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Naves mães na Charneca (Venda do Pinheiro) PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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artigos da APO - Casos Portugueses
Escrito por Luís Aparício   
Sábado, 04 Outubro 2014 12:18

Tânia Marvão, (tem cerca de 40 anos) tem um filho Tiago Sousa é empresária da restauração e vive na Charneca (Venda do Pinheiro). No dia 21 de setembro 2014 pelas 00,00 horas, estava em casa com a sua família e o pai do Tiago tinha ido ao quintal e ao olhar para o céu, reparou que havia uma aglomerado de luzes intermitentes, algo de muito estranho e começou a gritar «Oh! Tânia vem cá fora, rápido», ficou em pânico e veio para dentro de casa a correr e contou às 6 pessoas dessa família, aquilo que tinha visto no céu. «O céu está todo cheio de estrelas, nunca vi nada igual».

Tânia dirige-se logo de imediato à janela, e qual não o seu espanto quando vê um aglomerado de luzes intermitentes em forma de prancha de surf, comprida. Estava parada precisamente por cima da sua vivenda.

Nave mae na Charneca
Primeira nave mãe vista na Charneca cerca das 00,00 horas de 21 setembro 2014

Achou aquilo muito estranho. A primeira ideia que lhe surgiu quando viu aquela prancha de surf (ou talvez charutóide) é que seria uma chuva de meteoritos uma vez que se tratava de bastantes luzes e todas elas intermitentes, mas depois de estar ali a observar aquelas imensas luzes paradas, verificou que não poderia ser um meteorito, era de certeza um objeto. O meteorito deslocar-se-ia em trajetória no céu, mas aquelas centenas (milhares) de luzes estavam paradas no céu.

Tentaram fotografar e filmar com os telemóveis mas não conseguiram captar nada as fotos apareciam todas escuras. Passado cerca de 30 minutos de estar ali paradas, começaram a desaparecer. O desaparecimento não foi por desviou para o horizonte, a Tânia afirma que a prancha de surf terá desaparecido pela ascensão daquela massa de luzes. Dava para perceber que aquela massa de luzes começou a ter menor magnitude até que desapareceu (em altitude).

Luís Aparício entrevistando a Tânia Marvão e o Tiago Sousa

Luis Aparício, Tânia Marvão e Tiago Sousa

Tânia avança com uma outra hipótese ao dizer que o sítio onde elas estavam foi o sitio onde desapareceram. Todas as pessoas ficaram naquela casa assoberbados com aquela massa de luzes, não sabiam o que fazer depois de 30 minutos dessa massa de luzes mesmo por cima da sua vivenda. Segundo a Tânia o triângulo teria o tamanho dum campo de futebol e estaria a 1000 metros +- de altitude. Pensa também que a estimativa visual seria de 150 cm.

À volta da prancha circulava uma luz com maior intensidade que as outras possuindo na sua periferia uma luzinhas verdes.

Nave mãe triangular

Toda a gente estava ainda exaltada e preparavam-se para entrar dentro de casa quando passados cerca de 1 minuto veio uma nova massa de luzes ainda maior mas com o formato triangular, dentro das mesmas características do primeiro mas ainda com mais luzes, era uma coisa enorme diz a Tânia. Era um triângulo equilátero, tinha os lados iguais.

Todas as luzes tinham a mesma magnitude duma estrela no céu, eram de cor branca e piscavam de intermitente aleatória.

Quando a prancha de surf estava a passar por cima da vivenda e se afasta até ao ponto onde desapareceu, o disco com as luzes verdes pára e fica à espera de algo, logo de seguida o Tiago olha para trás e vê vir a massa de luzes triangular.

 

 


Nave triangular na Charneca

 Nave mãe triangular, que apareceu cercas das 00,30 horas de 21 setembro 2014.
A mini nave deslocava-se dum vertice ao outro fe forma muito rápida.

Na segunda massa de luzes (milhares) em forma de triângulo vieram das traseiras da sua casa, de norte para sul, vinham muito devagar e estacionaram por cima da sua vivenda.

Tânia pensa que talvez se pudesse arranjar uma explicação para a maior grandeza do triângulo, esta segunda massa de luzes estaria mais perto da sua vivenda, daí ser maior, daí a intensidade das luzes ser maior, então conseguiu filmar. A prancha de surf não foi passível de ser registada no telemóvel, as luzes não eram tão fortes no triângulo eram mais fortes.

Este triângulo de luzes apresentava num dos seus lados uma luz maior que as outras que se deslocava (patrulhava) para trás e para diante, sempre num dos lados do triângulo. Essa luz redonda tinha na sua periferia um conjunto vasto de luzes verdes.

Nave satélite


Quando o triângulo desapareceu mini nave que tinha as luzes verdes, que talvez fosse a única nave satélite, desapareceu também.

Nave satelite

 

Possível representação da mini nave que patrulhava as duas massas de luzes

A prancha de surf não era tão grande como o segundo aglomerado em forma de triângulo, mas era mais comprida. A prancha de surf não tinha o impacto de intensidade luminosa do triângulo.

Tânia refere que os dois acontecimentos a prancha de surf e o triângulo duraram cerca de 30 minutos cada um, no total durou 1 hora.

O Tiago Sousa diz que viu durante aquele espaço de 1 hora, um avião comercial passar e deu para relacionar a magnitude visual de cada luz do triângulo e da prancha de surf. Sendo a assinatura visual do avião que voava muito alto, menor 3 vezes do que cada uma das n luzes dos dois aglomerados vistos.

Todas as pessoas daquela família ficaram todos assustados, O Tiago diz que levou o assunto para a brincadeira, mas compreenderam logo que aquilo ou seria duas naves mães gigantes ou um conjunto vasto de naves extraterrestres.

Show de luzes na nave triangular

O Tiago notou que no triângulo as luzes pareciam que faziam um padrão de intensidade variável, as luzes pareciam que se apagavam no meio e ia-se deslocando essa faixa sem luz até à periferia do triângulo, voltando novamente a ter faixas sem luz até ao meio e repetia-se novamente a faixa sem luz até à periferia, como se fosse o efeito cascata.

Segundo a Tânia na Charneca (Venda do Pinheiro) não há nada de especial, nem económico, nem militar, nem estratégico para que houvesse uma exibição tão fantástica ou para se fazer uma demonstração de força cósmica.

A Tânia de imediato contatou a Proteção Civil, e disseram-lhe que tinham sido acionados todos os meios para ver o que se estava a passar.

Avião patrulha a Charneca

Leva-nos a acreditar que este acontecimento terá sido detetado pelos radares da Força Aérea Portuguesa em Montejunto e pelos radares do Aeroporto da Portela em Lisboa. As autoridades militares souberam do assunto e não ficaram paradas no outro dia 21, toda a tarde um avião pequeno, com duas hélices, sobrevoou a Charneca.

Outros avistamentos anteriores

A mãe da Tânia contatou a SIC e de lá informaram que já tinha havido relatos noutras datas anteriores, da zona perto da Charneca precisamente há 1 ano atrás. A Tânia diz que fez pesquisas na net e descobriu que há precisamente há 1 ano atrás e à mesma hora houve também avistamentos iguais, um triângulo das luzinhas, curiosamente igual.A APO sabe que este acontecimento foi também visto em Vila Franca de Xira e mais nenhum órgão de comunicação social mesmo a SIC tendo sido informada até agora não elaborou nenhuma notícia.

Possíveis explicações

1 - Para a Tânia poderiam ser também duas massas com milhares de luzes (ou naves).
2 - A prancha era uma e a massa de luzes e o triângulo era outra.
3 - Ou avança com outra explicação, seriam duas naves mães transparentes com n luzes na sua periferia.
4 - O Tiago e a Tânia acrescentam que para ser naves mães, a massa de luzes triangular seria mais adequada para ser uma nave mãe.
5 - A prancha seria somente um vasto aglomerado de luzes. Nestes dois conjuntos apesar de as luzes piscarem duma forma aleatória, todas elas se deslocavam de forma uniforme, era tudo um todo, tanto na prancha como no triângulo.

Reviver

Tânia acrescenta que nessa noite não conseguiu dormir, devido a estar tão entusiasmada com aquele acontecimento. Deitava-se um pouco mas depois vinha à janela, foi a noite toda a tentar ver ou reviver, algo fantástico muito perto de si.
Assuntos como este marcam uma pessoa e a Tânia denota no seu olhar que experienciou um dos acontecimentos mais importantes da sua vida, daí que todas as noites, depois do dia 21 de Setembro 2014, antes de se ir deitar, passa muitos minutos a olhar para o céu.

Luís Aparício

atualizado em Sábado, 04 Outubro 2014 13:35
 
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