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Mistérios do mar PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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artigos da APO - OSNIS
Sábado, 08 Setembro 2007 12:00
Ainda que o Triângulo das Bermudas goze de muito mais celebridade, existem em nosso plane ta vários "vértices" ou "centros" de anomalias magnéticas, que em número de doze são distribuídas a intervalos regularmente espaçados sobre os paralelos 36° norte e sul. Como você deve recordar, foi Ívan Sanderson quem se ocupou do estudo destas zonas perigosas em sua obra "Residentes invisíveis", e quem formulou pela primeira vez esta hipótese. Ainda que a casuística nestas zonas não é tão espetacular como a do Triângulo das Bermudas, merece que conheçamos alguns acontecimentos surpreendentes.
Afeganistão, Golfo Pérsico e as Rodas Luminosas


Nestas outras "zonas malditas", os aparelhos eletrónicos dos barcos e aviões sofreram in terferências ou anulações, desapareceram homens e naves e o espaço-tempo normal sofreu estranhas distorções. Ígual ao que acontece com o Triângulo das Bermudas nada se sabe acerca de que ou quem pode produzir tão misteriosas perturbações.

Das 12 zonas mortais que se encontram distribuidas em espaços regulares por todo o planeta, somente dois, a do Afeganistão e a Antártida, se apresentam na massa continental terrestre, sendo todas as demais marinhas.

O ponto terrestre de perturbações magnéticas localizado no Afeganistão constitui, com o Golfo Pérsico, pelo sudeste, um "rombóide mortal", centralizado nos 36° norte e os 75° leste aproximadamente.

A história das desaparições aéreas no Afeganistão é relativamente recente, tendo ocorrido quase todas elas durante a segunda guerra mundial. Durante os anos da guerra (1939-1945) os aliados, junto com os norte-americanos, estabeleceram uma rota aérea de abastecimento e controle que sobrevoava o Afeganistão. Neste período desapareceram misteriosamente vários aviões norte-americanos, alguns dos quais, segundo informação revelada posteriormente, parece que transportavam carregamentos de barras de ouro. Nunca conseguiram localizar os restos dos aviões ou de seus tripulantes e oficialmente foram dados por desaparecidos.

Mais que desaparições, o que nestas águas vem sendo produzidas são estranhas visões de "rodas fosforescentes" submarinas. Em 15 de maio de 1879, o comandante J. E. Pringle, que viajava no comando do navio de guerra britânico "Vulture" por águas do Golfo Pérsico, observou a presença de ondas luminosas por baixo da água que se moviam a grande velocidade, passando por baixo do navio.

Segundo puderam observar, para o leste, o estranho fenômeno oferecia a forma de uma grande roda giratória com o centro naquela mesma direção. Os raios da gigantesca roda eram luminosos. E olhando para o oeste puderam ver outra roda similar que girava em direção contrária. Antes e depois desta estranha visão parece que o barco navegou por zonas cobertas de certa substância flutuante de aspecto oleoso.

Depois desta data inúmeros testemunhos de navegantes e viajantes que atravessaram estas águas foram conhecidos através de diversas publicações.

As "rodas luminosas" de Charles Fort O famoso autor americano Charles Fort, em sua obra "Livro dos condenados", recolhe grande quantidade de testemunhos sobre "rodas luminosas" nesta e outras zonas.

Apesar das coincidências entre todos os acontecimentos referidos pelas testemunhas presenciais, não está claro de como é possível que gigantescas rodas luminosas são encontradas sob a superficie do Golfo e o que podem estar fazendo naquelas águas.

Para explicar estes fatos, alguns prestigiosos autores e pesquisadores apontaram diferentes hipóteses.

O célebre astrônomo norte-americano Carl Sagan, junto com os autores franceses L. Pauwells e J. Bergier ("O retorno dos bruxos"), concordaram em afirmar que, possivelmente, "a civilização nasceu na Suméria, graças à vinda de misteriosos homens-peixes, chegados do espaço e que se instalaram nas profundezas do Golfo Pérsico. Estes visitantes extra-terrestres seriam chamados Akpalus e conhecemos sua existência graças a Be-roso, sacerdote babilônico do século ÍV antes de Cristo.

No entanto, nas águas do Golfo Pérsico que formam o limite sudoeste desta zona mais ou menos ramboidal, desde há quase duzentos anos vem acontecendo testemunhos de estranhas visões e anomalias em barcos que viajavam pelas águas próximas ao Golfo Pérsico e o Golfo de Omán.

Beroso teve acesso a rolos e tábuas de escrita cuneiforme, de milhões de anos de antiguidade, que ele sabia ler e cujos textos traduziu ao grego clássico.

Carl Sagan baseia suas afirmações nos fragmentos antigos de Cory, onde foram compilados vários textos de Beroso. Pela leitura destes textos sabemos da existência de um homem-peixe chamado Oanes, que tinha um corpo pisciforme, mas andava erguido e vivia como um anfíbio. Segundo se descreve a esta fantástica criatura, sob sua cabeça de peixe tinha uma segunda cabeça, e se apresentava a nós corno o primeiro "educador", ensinando aos homens a construir suas casas e iniciando-os na escrita, nas ciências e na arte.

Animais-Homens, seres anfíbios inteligentes


Apareceram outros seres parecidos com Oanes. Um deles foi o Anedoto Musaro Oanes, também procedente das águas do Golfo Pérsico, e até um quarto Anedoto, com a mesma forma pisciforme e alguns traços humanóides.

Os akpalus são representados como "animais-homens inteligentes", que revestiam seu corpo com uma espécie de capacete e manto. (Existe um cilindro assirio no qual é representado Oanes e outras figuras vestidas desta "maneira". Ínclusive uma delas parece carregar às costas certos "aparelhos").

E lógico pensar que, por suas características, os akpalus procediam de um planeta no qual a água devia ser o elemento dominante da vida.

Um planeta de Sírio? Segundo o pesquisador americano Robert K. G. Temple, em sua obra "O Mistério de Sino", este planeta aquático poderia ser algum que girasse ao redor da estrela Sino.

Sino é uma estrela de primeira magnitude (1,3 de magnitude absoluta) que se encontra a 8,7 anos luz de nosso planeta. Há uns sessenta anos se soube que está acompanhada de uma estrela "anã branca", que foi chamada Sino B, composta de uma matéria superdensa e pesada.

No entanto, o mais assombroso que revela o livro de Temple é a existência de uma tribo negra, os dogões, que habitam um território na República de Mali, que conhecem, ao longo de gerações, a existência da estrela "anã" companheira de Sino.

Identificam esta "anã branca" com a pequena e pesada semente da Digitalia, chegando a traçar perfeitamente sua órbita eliptica, em um de cujos pontos situam, quase exatamente, a Sino A. E também afirmam que existe uma Sino C, que nossos meios tecnológicos ainda não conseguiram descobrir.

O tradicional culto a Sírio Este conhecimento está reservado aos sacerdotes da tribo e aos iniciados no culto a Sino e lhes foi comunicado pelos garamantes (antigo povo da Libia), dos quais nada se conhece, que por sua vez o receberam dos egípcios, e estes dos sumérios.

Os dogões sabem, desde antigamente, que Digitalia ou Sino B é muito "pesada" e que demora cinqüenta anos, cifra exata, em seu giro ao redor de Sino A.

Como chegou este conhecimento à tribo dos dogões? Por que o assombroso segredo ficou escondido no coração da África? Alguns pesquisadores supõem que os chamados nommo pelos dogões eram os mesmos akpalus que procediam de um planeta de Sino C e que comunicaram aos homens que haviam civilizado o incrível descobrimento.

Seres anfíbios inteligentes Em sua obra, Robert K. G. Temple escreve: "Vale a pena assinalar que no caso de que alguns planetas do sistema de Sino fossem aquáticos, devemos considerar seriamente a possibilidade de que nele existam seres inteligentes porém anfibios.

Isto seria relacionado com a lenda de Oanes...; ele seria o ser anfibio da tradição sumeriana mencionada pelo astrônomo Carl Sagan e ele foi quem contribuiu à civilização do homem. Dito de outro modo, os seres deste tipo seriam um pouco como sereias ou tritons..., e em certo modo poderiam ser parecidos a nossos inteligentes amigos os delfins". E continua: "Foi nessa época quando apareceu o Musaro Oanes Anedoto do mar Eritreu, que para os antigos era o corpo de água que hoje subdividimos no Golfo Pérsico, o Mar Vermelho e o Oceano Índico".

Podemos supor que ainda as profundidades marinhas do planeta estão habitadas por estes seres anfibios? Ou talvez que os sucessores dos primeiros akpalus continuam visitando-nos? E dificil responder às perguntas e imaginar que algo assim está acontecendo.

No entanto, a possibilidade de que as águas do planeta sejam visitadas explicaria as misteriosas visões de luzes em forma de rodas, que se movem sob as águas e que às vezes emergem para desaparecer até mundos desconhecidos.

Zonas perigosas: Austrália e Nova Zelândia

A certa distância da costa sudocidental da Austrália, em pleno Oceano Índico, é encontrada uma nova zona "perigosa".

E quase sobre a Nova Zelândia, 62° mais ao leste da anterior, existe outra. Desde há aproximadamente um século vêm sendo recolhidos testemunhos de misteriosas visões nesta zona.

O incansável Charles Fort, do qual nos é imprescindível seu trabalho nesses temas, nos informa dos casos mais antigos. Todos esses supostos casos se referem a "aterrissagens" em mares, rios, lagos, etc...

Em sua obra conhecemos os testemunhos oferecidos pelos tripulantes do bergantim "Ímnerwich" quando viajavam entre Yokohama e Victoria (Austrália), em 24 de fevereiro de 1885. Anteriormente, em 1881, duas testemunhas de privilégio, pois eram os filhos do príncipe de Gales, observaram a bordo do navio "La Bacante", quando navegavam entre Melbourne e Sydney, "um objeto completamente resplandescente".

A geografia da Nova Zelândia é muito peculiar, composto por duas ilhas principais e numerosas pequenas ilhas, algumas das quais bastante longinquas.

A Ilha Sul é a maior massa de terra e está dividida ao longo do seu comprimento pelos Alpes do Sul, cujo maior pico é o Monte Cook com 3 754 m. Na Ilha Sul há dezoito picos com mais de três mil metros de altitude.

A Ilha Norte é menos montanhosa do que a Sul mas está marcada por vulcanismo.

Na Ilha Norte, a montanha mais alta, Ruapehu (2797m) é um cone vulcânico activo. A área total da Nova Zelândia, 270 500 km² é um pouco menor que a do Japão ou que as Ilhas Britânicas e um pouco maior do que a do Colorado nos EUA. O país estende-se por mais de 1600 Km ao longo do seu eixo principal norte-nordeste.

O clima é ameno, com temperaturas raramente inferiores a 0ºC ou superiores a 30ºC. A temperatura média diária em Wellington, a capital, localizada no centro do país, é de 5,9ºC no Inverno e 20,3ºC no Verão.

Muito afastada das terras mais próximas, a Nova Zelândia é, entre as massas de terra de dimensões consideráveis do planeta aquela que está mais isolada. Os seus vizinhos mais próximos são a Austrália, para noroeste, e a Nova Caledónia, Fiji e Tonga, para norte.

Casos relatados por Guieu Quanto aos casos mais modernos é o pesquisador francês Jimmy Guieu quem nos oferece abundante material.

Por exemplo, em 14 de julho de 1959, segundo testemunho de alguns caçadores, na ilha do Príncipe de Gales foi produzida a aterrissagem de um estranho objeto de cor vermelha.

Ao mesmo tempo outro grupo de testemunhas informou ter visto um objeto similar no chamado Refúgio de Karumba. Novamente em 16 de junho de 1962 voltou a ser observada uma nova aterrissagem de outro misterioso aparelho de cor prateada, na mesma ilha, sobre a lateral de uma colina.

Também na zona da Nova Zelândia puderam ser constatados casos de OVNÍS. Em 27 de novembro de 1952 foi visto, por um piloto aviador, sobre a zona de Nedim, no bairro de Auckland, um grande objeto que emitiu um resplendor cinza azulado e que voava a uma velocidade estimada em 450 km/h.

www.esoterikha.com

 
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