Autenticação

Faça o Login com os dados usados no forum.



(para ficar registado no portal, terá de se registar no forum da APO)

Desenhos da Carla

Procurar neste site - também no Google - coloque apovni + palavra a procurar

Mem Martins porta para outros mundos PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Avaliação: / 26
FracoBom 
artigos da APO - Casos Portugueses
Escrito por Luís Aparício   
Sábado, 01 Outubro 2011 19:35

Arnaldo Viziano é testemunha de vários avistamentos de ovnis desde os sete anos. Hoje tem 62 anos e exerceu a profissão em litografia e vive em Mem Martins, na Linha de Sinta a 20 km de Lisboa. Aquilo que nos conta é dum dos maiores marcos na ovnilogia moderna. A Terra está numa encruzilhada e diversas civilizações estão aqui ao nosso lado tentando ajudar-nos. Neste caso o nosso entrevistado relata-nos contactos com uma civilização inteligente de aparência humanóide-antropomorfizada.

Primeiro contacto

Luís Aparício (LA); Qual é a primeira recordação que tem dos avistamentos?

Arnaldo Viziano (AV); O primeiro avistamento fora do comum, deu-se quando eu era rapazeco vivia na localidade de http://valedatrave.blogspot.com/p/contactos.html «Vale de Mar» ao lado da Gruta do Tempo no cimo da Serra dos Candeeiros, estava a ser criado pelos meus avós e íamos sempre dar lavadura aos porcos já tarde e a más horas e eu era a pessoa que transportava o balde da lavadura para dentro da pia da pocilga. Em frente da casa onde vivia havia um largo circundado por umas oliveiras e era uma noite de bastante luar. Fiquei surpreendido e vi uma figura humana com a altura dum rapaz de doze a treze anos, com a pele toda castanha, meio rugosa, com a cabeça meia bicuda parecida um animal (cavalo) tinha uns grandes olhos, a cara também fazia lembrar o ET do filme “Encontros imediatos do 3º grau”, não consegui ver se estava vestido, sei que estava a ver algo muito estranho. Os olhos eram meio rasgados. Não via nada de cabelos. Não sei se por baixo desta aparência haveria alguma outra feição ou se seria uma máscara.

De imediato chamei a atenção à minha avó e ao meu irmão que estavam ali ao meu lado e disse-lhes que ia atirar uma pedra a esse ser. Apanhei a pedra e disse à minha avó « estás a ver o mesmo que eu estou a ver» a minha avó disse «estou a ver» e repliquei «vamos chamar o avô».

Quando eu vou para lançar a pedra, a mesma salta-me das mãos, não tive reacção (força) para mandar a pedra. Logo de imediato oiço um apito sonoro fortíssimo, como se fosse dum engenho a fazer pressão enormíssima. A minha avó começa a correr para dentro de casa chamando pelo meu avô para que aparecesse. Quando o meu avô chegou cá fora já nada existia, o ser tinha desaparecido.

LA; Para o som lhe ferir os seus ouvidos o ser tinha que ser tridimensional?

AV; Ele tinha formas físicas tal e qual como fosse um de nós.

LA; O apito era audível nos seus ouvidos ou era na sua cabeça?

AV; Era audível nos ouvidos.

Seres cabeça de cavalo

LA; Esses seres de cabeça de cavalo, apareceram-lhe a si diversas vezes? Estará de certa maneira ligado a uma civilização de humanóides com traços equídeos?

AV; Serão então humanos antropomorfizados em cavalos, na parte superior do corpo, mas o resto do corpo é igual a nós.

AV; Conheço pessoas próximas de mim que conseguem ver esses seres.

LA; Dá para entender que o Arnaldo foi colocado cá como representante duma civilização de seres com cabeça de cavalo?

AV; Sim, Sim.

AV; Vejo-o com a cabeça dum animal com um tipo de focinheira. Traz um chapéu com uma túnica por cima parecendo renda. Traz uma túnica e no lado esquerdo traz uma pregadeira em forma da Letra I grande. Eu penso que este ser terá alguma coisa de ser galáctico ou intraterreno.

Missão na Terra

LA; Acha que já satisfez as pretensões com que veio aqui à Terra como representante dessa civilização e já cumpriu esses planos, já satisfez a sua missão, qual será a sua missão?

AV; Ainda não, mas a minha missão a partir de agora, fazer a partilha, amar mais, saber amar-me cada vez mais, saber-me aceitar-me a mim mesmo, saber-me perdoar todos os meus erros, para todo o meu semelhante e partilhar experiências, partilhar amor, partilhar perdão, partilhar aceitação, por quando nós nos aceitarmos.

Havia um tempo em que eu não conseguia perdoar a A, B ou C, não sabia amar, mesmo que as pessoas, não fossem tão amáveis para mim, eu fico à defesa.

Agora se vieram com raiva ou ódio, fico numa tranquilidade, fico em paz e amor, em tolerância, bondade. Estou desprendido da vida material, não tenho objectivos a nível material. Há pouco tempo aproximou-se de mim um pedinte na Avenida da Liberdade em Lisboa, já tinha comprado o bilhete para vir para casa, e tirei do bolso todas as moedas que tinha, dei-lhe todas, fiquei mesmo sem dinheiro, o rapaz até ficou sem palavra. Fiz aquilo duma forma espontânea.

Luís Aparício e Arnaldo Viziano

 

Humanóides equídeos

LA; Voltando a essa civilização humanóide equídea, o que eles pretendem implementar entre nós?

AV; Eu penso que eles estão a querer vir-se mostrar, manifestar-se e estou à espera de haver mais acontecimentos para que eu possa experienciar, e que esses acontecimentos sejam para breve e que possa comunicar coisas mais válidas, mais aceitáveis e convincentes. Gostaria que estivesse perto de alguém, para que se houver algum acontecimento experiencie o mesmo que eu.

                                                              Desenho da testemunha do ser equideo

LA; Essa civilização já praticou abduções como as praticadas pelos cinzentos, já ouviu falar?

AV; Já mas eu não sou pessoa de fantasiar. Aquilo que conto é tudo experiencias minhas que me têm vindo a aparecer. Não tenho lido nada, tudo o que lhe conto é espontâneo, para mim é real, não estou na defesa de saber se as pessoas aceitam ser verdade ou não.
Para mim é zero, não tenho nenhum dinheiro empatado, não faço disto nenhum cavalo de batalha.
Estou a experienciar algo, há vezes que penso não ser merecedor de tal, não estou há espera de algo em troca, sinto que há algo paralelo ao nosso conhecimento e que nós ainda não estamos à altura da maior parte dos conhecimentos que nos dessem a experienciar.

Outros seres

AV; Não estou só a percepcionar um só tipo de seres.

LA; Então aparecem-lhe mais seres que esses do tipo humanóide-cavalo?

AV; Sim mas não consigo visualizar tudo por inteiro.

LA; Esses seres que lhe aparecem são seres doutras dimensões ou serão seres doutras civilizações tridimensionais que nos vêm visitar?

AV; Eu penso que são seres tridimensionais que já estão instalados aqui na Terra e outros que nos vêm visitar de fora e têm comunicação e cruzam informações uns com os outros. Penso que nós já tenhamos comunicação com eles. Penso que a nível governamental das grandes potências, eles sabem que tudo já existe. Talvez ainda esteja no segredo dos Deuses.

Som como arma de defesa

LA; Voltando ao caso do ser que viu com sete anos acha que o som vinha do ser ou vinha de alguma nave ali perto poisada?

AV; O som vinha do ser, quando eu disse que ia-lhe mandar uma pedra, sentimos aquele grande apito, parecia um apito agudo gerado pelo vapor dos grandes navios. Ficamos com medo e recolhemo-nos para dentro de casa e nessa noite já não viemos à rua.
Esse ser apareceu logo depois do pôr-do-sol e havia muito luar.

No outro dia a minha avó contou às pessoas que passavam o que tinha acontecido. Na escola primária onde eu estudava, começaram a comentar que eu tinha visto algo de anormal, a minha professora queria também saber o que tinha acontecido. Perante tantas perguntas eu comecei a recolher-me para dentro, eram muitas perguntas para um rapaz tão pequeno. A Fiscalização da Venatória também nos vieram fazer perguntas e a partir daí comecei a fechar-me (interiorizar) e nunca mais contei mais nada a ninguém. Quando me perguntavam algumas informações eu respondia «eu não vi nada, eu não sei de nada».

LA; Em que ano isso aconteceu?

AV; Eu tenho agora 62 anos e isso teria acontecido quando eu tinha 7 anos, portanto em 1956

LA; Em que mês aconteceu?

AV; Aquilo aconteceu numa zona primaveril de Maio.

LA; Viu algo de especial no céu?

AV; Ainda não tínhamos discernimento para isso, não estávamos virados para tal, por isso nem perscrutimos o céu.

Ser equídeo dentro de casa

AC: Com o passar dos anos, depois de todas as vivências, depois de ter percorrido o mundo, dum lado para o outro, percorrer a África, estar na Europa, depois de ter dado estas voltas todas, eu comecei a sentir algo que estava sempre presente ali sentado no meu quarto.
Houve um tempo que eu via uma figura parecia que estava de capacete, estava sentado, olhava para mim, e quando eu abria os olhos via aquele ser todo contornado de luz, fechava novamente o olhos e abria-os e voltava a ver aquele ser.

A minha esposa começou a dizer, «olha que aquela coisa (ser) até podem ser coisas de guerra», começamos a arranjar desculpas para aquela presença.

Num certo dia quando o nosso prédio estava em obras e tinham montado andaimes no exterior para podermos iniciar as pinturas, a minha família chegou à conclusão que entrou alguma coisa para dentro de casa, não sabíamos o que é que era, mas tínhamos a sensação de que era algo que tinha entrado para dentro de casa, porque já estávamos na cama, tínhamos acabado de ler uns livros e poisando-os na mesa-de-cabeceira, quando entra algo pela janela a uma velocidade enorme.

Não posso dizer que vi, digo só que tive a sensação que algo entrou. Logo de imediato senti um grande abanão em toda a estrutura da cama. A nossa cadela pôs-se de pé e foi para o quarto dos meus filhos. Eu levantei-me logo para ver se alguém tinha subido pelos andaimes e não encontrei nenhum vestígio de intrusão. Isto teria acontecido, sem precisar a data, talvez em 1999.

Luz dentro do quarto

Houve também uma vez que via um ser de luz assentado aos pés da minha cama e a minha esposa acordou durante a noite e olhou para o roupeiro de cor escura, verificou que o roupeiro estava todo iluminado, parecia que tinha uma lâmpada fluorescente por baixo e ficou tão assustada que tapou-se de imediato com o lençol. Ela disse que era uma coisa fulminante que estava ali no nosso quarto. Ela disse-me que «tinha tanto medo de ver aquela luz, que estive quase para te acordar, mas não consegui acordar-te, apesar de estar tapada com o lençol continuava a ver aquela luz».
Eu e a minha esposa ficamos psiquicamente meio esquisitos, sem saber o que deveria fazer ou dizer. A minha esposa queria que eu fosse a um psicólogo. A minha esposa passado algum tempo desse acontecimento, vê uma grande luz dentro do quarto a mover-se por baixo do roupeiro. A minha esposa queria acordar-me mas não tinha reacção para me acordar, de vez enquanto, espreitava a luz (abria os olhos) e apresentava-se incandescente.

Devido aos constantes acontecimentos estranhos pensei em sair desta casa, mas como a casa é tão boa, acabei por ficar e fui ficando com menos preocupações (ficou mais calmo, adaptou-se mais às visitas ETs), mas houve certas vezes que o prédio parecia estar todo a ranger, sentia também que algo nos estava a esmagar. Outras vezes sentiam-se eles a movimentarem-se, a abanarem tudo, a ranger o prédio e a cadela a arrepiar-se. Nada me já assusta, agora já tudo é perfeitamente normal.

Porta abre-se sozinha

Muitas vezes a porta da rua abria-se e fechava-se sozinha. Nós víamos a porta abrir-se e fechar-se, por vezes até pensávamos que era os miúdos ou alguém estarem a meter a chave à porta estando a experimentar. Vivíamos ali em terror, um certo dia estava ali em casa com a minha cadela, já falecida, chama-se a «Ani», estava a substituir uns pratos na parede por uns quadros e disse-lhe (à Ani) «vou tirar aquele prato da casa real inglesa e fixar este quadro novo».
De imediato o prato que estava na parede caiu, sem mais nem menos, sem que alguém o toca-se, estava lá também uns amigos meus em casa e viram o prato cair sem ninguém lhe tocar. Depois de eles se irem embora, tentei colar o prato com Super Araldite e a cola não unia os pedaços, havia ali uma autêntica recusa de união, ou da cola ou do prato ou de algo ali à volta.
Durante esse processo de tentativa de colagem vejo nitidamente a porta da rua abrir-se e depois fechar-se, a cadela ficou toda eriçada, mas fiquei muito impávido e nunca liguei grandes importâncias a estes acontecimentos, fiquei sempre em paz e sereno.

Eu e a minha esposa fizemos um acordo de não dizer nada aos nossos filhos, eles ainda eram jovens, um já andava na universidade, o outro mais novo ainda estava na escola secundária, e se nós fossemos falar aos miúdos destes assuntos, íamos incutir-lhes medo, por isso eu e a minha esposa ficamos caladinhos.

Um certo dia, já passando bastantes anos, o meu filho mais velho disse-me «oh pai, não te dá a sensação que abrem e fecham a porta da rua». Eu disse-lhe «isso já acontece há algum tempo», por causa do mano (filho mais novo) não ficar todo aterrorizado não se diz nada, porque poderia ser um caos».

Mais tarde o meu filho mais novo disse-me também «oh pai tu não tens a sensação que a porta da rua se fecha e abre, quando estás aí?». Eu disse-lhe que isso já acontece há anos e já não tenho problemas com isso, visto já ser normal.

Ser desligado

Há uns anos atrás, estava na minha casa e senti ser carregado na cabeça e de seguida como se me tivessem desligado do meu corpo físico, deixava de ver aquilo que estava na minha volta, não via absolutamente nada a parte física, senti que me tivessem desligado, sabia que estava ali, mas não sabia em que sitio é que estava, estava acordado. Aconteceu-me essa situação diversas vezes.

Também diversas vezes senti-me a ser transportado para fora de casa, também senti que era levado como se estivesse a descer as escadas para fora de casa. Numas dessas vezes cruzei-me com um individuo altíssimo louro, com braços e mãos muito compridas, com os olhos muito maiores que os nossos e rasgados e quando estava a descer a escada, o meu primeiro pensamento foi dar-lhe um empurrão, logo de imediato, volto a estar no meu corpo mas pensei que isto era tudo fantasia minha, descartada do meu cérebro.

Dança de luzes em Mem Martins

No ano de 2010, começo a ter um primeiro encontro visível, estava a passear com o meu cão na rua. Veja local

Há lá uma figueira e verifiquei que da figueira saiu um cone de luz, de inicio pensei que fosse algum helicóptero da polícia que andasse por aí a fazer pesquisas por cima e ficamos ali parados, o cão é que me chamou a atenção, não havia nenhum barulho quando olhei para o cone de luz, essa luz foi diminuindo, diminuindo e ficou num ponto de luz. Essa luz começou de seguida a subir para o céu em zig-zags e partiu donde eu estava, perto da minha casa em Mem Martins, em direcção a Algés, a poente de Lisboa.

Eu como não sou nada medroso não fiquei a pensar mal daquela luz, fui continuar a passear o cão e fui sempre observando para onde a luz se ia deslocando, só ao fim de muito tempo é que o perdi de vista. Voltei para casa e encontrei um vizinho que me disse que precisava de falar comigo, disse-lhe que em virtude de ele também trazer o cão dele, eu teria que ir por o meu cão a casa, porque os cães nem sempre se dão bem uns com os outros e pegam-se em lutas.

Quando voltei novamente ele começou a falar-me da sogra que estava mal e continuamos a caminhar até chegar à zona da figueira, onde há quinze minutos eu tinha estado. Ele duma forma muito efusiva diz-me «olhe o que está ali por cima da figueira, eu nunca vi uma coisa destas» disse-lhe que há cerca de quinze minutos eu já tinha visto aquela luz e a mesma abalou em direcção a Algés, mas agora voltou novamente, deveria ter sido no fim do Verão de 2010.

Ficamos ali especados, a observar a luz, depois fez a mesma rotação, depois ficou pequenina e no final vimos ir aquela luzinha em direcção a Algés. Disse ao meu vizinho, para mantermo-nos junto à figueira visto que houve a repetição daquela luz cónica, então poderia acontecer novamente. Havia outras luzes no céu que se deslocavam a uma enorme velocidade e pareciam que se iam esbarrar com os prédios era impressionante aquele espectáculo de luzes cerca das 22,30 horas.

Charuto em Mem Martins

Em Janeiro de 2011, o meu neto Diogo com sete anos queria vir à rua comigo, para passearmos o cão lembro-me que eram 21,30 horas, e no mesmo sítio onde tinha aparecido a luz cónica, já estávamos a subir umas escadinhas e digo para o meu neto «Diogo olha o que vai ali» tendo o meu neto também visto. Era um tubo muito grande que passou bem perto da copa dum cedro, tinha um nariz como os dos mísseis, cor vermelha, parecia ir em fogo amarelo, deitava rastos de luz amarelada dos lados, viam-se umas três ou quatro portadas, e tinha dois tubos mais pequenos na traseira e com uma coisa redonda por cima. O meu neto dizia que «levava o nariz vermelho». veja local onde desapareceu

De repente todo aquele clarão que ali se mostrou aos nossos olhos desligou-se em pleno vou, a velocidade com que aquilo vinha, se fosse contra algum prédio, esmagar-se-ia, portanto parece que entrou nalgum vórtice ou subiu para cima ou foi para algum lado. O certo é que aquele charuto, simplesmente desapareceu no céu.

 


Nave que emitia luz amarela

O meu neto Diogo, já não é uma criancinha, já tem sete anos, considero-o como tendo muito tino. Depois de passar o tal charuto com o nariz vermelho o meu neto diz-me «Oh avô, está a sair da tua boca algo estranho, um cheiro aromático e estou a sentir dentro de mim esse cheiro». Ambos estávamos a cheirar o mesmo cheiro, algo muito aromático» disse-lhe «olha o avô também não sabe», o Diogo volta a replicar, «que cheirinho tão agradável, sai dentro de nós, o que é que será isto, será que vem das estrelas», dizia ele. Como pessoa mais velha disse-lhe que o odor (uma autentica fragrância divinal) poderia ter sido resultante da visão do charuto que acabamos de ter por cima de nós ou teria seria algo ficou sobre nós? (será que se abriu algo dentro deles, com a visão do charuto, em certas meditações, sentem-se um cheiro extasiante L.A).

Mem Martins - fotos do local onde o charuto se enfiou na terra. Esta mancha ao lado da testemunha só foi detectada depois de analisar as fotos no computador, na altura tinha começado a chover e possivelmente é uma gotícula de água na lente, mas ... Ao fundo está a Serra de Sintra. 20 Agosto 2011.

Ovni no Palácio da Pena

AV; Em Janeiro de 2011, estava nas Azenhas do Mar, fui a um casamento na zona das Azenhas-do-Mar, eram cerca das 22 horas e estava sentado por baixo dum pinheiro, vejo ao longe algo junto do Palácio da Pena a rodopiar, tinha diversas luzes acesas à sua volta. Ao meu lado também lá estava um amigo e disse-lhe «oh João, já viu o que é aquilo que está ali a rodopiar no céu?» Ele responde-me que era a primeira vez que tinha visto uma coisa destas no céu, é pena a gente não estar cá mais tempo para analisar aquilo.

Osni na Praia das Maças

AV; Em Outubro de 2010 uns amigos meus que estavam na pesca entre as Azenhas e a Praia das Maças viram sair de dentro das águas do Atlântico, algo que passou por cima deles e a rodar com muitas luzinhas, era possivelmente a mesma nave que eu tinha visto em Janeiro de 2011. Na faixa de terreno por onde passou aquela nave, os pescadores viram que deixou de haver luz, as casas entre as Azenhas do Mar e Praia-da-Maças ficaram às escuras por alguma interferência que a nave fez. Aquela nave teria que ter alguma tecnologia que entrou em litigio com a nossa electricidade.

Bilocação e ciclopes

AV; Muitas vezes estou a falar, acordado, e vejo-me noutro sítio e noutra realidade. Quando eu era jovem vi-me ser transportado para dentro de uma nave e lá vi uns indivíduos que tinham uns olhos enormíssimos. Havia um deles que tinha um olho central. Vi-os estarem a fazer uma cirurgia, esse ser deveria ter mais de dois metros de altura e estava deitado, penso que estariam a fazer algum tipo de operação, estariam possivelmente a tirar-lhe sete camadas de película que ele tinha no olho grande.

Tele-conhecimento

Em 1974 logo a seguir a eu ter vindo do ultramar. Eu nunca estudei grandes matemáticas, nem física, mas durante vários dias sentia que sabia algo que eu não sabia experienciar, e não sabia transmitir a ninguém que tinha estado a experienciar uma alta tecnologia que não era daqui da terra. Muitas vezes não compreendo como sei como tenho certos conhecimentos, algo que está para além da minha compreensão.

Muitas vezes sinto que sou transportado para dentro duma nave, sou examinado por diversas pessoas dessa nave. É um mundo de tecnologia muito avançado. No outro dia parece que eu sei tudo o que lá aprendi, mas depois todo aquele conhecimento vai-se desvanecendo.

LA; Nunca pensou em começar a escrever?

AV; Sabe que vç está a dar-me uma pista para começar a escrever. Sabe que eu já estive para começar a escrever o meu diário de vida e sobre o meu nascimento na Serra dos Candeeiros, já comecei mas depois desisti, mas agora com esta entrevista, parece que estou com força anímica para poder renovar a possibilidade de escrever.

LA; Será uma oportunidade de partilhar conhecimento para vir mais conhecimento para si.

Convívio na floresta

AV; Muitas vezes estou em casa e sou transportado para fora de mim e vejo-me no Pólo Sul da Terra, aí vejo seres muito pequenos que sobem por mim acima

AV; Muitas vezes estou acordado e sinto-me desligar de mim, da minha vida física e vou para uma floresta e vejo eles a subirem por mim a cima, penduram-se em mim, brincam comigo, sobem às arvores.

LA; Esses seres serão gnomos?

AV; São pessoas muito pequenas.

LA; Quais são as vestimentas deles?

AV; São cores garridas, eu vejo-me sempre na zona sul da Terra, quando há essas desdobragens.

Nave piramidal

Já tenho visto chegar seres pequenos vindos numa nave em forma de pirâmide quadrangular unidas pela base. As janelas dessa pequena nave eram também frestas eram triangulares.

Comecei a ver eles dizerem-nos adeus e a acenarem-me de dentro da nave, conseguia ver através das portinholas que eles tinham na nave, porque cada fatia daquela pirâmide tinha um vidro parecia um papel de metal, parecia frágil mas ao mesmo tempo não era frágil e quando chegou ao chão aterrou num terreno que está ali vazio.

A nave fez descer três pés dum lado e do outro e depois fez descer uma escada por onde desceram uns seres masculinos e femininos e tinham cabeça de cavalo, parecidos com primeiro ser que vi com sete anos, mas ao mesmo tempo pareciam que tinham umas mascaras anti-gás (focinheira) utilizadas na primeira guerra mundial.

 

 

 

Esses seres não eram muito altos e vinham vestidos de cor de prata. Esses seres comunicavam comigo carregando no cinto. Os sons saíam através do chackra do coração. A comunicação que recebia não era através de telepatia, era através de imagens dirigidas ao meu cérebro, aquele som fazia com que nos compreendêssemos uns aos outros.

Eles estavam muito admirados a olhar para nós, houve um dos meus amigos que estava lá presente, tentou despir um ser feminino, tentou puxar-lhe a camisola desse ser para ver o que havia por baixo dessa vestimenta prateada, se era pele como nós, se era máquina. De imediato esse ser de aspecto feminino, que estava na vertical como nós, colocou-se na horizontal e a camisola desceu e foi encaixar-se ao mesmo sítio. Pensamos que eles ficassem muito zangados. Isto aconteceu na minha casa, estava acordado.

(Este caso é deveras interessante visto que do ponto de visto tradicional os ovnis terão quase sempre a aparência tridimensional, mas analisando bem estas declarações do Arnaldo Viziano, ele estava dentro de casa e com a sua visão periespiritual, vê a nave. Depois seres físicos dessa nave descem na casa.LA)

LA; Mas isso aconteceu aqui na sua casa?

AV; Eu estava aqui em casa mas a casa onde eles apareceram está num terreno aqui em Mem-Martins. O terreno não tem lá casa nenhuma, mas é como se tivesse ali uma casa ou fosse ali projectada uma casa que estava noutro plano dimensional.

Eu e os meus amigos estávamos dentro dessa casa. Nós víamos eles descerem a nave, e trancarmo-nos dentro de casa, para ninguém entrar e eles não tiveram nenhuma dificuldade em entrar. Eles não tiveram qualquer dificuldade em entrar, bastou eles esticarem o dedo mínimo e com a unha abriram a porta.

LA; Portanto o Arnaldo estava aqui sentado no seu sofá na sua casa, foi projectado para a outra casa que está aqui perto desta e os seus amigos estavam lá também, parece que há também da parte deles capacidades iguais às suas de bilocação, quem são esses amigos?

AV; Eles não estavam lá fisicamente, mas estavam espiritualmente.

LA; Então há amigos seus que o acompanham nas suas meditações e bilocações?.

AV; Há

LA; Qual é a função desses seus amigos, será uma forma de auxiliares?.

AV; Se eu lhes fosse contar a eles (aos amigos) esta cena, pensariam que eu estava insano, mas sei que eles também se projectam. Fisicamente eles vivem no Magoito. Fisicamente eu já tenho feito meditações com eles, eles são pessoas muito experientes.

LA; Como é que o Arnaldo e eles se reuniram naquela casa?

AV; Não sei o porquê é que eles estavam comigo naquele altura e nos refugiamos para dentro da nossa casa. Essa casa não é deste mundo físico é intraterrena, a casa fazia-se reflectir na superfície.

LA; Quer dizer que existe uma facilidade enorme de bilocação de estar em confraternização com outras pessoas?

AV; Isso acontece-me muitas vezes, mesmo com pessoas que já tenham partido (morrido) e outras que estejam na nossa tridimensionalidade.

LA; Pensa que essa casa projectava a sua imagem para a superfície do planeta?

AV; Sim, é algo que está noutra dimensão e onde nós nos pudemos refugiar ali. Sei que era uma casa habitual onde eu ia.

LA; A casa tinha mobílias como as nossas da superfície?

AV; A casa tinha paredes muito lisas, sem nada pendurado nas paredes, tudo uniforme e tudo da mesma cor.

AV; A nave é do mais frágil que pode haver, a sua estrutura é oscilante, plasma-se aos ambientes onde quer penetrar. Quando a nave estava a descer eu conseguia ver os tripulantes dentro da nave

( A exteriorização de Erks, foi o acontecimento que mais se aproxima desta materialização desta casa onde estava reunido o Arnaldo Viziano.
Podemos também fazer uma ligação entre esta casa e o terreno onde a nave do nariz vermelhose enfiou, visto que estes dois locais distam 243 metros, podemos também relacionar esta casa com um outro pólo dos grandes mistérios, a Serra de Sintra que fica a 6.5 Km de distância. Parece que aquela área em volta de Mem Martins, começa a ser palco de outras manifestações, mesmo ali ao lado no Algueirão há outras associações esotéricas e na Tapada das Mercês viveu uma vidente que regularmente via uma Senhora de Luz que ela apelidava de a «Mãe». LA)

Presente noutras realidades

AV; Já me aconteceu estar a falar e estar noutra realidade diferente, estar a falar com um pessoa e estar noutro sitio ao mesmo tempo. Houve uma situação no Palácio da Pena um turista estava a fazer-me muitas perguntas sobre um mesmo assunto em diversos ângulos e até em diversas culturas, eu estava a responder muito espontaneamente e estava a ouvir aquilo que eles estavam a dizer, eu sabia que estava ali. Houve uma senhora luso-americana que me disse «você como pessoa física que está a aqui, não tem capacidade de nos esclarecer de tal maneira e de tal ordem acerca de assuntos de há séculos como você conseguiu nos explicar aqui na íntegra tudo e mais alguma coisa, mas quero-lhe dizer não era você que estava a explicar tudo isso». Nessa altura estava mesmo ( em corpo físico) na Pena.

Muitas vezes sinto-me que estou noutra realidade, já me tenho encontrado desdobrado em sete realidades diferentes ao mesmo tempo e estou ali em casa sereno e em paz. Nessas ocasiões dos múltiplos desdobramentos já não consigo sintonizar-me com a realidade à minha volta.

LA; Nesses desdobramentos, pode estar onde?

AV; Numa dessas realidades posso estar no Oriente, noutra posso estar como agricultor e a falar com pessoas que eu nunca vi, nem nunca conheci, noutra desses desdobramentos vejo-me em grandes catástrofes naturais que acontecem pelo mundo. Quando isso acontece, está a dar-se logo qualquer coisa (acontecimento catastrófico).

Cura

AV; Em 21 Maio de 2009, cerca das 02 horas, quando eu estava a fazer uma caminhada para ao caminho de Santiago de Compostela, chegamos a Rubiães, já bastante cansados depois de ter feito 25 kilómetros. Ficámos nesta localidade. Durante a noite tenho a percepção que entrou algo no pavilhão onde estávamos a dormir no Albergue de Peregrinos de S. Pedro de Rubiães eu e outros meus amigos e até estrangeiros, éramos mais de 30 pessoas.

 

Marca na zona da anca, onde lhe espetaram uma agulha muito grande

Abri os olhos vejo um tubo largo a entrar entrando pelo edifício a dentro de cima do telhado para a zona onde estávamos. Vi que nesse tubo a meio, havia uma porta onde era visível um ser que tinha à sua frente um painel de comandos luminosos. Desse tubo vi sair uma réplica totalmente igual. Essa cápsula replica, parecia que um braço mecânico comprido e articulado, que estendeu a réplica do tubo maior até mim. Tudo era igual ao tubo grande, tinha lá dentro também um ser muito mais pequeno. Esse ser pequenino vem com um agulhão enorme (seringa) e sinto ele a espetar-me diversas vezes (talvez na zona da anca).

Eu queria chamar os meus amigos que estavam lá no pavilhão para verem aquilo que eu estava a ver, mas não tive a mínima hipótese. Depois voltei a abrir os olhos e não vejo nada nesse pavilhão. Depois levanto-me e verifico que a minha barriga estava a sangrar, na zona onde ele me enfiou aquele agulhão (agulha enorme) analisei-me também no espelho. No dia seguinte o sangue já estava estancado, e vi que havia ali grandes marcas.

Mais tarde talvez no Outono de 2009, quando estava aqui em casa em Mem-Martins vejo novamente esse tubo a descer, na minha sala (através da sua visão periespiritual LA).

Talvez em Maio de 2010, eu estava aqui em casa sentado na minha sala e também estava em bilocação. Estava a ver um monte alto (Serra D’Arga) de onde se vê Viana do Castelo, e onde há uma torre de vigia dos Serviços de Recenseamento de Fogos. Havia uma rocha nessa Serra, por onde as naves entravam e saíam, eram os mesmos seres que me têm estado a aparecer. Deve haver nessa Serra uma base.

LA; Depois dessa injecção como se sentiu, a nível qualitativo acha que melhorou em algo?

AV; Eu andava sempre a cair, sempre a entorpeçar em tudo. A partir dessa injecção nunca mais entorpeci em nada, acabou-se a tendência para cair.

LA; Qual era a aparência desses seres que lhe fizeram a cura, seriam aqueles com aparência de cavalo?

AV; Esse ser tinha os olhos muito maiores do que os nossos e eram também rasgados, a cabeça era grande, parecia um ser todo metálico, mas também se mexia. Dessa nave saiu um braço robótico com uma cápsula tão pequenina que parecia uma cápsula que nós tomamos com um indivíduo igualzinho a ele.

Nave por cima da casa

AV; Já tenho estado em casa acordado e sentir que algo poisa na estrutura do prédio, sinto que o prédio começa a ranger, oiço mesmo um zzzzzzzzzzzz. Sinto o poiso da nave.

AV; Houve uma vez que fiquei muito animado quando eu vi uma grande nave, estava a pairar no céu mas a uma altitude muito elevada e tive a oportunidade de focalizar em diversos ângulos, era prateada e dourada e fazia para mostrar-se em diversos ângulos, não era redonda, por isso rodopiou para se mostrar como era. Era algo parecido como nós temos lá em cima no espaço (ISS) era enormíssima prateada e dourada, parecia que a mesma estava a mostrar-se para eu a ver de todos os ângulos. Refiro que eu estava fisicamente sentado no meu maple. Quando aparecem é sempre nesta zona de Mem-Martins. (portanto estava com a sua visão periespiritual a ver a nave no alto LA).

LA; Tem assim capacidade de ver periespiritualmente para além do seu campo visual.

AV; Numa certa vez quando estava a observar uma nave mandaram-me desde lá de cima (da nave) umas tabuinhas umas tabuinhas, pareciam as tábuas de Moisés, eram de cor de ouro, como se fossem folhas de ouro, traziam algo escrito, eu não sei o que estava escrito.

LA; Chegou a apanhar alguma tábua?

AV; Não, mas vi-as vir a descer.

LA; O que é que lhes aconteceu a essas tábuas?

AV; Penso que chegaram cá abaixo e desintegraram-se. Recebi um e-mail mais tarde duma canalização dum indivíduo canadiano que também tinha visto aquilo que eu vi.

AV; As visões de naves aparecem quase sempre aqui em Mem Martins, junto a um terreno perto da minha casa. Tudo é espontâneo não posso dizer vou ver de imediato. Aparece-me ou é me mostrado sem que eu tenha interferência, mas isto é tudo espontâneo.


Banhado por luz

AV; Por exemplo hoje (11 Março 2011) fui banhado por um círculo de luz. Por vezes essa luz vem ao meio dia, pode também vir às 14 horas. De inicio vejo essa luz a piscar. As pessoas que estão à minha volta sentem a vinda dessa luz. Por vezes essa luz aparece no canto do meu olho esquerdo ou direito, noutras vezes essa luz aparece vinda de cima e faz um círculo à minha volta estando eu no centro e essa luz vai tornando-se perceptível de forma circular por aqueles que estão à minha volta, podem ser os maiores cépticos mas sentem a vinda dessa luz, algo fora do comum, algo que as pessoas nunca sentiram. Esta energia aparece tanto de noite ou de dia, tanto vejo essa luz estando com os olhos fechados ou abertos.
Depois projecto-a para onde eu quero.

LA; Então tem domínio sobre essa luz?

AV; Sim, eu sou como se fosse um radar, reflicto aquele que vem. Eu não dou grande interesse a estes acontecimentos, acontece é porque tem que acontecer. Há vezes que aparece quando estou em meditação, e agora neste momento que estamos aqui (durante a entrevista que estamos a fazer em Mem-Martins em 11 Março 2011) eu estou a ver outro tipo de coisas, estou a ver agora um canal de luz que tem diversos pontinhos de luz, parece uma serpente.

Visão da Mãe

AV; Costumo ver uma senhora que anda com um menino ao colo e com um canal de luz, parece uma serpente com grandes pontos de luz por cima.

LA; Neste momento está a ver a senhora?

AV; Sim se eu me concentrar um pouco.

Visita constante do ser cabeça de cavalo

AV; Também muitas vezes vejo o tal indivíduo com cabeça de cavalo com um grande chapéu. Mas ele está sempre presente comigo, por cima do chapéu tem uma túnica rendada e que cai pelos ombros. A cabeça dele é parecida com a dos cavalos, no ombro esquerdo dele tem um monograma com a letra i, como se fosse uma pregadeira a agarrar-lhe a túnica.

LA; Acha que ele poderá estar aqui na sala (onde estávamos a fazer a entrevista).?

AV; Ele já andou aqui (na loja onde estava a fazer a entrevista LA) mas há pouca claridade, mas durante o dia vejo-o claramente. Está sempre aqui do meu lado direito, mas passo dias que não estou a pensar nisso.

LA; Acha que ele é um ser extraterrestre ou será um elemental ou será um desencarnado, ou será duma classe angélica?

AV; Eu penso que este ser terá alguma origem galáctica ou intraterreno. Eu por vezes estou na minha casa e sinto (bilocação) que estou em cidades intraterrenas, sinto-me em zonas de profundidade que as paredes são todas em gelo, as portas são todas em gelo, tudo é em gelo.

LA; Como é que são os seres que vivem nessas zonas com gelo?

AV; São seres muito flutuantes de luz, parecem véus de luz. Eu fiquei na última vez um pouco amedrontado ao ver aquilo, não estava à espera de ser levado, tive muito frio, perguntei à pessoa que lá estava, como é que podem estar naquela área com uma temperatura muito abaixo de zero graus. Vi nessa zona seres encarnados e seres desencarnados.

AV; O ser que eu vejo permanente comigo é o ser que eu vi aos sete anos.

LA; O tal ser castanho que lhe mandou o apito?

AV; Sim o tal castanho. Ele apresenta-se tal e qual uma nuvem esbranquiçada/acinzentada com diversos ângulos de luz .

LA; Volto à pergunta, esse ser castanho que lhe aparece e que lhe apitou em Vale de Mar é um ser extraterrestre ou é algum ser de alguma classe angélica?

AV; Penso que poderá ser um ser que desencarnou e qualquer iluminado da história Portuguesa, porque apesar de eu o ver com o aspecto de cavalo, é-me muito parecido com o Infante D. Henrique (AV ri-se). No meio desta confusão toda acho que só o Infante é que usava um chapéu daqueles, só o Infante é que usava um pano (manto) daqueles com um grande laço e o rosto é bastante comprido tipo cavalo.

LA; Acha que há na sua vida uma missão para com Portugal?

AV; Eu penso que sim, nós como pátria e a pátria tem alma, tem símbolos como a bandeira com as cinco chagas de Cristo e se analisarmos os registos astrológicos da carta de Portugal, se virmos os trintas dinheiros de Jesus e se somarmos isso dá o número oito. O oito é um número infinito e acho que o oito é o número da carta de Portugal quando D. Afonso Henriques implantou em Coimbra como fundação da nacionalidade.

Dornes

Por vezes sinto que estou em Dornes mas estou na minha casa. Também sinto que há uma presença de (Rainha Santa Isabel) em Dornes e também de (Infante D. Henrique) eu sinto que ele ainda por aí está presente.
Já me têm levado para o interior intraterreno de Dornes, mas que eu não consigo ver o que há lá dentro, só consigo ver a entrada, passando-a deixo de ter contacto. Talvez devo ter contacto mas estou a outro nível e não me deixam experienciar para mandar cá para fora (relatar-nos o que viu).Eu como estou muito habituado a fazer mantras, ninguém me impede fazer isso. Três pessoas do nosso grupo afastamo-nos para a margem da Barragem de Castelo de Bode, fiquei só eu uma senhora que era professora e uma jovem.

LA; Esse mundo intraterreno seria debaixo da torre hexagonal de Dornes?

AV; Esse mundo estaria debaixo da igreja de Dornes. Onde me levaram foi onde faz a península. Não sei se entrei pela torre para entrar para dentro da igreja, visto a igreja e a torre ficarem muito perto.

LA; Onde é que acha que alguns ex-iluminados Portugueses se irão reunir para gerir os destinos de Portugal?

AV; Sim entendo, é na zona de Dornes.

LA ; Já esteve em Dornes?

AV; Já lá fui por curiosidade, uma vez.

LA; O que é que viu lá de especial?

AV; Sei que Dornes é um local especial, já tenho estado lá em meditação, fiz um factor aquário energético de meditação com a KUAN YIN (Mestra KUAN YIN é uma divindade mariana), com a Mãe da Misericórdia.
Nesta meditação ficamos todos debaixo de árvores, eu fiquei por baixo duma laranjeira (arvore que tem a ver com o espírito santo e a purificação) que é um dos elementos da Mãe Universal. Essa laranjeira estava implantada no terreno duma casa de turismo rural e resolvi por minha conta própria fazer mantras, a pessoa que estava a dirigir a meditação disse-me que os mantras não eram muito aconselhados porque poderíamos entrar em auto-hipnose.

Eu como estou muito habituado a fazer mantras, ninguém me impede fazer isso. Três pessoas do nosso grupo afastamo-nos para a margem da Barragem de Castelo de Bode, fiquei só eu uma senhora que era professora e uma jovem.

Coros celestiais

Eu comecei a fazer os mantras de forma baixinho para não incomodar a pessoa que estava ali perto de mim, iniciei pelo mantra OM MANI PAD UM e passei a barreira dos mil mantras, comecei a ouvir uma orquestra parecia algo celestial que tinha aparecido ali, algo que tinha sido montado ali, o som vinha de cima, e esse som também vinha debaixo de água.
Tudo debaixo dos nossos pés estremecia. Fui perguntar à uma senhora professora que estava ali perto de mim se estava a ouvir algo fora do normal e ela respondeu-se «que coisa maravilhosa», ouvia-se todos os tipos e classes de instrumentos, vozes maravilhosas. A jovem que estava mais junto à linha de água, também estava a ouvir essas músicas e coros. O resto do grupo, que estava mais longe de nós os três, não ouviram nada.

Este acontecimento passou-se na propriedade duma senhora alemã que se encontra depois de passarmos à esquerda pela estalagem do Vale da Ursa na ponte do Vale da Ursa na barragem do Castelo de Bode. Essa senhora é muito atenciosa tem dois barcos para nós passearmos.

Civilização intraterrena em Dornes

LA; Em Dornes qual é o tipo de seres que vivem lá por baixo da igreja. É um mundo tridimensional ou é algum tipo de civilização que está um pouco afastado da nossa tridimensionalidade?

AC: Em Dornes estão muito afastados da nossa tridensionalidade que nada têm a ver com isto aqui (a nossa Terra).

LA; Há uma abertura na Peninsula?

AV; Há uma abertura na península, mas o centro desse mundo é entre a capela e a torre de Dornes.

LA; Fisicamente aquela zona é muito misteriosa?

AV; Eu penso que sim.

LA; Acha que há naves ou hangares físicos lá por baixo?

AV; Também penso que sim e ali é a verdadeira entrada de Liz/Fátima.

LA; Esse mundo de Liz/Fátima até onde se estende. Como é que são os seres que habitam em Dornes?

AV; São seres que são muito representativos e figurativos como eles eram aqui na Terra, estão lá também como guardiães. Aqueles que estão à entrada são seres duma época da nossa história, porque eu passei da entrada.

LA; O que é que aqueles seres, estão ali a fazer, vivem ali, ou existe ali um plano astral?

AV; Para lhe dizer francamente eles já estão numa dimensão muito elevada, devem ter o seu habitat próprio tal e qual como nós, não sei como, mas dá-me a entender que é assim. Eles alimentam-se duma outra maneira muito mais de luz de cor meio lilás, parece fragmentos de neve, não tenho totalmente a percepção dessa alimentação.

LA; Eles alimentar-se-ão dessa luz lilás?

AV; Sim, parece aqueles neons a borbulhar, penso que é através disso que eles se alimentam.

LA; Quando falou dos flocos de neve eles inspiram-nos?

AV; Aquilo vem vagueando e eles inspiram essa energia que entra para dentro deles.

LA; Basta eles inspirarem esses flocos de luz para se alimentarem?

AV; Sim.

LA; Esses flocos de luz, tem alguma matéria metida lá dentro?

AV; Eu penso que aquilo é pura energia.

LA; E essa energia existirá aqui à superfície da Terra, nós poderemos inspirar essa luz como forma de nos alimentarmos ou só existe lá embaixo no plano deles.

AV; Eu penso que a gente também tem aqui essa luz. Entrando em meditação, ou por exemplo se agora eu fechar os olhos vejo essa luz, vejo-me banhado em luz violeta que está em constante transmutação e em mudança, também a posso ver em tons dourada, azul, branca, verde, cor do tipo metalizado.

Túnel de Mem Martins para o Palácio da Pena

AV; Também vejo ao longo do dia esse pequeno ser que me acompanha, desde a minha casa até uma zona a dois quilómetros do Palácio da Pena. Vejo-me passar numa grande galeria que é só luz e toda em cristal e nessa galeria saem vórtices de luz de diversas cores e sinto que existem nesses vórtices de luz há pessoas altíssimas, mas todos eles têm os olhos rasgados. Há seres femininos e masculinos. Na última vez convidaram-me para entrar num redemoinho de cor violeta e eu disse-lhe que não queria.

LA; Então como é que vem para baixo, para a estação dos comboios?

AV; Sinto que venho automaticamente.

LA; Será que vai nalguns dos seus corpos e deixa aqui na sua casa o corpo físico?

AV; Entro como pessoa física, na Serra dos Candeeiros e venho sair a Sintra, o meu corpo está aqui em casa, não sei como é que isso é.

LA; Então quando faz essas viagens, não será no corpo físico, mas será no corpo mental ou astral?

AV; Eu fiquei muito confuso com essa viagem que eu fiz, lá dentro, pensei como é que eu posso vir aparecer dentro desta galeria, olhar para estas pessoas e falar com estas pessoas.

LA; Dentro da Serra de Sintra, acha que há habitantes e eles serão como?

AV; Não tenho a mínima duvida, são seres muito altos, aloirados, e com olhos rasgados, são humanos mas muito altos.

LA; Acha que poderá haver outros tipos de seres na Serra de Sintra?

AV; Eu penso que não é só aqueles, há mais, visto haver lá vários vórtices de luz a rodar e cada vórtice de luz tem um patamar.

LA; É na zona da Pena esse túnel de luz?

AV; É na zona da Pena, mesmo por baixo do Palácio da Pena.

LA; Fala-se da existência de seres reptilianos em Sintra, acha que existem?

AV; Seres reptilianos eu nunca vi.

LA; Que outro tipo de seres é que viu em Sintra?

AV; Vi também seres muito pequeninos, muito brincalhões, tipo gnomos.

Terramoto de 1755

AV; Na minha percepção e naquilo que tenho visto, por exemplo já vi Lisboa no terramoto de 1755, sinto-me a voar, passam seres s voar por mim tal e qual como eles. Eu estou como terreno (no corpo físico) e de repente fico a voar.

LA; Há alusões que ovnis terão sido vistos nos céus de Lisboa, antes e depois do terramoto de 1755?

AV; Eu penso que antes e depois do terramoto já havia aparecimentos de ovnis.

LA; Houve alguma intervenção dos ovnis nesse terramoto?

AV; Vejo a cidade de Lisboa a ser destruída e os grandes afundamentos de prédios e via-se seres a sobrevoar. Tinham a capacidade de passar uns pelos outros a sobrevoar e eu também flutuava.

LA; Nessa data (1755) pensa que era um ser desencarnado ou fazia parte da tripulação de alguma nave que estava a sobrevoar o terramoto.

AV; Eu penso que nessa altura eu fazia parte de outra realidade.

Avignon

AV; Eu penso que sim e eles continuam actualmente a fazer trabalhos. Penso que esse mundo Liz/Fátima vai desde o Rio Tejo até aos Pirinéus e entra pela França adentro, visto que eu já me tenho visto na Ville de Provence. Estive em Avignon estive numa casa onde existem seres desencarnados e aí fui convidado a ir dentro duma gruta onde havia um rio subterrâneo. Nessa gruta havia cristais cor-de-rosa e um ser de luz disse-me apanha uma pedra dessas e vê o que a pedra te vai fazer. Apanhei a pedra e senti algo a estremecer na minha mão.

Já estive no Palácio da Pena, com uma arquitecta que esteve num restauro em Avignon e descrevi-lhe Avigon e ela perguntou-me «mas o Sr. nunca esteve em Avignon?» repliquei que nunca, conheço a França, mas Avigon não, mas sei como é que as casas são por dentro. A arquitecta disse-me «eu não posso acreditar como sabe disso tudo», este episódio aconteceu há vários anos.

Começou agora o desabrochar das percepções

AV; Ultimamente é que eu tenho tido estes desaparecimentos, a grande luz, o focusinho, a luz que se deslocava e tornava a vir, o meu vizinho a chamar-me a atenção, o meu neto ver a nave do narizinho vermelho e que eu também via, ver o ser cabeça de cavalo em pequeno e vê-lo actualmente.

Ancestrais contactos noutras terras

LA; No plano ovnilógico o que é que viu em África?

AV; Estive em Angola, estive na Guiné, estive em S. Tomé, estive no Congo. Eu lá via a Terra um pouco diferente daquilo que via na Europa, sentia que lá a Terra estava mais próximo do céu. A parte do cosmos estava mais ajustada, estávamos mais próximos do céu (dimensão divina). Enquanto aqui na Europa o céu está mais alto (distante da dimensão divina), não sei porquê, vejo assim essa diferença entre a África e a Europa. Mas é assim que eu vejo a relação entre as partes mais elevadas (divinas) e o nosso meio (Terra).

LA; No plano ovnilógico nunca viu naves ou seres?

AV; Em África nunca vi nada de tomasse uma certa relevância, mas o meu pai chegou a ser acompanhado durante a noite, na zona de Salazar - Dembos, por objectos que ele não soube identificar.

LA; A sua mãe teve também algumas visões. Isso já vem de família de ter uma relação com o insólito?

AV; A minha mãe era uma pessoa muito reservada, não era pessoa de se manifestar em nada. Tinha uma percepção disto e daquilo mas não explorava nenhum campo, não fazia nada. Se acontecia, acontecia. (não fomentava o desenvolvimento de quaisquer mediunidades).

Futuros acontecimentos

LA; O que pensa daquilo que aconteceu hoje, com o caso do tsunami do Japão?

AV; Eu senti que iria acontecer um varrimento com tremor de terra e tsunami e iria ser na zona da Ásia, sinto isso há cerca de uma semana. (Estávamos a fazer a entrevista no dia 11 de Março 2011, às 19 horas e o tsunami tinha sido às 05.46horas da hora Portuguesa).

LA; Foi-lhe dado alguns prognósticos para o futuro da Terra, a nível de terramotos, evoluções espirituais, tecnologias?

AV; Acho que vai haver uma aproximação em breve, não sei para quando, mas por aquilo que eu me apercebi na visão que eu tive, vai haver uma grande mostra a todos os seres da Terra. Quando eles a chegarem, as coisas (nossas tecnologias) ficarão desactivadas, não haverá potências, não haverá energia nuclear, não haverá telefones, não haverá radar, ficará tudo inactivo.

LA; Quando é que isso pode ser prognosticável?

AV; Em breve vai haver grandes ventos, ciclones e quando eles estiverem a descer, cada um ficará no seu sítio.

LA; Isso irá acontecer nalguma parte da Terra?

AV; Quando acontecer, irá ser em todo a parte, parece que está para breve mas não tenho datas para essa aproximação. Vai haver muito vento ensurdecedor, devido à deslocação deles.

LA; Já ouviu falar no Maytreia, o pregador da nova era?

AV; Eu penso que ele já esteja presente entre nós e nos esteja já a dar mensagens e não sabermos quem ele é, mas que há algo que está para acontecer.

LA; Pensa que fisicamente ele já nasceu?

AV; Eu penso que ele já está presente e vivo.

LA; Que língua é que ele falará?

AV; Essa questão da língua não terá grande importância, ele poderá falar Português ou Inglês ou outra língua, onde ele aparecer. Também ele poderá materializar e desmaterializar também em diversos locais.

LA; Alguns pregadores doutras religiões vieram à terra fisicamente?

AV; Acho que ele vem com outra missão, e as religiões têm tendência a fundirem-se, os governos têm tendência a acabar.

Terra Oca

LA; Quando falou nos seres intraterrenos, como é que vê a geologia da Terra?

AV; Eu penso que a Terra nos pólos terá entradas, não será redonda de todo, será achatada e tem entradas nos pólos.

LA; E essas entradas vão ter a onde?

AV; Essas entradas vão ter ao interior da terra.

LA; O que haverá nesse interior da Terra?

AV; Haverá lá vida própria com civilizações que já viveram na superfície exterior e foram levadas para o interior da Terra.

LA; Vê a Terra cheia de buracos ou há um interior?

AV; Há um interior e qualquer barco ou avião poderá entrar para lá. Sei que não é só esta massa tectónica que existe, que existem outras formas de vida e outras tecnologias, não são como nós, há outras vivências, há outras comunicações com outras partes do mundo, com outras civilizações que se recolheram para o interior da Terra.

Mundo intraterreno no Bugio

AV; Na zona do Bugio à entrada da barra do Tejo, são vistos muitos avistamentos e eu penso que os ovnis se enviam lá dentro, eles vêm desta zona (Mem Martins) e enfiam-se nessa zona do Forte de S. Julião da Barra. Conheço uma pessoa que já presenciou avistamentos nesta zona da barra do Tejo.

Ontem dia 18 de Agosto de 2001, cerca das 03 horas, verifiquei que um cão do meu prédio esteve toda a noite a uivar e durante a noite vim à rua. Verifiquei que a luz dos candeeiros estava transformada em fractais (Um fractal é um objecto geométrico que pode ser dividido em partes, cada uma das quais semelhante ao objecto original). Onde eu fixava a vista nessa luz, aparecia logo um fractal. Também me pareceu geometria sagrada, ficando suspensa no ar, parecia que certos candeeiros de iluminação da rua que pareciam ter uns funis de falar (trombetas) dourados. Os candeeiros irradiavam luz a partir da lâmpada como se fossem trombetas douradas.
Outros candeeiros pareciam luz em forma de teia de aranha em diversas cores.

LA: Será que estava ligado a uma percepção para além da nossa dimensão?

AV; Sim, mas isso nem sempre acontece. Já há bastante tempo que isso não acontecia.

Reportagens no dias 11 Março e 20 Agosto 2011.

Nota:

No tópico que apelidamos de «Cura» é um dos pontos altos desta reportagem, Arnaldo Viziano, conta que houve em si efeitos físicos notórios e uma cura, mas não encaixa na lógica a questão da extensão robótica. É pois necessários que através duma regressão hipnótica se saiba o que se passou.
Conhecemos outros casos em que foi imposto pelo ser que vinha monitorizando a saúde do abduzido, uma segunda imagem mental, como forma de substituir a experiência traumática de ter sido picado pelo «agulhão». Leva-nos a crer que deste processo de cura só restou a imagem do agulhão como a mais notória e muitas vezes relatada por muitos abduzidos depois de lhe enfiarem enormes agulhas em diversas partes do corpo, muitas vezes no umbigo. Neste relato do Arnaldo ele diz que lhe espetaram o agulhão em diversas partes do corpo e deitou sangue para a roupa, portanto houve necessidade de lhe imporem um segundo quadro mental para substituírem o quadro de sofrimento da introdução das diversas picadas.
Houve uma gentileza do abdutor em camuflar a reparação do corpo que andava a monitorizar.

Muitos abduzidos relatam que lhe fizeram muita dor quando lhe espetaram agulhões no umbigo, e como era um processo doloroso, o abdutor chefe, olhava com os seus grandes olhos nos olhos do abduzido e o mesmo ficava logo de imediato quieto, sem dores e sereno.

Há aqui também um outro caso que salta logo à vista, um segundo ser de aparência diferente dos iniciais cabeça de cavalo. Entramos assim no mundo das diversas raças que estão actualmente nas enormes naves abdutoras, tão bem retratado no «Sequestro» de John E. Mack.
Ao longo dos anos encontramos pessoas abduzidas que sempre experimentaram os mesmos seres abdutores, por exemplo só conviveram com seres cinzentos, outras abduzidas retratam as suas vivências abdutivas onde só lhe apareceram seres completamente iguais a nós, mas há um pequeno número de pessoas abduzidas que conviveram com seres de diferentes morfologias, desde os cinzentos de 1.05 metros a seres parecidos com os louva-a-deus, com 1.10 metros de altura.

Luís Aparício

 

atualizado em Quarta, 28 Dezembro 2011 07:36
 
VALID CSS
  |   VALID XHTML