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OSNI no Rio Janeiro PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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artigos da APO - OSNIS
Quarta, 04 Junho 2008 19:52
Na manhã de 27 de Junho de 1970, Aristeu Machado encontrava-se na varanda da sua casa à beira-mar, na cidade do Rio de Janeiro. Conversava com o amigo e vizinho João Aguiar, quando, ao olhar casualmente para a praia, viu o que parecia ser um barco a motor voando sobre as águas. No mesmo instante, a embarcação atingiu a superfície e parou em meio a uma nuvem de espuma.

Media uns 5 metros de comprimento, era de cor cinza-metálico (como se fosse feita de alumínio) e tinha uma cúpula transparente. Mas o mais estranho de tudo, era que ela não se balançava no meio das ondas, como os barcos costumam fazer.

Mesmo à distância, era possível perceber a presença de duas pessoas a bordo. Vestidas com roupas reluzentes e com uma espécie de capacete, elas faziam sinais com os braços em direcção à praia, como se estivessem em apuros.

Achando que a embarcação sofrera uma avaria, João Aguiar telefonou para a polícia marítima, que prometeu enviar socorro.
A essa altura, o barco começou a deslizar sobre as águas - e levantou voo na direcção sudeste, exibindo seu formato discóide. Em questão de segundos, perdeu seu tom cinza-metálico e tornou-se transparente.

Na parte inferior, luzes verdes, amarelas e vermelhas acenderam-se em sequência. No seu interior, as duas figuras que haviam acenado ainda eram visíveis.
Diante dessa cena espectacular, Aristeu e João concluíram que aquele barco a motor observado por eles durante 40 minutos era na verdade uma nave espacial.

Em seguida, no trecho do mar em que a nave estivera, os dois homens avistaram um objecto branco de formato circular, do tamanho de um cofre, que depois afundou na água. Dele desprendera-se outro objecto, amarelo e de forma oval, que passou a se deslocar em direcção ao alto-mar.

Enquanto isso, o objecto branco afundava e reaparecia por diversas vezes. E, sempre que voltava à superfície, dava a impressão de estar perseguindo seu companheiro amarelo. Afinal, os dois sumiram.

Pouco mais tarde, a lancha da segurança marítima chegou ao lugar em que o objecto branco aparecera pela primeira vez.
Um dos elementos da polícia marítima recolheu uma espécie de cilindro vermelho que boiava na água, e a lancha retornou à base a toda velocidade.
É bem provável que, ao se dirigir para o local, os tripulantes da lancha também tenham avistado a descolagem do misterioso aparelho.
Contudo, a polícia marítima nunca fez nenhuma declaração oficial quanto ao que foi visto, ou sobre o objecto encontrado.

Eustáquio Andréa Patounas

 
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