Os subterrâneos dão-nos tudo o que precisamos PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Avaliação: / 11
FracoBom 
artigos da APO - Intraterrenos
Escrito por Luís Aparício   
Sexta, 13 Fevereiro 2009 20:25

Investigamos aquilo que uma experimentada abduzida sentiu no seu quarto envolvendo comunicações telepáticas e psicopictografia. Analisamos os factores antes e depois da ocorrência. Tendo em conta a descrição da entidade envolvida e o modo como aconteceu, acreditamos estar perante um contacto, por parte dum ser intraterreno de aparência reptiliana. Terá o site da APO sido escolhido para a divulgação, da presença por baixo de nós duma civilização muito avançada?.

1- Relato da testemunha enviado á APO, pela própria. Este relato está conforme o recebemos, sem qualquer tipo de alteração.


“Evento estranho ocorrido a 12 de Dezembro de 2008

Encontrava-me no meu quarto, a conversar com a minha amiga Cristina Cosmelli através do Messenger, quando subitamente o ambiente do quarto se alterou. Foi tão intensa a alteração que senti-me zonza, com vontade de fechar os olhos e simplesmente me deixar adormecer.
Isto ocorreu por volta das 12h10, mais coisa, menos coisa.
Mesmo a sentir-me mal com o ambiente e com os sintomas descritos, continuei a conversa.
De súbito, senti a minha “vontade própria” a ser travada, como que a ser posta por alguém em “stand-by”.
Limitei-me a fixar o olhar para o monitor enquanto puxava uma folha A4 em branco e um lápis para registar algo que era suposto eu registar.

A minha vontade deixou de estar sob o meu controlo e passou a ser controlada por uma fonte exterior a mim. Sentia a minha mão a escrever e não conseguia tirar os olhos do monitor, cujas imagens estavam paradas… como que “congeladas” no tempo.
Sentia a minha energia a aumentar e os batimentos cardíacos acelerados e fortes. Sentia-me cercada por uma energia muito forte que me prendia e um peso enorme em cima de mim. Não se manifestou como sendo uma energia negativa… era diferente.
Por incrível ou absurdo que pareça, durante os minutos em que isto ocorreu, não me apercebi de qualquer barulho da rua. Não ouvia os carros a passarem, não ouvia as pessoas… nada. A minha rua é uma das principais do bairro, onde passam constantemente carros, autocarros e pessoas.
Isto durou, segundo a minha percepção de tempo na altura, uns 2 a 3 minutos, pois a dada altura consegui desviar o meu olhar e ver o que estava a escrever no papel.

Assustei-me com o que vi, pois tinha imagens na mente que me confundiam e me traziam ansiedade.
Com o susto, consegui interromper o que estava a acontecer e assim que o computador desbloqueou, relatei á Cristina o que se tinha passado naquele curto espaço de tempo.
Falei-lhe do que tinha sentido, do que tinha visto na mente e no que parecia estar desenhado.
A pedido dela, digitalizei logo o desenho e lho enviei por email, para que ela o pudesse ver.

A reacção dela foi parecida com a minha e a confusão, bem como uma chuva de perguntas, inundaram as nossas mentes que ansiavam por respostas e entendimento.
Surgiam-me imagens do que me parecia ser alguém com aspecto exterior de lagarto, misturado com um ser humanóide, com grandes olhos vermelhos e brilhantes.
Continuava a sentir-me zonza, muito cansada fisicamente e com vontade de me deixar adormecer. O ambiente continuava com aquela energia muito densa, mas desta vez, além das imagens, ouvia palavras que pareciam pertencer a alguém de fora, pois tenho a certeza de que a voz não era daquela figura que eu via e que tinha desenhado no papel.

“Existem duas sociedades diferentes, independentes uma da outra, mas apenas uma tem conhecimento que a outra existe.
Eles são muito mais antigos do que os homens, pois já tinham construído uma civilização quando surgiu pela primeira vez a inteligência no homem.
O ser humano habita á superfície e eles habitam em baixo.
Não pretendem dar-se a conhecer, pois preferem viver afastados,
Iniciaram a vida no interior para sobreviverem ás alterações climáticas que surgiram subitamente e que afectaram todo o planeta de modo agressivo para a vida se poder adaptar naturalmente”.

Esta voz era subtil e calma, mas infelizmente não consegui distinguir se era masculino ou feminino. Não entendo porquê.
Momentos depois ouvi a seguinte frase. Esta era firme, masculina, mas não agressiva:

“O subterrâneo dá-nos tudo o que precisamos!”

Tudo isto só acalmou quando terminei o que era suposto escrever em papel. Um retrato de um humanóide de aparência reptiliana, que me faz lembrar um lagarto bípede, bem como o registo da informação descrita acima”.


2- Factos e recordações relatados pela testemunha numa primeira abordagem efectuada pela APO (para comparação com o primeiro relato enviado pela testemunha)

1ª Fase da ocorrência

A testemunha encontrava-se no seu quarto, a conversar através do Messenger com uma amiga, a Cristina Cosmelli, quando subitamente sentiu uma alteração no ambiente do seu quarto. A testemunha relatou que essa alteração ambiental foi tão intensa, que a mesma se sentiu “zonza”, com vontade de fechar os olhos e de se deixar adormecer.
Segundo a testemunha, esta primeira manifestação ocorreu por volta das 12h10, aproximadamente.
Mesmo a sentir-se mal com o ambiente e com os sintomas descritos, a testemunha continuou a conversa com a amiga.

2ª Fase da ocorrência

Segundos depois, sentiu a sua “vontade própria” a ser travada, como que a ser posta por alguém em “stand-by”.Esta foi a segunda manifestação ou sintoma a ser sentido pela testemunha, durante a qual a testemunha se limitou a fixar o olhar no monitor enquanto puxava uma folha A4 em branco e um lápis para registar algo.
A testemunha afirma que no local onde se encontrava, além do computador portátil, tem sempre ao lado na impressora, papel A4 e várias canetas e lápis, pois é um dos seus locais de estudo.
Segundo o seu relato, foi nesta fase que também sentiu que a sua vontade própria deixou de estar sob o seu controlo, passando a mesma a ser controlada por uma fonte exterior.

3ª Fase da ocorrência

Como terceira manifestação da ocorrência, relatou que sentiu a sua mão escrever e que não conseguia tirar os olhos do monitor, cujas imagens estavam paradas. A testemunha descreveu que pareciam estar “congeladas no tempo”.
Descreveu que nesta fase sentiu a sua energia interna a aumentar consideravelmente e também sentiu os batimentos cardíacos acelerados e fortes, tipo Taquicardia. Além dos sintomas descritos nesta fase, a testemunha relatou que se sentia cercada por uma energia muito forte que a prendia e sentia um peso enorme em cima dela. Não se manifestou como sendo uma energia negativa e acrescentou que parecia ser uma energia diferente, pois não conseguiu reconhecer na altura, o tipo de energia que desencadeou a ocorrência relatada.
A testemunha afirma que durante os minutos em que o acima descrito ocorreu, não se apercebeu de qualquer barulho vindo da rua. Não ouvia os carros a passarem, não ouvia as pessoas. Nenhum barulho exterior foi captado.
Todo o evento, segundo a percepção de tempo da testemunha, na altura, teve um tempo de duração de uns 2 a 3 minutos.
A testemunha também relatou que a dada altura conseguiu desviar o seu olhar e ver o que estava a escrever no papel e que se assustou com o que viu, pois além do aspecto do que estava desenhado, tinha imagens na sua mente que a confundiam e que lhe traziam ansiedade.
Com o susto, a testemunha conseguiu interromper o que estava a acontecer e assim que o computador desbloqueou e as imagens voltaram ao seu movimento normal, conseguiu relatar á amiga o que se tinha passado naquele curto espaço de tempo.
Relatou-lhe o que tinha sentido, do que tinha visto na sua mente e o que parecia estar desenhado no papel.
A pedido da amiga, a testemunha digitalizou o desenho e lho enviou por email, para que ela o pudesse observar.
A reacção da amiga foi idêntica á da testemunha que afirmou que a confusão, bem como uma chuva de perguntas, inundaram as mentes de ambas.
A testemunha referiu que nesta altura dos acontecimentos, Surgiam-lhe imagens do que lhe parecia ser alguém com aspecto exterior de “lagarto”, misturado com um ser humanóide, “com grandes olhos vermelhos e brilhantes”.

4ª Fase da ocorrência

A testemunha continuava a sentir-se “zonza”, muito cansada fisicamente e ainda com vontade de se deixar adormecer.
O ambiente continuava com aquela energia muito densa, mas segundo a testemunha, desta vez, além das imagens, ouvia palavras que pareciam pertencer a alguém de fora. A testemunha afirmou com certeza de que a voz não era daquela figura que via e que tinha desenhado no papel.
Segue transcrição do que a testemunha afirma ter recebido, ao que tudo sugere, através de uma comunicação telepática:

“Existem duas sociedades diferentes, independentes uma da outra, mas apenas uma tem conhecimento de que a outra existe.
Eles são muito mais antigos do que os homens, pois já tinham construído uma civilização quando surgiu pela primeira vez a inteligência no homem.
O ser humano habita á superfície e eles habitam em baixo.
Não pretendem dar-se a conhecer, pois preferem viver afastados,
Iniciaram a vida no interior para sobreviverem ás alterações climáticas que surgiram subitamente e que afectaram todo o planeta de modo agressivo para a vida se poder adaptar naturalmente”.

Segundo a testemunha, esta voz era subtil e calma, mas indecifrável quanto sexo, pois não conseguiu distinguir se era de origem masculina ou feminina, facto esse que a testemunha afirma não entender o motivo.

5ª Fase da ocorrência

A testemunha afirmou que momentos após a primeira voz ter terminado a comunicação, ouviu outra frase, desta vez proferida por outra “fonte”, também ela de origem externa. A testemunha conseguiu diferenciar, porque esta era firme nas palavras, masculina, mas que apesar do seu “porte”, não era agressiva.
A frase que lhe foi comunicada foi a seguinte:

“O subterrâneo dá-nos tudo o que precisamos!”

Segundo a testemunha, a ocorrência só aliviou de intensidade, quando a mesma terminou de desenhar em papel: “um retrato de um humanóide de aparência reptiliana”, que à semelhança dos nossos répteis, a fez lembrar “um lagarto bípede”. A testemunha também sentiu que deveria registar por escrito toda a ocorrência, nomeadamente o conteúdo da comunicação recebida.

2.1- O “retrato” na sua primeira fase no momento em que a testemunha interrompeu o processo de “comunicação”

 

Legenda: O desenho tal como a testemunha o digitalizou e o enviou via email á sua amiga.

2.2- O “retrato” finalizado pela testemunha, com lápis de cor.

 

2.3- Considerações finais, relativas ao relato prestado pela testemunha principal.

A rua na qual a testemunha mora e na qual se deu a ocorrência, é uma das 3 ruas principais do bairro e por esse facto, tem um grande movimento rodoviário constante.
No passeio da frente e alinhada com a janela do quarto onde tudo se passou, está uma paragem de autocarros, portanto, acresce a intensidade do barulho existente, devido á passagem frequente dos mesmos.
A rua é muito movimentada durante o dia e há hora em que a ocorrência aconteceu (12h10), o restaurante que se situa mesmo por baixo do andar da testemunha, está no seu pico mais alto de movimentação, devido aos almoços.
Com a Lei do Tabaco que foi aprovada recentemente e que proíbe o consumo de tabaco em estabelecimentos públicos, nomeadamente restaurantes, os clientes que fumam, vêm para o exterior do mesmo, para fumar, concentrando-se em pequenos grupos, no passeio, mesmo por baixo da janela do quarto onde a testemunha se encontrava durante a ocorrência.
Observámos também que quem está dentro do quarto, ou na sala ao lado, ouve perfeitamente toda movimentação acima descrita.

Também observámos, que constantemente passam aviões naquela zona, provocando um barulho intenso, por passarem já a baixa altitude, visto que seguem uma rota de aterragem, em que os mesmos já vão com o trem de aterragem em baixo.
Consideramos a testemunha fiável no que toca aos relatos das suas experiências, tanto actuais, como passadas, pois nunca manifestou segundas intenções.
Os relatos são feitos com espontaneidade, sem qualquer tipo de manifestação de desordem psíquica.
Segundo a testemunha, o que a levou a partilhar com a APO mais esta ocorrência, foi a ideia de que ao partilhar o sucedido publicamente, neste caso, via internet através do site da APO, alguém a pudesse ajudar a entender as manifestações sentidas durante a mesma, se manifestasse abertamente e sem preconceitos de o fazer, apresentando argumentos sólidos que fundamentassem as suas teorias e conhecimento sobre o assunto.

Tendo em conta o tipo de ocorrência e os acontecimentos vividos, acreditamos que é algo aparte das experiências de abdução que constam no historial da testemunha. Acreditamos estar perante um fenómeno de comunicação telepática ou de outra forma de contacto.
A própria testemunha acredita que a ocorrência em si, está relacionada com a sua capacidade da captação ou “sensibilidade” que faz com que ela consiga aceder momentaneamente a planos ou existências subtis. Isto é algo que precisa ser investigado para se recolherem evidências que possam servir de base para uma teoria ou hipótese viável.

A APO só foi autorizada recentemente a divulgar o relato, pois a testemunha, ao mesmo tempo que sentia vontade de partilhar em busca de respostas, sentia receio do mesmo não ser aceite pelas pessoas que habitualmente frequentam o site da associação, nem pelo público em geral, pois a ocorrência em si, abrange fenomenologias cuja existência por norma, não é aceite pela grande maioria das pessoas.
Neste tipo de casos, estes sentimentos estão sempre presentes nas testemunhas, pois o medo de serem ridicularizadas pelos seus semelhantes é muito marcante, fazendo com que as testemunhas prefiram o isolamento e a não divulgação das suas experiências.
Conclui-se também que a testemunha parece sincera e acredita firmemente que viveu toda a ocorrência descrita.


2.3- Relato enviado pela 2ª testemunha

“Por volta das 12:00 do dia 12 de Dezembro, a Carla começou a conversar comigo pelo MSN, como fazemos habitualmente. Às vezes apenas para dizer “olá, bom dia”, ou para trocar umas “larachas”, que foi o que aconteceu naquele dia.
Que me lembre, não estávamos a falar de nada importante ou relevante.
Ao fim de alguns minutos, a Carla deixou de me responder. Não dei qualquer importância a esse facto porque nem ela nem eu, podemos estar muito tempo seguido na conversa e frequentemente a internet dela ou a minha deixam de funcionar (a internet vai abaixo), pelo que decidi fechar a janela de conversação.
Decorridos certamente mais de 20 minutos, poderia calcular entre 20 a 30 minutos, no máximo, a Carla voltou a abrir a janela de conversação comigo, mas desta vez, estava muito assustada e disse-me:

“Nem imaginas o que me acabou de acontecer… uma coisa estranhíssima! Não achaste estranho eu não te ter respondido ao que tinhas perguntado? É que de repente parece que desliguei e dou comigo a fazer um desenho numa folha … de um ser completamente assustador! Quando me apercebi do que estava a desenhar, parei imediatamente.”

Disse-lhe o que pensava que tinha acontecido e que era habitual (ficar momentaneamente sem ligação á internet) e que como entretanto se tinha passado algum tempo, tinha fechado a janela de conversação, sem dar qualquer importância ao assunto.

Pedi-lhe para ela digitalizar o desenho e para mo enviar, porque tinha muita curiosidade em ver o que é que a tinha deixado naquele estado.
Estivemos a comentar o desenho, que a mim parecia representar um ser humano por baixo de uma máscara “reptilóide”, ou um ser híbrido, meio estranho.
A Carla sentia que tinha acontecido uma espécie de contacto, como se lhe tivessem a transmitir uma mensagem.
A Carla sentia-se desconfortável e assustada com a situação e ainda por cima estava sozinha em casa. Disse-me que não se sentia muito bem e que ia descansar um pouco.
Pedi-lhe para tentar terminar o desenho, até porque ela tinha comentado que tinha parado imediatamente de desenhar assim que se apercebeu o que estava a fazer, portanto isso significava que o desenho estava incompleto e era importante percebermos o aspecto final do tal ser, de preferência a cores, mas ela disse logo que só o faria mais tarde, quando estivesse acompanhada ou quando se sentisse melhor, porque se sentia perturbada com a situação toda.

Estivemos mais uns minutos a comentar o assunto, mas entretanto já eram 13:00 e eu tinha que sair para almoçar, sem que nenhuma de nós conseguisse perceber ou dar uma explicação plausível e foi quando a Carla de repente se lembrou da data em que estávamos: 12 / 12.
Lembrou-se também da associação de números e datas que grupos esotéricos acreditam permitir a abertura de portais do tipo 888, 10:10, 11:11 e que neste caso, seria 12:12”.
Tudo aconteceu após as 12h00m e pelas minhas contas, terá sido muito perto das 12h12m.



2.4- Considerações sobre o relato da 2ª testemunha

Nota-se perfeitamente que a noção de tempo é diferente, pois esta testemunha afirma que a ocorrência durou entre 20 a 30 minutos, enquanto que a testemunha principal tem uma percepção de tempo de apenas 2 a 3 minutos.
Neste caso, podemos estar perante um “desfasamento temporal”, ou seja, uma “perda de tempo” sentido pela testemunha principal.
Este fenómeno é típico de casos de abdução, sendo relatado na grande maioria dos casos estudados a nível mundial e é referido em trabalhos de pesquisa publicados por John Mack, Budd Hopkins e Gilda Moura, entre outros.

Para adquirir mais dados, torna-se necessária a realização de uma regressão, realizada em espaço próprio e devidamente documentada. A regressão deve ser realizada por um profissional imparcial, de modo a atingirmos resultados mais fidedignos, apesar das regressões não serem oficialmente consideradas como provas.
Julgamos estar perante mais um “episódio” de abdução, vivido por esta testemunha e cujo os eventos se encontram guardados algures na sua memória.

A 2ª testemunha tem conhecimento das experiências insólitas da amiga (testemunha principal) e do seu historial de abduções. Aliás, esta testemunha secundária já assistiu no passado, a alguns fenómenos anómalos em que durante os quais, a testemunha principal estava presente.
No final deste relato, a testemunha ainda falou de um “portal”, no qual alguns grupos esotéricos acreditam existir, e referem estar ligado á data em questão, sendo celebrados pelos mesmos, em datas específicas do ano. Os mesmos acreditam que a abertura de portais de acesso, estão conectados a civilizações extraterrestres e que podem, por meio de meditações e invocações, criarem um acesso “inter-dimensional” entre a nossa civilização e a deles,

Alguns grupos costumam reunir-se em locais “especiais”, onde, segundo eles, há a confluência de energias, possivelmente telúricas, nos quais se manifestam energias que se ligam a esses portais, ditos principais. Em Portugal, por exemplo, alguns desses locais situam-nos na Serra de Sintra, Serra da Arrábida, Cabo da Roca, Tomar, Dornes, Fátima, entre outros.

Os ditos portais são por eles designados, tendo em conta as datas correspondentes: Portal 10:10, Portal 11:11, Portal 12:12 e o Portal 888, fonte de polémica no ano passado, pois foi publicitado no meio esotérico como sendo o “Portal de Órion”. Segundo alguns esotéricos, são aberturas energéticas que foram deixadas neste planeta por extraterrestres, num passado longínquo, para serem utilizados numa época futura, em que a humanidade precisará de receber auxílio exterior.

Não queremos com isto, afirmar que estes portais sejam uma realidade e que acreditamos na sua existência, mas é de referir a coincidência entre a data desta ocorrência e a data do chamado Portal 12:12 (dia 12 do mês 12), bem como as horas em que tudo aconteceu, com inicio às 12h10.


3- Sintomas físicos e psicológicos sentidos pela testemunha nos dias que se antecederam á ocorrência e fenómenos observados

A testemunha afirma que nos dias que antecederam esta ocorrência, observou por diversas vezes o que pareciam ser esferas luminosas, “orbs”, que emitiam luz própria e que se deslocavam no ar. Descreveu também que essas esferas por vezes se juntavam em maior número, quando a testemunha se encontrava sozinha, ou no quarto, ou na sala de estar. A sua velocidade de deslocação era variada e por vezes chegavam a ficar estáticas no ar, desaparecendo pouco tempo depois. Afirmou que essas esferas por vezes a acompanhavam á medida que se deslocava pela casa, parecendo segui-la, desaparecendo pouco tempo depois da testemunha parar e olhar directamente para elas.

Relatou também ter observado vultos em casa que pareciam observá-la. Estes vultos pareciam ser sombras escuras a passar. Outras vezes essas sombras eram claras, surgiam do nada e ficavam estáticas, pairando umas vezes ao lado da testemunha, outras vezes ficavam a flutuar por cima do local onde a testemunha se encontrava na altura.

A sua passagem produzia um vento suave, por vezes frio, por vezes morno.
A testemunha afirma que a sua mãe por vezes via essas esferas e que estas já apareceram na sua casa noutras ocasiões que antecederam alguns fenómenos e acontecimentos anómalos. Estes factos foram confirmados pela mãe da testemunha, que diz não ser a primeira vez que observa luzes, sombras, vultos, “ventos”, sons e cheiros variados, além de alterações de temperatura no ambiente da casa e perto da testemunha.

De facto, o seu historial de ocorrências abrange fenomenologia idêntica, nomeadamente a presença de luzes, objectos alongados com aspecto de mercúrio líquido, presenças que por vezes deslocam objectos de um lugar para o outro, alterações ambientais e outros de origem desconhecida.
Alguns destes factos foram já presenciados por outras pessoas, nomeadamente por alguns membros da APO. Também existem alguns registos fotográficos e em vídeo de alguns destes orbs luminosos e dos objectos de aparência de mercúrio liquido, já não contando com os registos fotográficos feitos pela testemunha, de luzes de origem desconhecida, observadas no céu nocturno.

A nível físico, a testemunha sentiu durante o dia, momentos de sono repentino, músculos tensos, momentos de calor (subida da temperatura corporal) e algum desconforto corporal devido á presença das sombras e dos orbs.
Durante a noite, a testemunha sentiu momentos em que o coração aumentava o número de batimentos cardíacos, momentos antes de observar as esferas luminosas maiores que surgiam no seu quarto. Os momentos de insónia predominaram nessa fase.

Psicologicamente, a testemunha afirma que sempre se sentiu observada, quer de dia quer de noite, sempre acompanhada, mesmo quando se encontrava sozinha em casa, sentiu uma espécie de fascínio excessivo pelas esferas luminosas e pelas sombras claras que surgiam varias vezes ao longo do dia. Sentiu momentos de irritabilidade, principalmente durante a noite, nervosismo e ansiedade, sempre que os fenómenos se intensificavam.


3.1- Sintomas físicos e psicológicos sentidos pela testemunha nos primeiros dias após a ocorrência e fenómenos observados

Durante esta fase final, a testemunha afirma que a ansiedade predominava em grande escala ao longo do dia, aumentando sempre que a testemunha se recordava das imagens, das vozes e das manifestações que experimentou durante a ocorrência. O sentimento de ser constantemente observada por “alguém” manteve-se por 3 dias consecutivos, acabando por desaparecer por completo ao final do 3º dia, restando só a ansiedade que foi o último sintoma psicológico a desaparecer.

Fisicamente, sentiu durante os 3 primeiros dias os músculos doridos e algumas dores de cabeça, principalmente nos frontais. Sentiu cansaço físico e mental durante o primeiro dia após a ocorrência.
Quanto aos fenómenos observados anteriormente, estes diminuíram de intensidade ao longo da semana seguinte, acabando por desaparecer por completo, mantendo-se apenas a observação das esferas luminosas menores, mas até estas diminuíram em número.
Segundo a testemunha, tudo normalizou ao fim de uma semana e meia, restando apenas a recordação de mais uma ocorrência de origem desconhecida, a qual aguarda por resultados conclusivos que expliquem o motivo e a sua origem.



3.2- Uma memória reprimida (despertada por esta ocorrência)

No início do mês de Janeiro do presente ano (2009), a testemunha teve o que se assemelha com uma recordação, de algo que lhe aconteceu aos 7 anos de idade. Afirmou que a mesma lhe surgiu como sendo um “flashback” de segundos. O mesmo repetiu-se alguns dias depois, sendo a segunda vez mais prolongada e com mais detalhes.
Eis o relato dessa recordação feito pela testemunha:

“Era criança, com 7 anos na altura. Dividia o quarto e a cama de casal com a minha avó.
Acordei a meio da noite e vi o quarto todo iluminado por uma luz esverdeada. A fonte da luz parecia estar ou no corredor, ou na sala ao lado, que tem as duas janelas. Era muito brilhante e quase não dava para ver o que havia no corredor

Nessa altura dormia na cama da minha avó, que estava a dormir profundamente e de costas para mim… ou seja, estava virada para a porta do corredor. Eu dormia sempre no lado contrário, pois assim sentia-me mais confortável durante a noite. Eu estava de costas para a minha avó e em posição fetal, posição essa que por norma utilizava. Portanto, estava voltada para o roupeiro que se encontrava na parede oposta á saída.

Voltei a cara para a porta para ver de onde vinha a luz e vi surgirem á entrada do quarto, 3 vultos verdes, bem corpulentos e altos, de aspecto humanóide, que se deslocavam silenciosamente e em fila. Eram todos verdes e na recordação não consegui perceber os pormenores do corpo, nomeadamente as caras, mãos, texturas, etc. Apenas consegui ver a forma dos corpos e a cor. Pareciam ter uma espécie de aura mais clara á volta dos corpos.

Contornaram a cama pelo lado dos pés da mesma e vieram para o meu lado, como que para me virem buscar. Senti medo…muito medo.
Quase em pânico, levantei-me de onde estava, ficando de pé em cima da cama e pulei por cima do corpo da minha avó, em direcção á saída, pois o que eu queria era fugir deles. Reparei que estava com uma camisa de dormir clara.

Como tinha medo do corredor á noite, optei por fugir para a sala e quando cheguei á janela da direita, voltei-me para trás para ver onde eles se encontravam e reparei que vinham atrás de mim, em fila indiana. O da frente, ao chegar perto de mim, agarrou-me.
Lembro de ver os músculos do braço flectido e o contorno da mão, á altura dos meus olhos.
Olhei de novo para a janela e já não estava na sala, mas sim no exterior, pois via o passeio e sabia que estava como que a pairar no ar. Nesse momento vi o pormenor das pedras da calçada.
A recordação terminou neste ponto em que observo o chão e tomo consciência que estou fora da casa”.


A testemunha afirmou que apesar dos anos que se passaram entre os factos ocorridos nesta recordação e a ocorrência presente, nunca mais se lembrou do que descreveu acima, a não ser agora recentemente, após ter tido esta experiência insólita. Esta recordação parece ser uma memória reprimida que foi “despertada” pela ocorrência do dia 12 de Dezembro de 2008.

Aqui recomenda-se o uso da regressão hipnótica para tentar aceder a estas memórias reprimidas. Sabemos que a regressão não serve de prova, mas serve como ponto de partida para se poder investigar outras ocorrências vividas no passado pela testemunha e que podem estar de alguma forma, ligadas com esta ocorrência mais recente.



4- Sobre Psicopictografia

4.1- Considerações gerais do fenómeno

A criatividade pode estar presente na produção de alguns fenómenos ditos paranormais. Algumas formas de expressão dos fenómenos apresentam esta qualidade com uma intensidade maior do que outras, destacando-se entre os fenómenos de psi-gama, a psicografia, a psicomusicografia e a psicopictografia.

Neste caso, interessa a psicopictografia, ou pintura paranormal, que pode ser entendida como uma forma de manifestação paranormal, caracterizada pela produção de pintura ou desenho, sem que o agente produtor tenha esta capacidade no estado de vígilia (estado normal). Este material pictográfico pode se apresentar com vários estilos, por vezes assinado com nomes de pintores famosos, já falecidos, ou podem provir de outro tipo de “entidades”, não falecidas, que se podem comunicar através deste meio.

4.2- Apresentação de alguns casos

Margaret Bevan, em Londres, pintava retratos de pessoas falecidas e desconhecidas. Em 90 % dos casos há correspondência desses retratos com fotografias de pessoas reais, falecidas. Na Itália, existem casos similares a este, como o de Iric Canti, em Milão e Maria Lambertini, Bolonha, bem como o agente Raphael Schermann.

O operário Augustin Lesage, quase analfabeto, realizava pinturas extraordinárias. Elisa Muller (mais conhecida como Helena Smith) realizou pinturas sobre possíveis habitantes de Marte, executando as suas obras também com os dedos e unhas.
Victor Spencer pintava os quadros ao avesso e endireitava-os apenas no final.
O polaco Marjan Gruzewski realizou, em cinco minutos e na ausência de luz, o seu primeiro desenho. Desde menino foi julgado inapto a receber instruções porque pintava por conta própria, alheio às instruções dos mestres.
Com o curtidor de pele Machner também aconteceu o mesmo.
O italiano Franco Lowley desenhava com uma velocidade fulminante a partir de 1913, precisando de apenas vinte segundos a um minuto e meio para executar as suas obras. Mesmo de olhos vendados, ou na escuridão, desenhava e chegou a produzir pinturas precognitivas (como a guerra da Abissínia e o bombardeio de Roma).

Victorien Sardou, dramaturgo francês, realizou pinturas sob transe psicautónomo.
Em 1953, Talamonti observou o menino Gianinni Cavalcoli, de Ravena, com apenas 6 anos, produzir desenhos com uma velocidade vertiginosa. Em três anos, produziu vinte mil obras.
David Duguid e John Ballou Newbrough psicopictografavam no escuro, e este também o fazia com as duas mãos simultaneamente.
No Brasil, Luiz Antônio Gasparetto, pinta com rapidez, inclusive com as duas mãos, simultaneamente, e com os dedos dos pés, no estilo de pintores famosos falecidos como Renoir, Van Gogh e Cezanne.
Eurico de Goes, no seu livro "Prodígios da Biofísica obtidos com o Médium Mirabelli", relata entre outros fenómenos realizados por este, a produção de pinturas, em poucos minutos, às vezes cantando e recitando poesias.

5- Alguns pontos em comum com a Psicopictografia, sentidos pela testemunha, tendo em conta pesquisa realizada em literatura presentemente disponível sobre o tema
Segundo a literatura disponivel e estudos realizados por pesquisadores do paranormal e de fenómenos associados, tanto a psicopictugrafia, como a psicografia, apresentam poucos sintomas próprios que podem ser referenciados. Os pontos a, b, e, foram sentidos pela testemunha no durante a ocorrência. O ponto d foi sentido momentos antes e logo após a ocorrência e o ponto c foi sentido nos dias que se seguiram á ocorrência.
A testemunha apresenta os seguintes sintomas em comum:
a) Suor excessivo nas mãos e axilas, principalmente nas mãos
b) As maçãs do rosto ficam muito vermelhas e quentes. As orelhas ardem.
c) Alterações no sono: sono profundo ou insónia. A insónia é provocada pela aceleração no cérebro devida à vibração. Os pensamentos passam de um assunto para o outro, incontroláveis, e a pessoa não consegue dormir. O sono profundo é devido à perda de energia vital. Há um enfraquecimento geral do organismo e as vibrações da pessoa são reduzidas.
d) Sensação de desmaio: a perda de equilíbrio é uma sensação muito rápida. A pessoa pensa que vai cair e tenta se segurar em alguma coisa, mas a sensação termina antes que ela consiga fazer qualquer gesto. É extremamente desagradável. A sensação de desmaio normalmente ocorre quando a vibração abandona a pessoa bruscamente. Ela fica muito pálida e tem que se sentar para não cair. Às vezes ocorre a sensação de vómito ou de diarreia.
e) Taquicardia: Há uma súbita alteração no ritmo dos batimentos cardíacos, resultante da aceleração provocada pela vibração que está a actuar.

A Psicopictografia apresenta mais sintomas, mas apenas estes interessam para esta pesquisa e para este caso em particular, daí não estarem aqui descritos.

6- Historial de ocorrências idênticas vividas pela testemunha no passado
No ano de 2001 a testemunha viveu uma ocorrência idêntica. Nessa altura a testemunha viveu na zona da Portela da Azóia, na qual também presenciou fenómenos de origem desconhecida e fez observações de luzes no céu, as quais foram fotografadas pela própria, numa noite em que apareceram varias luzes perto da Ponte Vasco da Gama.

Segundo relatou a testemunha, a ocorrência durou 3 dias, durante os quais ela desenhou uma imagem numa placa de platex das grandes, daquelas utilizadas nos “combis” de hipermercados, para empilhamento e transporte de mercadoria. A testemunha não se lembra da maior parte do tempo, tendo ficado com uma sensação de lapso de tempo.

O desenho, cujo estilo de traçado em nada se assemelha ao estilo natural da testemunha, representa varias cenas, que todas juntas relatam um conjunto de eventos importantes e marcantes na história da civilização humana. Percebe-se bem a ideia de “contacto” entre humanos e uma civilização “celeste”.

Retrata também varios fenómenos aéreos associados a esse evento que parece ter ligação com duas épocas destintas da humanidade: A Idade Média e a Era Moderna.
Tudo isto parece estar a ser observado por um “mestre” vestido de branco. Tudo indica que esta pessoa de branco exerce algum controlo sobre os acontecimentos retratados.

A testemunha afirma que na época sentiu exactamente os mesmos sintomas que sentiu nesta ocorrência mais recente.
Este quadro de grandes dimensões está hoje na parede do seu quarto.
Outra ocorrência do género foi vivida mais recentemente. A testemunha relatou que se encontrava a fazer um desenho do corpo humano visto de frente, para criar um mapa dos circuitos de energia do corpo, os meridianos. Sentiu os mesmos sintomas e o resultado final foi algo completamente diferente.

A testemunha terminou essa ocorrência com um retrato a preto e branco de uma pessoa do sexo masculino, que segundo a testemunha é uma entidade evoluida de Sirius, que esteve presente na abdução ocorrida na Serra da Arrábida, em 2005, quando ía a caminho de uma vigília da APO.


7- Antecedentes médicos

A testemunha não apresenta historial de depressão ou perturbações mentais graves que possam ter induzido alucinações, comportamento esquizofrénico, delirante ou propensão em inventar histórias afim de atrair as atenções. Não manifesta ter sintomas de dupla personalidade, nem tem historial de doenças de carácter psiquiátrico.
Não tem histórico de consumo de drogas, alucinogéneos naturais ou outras substancias que poderiam alterar a sua percepção da realidade.

A testemunha afirmou não estar, na altura da ocorrência relatada no inicio deste trabalho de investigação, sob o efeito de álcool, drogas ou de qualquer tipo de fármaco.

No seu historial médico, não se encontra qualquer registo de lesão cerebral, que pudesse original alucinações ou distorções da realidade, falha de memória, alteração de personalidade ou qualquer outro sintoma descrito como sendo comum com os casos de Psicopictografia.
Não teve e não tem nenhuma lesão nos olhos que pudesse originar a observação das esferas luminosas, orbs, vultos e sombras escuras ou claras.


8- Considerações finais

Segundo a psicóloga Gilda Moura, que estudou outras ocorrências vividas pela testemunha e que tem conhecimente da variada fenomenologia que a envolve, esta ocorrência teve lugar, porque um “um ser intraterreno” comunicou-se com a testemunha.

A testemunha afirma que se submete a um teste de “polígrafo” caso seja necessário para provar que o que relatou é verídico e que não tem segundas intenções ou interesses económicos que a pudessem levar a inventar uma ocorrência do género.
Cada vez mais se tem vindo a constatar que a nossa ciência não explica tudo e que não é detentora do conhecimento absoluto. Há medida que o ser humano evolui, entra em contacto directo com fenómenos que o fazem ver que a realidade é muito maior e mais complexa do que aquela a que está acostumado a viver diariamente.

Estes casos fazem-nos ter a percepção de que não estamos isolados e que estamos ligados ao Universo. Transmitimos e recebemos tal como as antenas de rádio. Apenas temos que ter o canal aberto na frequência certa e escutar com atenção o que nos transmitem.
Não devemos negar ou pôr de parte o que não entendemos ou o que desconhecemos, só porque não se enquadra nos nossos parâmetros do conhecimento e do conhecimento da nossa ciência actual, pois isso seria prejudicial para a nossa aprendizagem. Seria negar a nós mesmos a ligações que temos conectado com o que nos rodeia.

Sugiro que se façam mais pesquisas neste campo, para podermos compreender o mecanismo que está por trás deste tipo de ocorrências. Só assim iremos compreender porque elas ocorrem, com que motivo, por quem são desencadeadas e porque acontece com determinadas pessoas.

Neste caso é importante a realização de regressão, pois comparando os relatos das duas testemunhas, existe um “lapso” de tempo. Ambas as testemunhas descrevem noções de tempo diferentes. A testemunha principal descreve uma duração total de 2 a 3 minutos, enquanto que a testemunha secundária (Cristina Cosmelli) descreve uma duração de 20 a 30 minutos.

Visto que esta testemunha tem um historial de ocorrências ligadas a abduções, resta-nos apurar o que se passou durante os minutos que lhe faltam desta ocorrência e dos quais não apresenta ter consciência.
Assim, somos direccionados para uma possível ocorrência de abdução em que a testemunha pode ter sido submetida.

Dados da testemunha principal
Nome: Carla Batista                                                                     Carla Batista
Idade: 33 anos (na data da ocorrência)
Profissão: Administrativa em empresa de saúde privada     

Dados da 2ª testemunha (a amiga)
Nome: Cristina Cosmelli Silva
Idade: 46 anos (na altura da ocorrência)
Profissão: Gerente de produto - Fibra óptica
Local onde se encontrava na altura da ocorrência: No trabalho (situa-se em Alfragide, perto do IKEA)

Dados da ocorrência
Data: 12 de Dezembro de 2008
Local: Na residência da testemunha
Hora: Por volta das 12h10 (aproximadamente). A conversa entre as testemunhas iniciou ás 12h
Tempo de duração: Entre 20 a 30 minutos
Tipo: Possível ocorrência de fenómeno de “Psicopictografia”, variante da Psicografia, envolvendo comunicação telepática de origem e motivos ainda desconhecidos

Pesquisa realizada pela APO, Associação de Pesquisa OVNI
Fevereiro de 2009

Luís Aparício

atualizado em Terça, 27 Setembro 2016 08:35
 
VALID CSS
  |   VALID XHTML