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Os textos sagrados e o dilúvio PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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artigos da APO - Antiguidade
Terça, 12 Maio 2009 22:10
As subidas das águas (dilúvio) poderá ter sido resultado das guerras entre seres mais evoluídos aqui na Terra. Todos os textos sagrados mostram que houve esse dilúvio, mas também houve ajudas desses seres retirando das águas os nossos homens, como por exemplo aconteceu com o Deus Nubu da Costa Rica que retirou o Homem da Terra, antes da inundação, promovendo assim a sua Salvação. O Deus Ea, deu instruções ao seu discípulo Utnapistin, para construir um barco de grandes dimensões, ao sábio Satyavrata para recolher plantas, animais e sementes e convocar os sete sábios (rishis).
Mas o verdadeiro conhecimento humano há muito que desapareceu, o conhecimento do homem é simplesmente um reaparecer e redescobrir dos segredos dos Deuses que moldaram a vida de todos os povos da Terra.
Épico Inca


A criação do Universo resultou do Big-Bang, e a Terra da expansão do Universo.

Com o decorrer dos tempos, surgem ao que chamamos hoje, a vida em vários pontos do Universo.
Só com a chegada de várias civilizações, vindas algures dos covis do cosmos, foi possível tornar o nosso planeta habitável. Construindo uma Terra próspera para a colonização destas mesmas civilizações.
Surgiram ainda civilizações vindas de estrelas diferentes, para colonizar o nosso sistema solar, provocando grandes batalhas espaciais e terrestres.
As civilizações de alienígenas, de vários pontos do universo, deram origem a novas religiões. Com a evolução do homem alguns sacerdotes das tribos mais avançadas entram em contacto com os seus Deuses, e pedem para regressarem à sua estrela de origem, ou partirem para outra parte do universo tendo como objectivo a colonização e a criação de um novo lar.
Daqui resultou um êxodo de algumas civilizações, que deixam ao longo da História, cair todo o conhecimento desde a astronomia às ciências mais ocultas. Razão pela qual, a arqueologia continua a procurar respostas para o desaparecimento de civilizações completas de um dia para outro.
Toda esta evolução, é relatada em documentos e manuscritos desde há milhares de anos, levando a uma dispersão documental tal, que obriga os mais interessados investigadores, a uma exaustiva pesquisa da nossa história.
Pensa-se que os arquivos mais antigos, são o Popol Vuh dos maias, o Livro de Enoch, Avestá dos persas, Vedas dos hindus, Edas dos escandinavos, tábuas sumérias e outros manuscritos dos Egipto, Fenícia, Tibete, entre outros países. Estes documentos representam a Bíblia Sagrada da actualidade, para aqueles povos. São documentos ricos em sabedoria, grande parte das vezes de difícil interpretação, por vezes enigmática e tão misteriosa como bela.

A Bíblia Sagrada, surge depois, entre outros documentos, como tábuas, pedras Incas, e outros manuscritos. Também as inscrições e desenhos feitos nas paredes das cavernas e monumentos como, a Porta do Sol no Peru, as Pirâmides do Egipto, as Pirâmides da China, fazem parte desta panóplia documental.
Baseado em factos e interpretações, muitas quase enigmáticas da nossa história, é que os Deuses da antiguidade e as suas aparições aos terrestres, não eram mais que outros seres ou civilizações vindos das estrelas, que muito possivelmente, atravessaram as portas dimensionais, para nos “visitar”.
Estas civilizações, deram o seu contributo tanto tecnológico como cientifico, no processo evolutivo da raça humano ao longo da história aqui na Terra, colonizando-a.
Com o decorrer dos tempos, estas civilizações das estrelas entraram em conflito, e com a utilização das suas potentes armas bélicas, nucleares e biológicas, deixaram o rasto duma catástrofe global, com um cenário de perda de milhares de vidas humanas e alienígenas.
Os valiosos testemunhos registados nos manuscritos religiosos, permitem-nos colocar algumas hipóteses:
O efeito de guerras entre as civilizações das estrelas, surgem na base de mitos e lendas acerca do famoso Dilúvio.
As civilizações das estrelas devido á sua alta tecnologia, previram a aproximação de uma crise climatérica global, que deu origem ao conhecido Dilúvio.

Sim, uma grande destruição virá sobre a terra, e deve existir um dilúvio e uma grande destruição de um ano.
(Livro de Enoch; Cap. CVI 15)


Esta crise climatérica seria influenciada pela rotação do eixo da Terra. Já Jeffrey Goodman escreveu: “uma das mais importantes anomalias explicáveis, a deslocação dos pólos é a periódica, devido à inversão do eixo magnético da Terra”.
A Terra posicionava-se num ângulo diferente em relação ao Sol, não sendo possível que os hemisférios Norte e Sul, estivessem sequer próximos da sua posição actual.
Com o dilúvio, nasceram várias lendas, havendo assim provas da existência de cidades antigas submergiram nessa época, dando origem a descobertas nos nossos dias no fundo do mar.
Supondo-se, essas civilizações ao entrarem em comunicação com os seus profetas (escolhidos), mandaram construir várias arcas (OSNIS), equipadas com laboratórios capazes de fazer uma escolha genética tanto humana como de outras formas de vida animal e vegetal, de forma a protegerem a essência do que já haviam “criado”, tornando-se, estas Arcas grandes Laboratórios da Ciência Genética.

Alguns exemplos:
Num antigo texto Caldeu, de um rei Sumério, na 11ª Tábua da Epopeia de Gilgamesh, encontram-se narrações de inundações gigantescas. Diz-se então, que os Deuses resolveram enviar um Dilúvio à Terra para destruir a Vida nela, mas o Deus Ea, deu instruções ao seu discípulo Utnapistin, para construir um barco de grandes dimensões. Depois de um longo período de chuvas, o barco encalhou num monte Nisir.
Na Índia, existem vários mitos sobre o dilúvio universal. Manu, o antepassado do ser humano, na altura do grande dilúvio, construiu um barco, colocando--o em segurança. No mito Matsya, Vixnu pediu ao sábio Satyavrata para recolher plantas, animais e sementes e convocar os sete sábios (rishis). Também na Babilónia existe esta descrição.

Os Maias e a sua mitologia dizem-nos o seguinte:

“O deus Nahui-Atl, o primeiro Sol, desapareceu sob as águas que afogaram os humanos todos. As montanhas desapareceram sob as águas, que repousaram durante cinquenta e duas primaveras.”
(Códex Chimalpopoca)

E o Senhor disse: Eliminarei da face da Terra o homem que Eu criei, e, juntamente com o homem, os animais domésticos, os répteis e as aves dos céus, pois estou arrependido de os Ter feito.
(…) Constrói uma arca de madeiras resinosas. Dividi-la-ás em compartimentos e calafetá-la-ás com betume por fora e por dentro.
(…) Pois vou lançar um dilúvio, que tudo inundando, eliminará debaixo do céu todo o ser animal, com sopro de vida. Tudo quanto existe na terra perecerá.

(Génesis, 6; 7, 14, 17)


Tendo Noé seiscentos anos de vida, no segundo mês, no dia dezassete do mesmo mês, nesse dia romperam-se todas as fontes do grande abismo, e abriam-se as cataratas do céu. A chuva caiu sobre a terra durante quarenta dias e quarenta noites.
(Génesis 7; 11, 12)


No dia dezassete do sétimo mês, arca poisou, sobre os montes de Ararat.
(Génesis, 8, 4)


Na Costa Rica, os Índios referem que Nubu, era um Deus pacífico e que retirou o Homem da Terra, antes da inundação, promovendo assim a sua Salvação.

Pela velocidade da subida das águas, alguns seres das estrelas tiveram que transportar os humanos nas suas aeronaves para locais seguros e esperando que os níveis das águas baixassem.

Reza uma lenda esquimó, que certo dia, houve uma grande invasão de águas e muitas pessoas morreram. Contudo houve alguns sobreviventes, que foram transportados para o Pólo Norte por enormes pássaros de metal.

Descrição duma aeronave com linguagem da época “enormes pássaros de metal”.

Nessa altura tudo foi coberto de água, á excepção do alto pico da montanha. O Os Deuses transportando as pessoas, passou por Avikwame até ao norte na montanha sagrada do Mohave, onde aí as deixou e elas construíram uma aldeia. Depois de ter feito tudo isto tudo, esticou os seus braços e cresceram penas como se tivesse asas. À quarta tentativa, teve a oportunidade de poder voar. Em seguida passou ao largo como uma águia.

Existe nesta descrição os seres das estrelas transportando os humanos para um local seguro, mais tarde é descrito a dificuldade que a aeronave teve para deslocar.

O povo Mohave, Estados Unidos da América, conta que um dia o deus Mastamho chegou num barco, e pela subida das águas, transportou as pessoas nos seus braços e subiu mais alto que as montanhas.

Os descendentes dos construtores da cidade Tiahuanaco (Perú), relatam: “… há muito tempo os construtores da enorme cidade, foram criados pelo seu único deus, Japallan Kamayok. Esses povos foram exterminados pelos Aukakunas vindos de longe. O deus ao ver este acontecimento com o seu povo desencadeou um terrível cataclismo. Ao terceiro dia, relâmpagos e trovões abalaram as fundações do mundo. Um intenso abalo provocou uma destruição do globo terrestre. Ao mesmo tempo começaram a chover grandes blocos de granizo, esmagando todos os vegetais. Por fim as águas retiraram-se e formaram os mares que ainda não existiam até então e que afundaram enormes cidades.

Todos os Aukakunas morreram. O deus Japallan chamou três condores e ordenou-lhes que transportassem nas suas asas três casais humanos duma terra longínqua, para repovoar a nossa, deles descendem todos os aborígenes do continente andino.

Aqui as aeronaves, são descritas por “condores”, logo que exista uma ordem aos seus pilotos, estes transportam os humanos depois do Dilúvio.


De acordo com a tradição Grega, Zeus quis exterminar a “perversa” raça humana, com chuvas torrenciais, desencadeando uma destruição sobre toda a humanidade.
Assim deu ordem ao Deus Poseidon mas este avisou o casal, Deucalião e a esposa Pirra. Pediu que construíssem uma arca e nela introduzissem um casal de cada animal. Ao terminar o dilúvio a arca pousou sobre o Monte Parnaso onde estava o oráculo de Themis.

Uma lenda Zuni relata que quando se deu o Dilúvio, durante uma noite de luar, apareceu uma estrela brilhante com um “saco”, e os índios puseram-se a apreciá-la. De seguida o saco abriu uma fenda estreita, donde viram sair os seres das estrelas, voando para os paraísos, habitando-os.

Também a tribo Chumashi, que vive no norte da Califórnia, Santa Barbara, falam de uma descrição da partida dos “senhores do Céu” antes do dilúvio.

Estas duas lendas relatam-nos como alguns seres das estrelas, tiveram eles próprios que abandonar os locais onde se tinham instalado, partindo para os seus planetas ou para alguma estação orbital em torno da Terra.

As civilizações das estrelas, aquando a colonização do planeta, fizeram grandes obras arquitectónicas com base no conhecimento da física – electromagnetismo, e da astronomia, construindo-os estrategicamente em locais, dimensões e coordenadas. A finalidade seria, deixarem informações acerca sua estrela ou constelação de origem, bem como os seus conhecimentos sobre o universo. Depois de regressarem as suas estrelas de origem os humanos transformaram-nos em templos sagrados e as suas ofertas em símbolos religiosos.

Durante a sua permanência no planeta, mantiveram entre os humanos os chamados profetas, com o objectivo de divulgarem esses conhecimentos. Estes mestres, no passado profetas, hoje são conhecidos por escolhidos.
Algumas destas civilizações das estrelas realizaram algumas experiências no campo da genética e da biologia, em que as vitimas abduzidas eram humanas.
Durante a nossa história, estes avistamentos e acontecimentos de abdução, foram negados e censurados, pelos mais altos cargos religiosos e senhores ocultos, donos do poder dos governantes mundiais.
“Fim dos Tempos”, com controversas religiosas, no que diz respeito ao pecado humano e ao sacrifício perante o mal.
Será este o verdadeiro final? Será que se aproxima da Terra, uma civilização dos confins do Universo, com intuito de dar origem a outro conflito entre humanos e alienígenas que já estão entre nós?
Será que estamos numa transformação chamada “Nova Era” de evolução para os humanos, como resultado do contacto directo com civilizações das estrelas que nos têm observado e orientado ao longo da História Humana na Terra?
Não sabemos!
Uma coisa é certa, o futuro será a resposta do que estamos a construir aqui e agora!


“ O que aconteceu, de novo acontecerá;
e o que se fez, de novo será feito:
Debaixo do Sol não há nenhuma novidade.”

(Eclesiastes 1, 9)

ANTÓNIO ALVES


Nota:
António Alves foi entrevistado para o site da APO e publicamos um artigo com o nome de
Deuses ou civilizações das estrelas?
. Neste artigo são referidas as suas experiências de abduzido. Uma das mais notórias, referem-se ao seu contacto e dialogo com dois seres que poderíamos hoje de classificar de MIBs.

 
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