistas. Se um cientista disse ou fez é porque deve ser verdade. Pois bem alguns desses investigadores são cientistas e demonstraram que a Ciência não deve ter medo de nada, que a Ciência não deve ter tabus. Se temos uma Ciência de tabus (geralmente mal-dissimulados!), se temos uma Ciência acerca do que deve ser investigado e de o que não deve ser investigado ou acerca do que pode existir e do que não pode existir então estamos mal…

Por vezes, há mais que uma testemunha que viu a mesma coisa que as outras testemunhas (testemunhas independentes ou grupos de testemunhas). Outras vezes as testemunhas de OVNI são crianças que facilmente seriam apanhadas a mentir ou que muitas vezes confessam mais tarde a mentira… Se somos um certo tipo de cientista então ou um céptico dogmático que não admite que o é porque não admitirmos que temos preconceitos que arruínam uma investigação ou uma conclusão válida? Será que o fenómeno OVNI não é importante como concluiu o Relatório Condon e não nos diz algo do nosso lugar no universo? Se for, verdadeiro como suspeito que o seja, não nos ensinará uma humildade? Ou é melhor escolher a arrogância?

Alguns cépticos, como Carl Sagan, criticavam a ovnilogia dizendo que “histórias há muitas”. No entanto, não se dão ao trabalho de investigar as histórias mais intrigantes. E quando o fazem é para procurar encaixar ali, à força, uma explicação “normal”. Ora, às vezes isso não pode ser feito porque há demasiadas características no caso que reforçam a sua credibilidade. Será que os cépticos nos ensinam, de facto, a pensar? Frequentemente, nem fazem a tal investigação exaustiva que supostamente defendem. Muitas vezes limitam-se a arranjar explicações fáceis para casos MUITO intrigantes e, ao que parece, com alívio, deixam o caso de lado. Não só algumas destas histórias estão bem atestadas (de provas ou indícios intrigantes) como é um facto (positivo) que a ovnilogia (apesar de não ser ciência) não é apenas feita de histórias ou anedotas. Tais críticas demonstram um conhecimento da ovnilogia e uma vontade de denegrir o assunto. Demonstram também o medo de qualquer coisa. E a Ciência nunca pode ser feita de medo. Não deve. O medo e o preconceito são atitudes prejudiciais à Ciência. Quando o homem veste a bata de cientista deve livrar-se do desejo de acreditar mas deve livrar-se também do desejo de não acreditar.

A ovnilogia é mais do que meras histórias que passam de boca em boca, mais do que charlatães que dizem ter sido contactados, mais do que investigadores que se apressam a dar respostas ou que conduzem investigações mal feitas. A ovnilogia é feita principalmente de testemunhas reais que muitas vezes não querem dar a cara por temerem o ridículo, vestígios físicos dos OVNIs e investigadores competentes, alguns dos quais, cientistas! Por vezes, há fraudes mas são raras e relativamente fáceis de desmantelar. Ted Philips, por exemplo, encontrou alguns casos de “marcas de aterragem” ou “ninhos de disco” falsificados; num dos seus casos, por exemplo, no terreno queimado havia indícios de gases provenientes de gasolina e foi fácil conseguir que os jovens que tinham construído os “ninhos” confessassem a brincadeira e o porquê dela: queriam ver as reacções das pessoas a uma notícia de aterragem de um OVNI! Também é absurdo considerar como o céptico Philip Klass que todas as marcas de aterragem são “anéis de fadas”, círculos provocados pela acção fungicida de certas plantas. Aí se está, mais uma vez, no reino das explicações fáceis, das generalizações abusivas e da má ciência… É preciso fazer a pergunta “um anel de fadas provocaria um ninho destes?”, “houve ou há indícios de radioactividade?”, “os elementos gerais da história (as testemunhas procuram publicidade ou são recatadas, são muitas ou poucas, etc.) apontam para uma possível veracidade do caso?”, etc., não se podem formular juízos tão levianamente.

Por exemplo, praticamente todos os cidadãos (10.000 habitantes) da cidade de Phoenix, no Arizona, viram, fotografaram e filmaram um OVNI em forma de Bumerangue que apareceu na noite de 22 Janeiro de 1997 e que ficou parado um longo tempo no ar por cima da cidade com as luzes a piscar. Então? Isto prova alguma coisa ou não prova? O testemunho de 10.000 pessoas não é importante? Ainda assim, estava um céptico no Larry King Live a dizer que as testemunhas tinham visto… um grupo de aviões! Ele que, nem estava no local quando o objecto apareceu, deveria saber melhor (pelos vistos!) do que as pessoas o que elas viram… Este é um exemplo entre muitos que poderíamos dar do cepticismo da treta… Claro que ainda falta averiguar neste caso em particular que tipo de OVNI é que as pessoas viram. O OVNI que sobrevoou o Arizona na noite de Janeiro de 1997 era extraterrestre ou uma experiência militar secreta dos EUA?

Um conhecimento superficial da ovnilogia pode levar a críticas e ideias feitas sem base. Por exemplo, muitos dizem que só os “amigos” dos OVNIs, as pessoas que se interessam pelo assunto, os excêntricos ou os loucos, os vêem. Não é verdadeiro. A estatística de Claude Poher baseada no estudo de um milhar de casos, lembram Jacques Scornaux e a sua mulher Christine Piens (1978) é bastante elucidativa: os OVNIs são observados por pessoas de diferentes classes e profissões. Pilotos (12%), astrónomos (4%), cientistas (12%) já observaram OVNIs. Pessoas com cargos de responsabilidade e alguns observadores treinados. Não estamos portanto na categoria dos mitos urbanos: a história contada pelo primo do tio do amigo que ninguém conhece. Estas são ainda, por cima, estatísticas apuradas. Com efeito, muitas pessoas que viram OVNIs não contaram o caso a qualquer autoridade, policial ou científica. Porquê? Medo do ridículo. Em certas companhias aéreas os pilotos que vêem OVNIs tendem a ser dispensados (Scornaux e Piens, 1976). Houve uma época em que o governo americano multava em 10 mil dólares qualquer piloto (militar ou civil) que declarasse publicamente uma experiência com OVNI. O ex-presidente americano Jimmy Carter e um grupo de amigos tiveram uma bela visão de OVNI para a qual foi arranjada logo a habitual desculpa desnaturada por parte dos habituais cépticos do pau oco, de que o presidente e o seu grupo de amigos tinham visto o planeta Vénus. Algumas pessoas vêem, com efeito, OVNIs em tudo mas esse caso é um pouco mais complexo.

Scornaux e Piens relembram com razão que não existe aliás qualquer motivo para que pessoas de condições sociais mais humildes ou mais desfavoráveis não vejam OVNIs. A sociedade simplesmente dá mais credibilidade a pessoas de outras condições sociais. Uma ideia nascida na antiga Rússia comunista era a de que “só os burgueses vêem OVNIs.” A análise estatística de Poher mostra que 16,5% dos observadores são agricultores, operários ou empregados (Scornaux e Piens, 1976)

Outra ideia feita diria que as testemunhas ou observadores estão sempre sós pelo que seria difícil corroborar a “visão”. Também é falso! Em 65% dos casos do trabalho de Poher há mais do que uma testemunha. Se estes trabalhos, de algum rigor científico, e outros a nível “experimental” (recolha de vestígios de OVNIs, análise de marcas de aterragem, etc.) fossem mais conhecidos haveria menos críticas superficiais à ovnilogia. Aliás, se a crítica é por a ovnilogia não ser suficientemente científica porque não vêm esses críticos dar o seu contributo? Cépticos empedernidos, no entanto, jamais conseguirão fazer isso. Não é do seu interesse. Não conseguiriam fazer avançar o conhecimento se dependesse deles pois nada se consegue quando tudo o que se sabe fazer é negar. É a este nível que os “teóricos da conspiração”, como David Icke, acreditam que há tentativa de manipulação das nossas mentes. E de facto há certos sectores da nossa sociedade que tentam puxar para o dogmatismo, para uma falsa percepção do que é ou deve ser o espírito crítico, etc.
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Re: Ausência de utilizadores

Mensagempor luna23 » 21-09-2016 13:07:47

Não há quem fique indiferente quando o assunto são os OVNIs. Desde o forte crente até o cético mais arrogante, todo mundo tem uma opinião sobre aqueles pontinhos brilhantes que aparecem (ou não) de vez em quando nos céus do nosso planeta. Alguns acreditam que os OVNIs são viajantes de outros planetas ou dimensões. Para outros, trata-se de aeronaves militares experimentais.
Inúmeras pessoas de todos os cantos do globo já alegaram terem visto naves espaciais – e muitas das histórias coincidem com relatos de outras pessoas de lugares muito distantes. O padrão se segue desde os tempos anteriores à “popularização” dos ETs através do cinema, televisão e literatura.
Lenta, mas seguramente os cientistas estão começando a concordar que é matematicamente impossível que não exista vida inteligente não existe como no nosso planeta na vastidão infinita do universo, e nos trilhões de planetas que ele contém. Wernher Von Braun, o pioneiro do programa espacial americano Apollo, uma vez sintetizou toda a discussão sobre o assunto: “Nós temos duas altarnativas: ou estamos sozinhos no universo ou não estamos sozinhos no universo. E, de qualquer modo, as implicações são enormes”.
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Re: Ausência de utilizadores

Mensagempor luna23 » 21-09-2016 13:12:05

Os óvnis realmente existem. Pode ser um avião passando entre as nuvens, uma estrela brilhante, um meteoro, um satélite artificial, um balão meteorológico, pássaros. Pode ser um punhado de coisas banais que normalmente não tomariam a sua atenção, mas que, por terem aparecido em condições desfavoráveis – escuridão, neblina, distância –, não puderam ser identificadas de imediato. Os pilotos de aviões comerciais e militares freqüentemente encontram objetos desconhecidos no céu e relatam como óvnis. O papel dos ufólogos é este: buscar uma explicação para os fenômenos. “Se nenhuma dessas hipóteses explicar ou reproduzir o fenômeno, então o objeto continua sendo um óvni. Claro que a hipótese extraterrestre deve ser a última a ser considerada e, caso o óvni preencha certos requisitos, poderá ser enquadrado como um artefato de origem desconhecida da tecnologia humana e da natureza do planeta Terra. Ir além disso é especular sem argumentos convincentes”, afirma Chola.

As teorias

Atualmente, há quatro teorias sobre o fenômeno óvni. A primeira apela para o racional: óvni é algum tipo de aeronave avançada, secreta ou experimental de fabricação humana, desconhecida ou mal reconhecida pelo observador. A segunda é a mais polêmica: se nenhum fenômeno natural ou tecnologia terrestre servir de explicação, trata-se de uma espaçonave alienígena. A terceira teoria aponta para hipóteses psicossociais e psicopatológicas: quem vê um óvni sofre de algum distúrbio. E a quarta escola apóia-se na religião, no ocultismo e no sobrenatural – os óvnis são mensagens divinas ou diabólicas. Pobre do ufólogo quando as hipóteses de uma tendência misturam-se às de outra. “A ufologia extrapolou os seus limites ao enveredar por caminhos místicos e transcendentais, passando a estudar vida extraterrestre, canalizações de mensagens extraterrestres, contatos telepáticos e entidades de outras dimensões, entre outros, o que a rigor não compete a ela estudar”, diz Chola.

Mas a responsabilidade não é só dos ufólogos. Como a ciência abdicou do direito de estudar os óvnis, diversas histórias permanecem sem resposta e adubam a já fértil imaginação do homem. Um dos poucos cientistas que tentaram encontrar uma explicação para o fenômeno óvni foi o astrofísico americano Josef Allen Hynek (1910-1986), fundador do Centro para Estudos Ufológicos e conselheiro do Projeto Blue Book (leia mais na página 22). Nos anos 50, Hynek era cético sobre óvnis e acreditava que as descrições eram feitas por testemunhas que não haviam sido capazes de identificar objetos naturais ou de fabricação humana. Depois de ler dezenas de papéis, porém, ele encontrou relatos de gente instruída – como astrônomos, pilotos, oficiais de polícia e militares – que mereciam um mínimo de crédito. Hynek conversou com físicos que também contaram ter visto objetos voadores impossíveis de explicar à luz dos conhecimentos atuais da ciência. Ele então abandonou o ceticismo, encarou a ufologia como profissão, aplicou a metodologia científica nas pesquisas e foi um dos personagens da frustrada tentativa de abrir a agência coordenadora na ONU.

No entanto, aos poucos, Hynek se tornou um crítico da explicação extraterrestre. Em 1976, ele afirmou: “Tenho apoiado cada vez menos a idéia de que os óvnis são espaçonaves de outros mundos. Há tantas coisas se opondo a essa teoria. Para mim, parece ridículo que superinteligências viajariam grandes distâncias para fazer coisas relativamente estúpidas, como parar carros, coletar amostras de solo e assustar pessoas”. No final da vida, ele estava convencido de que os “discos voadores” tinham mais a ver com fenômenos psíquicos do que com veículos alienígenas.

Seja como for, a hipótese extraterrestre vem perdendo das outras teorias por falta de provas físicas. Em 60 anos, nenhum dos milhares de humanos que alegam ter contatado ETs conseguiu apresentar um único objeto comprovadamente de origem extraterrena. O mais famoso ufólogo do século 21, o americano cético Philip Klass, oferece 10 mil dólares a qualquer vítima de abdução que registrar queixa no FBI e deixar a polícia federal americana averiguar o caso. Se for verdade, o denunciante ganha a grana. Se for mentira, será multado em 10 mil dólares e preso por cinco anos. Até hoje, ninguém topou o desafio.
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Re: Ausência de utilizadores

Mensagempor luna23 » 21-09-2016 13:17:50

Muita gente sonha com OVNIs e Extraterrestres, e quando acorda, não tem certeza se foi um sonho, ou se foi realidade.
Abaixo, duas matérias relacionadas ao tema, sendo que a primeira, é o relato de uma pessoa que tem duvidas se o que aconteceu de noite, foi sonho ou se foi realidade...
A segunda matéria, é uma explicação científica, tentando decifrar os possíveis problemas emocionais, que motivaram o sonho.
O CONTACTO EXTRATERRESTRE VIA SONHO...

Caríssimos...milhares de seres humanos em diversos países do mundo já tiveram sonhos com seres de outras dimensões e mundos bem reais, tão reais quanto o nosso.

Acredita-se que uma percentagem significativa desses sonhos tenham um real propósito: O CONTACTO
Assim como vivemos nosso mundo material vivemos nosso mundo espiritual também, e os sonhos são a porta de entrada e saída desses lugares desconhecidos.
Se você já sonhou que ETś estavam tentando contactá-lo, estavam vigiando você, se você já sonhou com OVNIs, a probabilidade do seu sonho ser real é gigantesca e significa que você pode estar sendo observado.
Vamos lembrar que isso são suposições, mas, se pararmos para pensar que nos sonhos sentimos dor, odores, alegria, medo e outras situações mais, então o sonho se um contacto poderia ter sido real também.
Meu último sonho foi incrível: uma nave estava me vigiando descaradamente e ficava dando voltas parece que aguardando o momento certo da aproximação, lembro de uma mulher que estava comigo, mas, não sei quem era!
Depois de muitas voltas e eu somente observando e sem medo algum, o objeto veio e uma porta se abriu, era quadrada ou retangular e logo abaixo do disco.
Recordo ainda de uma pressão fortíssima em meus ouvidos e um pouco de dor.
O sonho foi só isso, mas, suficiente para lembrar de detalhes e da dor de ouvido.
Sonho ou realidade?
Ainda não sei, só sei que temos que ficar atentos para uma possibilidade de contacto nos seus mais variados graus.
Estamos sendo observados, analisados e vigiados a todo instante.
Que prevaleça sempre a democracia entre nós e esses seres, e que possamos sempre dialogar em busca de um entendimento comum.
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Re: Ausência de utilizadores

Mensagempor luna23 » 21-09-2016 13:19:39

Este é um assunto que atualmente tem chamado a atenção, não só das personalidades e comunidades científicas, mas também dos escolhidos de Deus ( Povo de Deus ), assim como daqueles que concluímos serem "leigos" no assunto.

Estudando livros e relatos sobre Ovnis, vemos que pessoas tiveram avistamentos de Ovnis e contatos com Ets. Porém veremos quais as considerações Bíblica sobre estes fatos.

Vivemos em um mundo conturbado por problemas sociais que a cada dia dilatam mais ainda as ideias sobre as possibilidades e teorias sobre muitas coisas envolvendo o ocultismo, entre elas a ufologia.

Um texto bíblico que chama a atenção sobre o assunto está em Lucas 21.11 que diz assim:
"Em vários lugares haverá grandes tremores de terra, falta de alimentos e epidemias. Acontecerão coisas terríveis, e grandes sinais serão vistos no céu".

Jesus Cristo, nos adverte contra o que haveria de acontecer no considerado pelos cristãos de todo o mundo como o final dos tempos. Apenas uma profecia apocalíptica para que nos preparássemos.

Essas coisas realmente tem acontecido, só que muitas pessoas não tem procurado a verdade sobre tudo, porém existe algo mais, existe uma trama maligna diante dessas aparições e fenômenos anormais, que procura profanar o evangelho de Jesus Cristo.

A finalidade principal, é acabar com dogmas e doutrinas do cristianismo e consequentemente pregar as doutrinas do ocultismo, espiritismo e, finalizando, erguer a Nova Era e suas mentiras.

Quanto a isso, o apóstolo Paulo também nos adverte na carta aos Gálatas 1. 8:
"Mas, se alguém, mesmo que sejamos nós ou um anjo do céu, anunciar a vocês um evangelho diferente daquele que temos anunciado, que seja amaldiçoado!".

Paulo expressa sua preocupação neste texto sobre o cuidado com as contradições que esses "visitantes" afirmam quanto ao evangelho.

Ele adverte ao povo, quanto a astúcia do maligno em usar pessoas e até mesmo criaturas "celestiais" para profanar e desmoralizar a Palavra de Deus.

O termo "anjo do céu" refere-se aos anjos decaídos do céu, os quais foram a favor de Lúcifer e seus ideais. Faz-se então necessário esclarecer o que se refere a celestial. Biblicamente, existem três dimensões do chamado céu.

Um é o que nós enxergamos, onde só existe mesmo o que é visível. O Segundo Céu são as chamadas Regiões Celestiais, onde acontecem as constantes batalhas espirituais entre os anjos de Deus e os do Diabo. O Terceiro céu é onde conhecemos como o Céu de Deus, onde habita o Deus Supremo e seus anjos.

Dr. Walter Martin, considerado a autoridade máxima em seitas e ocultismo declara:
"O segredo é a teologia deles. Dizem todos a mesma coisa e tudo é uma deturpação da Bíblia. Isso me faz acreditar que o que a Bíblia disse que ocorreria está acontecendo. Estamos tratando com uma outra dimensão da realidade que a Bíblia menciona frequentemente.

Ela é chamada de ‘domínio das potestades do ar’. Em outras palavras, trata-se de uma manifestação sobrenatural que o cristianismo, o islamismo e o judaísmo chamariam de demoníaca. Não penso que exista um demônio por trás de cada arbusto ou árvore. Estou apenas dizendo: o que poderíamos esperar no fim dos tempos em nossa cultura avançada? Esperaríamos uma manifestação que se ajustasse às estruturas da nossa era. Que melhor maneira de atrair-nos do que com visitantes intergalácticos? ... Temos obsessão por eles!".

Strieber, na condição de adepto das filosofias ocultistas, tem importantes definições dos nossos ‘amigos’ do espaço. Em um dos trechos de seus livros, Whitley relata uma curiosidade sobre a sua relação com OVNIs, reparem uma certa "coincidência" com o ocultismo: "Fiquei completamente amedrontado. O medo era tão grande que pareceu fazer com que toda a minha personalidade se evaporasse... ‘Whitley’ deixou de existir. O que ficou foi um corpo e uma sensação extrema de medo, tão grande que me envolveu como uma cortina pesada e sufocante, transformando a paralisia numa condição semelhante à morte... eu morri, e um animal selvagem apareceu em meu lugar.
Em outros pontos retrata fatos importantíssimos ao descrever um dos alienígenas:
"Parecia quase um demônio, com um rosto estreito e escuro, olhos puxados. Falou comigo numa voz aguda e guinchaste". Strieber comenta seus pensamentos: "Fiquei pensando que talvez estivesse nas garras de demônios, ... é claro que eram demônios!", e fala ainda sobre agonias íntimas (sequelas e traumas dos sequestros).

Se cremos que a Bíblia é completa e indivisível, se cremos que existe um Deus lá no céu que escreveu a sua Palavra Divina através de homens comprometidos com Ele, não podemos deixar de atentar para o fato de Ovnis serem entidades demoníacas, que estão cumprindo as profecias apocalípticas.
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Re: Ausência de utilizadores

Mensagempor luna23 » 21-09-2016 13:21:16

Segundo o conhecimento oculto, existem no seio da Terra 3 reinos internos denominados de Agharta, Badagas e Duat. Várias cidades se interligam entre si nesses reinos subterrâneos referidos por vários autores como Francis Bacon, Thomas Moore, Tomaso Campanella, Bulwer Lytton, James Hilton, Alice Baley, René Guénon e outros.

Helena Petrova Blavastky, a grande teosofista russa, refere-se a Shamballa como a Capital ou o Centro do Mundo e o explorador polonês Ferdinand Ossendovski refere-se ao reino de Agartha habitado por milhões de indivíduos governados por um soberano, Rigden Jyepo.

Ossendovski, faz referências a Agartha no seu livro Bestas, Homens e Deuses, mostrando que o povo oriental crê em tal facto, especialmente os hindus, tibetanos, mongóis e chineses. Diz-se mesmo que em determinados momentos toda a natureza se cala na superfície para louvar o Rei do Mundo em suas manifestações no plano físico. No final do século XIX, o marquês Saint-Yves D'Alveydre viajou pela Índia e arredores e ouviu relatos semelhantes, que registrou na sua obra Missão da Índia.







Das várias cidades internas, Telos será uma das mais importantes com 1.500.000 habitantes remanescentes da Lemúria (antigo continente desaparecido), situada sob os montes Shasta, na Califórnia. Depois existe Posid, com 1.300.000 habitantes remanescentes de Atlântida, localizada abaixo das planíceis de Mato Grosso no Brasil. Na serra do Roncador situa-se Létha e outras mais sob o grande Continente sul americano. Uma outra será Shonshe, refúgio da cultura Uighur que fica nos Himalaias e sua entrada é protegida por um Monastério, e Shingwa fica localizada na fronteira da Mongólia com a China e uma pequena cidade secundária no Monte Lassen.

Telos significa “Comunicação com o Espírito”, tem forma de domo e é formada por cinco níveis. O primeiro nível concentra o comércio, educação e administração, além de um Templo em forma de pirâmide com capacidade para 50.000 indivíduos. A Ascenção é o objectivo principal da Comunidade onde não há dissenções religiosas de nenhuma espécie e sim compreensão da Unidade para os vários Planos da Eternidade.

Toda a população em Telos é vegetariana desde há 12.000 anos e ali não existem doenças ou violência devido a isso, contrariamente à população da superfície. A longevidade é uma característica dessa civilização avançada onde o envelhecimento dos corpos físicos é retardado podendo viver vários séculos pela sua condição genética, apesar de não serem imortais, pois isso só é possivel no plano do espírito e não da matéria perecivel que é sempre passível de transformação em qualquer dimensão.

Em Telos não existe dinheiro e todas as necessidades básicas de seus habitantes são supridas, não havendo a chamada luta de classes ou pela sobrevivência nem tão pouco as desigualdades sociais tão comuns na Sociedade humana.
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Re: Ausência de utilizadores

Mensagempor Dav7 » 22-09-2016 10:03:06

Podem parar com o copy-paste de artigos exteriores ao fórum APOVNI?

E que ainda por cima nada têm a ver com o tema deste tópico?
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