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Mega avistamento da Fonte da Telha PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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artigos da APO - Casos Portugueses
Escrito por Luis Aparicio   
Sexta, 15 Março 2013 06:46

No dia 1 de setembro de 2012 pelas 22,00 horas um grupo espiritual estava reunido na Fonte da Telha, esta praia está situada na Costa da Caparica a cerca de 10 km a sul de Lisboa, e viram um sem número de naves no céu noturno, eram centenas.
Na Aroeira a poucos quilómetros desta praia, outras testemunhas ficaram abismadas com esse mega avistamento e explicaram que também viram um número indefinido de naves no céu.

Uma das muitas testemunhas presentes nessa noite, disse-nos que perante qualquer acontecimento anómalo, procura estar no estado cético e acrescenta que acreditando num assunto permite-nos que a nossa imaginação faça um simples balão meteorológico uma nave ET. Adianta que a sua primeira reação foi não ter reação, por isso ficou expetante e sereno. Esta testemunha não quis ser fotografado e nem quis dizer-nos o seu nome, por isso vamos apelida-lo de Golfinho, sabemos que é o relações publicas numa conhecida empresa da margem sul do Tejo.

Relata que eram «muitas» centenas de objetos redondos com uma luz azul pulsante. Por vezes pulsavam em cores diferentes. Aquele grupo espiritual reunido na Fonte da Telha, segundo narração do Golfinho, «todo o grupo no seu interior começou a sentir-se num estado mágico».

Os objetos, porque era assim que deveriam ser chamados, e não simples luzes ou lanternas no ar, aceleravam e desaceleravam, alguns objetos faziam orbitas no meio daquela amálgama de naves, por vezes todos os objetos tanto se deslocavam em harmonia como havia outros momentos em que cada objeto parecia que divergia do sentido do grupo, noutros momentos havia objetos que aceleravam e outros que desaceleravam. Aquela vaga gigante de naves, não parava cada vez vinha mais e mais naves.

Golfinho diz que a sua razão estava em consonância com o seu estado interno, a sua razão interna dizia-lhe que «estava perante uma enorme manifestação dos seres das estrelas». Não havia a forma de contestar aquele avistamento era uma evidência emocional, espiritual e física racional.

No conhecimento do Golfinho não havia nada que conseguisse subscrever uma manifestação terrestre daquele tipo. Golfinho diz que sentiu-se privilegiado e no seu interior sentiu uma grande paz e uma sensação. Tudo aquilo que sentiu e acredita estava realmente ali a acontecer. Sentiu-se como pertença daqueles seres, sentiu que eles estavam a dar-lhe o privilégio de eles se manifestarem.

Uma outra testemunha diz que «teve a sensação de que todas as estrelas do céu, deslocavam-se para ali».

Ana Rodriguez e outra testemunha que viram o mega avistamento do Fonte da Telha

Ana Rodriguez é daquelas pessoas com quem dá gosto conversar, é alegre, comunicativa e bem disposta, diz que «parecia um daqueles filmes da intergaláctica». As naves passaram em frota, no final passa uma nave de cor azulado elétrico em marcha lenta. Por volta das 22,05 horas passou outra vaga de naves com metade do número das naves avistadas anteriormente.

Agora também todo o grupo teve a oportunidade de ver todos os movimentos aleatórios tanto de velocidade, intensidade de luz, manobras irreais, movimentos tanto em grupo como individuais, assim como diversas acelerações e paragens. Desta segunda vez as naves estavam a fazer o percurso inverso de terra para o mar talvez viessem de nordeste para sudoeste.

Desde 1982 que a Ana diz ter feito a iniciação, é assim que classifica aquele processo, de passarem a ir todos os fins-de-semana para a praia dormir (com bom tempo) e a partir daí passaram a ter as experiências mais fantásticas, desde verem grandes bolas de luz no céu fazendo evoluções, a receberem (psiquicamente) muitas informações, e entrarem em estado alterado de consciência.

Receberem também muitos símbolos cósmicos. Ana diz que os símbolos cósmicos de cura que o Rodrigo Rómulo descreve no seu livro «Tratado de Cura Quântica» lançado em 1998, já o seu grupo os recebia há vários anos. Depois utilizavam-nos na cura.

Quando o Rodrigo Romo apareceu com a teoria do reiki magnificado, nós já tínhamos recebido todos esses símbolos na praia da Fonte da Telha. Esses símbolos recebidos, foi para nos provarem a nós mesmos que somos um só. Todas as pessoas que estavam na praia receberam os mesmos símbolos, apesar de estarem afastados uns dos outros. Dessa vez recebemos o símbolo de meltrix.

O primeiro símbolo que receberam foi o Meltrix, «nós não tínhamos um nome para ele», só nos interessava que ele funcionava. Uma amiga quando estava a canalizar desenhou-me na mão à falta de ter outro local para desenhar. Ana diz que «durante várias semanas teve a sensação de queimadora na zona onde a amiga lhe desenhou o símbolo Meltrix na mão». Quando eu faço Reiki, o símbolo ativa logo essa parte de cura.

Este novo instrumento de cura constituído pelo poder dos símbolos foi-nos transmitido antes do Reiki existir, nem nós sabíamos que o Reiki iria aparecer. Nesses anos 80 em que recebemos o símbolo que agora conhecemos por Meltrix não o sabíamos como o interpretar. Nos símbolos que recebemos a seguir, já tivemos acesso ao funcionamento do seu poder de cura.

Este símbolo agora apelidado do Meltrix foi o adequado, e proporciona-nos não a cura para os outros, mas serve para as pessoas ficarem melhor e terem clareza mental. O que faz as guerras é a falta clareza mental e falta de equilíbrio emocional. Nós pedimos a eles (ocupantes das naves) para nos darem algo para ajudar e foi-nos dado esse símbolo e já tivemos resultados magníficos.

 

Uma outra testemunha vinda de Tomar, quis também falar das suas experiências na Fonte da Telha; diz que em 2011, houve várias pessoas que receberam vários símbolos «e eu também recebi um símbolo», depois nós sentamo-nos e com a lanterna do telemóvel iluminava-mos a praia e desenhávamos os símbolos na areia e estivemos a tentar perceber para que era aquele símbolo, qual a sua finalidade, o que significavam para nós, chegamos à conclusão que eram símbolos de cura.

Nessas idas à praia aconteceu uma situação muito bonita, fantástica e deliciosa, diz a Ana, quando estávamos todos na Fonte da Telha, de repente vimos uma nave enorme muito idêntica a uma enorme bola de luz. Estava eu (Ana) a D....... e o Álvaro, a passearmos junto ao mar. O resto do grupo estava na parte de cima da areia, nós estávamos a entoar os nossos mantras para os chamar e de repente a D....... cai, entra em incorporação e diz «nós estamos aqui convosco, aquilo que vos pedimos é que não se assustem». Perante aquele canal de diálogo que era a D....... e já que recebíamos informações também poderíamos comunicar com a nave, por isso dissemos «nós vamos chamar os nossos amigos para verem» visto que alguns deles estavam enfiados dentro de sacos a dormir nas dunas.

A resposta que veio da nave através da D....... foi «não se preocupem com os vossos amigos porque eles estão todos a dormir eles já estão connosco». Ana comentou com o Álvaro que era impossível os outros elementos estivessem a dormir, porque nós estamos sempre à vossa espera. A médium D....... voltou a falar «eles estão todos connosco e agora é importante que vocês vão dormir para vocês virem ter com a gente, vão para o lado dos vossos amigos nas dunas e vão dormir». Perguntei à D....... o que estavam os outros restantes amigos a fazer na nave e ela disse que os restantes elementos do grupo já estavam a ser tratados. Voltei a perguntar e a D....... diz «ninguém se vai recordar de nada, portanto estejam descansados

Logo de seguida nós os três corremos para as dunas, iluminados pela luz que saía da nave, para ver os nossos amigos que estavam profundamente a dormir. Nós bem os chamamos, mas não acordaram. Perante aquela informação recebida da nave e por respeito aos que estavam a dormir, nem fizemos nenhum esforço para os acordar.

De imediato fomo-nos deitar e diz a Ana e eu dormi em trinta segundos, mas não nos recordamos de nada do que se passou no período que estivemos a dormir.

Luís Aparício

atualizado em Quinta, 28 Março 2013 17:52
 
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