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Desenhos da Carla

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Nave plasmóide na Serra de Nogueira em Bragança PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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artigos da APO - Casos Portugueses
Escrito por Luís Aparício   
Quinta, 27 Agosto 2015 19:44

Carla Guerreiro é professora, tem 44 anos e vive na freguesia de Samil  em Bragança. No dia 21 de agosto 2015 quinta-feira cerca das 23,00 horas ia de carro com a sua filha, para casa, e ambas viram no céu, em direção asul, perto da serra de Nogueira, uma luminosidade grande que se ia plasmando em diversas formas.

Ao mesmo tempo, estava a ocorrer o lançamento de foguetes no Parque Eixo do Atlântico em Bragança. Quando ia de carro, notou que aquela massa de luz já lá estava  e pareceu-lhe que apresentava a forma dum abajur alongado amarelo-dourado luminiscente, mas depois foi tomando-se em diversas formas até parecer-se com uma meia Lua, tendo no final diminuído de tal maneira que ficou num ponto de luz e desapareceu, rapidamente, de seguida.
Para esta professora aquilo que estava a ver não correspondia a nada daquilo que conhecia do mundo dos sentidos.
Alguém  queria exibir-se ou  melhor havia uma dança de formas plasmóides luminosas.

 

Nave plasmóide em Bragança Click here


De início aquela massa de luz plasmóide, teria à distância dum braço estendido cerca de 2 metros e estaria talvez a 6.000 metros de altitude.
As evoluções duraram 3 minutos, um longo tempo para perceber que o assunto não humanamente era explicável.
Para Carla Guerreiro e para a filha, Matilde, de 13 anos, essa noite não teve fim, ficaram de vigília o resto da noite à espera que voltasse a acontecer,  mas não, ficou só a memória.


Comentário:
 Os ocupantes dessa mega nave queriam despertar espanto nos Bragantinos ou queriam mostrar o sua poder? 
Sendo  Bragança uma cidade  de 21.000 habitantes parece que ninguém reparou naquelas manobras evolutivas…Pelo menos que no-lo comunicassem!

Luís Aparício

atualizado em Quinta, 27 Agosto 2015 20:03
 
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