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Dialogo com um ovni PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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artigos da APO - Casos Portugueses
Escrito por Luís Aparício   
Quarta, 11 Março 2015 06:41

Vítor Cola é ator e cantor tem 26 anos e no dia 24 Fevereiro 2015 – terça-feira, pelas 21,30 horas, estava na casa dos avós da sua namorada no Bairro da Caixa no Montijo (perto do Lidl) e foi alertado pela sua namorada de que uma nave estava a fazer evoluções, talvez no centro do Montijo (Parque do Montijo) a uma altitude dum segundo andar (10 metros). Parecia que fazia evoluções sempre no mesmo lugar.

Ora subia, ora descia até às 23,30 horas. Parecia uma dança só para eles, essa nave ora pulsava com uma magnitude ofuscante ora movimentava-se e depois desaparecia e aparecia mais no alto. Á volta dessa nave com luz pulsante, havia uma auréola.

Como era a nave

Para o Vitor Cola a nave deveria ser bastante pequena. Essa nave praticava uma dança que o Vitor Cola, classifica como amigável ora aparecia ora desaparecia, depois aparecia no outro lado. Não emitia qualquer som as movimentações desta nave.

De início até pensaram que poderia ser um drone visto estar perto da base aérea do Montijo. Essa nave tinha a particularidade de só se ver a silhueta no centro da nave tinha a cor totalmente preta. A borda da nave era intensamente brilhante e ofuscante, diz também que aquela nave possuía um poder ofuscante incrível.

Nave vista no tijo em 2015/02/24
À distância dum braço estendido esta nave teria cerca de 10 cm de base por 2 cm de altura

Essa nave em forma tijela virada para baixo à distância dum braço estendido teria na base cerca de dez cm e de altura cerca dois cm.  

Por baixo da nave havia algo que o Vitor Cola qualifica como «quatro pernas de cor preta». A nave era bicuda na parte superior. Devido aos constantes movimentos da nave o Vitor diz «não se conseguia aperceber-me de  mais pormenores porque a nave movimentava-se muito rapidamente».

Velocidades incríveis

A velocidade com que desaparecia e ia aparecer do outro lado torna aquela nave fora dos conhecimentos humanos.
Nessas duas horas a nave começou a subir até ao zénite, e desapareceu, depois voltou a aparecer quase por cima das casas do Montijo.

Nave dividiu-se

Por fim, subiu a uma velocidade muito elevada até uns 3.000 metros e parece que se desmontou em duas luzes e ficaram duas bolas uma ao lado da outra, conseguindo captar a foto com o telemóvel apesar de ser de noite, depois as duas bolas uniram-se e continuaram nessas evoluções cerca de duas horas.

Apareceram mais luzes

De repente após uma hora e meia de estarem a assistir aquela dança da nave uma luz, apareceu uma luz vermelha e outra laranja quase junto ao horizonte e mais duas luzes numa posição mais elevada. Vítor compara este seu avistamento com outro que viu no Youtube «Ovni captado en portugal.wmv»,  mas só que o Vitor viu à noite. À volta fazia uma luz tão brilhante que ofuscava. Esta nave que aparece neste vídeo seria similar. As luzes que aqui neste vídeo descem no caso do avistamento do Vítor as luzes subiram. Este vídeo apesar de ter o nome de ter sido feito em Portugal, foi feito no Brasil.

Nave igual aquela que o Vitor Cola viu
Fotograma tirado do video acima, o Vitor acha que esta nave poderia ser igual aquela que viu

 

Há mais gente no universo

Vitor Cola acredita que existem outros seres noutros planetas, questiona-se porque haveria de haver só nós os terrestres no universo. Adorava alguma vez ver uma nave ET, sempre disse a si próprio que esses avistamentos só acontecem aos outros. Quando o Vitor Cola e a namorada estava a ver aquela nave chamou a avó da sua namorada que tentou justificar que seria um avião, mas quando começou a pulsar intensamente e a tão baixa altitude, disse que seria impossível um avião.

O Vítor quis logo divulgar aquilo que estava a ver e publicou na internet. Houve várias pessoas que lhe disseram que na zona ribeirinha do Tejo vê-se muitas luzes anormais.

Dialogo com o ovni

Quando a namorada do Vítor tirou a fotografia com o outro telemóvel fez um flash e a nave respondeu com um pisca de holofote. O Vítor comentou com a namorada «eles só podem estar a brincar». Então tentou tirar outra foto e da nave responderam também com um flash.

Prova

No vídeo que fez com o telemóvel consegue-se ver uma luz a piscar e depois desaparece. Quando a nave pulsava a sua luz com maior intensidade, ficava com a mesma magnitude da Lua Cheia. Depois das grandes emissões de luz, ficava sempre a piscar e por vezes ficava a baloiçar.

O Vítor teve a gentileza de trazer um tablet de 11 polegadas e mostrou-me um dos vídeos que se via o disparo de três flashs e logo de seguida a luz da nave pulsava com muita intensidade, parecia que estava a imitar o flash da máquina fotográfica, daí que o Vítor dizer «eu sinceramente acho que aquilo, não era um drone», por causa deste comportamento de replicar o flash recebido.

Uma dança só para eles ?

O Vitor pensa que a nave se colocou no enfiamento da janela (à distância) e fazia aqueles movimentos só para eles. O Vitor lembra-se também que a namorada lhe disse «eu tive a sensação que aquilo está a apontar para mim, eu tenho a certeza, eu sentia qualquer coisa a olhar para mim».

Perguntei ao Vítor Cola, o que sentiu durante aquela longa observação. O Vitor disse tanto ele como a namorada sentiram de dentro da nave havia pessoas que queriam fazer contato com eles.

Perguntei ao Vítor se este avistamento seria direcionado para ele, ou seria mais direcionado para a sua namorada?

O Vítor Cola respondeu que aquele avistamento era mais para ela, porque foi ela a primeira a ver. Para esta entrevista o Vítor convidou-a a vir, mas ela disse várias vezes que não queria se expor.

Disse ao Vitor «a chave está nela» e o ele simplesmente sorriu.

Luís Aparício e Vitor Cola no Montijo

 

 

Doença misteriosa não detetável

 

Perguntei ao Vítor se ela seria abduzida, mas ela não soube precisar, no entanto acrescenta que ela faz montes de exames clínicos porque vive constantemente com dores no corpo e dores de cabeça e nunca é detetado nenhuma doença. Ela tem sempre dores de barriga horríveis, ela acorda durante a noite com dores de barriga horríveis. Vão muitas vezes ao hospital e ficam lá noites inteiras e os médicos não descobrem o que há de errado para a namorada do Vitos andar naquele estado. Há médicos que lhe dizem que ela não tem nada e outros médicos dizem que é um assunto psicológico. Mas ela chora com as dores que lhe dá na barriga.

Desde o avistamento no dia 24 até à data desta entrevista no dia 26 fevereiro 2015 (dois dias) ela ficou super mal disposta. O Vítor reconhece que ela tem também muitas capacidades psíquicas.

 

Outras experiências

 

Vítor Cola já não é a primeira vez que vê luzes anormais, há vários anos, foram à pesca da amêijoa e viu uma luz alaranjada, com uma enorme magnitude lumínica, conforme ia apanhando a amêijoa, ia também presenciando que essa luz deslocava no céu duma forma aleatória, desaparecia e depois voltava a aparecer. Passados dois meses, voltou a ir à amêijoa à noite e aconteceu-lhe a mesma situação da luz alaranjada muito intensa fazendo autentica dança de posições no céu.

 

Comentário:

 

Este avistamento é deveras interessante porque foi estabelecido um contato com pelo menos duas reações duma nave. Mais estranho é fazer evoluções por cima do Montijo durante duas horas e ninguém mais no dar conhecimento. Este avistamento torna-se ainda mais fantástico devido às imagens que o Vítor Cola nos mostrou.

 

Na minha opinião todas aquelas dores da namorada do Vítor têm uma razão que precisa ser trazida à superfície cognitiva, porque esta dança duma nave só praticamente para a namorada do Vítor é com certeza um avistamento rebuçado, algo que é dado para pagar favores. As dores dela poderão ser percecionadas por outras gentes (nave) e aquela dança ser uma forma de solidariedade para com as dores inexplicáveis dela.

 

Mas estamos só a filosofar não somos magos e poderá ser outra coisa diferente. Poderemos também perguntar se o radar da Base Aérea do Montijo que fica a 1 km de distância não terá detetado nada?

 

Outra perspetiva donde poderia estar a nave

 

No dia 3 de março desloquei-me de propositadamente para percorrer o Montijo em procura de alguma testemunha. Desloquei-me à esquadra da Polícia e o agente de serviço disse-me que não tinha recebido nenhuma informação de que algum tipo de luz anormal evoluísse nesse dia no Montijo. Falei com um taxista que estava na Praça da Republica que me disse que nesse dia 24 fevereiro 2015 – terça-feira, esteve toda a noite de serviço e não viu nada de especial no céu.

 

Assim leva-me a crer que a(as) nave(s) que terão evoluído não terão estado no centro do Montijo mas um pouco mais afastadas, até porque os pontos de luz que vi nas imagens que o Vítor me mostrou são muito pequenos, embora bastante elucidativos que a não era obra de humanos.
Do Bairro da Caixa até ao centro do Montijo poderá distanciar cerca de 1 Km portanto a nave e as suas evoluções poderão estar para além da cidade do Montijo. Então aqui levanta-se outro problema, onde estariam e em que localidade, estariam e o que haveria lá por baixo.

 

Fico mesmo com a sensação que aquela dança era só para eles.
O Vítor Cola tem uma página pessoal no Facebook.

Luís Aparício

 

O Vítor diz que o Montijo é deste há muitos anos visitado por ovnis, por isso sugeriu que lê-se-mos este artigo presente  no site Montijo Portugal 
  

Passou um OVNI no Montijo

 

Publicado por: Montijo Portugal em Eventos 18 de Dezembro de 2014

 

A história do OVNI abatido e escondido na BA 6 – Montijo
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Foi no Verão de 1996, que existe um caso, em que a Força Aérea Portuguesa registou nos radares um objecto voador não identificado perto de uma Base Aérea, onde este objecto passado poucos minutos simplesmente se deslocava para parte incerta!
Foram lançados dois aviões caças que supostamente dispararam mísseis atingindo este objecto. Isto durante a madrugada.
Na manhã seguinte um helicóptero de cargas pesadas PUMA descolou da pista, deu ma Base próxima, regressando horas depois com um artefacto de forma muito estranha a que alguns militares hoje já aposentados alegam ter sido definitivamente um OVNI.
O estranho objecto foi recolhido e colocado num hangar fortemente guardado pela Policia Aérea da unidade.
O comandante desta Base segundo alguns militares contaram, alegou que se trataria de um satélite que teria caído em solo português e que estes se limitaram a fazer uma recolha deste aparelho.
De seguida informaram também os militares para não se aproximarem do hangar, por causa da suposta radioactividade que este poderia ter.
Os militares envolvidos foram mesmo chamados a Lisboa e levaram uma “lavagem cerebral”, fazendo que com que estes acreditassem que não se trataria de um OVNI. Segundo relatos de uma pessoa envolvida, chegaram mesmo a ser ameaçados, os próprios militares e suas famílias.
Uma coisa é certa é que Portugal não tem satélites, e se fosse realmente um satélite já o teriam recolhido! Porque este continuou na base e supostamente ainda se manteve, ou mantém-se ainda, nesta base de modo secreto.
Surgiu na altura muita polémica entre os militares, o que aliás convinha, como facilmente se percebe.
Passado dois dias, deste ocorrência, alguém “invadiu” o computador da pessoa que tinha então alguns dados sobre este incidente gravados, e apagou toda a matéria que já tinha sido recolhida e a pessoa em questão ainda foi ameaçado das mais diversas formas.
Nesta altura foi então descoberto que o governo português, tem um grupo governamental secreto de investigação OVNI , que tem o nome de “Sétima Companhia”, o que poucos conhecem ou sabem existir.
Em relação há existência de um OVNI guardado num hangar de uma Base da FAP, pela descrição que quem relatou os factos faz, somente conhece-se um local possível e esse local será sem dúvida a BA nº 6 do Montijo.
E porquê?
Os helicópteros PUMA, estão estacionados somente em duas Bases Aéreas, que são a BA 4 nas Lajes, ilha Terceira e na BA 6 do Montijo.
Se foi afirmado que um helicóptero Puma, deslocou-se pela manhã da Base e regressou horas depois , facilmente se pode concluir ser proveniente da BA 6 , o que aliás foi posteriormente confirmado por alguns militares da Base .
Estes factos foram na altura falados mas acabariam por cair no esquecimento tal o encobrimento dos mesmos.

 

Texto baseado em: Virgilio Oliveira

Nota:

Talvez em 1996 a Base Aérea do Montijo teria como comandante o Capitão-de-fragata José Saldanha Lopes.

atualizado em Sexta, 13 Março 2015 06:54
 
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