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artigos da APO - Casos Portugueses
Escrito por Luis Aparicio   
Domingo, 05 Junho 2011 19:24

Rui Silva, mora em Matosinhos e é técnico de máquinas de fotocópias, tem quarenta anos, é casado, tem dois filhos um com cinco anos e outro com dois meses.
No dia 30 de Maio de 2011, segunda-feira, foi prestar assistência a máquinas de fotocópias no Instituo de Formação e Emprego na Rua Conde Covilhã na cidade do Porto (Portugal). Eram 11,20 horas teve necessidade de vir ao seu carro, estacionado no parque do I. F. Emprego, buscar peças para o equipamento que estava a reparar, porque era curta a permanência no exterior, deixou o telemóvel, junto à sua máquina de fotocópias que estava a reparar. Não sabe como mas algo o fez reparar no céu e verificou que uma forma muito anormal vinha na sua direcção, de Valongo e ia em direcção a Matosinhos.

Parecia-lhe uma molécula, ou um trevo, era todo cinzento, embora a periferia dessas bolas fosse mais escura do que o centro. Não emitia qualquer barulho, nem notou que aquele objecto tivesse quaisquer janelas. Aquele objecto também não tinha qualquer tipo de rotação.

Pensou em filmar mas tinha deixado o telemóvel junto à máquina de fotocópias que estava a reparar dentro das instalações do Instituto de Formação e Emprego. Sente-se muito triste por não ter filmado aquele acontecimento.


Parecia um trevo, desenho da testemunha

Quando viu aquele objecto, Rui Silva pensou que seria um helicóptero do INEM, porque até tinha a mesma dimensão e poderão viajar a 2.000 metros de altitude. Mas verificou que esse objecto estava a meia altura a que voam os aviões de carreira, estaria talvez a 6.000 metros de altitude. Teria portanto a mesma correspondência à assinatura visual dum objecto de 15 metros de comprimento mas estaria muito mais alto. O Objecto em forma de trevo teria portanto mais de 50 metros de envergadura.

Rui Silva ficou todo arrepiado. Achou estranho estar a olhar para o céu e as pessoas passavam na rua sem prestarem a menor importância aquilo que ele via no céu.

Rui Silva calcula que esteve a olhar para aquele objecto durante mais de sete minutos. Na ânsia de mostrar a si próprio que não estava errado naquilo que via dirigiu-se ao funcionário da Segurança que lá estava , de seu nome Álvaro, da firma Charon, para lhe confirmar se realmente havia algo de anormal. Ambos partilharam essa observação.

Passado cerca de sete minutos de lenta deslocação o objecto entrou dentro duma nuvem e foi-se dissipando.

Nota:
Avistamentos durante o dia são pouco comuns, por isso este relato torna-se precioso por ter sido visto à luz do dia.

Luís Aparício

 
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