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Desenhos da Carla

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Curas em OSHENGRAH PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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artigos da APO - Intraterrenos
Escrito por Luis Aparicio   
Domingo, 31 Março 2013 08:21

No dia do lançamento do livro «Lys, Fonte de luz» organizado pela editora Publicações Maytreia, tivemos a oportunidade de falar com o apresentador deste livro José Sequeira, já que o autor Carlos Carvalho não esteve presente. As experiências que nos contou estão na mesma linha duma outra entrevista que a APO divulgou sobre um ovni que foi visto a afundar-se em terra em Portimão.

No dia do lançamento do livro «Lys, Fonte de luz» organizado pela editora Publicações Maytreia, tivemos a oportunidade de falar com o apresentador deste livro José Sequeira, já que o autor Carlos Carvalho não esteve presente. As experiências que nos contou estão na mesma linha duma outra entrevista que a APO divulgou sobre um ovni que foi visto a afundar-se em terra em Portimão.

José Sequeira, conheceu o médico homeopata Carlos Carvalho em 1983 e impressionou-o a sua maneira de ser, as suas ideias muito claras, a quantidade de conhecimentos e a sua natureza comunicativa, sempre com uma enorme boa vontade para resolver qualquer problema, tenho inclusivamente salvado a vida da sua esposa utilizando somente meios energéticos, hoje em dia chama-se reiki, mas nessa altura ninguém sabia o que era essa disciplina.

Em 1983 a minha esposa passou muito mal porque estava gravida e perdeu dois gémeos. Nesse ano eu e a minha esposa vivíamos em Portimão e a minha esposa telefonou-me a dizer que estava muito mal e depois eu telefonei a contar o sucedido ao Carlos Carvalho que nessa altura estava no Porto. Disse à minha esposa para vir para Lisboa e encontramo-nos num hotel na capital. O Carlos Carvalho veio diretamente do Porto para vir ajudar a minha esposa e utilizando unicamente energia, conseguiu com que a placenta que tinha ficado agarrada fosse expulsa e que toda aquela sangria que estava a acontecer parasse, unicamente com energia.

José Sequeira e a sua esposa foram testemunhas dum contato direto que ele fez com três seres perto da barragem de Odiáxere, diz que o médico Carlos Carvalho não tinha carro, pediu-me que o levasse a esta barragem, íamos os dois e quando lá chegamos estava o dia a cair ele saiu do carro e logo disse-me que fizesse sinais de luzes e da nave que estava no céu, foi também correspondido com alteração de luzes e depois o Carlos recebeu autorização para avançar. Depois vejo o Carlos avançar com o seu passo rápido aproximou-se da nave e vi que o Carlos parecia um anão ao lado dos tripulantes que estavam em terra. Eles (ETs) estavam fora duma nave pequena, utilizada como meio de transporte. Todos os ETs estavam vestidos de branco, eram altos, com cabelo loiro longo até aos ombros, via-se à distância que eles estavam em conversação e depois o Carlos voltou para o carro, diz não conseguiu ver as feições deles porque ficou a uma certa distância. Já tinha escurecido e depois voltamos para Portimão e viemos jantar à nossa casa.
Estivemos a conversar sobre o assunto «ele não entrou muito em pormenores». O Carlos só começou a divulgar mais os assuntos numa fase seguinte, quando ele começou a organizar a “Ordem dos companheiros de aquário”, tendo depois mudado para “Cavaleiros de aquário” em que eu e a minha esposa também participamos nessa organização e só nessa altura começamos a falar em toda a espécie de assuntos, chamados esotéricos ou ocultos. O Carlos era o mentor da ordem e transmitia dos mestres, cujos desenhos estavam pendurados na parede da casa dele. Esta associação espiritual desenvolvia as suas reuniões de ensino, na minha casa na Cidade Nova diz o José Sequeira.

José Sequeira na apresentação do livro «Lys Fonte de luz»

Lançamento do Livro LYS Fonte de Luz no Porto

O Carlos levou mais pessoas ao encontro dessas naves, tendo em atenção também um artigo no site da APO. José Sequeira conta que o contato, com os seres da nave «eles apresentaram-se com a normalidade habitual». Houve sim noutras alturas que partes do corpo do Carlos Carvalho se desmaterializaram partes do corpo dele para ser feito o contato com os seres da nave.

José Sequeira relata que «nas vezes em que fomos ao “OSHENGRAH”, nome em Irdim (linguagem galática) à noite, vimos uma nave, num espaço que parecia uma cratera no alto da Serra (onde está a barragem de Odiáxere), aquela zona era uma vulcão em tempos recuados.

Normalmente a nave está mais baixa, na primeira vez que lá fui eu e a minha esposa vimos que a nave estava mais alta e viam-se as luzes nas vigias da nave, o que lhe dava um aspeto fantástico. Aquela nave não é uma nave mãe, mas é uma nave muito grande. Há mais naves lá por baixo, ali é uma base. Quando lá chegamos e nas vezes subsequentes fazíamos uma espécie de concentração, não era meditação, mas fazíamos um recolhimento espiritual, fazíamos a oração e só depois é que o Carlos ia sozinho por aquele espesso mato, sem luz sem quaisquer lanternas, nem sei como é que ele não caiu naqueles caminhos de cabras. Quando voltava vinha sob a influência daquela atmosfera tão especial. O Carlos Carvalho vinha elétrico e depois vinha a comunicar-nos o que tinha visto e o que tinha acontecido.

"Ovni afunda-se em Portimão"

Esta foi uma das quatro vezes que lá fomos com o Carlos, à serra da Barragem de Odiáxere, tanto eu e a minha esposa, como houve mais pessoas vindas de Espanha e de Lisboa que nos acompanharam. Era penosa a ida até este local porque iamos lá de noite e não podíamos levar as luzes dos carros acesas.

OSHENGRAH INTRATERRENO, feito pelo grupo espanhol

Por pedido do Carlos, a minha mulher que estava muito doente, foi tratada numa dessas naves. José Sequeira diz que há um conjunto vasto de experiências ao longo dos anos que deram a noção da personalidade deste médico Carlos Carvalho atualmente a trabalhar nos Açores. Acrescenta também que nós não vamos em descrições folclóricas, não acreditamos em igrejas nenhumas, está tudo deturpado, tudo virado ao contrário, temos uma maneira muito própria de encarar as vivências anormais, tenho a minha fé, eu sou profundamente crente, não sou crente através duma igreja, sou crente através do criador.

José Sequeira viu pessoas serem curadas à distância, não tinha contato com os ETs, exceto a sua esposa que foi um caso especial. As pessoas que iam com o Carlos Carvalho não chegavam a ver os ETs à sua frente porque estavam num raio de ação dos ETs e faziam-se as curas, assim como se faz no reiki um tratamento à distância, o princípio é idêntico. Só que eles têm conhecimento muito mais aprofundado do que os reikianos (nós) e sobretudo tem o verdadeiro conhecimento da arte de curar que nós não temos. Eles vivem num dimensão diferente da nossa, portanto para eles é muito fácil curar uma pessoa que andou aqui na Terra a gastar tempo e dinheiro em médicos e não foi curada. Eles com o tipo de tratamentos que fazem curam as pessoas.

 

 

Luis Aparicio e José Sequeira no lançamento do livro do Carlos Carvalho «Lys fonte de luz», foto de Luis Beja

A esposa do Sr. José Sequeira de nome Maria das Mercês, disse que entrou dentro duma nave e descreve-os como altos loiros, vestidos de branco, e a fisionomia facial deles era parecida connosco e era mais altos do que nós, deveriam ter mais de 2,5 metros de altura. A nave por dentro estava cheia de luzinhas, havia uma espécie cama, onde nos deitavam. Colocaram-me inconsciente e a partir daí não sei como se processou a minha cura. Ao acordar já só me lembrava de estar na minha cama em casa.
O processo de cura, realizava-se por dois métodos. Algumas vezes eu ia desdobrada (no corpo astral), outras vezes vinha uma nave pequena que aterrava no meu quintal e da nave saiam faixas de luz por onde eu subia. Nessas faixas de luz sentia um formigueiro no corpo, era conduzida até ao quintal e depois entrava na nave. A nave transportava-a para outra nave maior que estava estacionada algures, não consegue precisar o local. Quando eu estava aflita pedia para me ajudarem e aparecia sempre um ET. Estes acontecimentos ter-se-ão passado em 2009. Nessa altura estavam a viver em Montechoro em casa da mãe.

Nessa altura o Carlos Carvalho foi atacado e eu pedi para os da nave para intervirem porque queriam liquidar o Carlos. Era uma outra fação galática que não estava interessada no trabalho do Carlos, mandaram um facho de luz para o liquidar e a Maria das Merçês colocou-se à frente do Carlos Carvalho e foi atingida no pâncreas, e ainda sofre deste órgão por causa deste anteparo.
José Sequeira, diz que esse raio que atingiu a sua esposa veio despoletar o diabetes em toda a força debilitando-a com a falta de insulina. O Carlos tem uma missão da civilização de Sirius a cumprir aqui na Terra, por isso outra civilização antagónica queria abortar esse seu trabalho entre nós. Quem queria liquidar o Carlos são os cinzentos (greys), são draconianos, são do lado contrário. Este acontecimento foi no Verão de 2009 e o Carlos que trabalha nos Açores estava na no continente. O ataque ao Carlos inscreve-se num conjunto de acontecimentos desse ano, e o livro «Lys fonte de Luz» que eu fui apresentar, diz o José Sequeira, já estava feito desde 2001.

A Senhora é um dos pontos de maior enfase neste livro do Carlos Carvalho e diz a esposa do Sr Sequeira que «estivemos diversas vezes com ela» e o seu esposo diz «já a vi, senti uma paz muito grande, senti que ela era o amor incondicional divino e cada vez que eu rezo a ela, sinto sempre que ela é a nossa mãe que nos protege e acompanha e nos ajuda».

José Sequeira diz que a ovnilogia e as aparições marianas, têm um elo de ligação, numa abordagem mais objetiva independente de religiões. Quando foram as aparições de Fátima em 1917 na última aparição houve quem viu e o próprio cronista o cónego Formigão, relatou aquilo que tinha visto e aquilo que a Lúcia relatava, no tempo em que a Lúcia não estava manipulada pela igreja, ainda era uma criança inocente e aquilo que dizia era realmente verdade.
Quando é o adeus à virgem, (as pessoas acenam com os lenços) a senhora subiu. A senhora é uma projeção holográfica da senhora que estava dentro da nave, portanto ao subir simplesmente recolhe ao corpo, recolhe à nave. O fato de ela recolher à nave, já diz tudo, é a nave.
O sol a descer e a subir três vezes e a causar todo aquele pânico, com a sua enorme radiação e a onda de calor. Estava um dia de chuva intensa e as pessoas na Cova da Iria estavam encharcadíssimas até aos ossos, dum momento para o outro ficam secas e a terra abre gretas como se fosse o calor de agosto. Só por aqui se vê que foi resultado daquelas subidas e descidas da nave. Isto é que é o milagre do sol, foram as evoluções daa n;">Só que na maneira de pensar desse ano de 1917 e fomentada pela igreja, as pessoas dizem que o sol desceu à terra. No plano cientifico se o sol descesse à terra, a terra já não existia, lógico que não era o sol. Cientificamente falando nenhum observatório astronómico de Lisboa, Londres e Paris, não detetaram nenhum movimento extraordinário dos sol nesse dia e aquela hora. O sol estava normal, e aquilo que aconteceu na Cova da Iria foi resultante da presença de uma nave, concluindo o José Sequeira diz, estar a falar das aparições de Fátima ou de ovnilogia é a mesma coisa.

Como a Senhora é um ser divino e vem duma dimensão próxima da dimensão do pai criador (Deus) ela tem a capacidade do mimetismo, para ela ao falar com os chineses apresenta-se como chinesa Mestra Kuanini, para falar com os egípcios, ela apresenta-se com Isis, para falar com os romanos ela apresentou-se com Vénus, etc. No culto da parte ocidental é conhecida como a Mãe Maria ou Vigem Maria. Esse mimetismo da Senhora é fundamental para conseguir passar a mensagem sem causar estranheza, se ela aparecesse no seu verdadeiro aspeto, ela não seria visível ao olhos humanos porque habita uma dimensão diferente da nossa.

Fim da entrevista a José Sequeira

Recentemente lemos o livro da Paola Harris «Exopolitics» que nos alertou para a similaridade da entrevista que o Carlos Carvalho nos tinha dado com o nome «Suria e os amestradores de sois» e certa parte da entrevista do contatado italiano Maurizio Cavallo, sobre a ida deste a uma base inter-oceânica perto de Genova.

Na entrevista que fizemos ao Carlos Carvalho, ele afirmava que tinha entrado numa base submarina nas Canárias perto da ilha «El Hierro»,

CC Sim de início eu fui na zona de OSHENGRAH uma vez, mas onde estive também foi numa base submarina ao largo da ilha de El Hierro nas Canárias. Em 1975, os meus amigos cósmicos combinaram encontrar-se comigo em Portimão na Casa Inglesa (Pastelaria, junto ao Rio Arade) e apareceram num carro a recolher-me, vieram num automóvel terrestre. Eu entrei no carro, depois eles dirigiram-se para Sagres para a Praia da Salema (Vila do Bispo). Aí estava uma pessoa à nossa espera com um bote ao lado da praia. Depois fomos a remos no bote até um Iate que estava ao largo. Dentro desse Iate estava diversos extraterrestres, depois seguimos viagem em métodos terrestres até às Canárias. Durante essa viagem tive largas instruções para comigo.
Aliás vai sair agora um livro sobre isso, chamado «Nós não estamos sós» e é um apanhado dos meus diários e a minha experiência com contactado, vai ser publicado em Portugal. Eu ia dentro desse barco e quando chegou a altura, o comando (Capitão) que estava nesse barco mandou arriar o escaler e os outros e eu entramos nesse escaler. O Iate afastou-se e sucedeu uma coisa engraçada, o mar à volta começou a mudar de cor, lembro-me que o mar começou a ter uma cor cinzenta, a água deixou de ter aquela cor azul esverdeada e passou a ficar cinzenta e começou a formar-se um tipo de neblina sobre a superfície do mar à nossa volta. De seguida a água começou a borbulhar, parecia que estava a ferver, nunca tinha visto nada igual e sucedeu que depois disso ficou tudo escuro, não víamos nada. Depois ouvi um ruído dum mergulhar ou algo simular, de seguida ouvi um barulho dumas coisas metálicas a abrirem-se, depois senti que nós fomos arrastados como se fosse algo a engolir-nos. Estava tudo escuro lá dentro não se via nada, depois começou-se a ouvir um ruído de engrenagens e de bombas de pressão e então de repente ficou tudo claro, acenderam-se luzes, vimos uma estrutura dentro da qual estávamos e o escaler estava preso por ganchos, um gancho na proa, outro ao meio, e outro na popa.

Cidade interoceânica

De seguida saímos para uma plataforma e entramos guiados para uma nave submarina que baixou profundamente à cidade deles. Aí vi uma coisa lindíssima, via umas cúpulas semi-esféricas no fundo do mar, que estavam ligadas entre si por corredores, ou estruturas cilíndricas. Aquele conjunto de cúpulas e corredores formavam hexágonos e octógonos e outras formas, era algo muito lindo.

Depois fomos levados a uma dessas áreas, aí saí com eles, fomos apresentados a outro lado.

Tive que vestir uma roupa especial, estive lá alguns dias, dormi lá. Era muito interessante porque eles tinham umas camas que eram flutuantes ou anti-gravitacionais, tinha um robot criado que me servia, havia também outros robots. As casas tinham a estrutura, como se fossem favos de abelha, a estrutura era hexagonal, dentro da estruturas da estruturas semi-circulares, eram estruturas esféricas divididas entre si na cidade e por dentro fazia lembrar os favos da colmeia e cada uma dessas secções dava uma habitação para um e para outro ocupante. Aquilo era giro (bonito). Eu estive lá, comi entre eles, serviam-me uns tipos de líquidos, uns sucos, tinham sabores diversos, sei que alguns desses sucos eram feitos de batatas. Eles tinham batatas de vários tipos, tinham misturas de frutos, havia lá plantas no subsolo que eles cultivavam. Tinham também muitos alimentos com extratos de algas, porque ali era uma zona marinha, tinham culturas de algas. Os produtos que comia-mos eram todos extractos, mas nutriam-nos bem.

«Suria e os amestradores de sois», artigo publicado no site da APO, resultante da entrevista que fizemos ao Carlos Carvalho em Fátima

Ora fomos encontrar no livro «Exopolitics» da Paola Harris, onde esta entrevista Maurizio Cavallo e este descreve uma ida dele a uma base inter-oceânica perto de Genova;

Maurizio Cavallo: Fui num barco muito normal Deixamos o porto, fomos para um determinado ponto no mar e, em seguida, a água ao redor começou a girar, e eu estava com medo, é claro, porque parecia que um furacão, então o nosso barco e começou a descer.
Enquanto eu estava indo para baixo, ao meu redor eu podia ver uma parede de cristal, a água não era mais liquida, era sólida, as paredes da água eram sólidos como um túnel e descemos até um ponto em que as paredes se abriram como raios. Nós estávamos no meio de uma roda cujos raios eram os corredores da base que eles têm no fundo do mar.
Paola Harris: Qual é a sua raça?
Maurizio Cavallo: São Clarions trabalhando em conjunto com uma outra raça.
Paola Harris: Eu posso imaginar que você não é um turista para eles, eles têm uma agenda Eles querem que você revele de forma suave tal cenário complexo e divulgue esta realidade inacreditável?

Entrevista ao contatado Maurizio Cavallo feita pela Paola Harris

 Intervista a Maurizio Cavallo.mov

Luís Aparício

 

atualizado em Segunda, 01 Abril 2013 17:57
 
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