Lisboa sob tensão vê mais de cem ovnis PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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artigos da APO - Casos Portugueses
Escrito por Luís Aparício   
Quinta, 01 Julho 2010 05:36

António Lobo, formado em veterinária, nasceu em Sevilha há 45 anos, estava na esplanada do Museu da Electricidade em Belém - Lisboa, a ver o espectáculo "Under storm - Sob tensão”, no sábado dia 26 de Junho de 2010, eram 21,06 horas e a sua filha Barbara com dez anos de idade, chamou-o para ele observar uns pontinhos que estavam a seguir de sul para a direcção da Ponte 25 Abril (norte), na mesma rota dos aviões que vão aterrar na Portela, portanto algo muito ilegal visto ser um corredor exclusivo. Viu passar duas vagas deveriam ser no total mais de cem objectos e mais de quatrocentas pessoas que estavam a ver aquele espectáculo «sob tensão» viram também esse anormal desfile.

Espectáculo lindo

Primeiro passou uma vaga de mais de 100 ovnis, vinham em formação aleatória e em voo plano ao solo, durou cerca de minuto e meio. Deu para ver que essas bolas piscavam num intervalo de menos de um segundo, não tinham qualquer estrutura exterior e todas tinham velocidade constante, quando essas bolas de luz piscavam deveriam ter a magnitude de Vénus no verão (-4.4), por isso toda aquela massa de mais de cem bolas de luz a piscar no céu cada uma duma forma aleatória, era já por si uma grande espectáculo e todos aqueles que estavam sentados nas bancadas, viraram-se para o céu e viram, segundo António Lobo, aquilo era mesmo lindo.

Nesta primeira vaga era notório que havia uma bola guia, que seguia à frente e as outras que vinham atrás dispersavam-se num ângulo de 70 graus.

Deu-lhe a sensação que ovnis vinham a uma altitude superior aos aviões que vêm aterrar no aeroporto de Lisboa. Porque tinha uma camera Sony Alfa 550 com abertura de 3,5, esta testemunha colocou-a em modo manual para poder fotografar, visto que o autofocus não lhe possibilitava nitidez necessária.

Segunda vaga

A segunda vaga com cerca de 6 ovnis durou somente alguns segundos e António Lobo lembra-se que viu diversas formações de nuvens, viu também um cirro que tinha a forma elipsoidal, focou a sua camera de forma aleatória para esse cirro que estava por baixo do cúmulo e fotografou-o com a exposição de um segundo. Depois da passagem dessas luzes o cirro desapareceu totalmente.Nessa segunda vaga de ovnis, nem todos eles tinham a mesma velocidade, houve um deles que esperou pelos outros que vinham mais atrás. Depois que os outros chegaram até essa posição onde ele tinha parado, o mesmo arranca a alta velocidade em direcção a norte.
Na foto abaixo poder-se-á ver o ovni triângular com a seta preta e uma das bolas que ia à frente, com a seta vermelha. Podemos de certa maneira comparar a dimensão do ovni triângular e da bola.

Carregue para ver a imagem maior 


Nave piramidal triangular

Quando chegou a casa foi ver as fotos no computador e viu que dentro desse cirro havia um ovni em forma triangular. Esse enigmático ovni tinha a forma triangular, tinha também outra particularidade, dava para perceber que tinha faces, nota-se que tinha a forma piramidal triangular.

Carregue na foto para a ver maior

 

Nem só o António Lobo, viu essas duas vagas a deslizar no céu de Lisboa, todas as pessoas que estavam nesse espectáculo, e seriam mais de quatrocentas também os viram. Uma personalidade muito conhecida do canal de televisão SIC, também os viu passar. Quando a primeira vaga estava a desenrolar-se António Lobo, num momento de coragem pediu ao realizador que a EDP contratou para filmar aquele espectáculo que apontasse a camera para o céu, mas segundo esse realizador não se iria ver nada, devido às lentes da camera que ele estava a utilizar, eram lentes próprias para curta distância.

Confessa que devido à sua formação científica, sempre foi muito céptico quanto aos ovnis e diz que até tem bons amigos nos meios astronómicos de Lisboa. Põe de parte serem balões, porque o vento estava de norte para sul e esses pontinhos de luz vinham em sentido contrário.

Nota:
Podemos deduzir que esse ovni triângular ou estava dentro do cirro ou tinha formado à sua volta uma emanação gasosa para se camuflar. Para justificar esta premissa, recorda-se aquilo que a testemunha disse «após a passagem da segunda vaga o cirro desaparece». Também é de estranhar ser um cirro por baixo dum cúmulo.
Possivelmente seria este o ovni mãe (nave-mãe) e os outros em forma esférica, teriam partido do seu interior. Sendo assim os pequenos ovnis não tinham necessidade de se camuflarem, o seu valor estratégico era de menor importância.

- Seria este avistamento uma demonstração de força ou um aviso para aqueles que vivem aqui no solo?
- Seriam os pequenos ovnis o verdadeiro espectáculo, já que  pulsavam como a mesma magnitude de Vénus,?
- Com quatrocentas pessoas a assistir será que não haverá mais pessoas com coragem de contar aquilo que viram?

O nosso muito obrigado ao António Lobo, pela sua determinação e coragem pelo seu relato.

Luís Aparício
2010-06-28

atualizado em Quinta, 01 Julho 2010 22:30
 
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