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artigos da APO - Casos Portugueses
Escrito por Luis Aparicio   
Quinta, 19 Novembro 2015 22:33

Fernando Lopes, tem 58 anos e é comercial da Papelaria Fernando & Isabel no Mercado da Quinta do Conde. No dia 17 novembro de 2015 terça-feira, entre as 17 e as 17,15 horas avistou algo que não estava na memória dos seus já muitos anos na Terra. Um amigo disse-lhe para vir à rua ver algo que estava posicionado numa linha nascente/poente, por cima do mar, talvez a 35 km para poente da Quinta do Conde, na foz do Tejo.


O objeto veio, depois teve parado muito tempo. Estaria estacionado (a pairar) um pouco abaixo da altitude que os aviões passam para ir aterrar no aeroporto da Portela em Lisboa.

O objeto tinha a forma cónica para os dois lados e estava na vertical, segundo o Sr. Fernando Lopes, visualmente teria de 10 cm de altura de 1,5 cm de espessura. Tinha uma cor alaranjada. Parecia-lhe um pouco irregular, mas no meio era mais bojudo (largo). 

No dia seguinte quarta-feira, esta testemunha diz que foi ver os jornais e ninguém tinha noticiado nada, por isso optou por nos relatar o que tinha presenciado.

Devido aos afazeres profissionais o Sr. Fernando Lopes não pode estar constantemente a ver o objeto mas o seu amigo Jorge, que lhe tinha chamado a atenção para a sua presença no céu acompanhou o objeto durante mais tempo até chegar à sua casa, não sabendo como o mesmo desapareceu.

No meio havia uma luminosidade mais forte.

 
Esta testemunha afirma que houve muito mais pessoas que viram este objeto no céu.

Nota:

O por do sol aconteceu às 17,22 horas, então esse imenso objeto refletiria o alaranjado do sol que estaria quase no horizonte.
Quando diz que as linhas do objeto pareciam ser irregulares, é provável que a ascensão do ar aquecido do sol, perturbaria a visão do objeto, portanto na nossa opinião o objeto tinha linhas direitas para distorcidas devido ao fato da atmosfera quente do sol perturbar a sua visão.

Atendendo que o Sr Fernando Lopes descreve a nave como se fosse dois cones invertidos, mas bojudo no meio, podemos talvez avançar com a ideia já muitas vezes vista, naves em forma de prato, mas estando no estado vertical e não como é a lógica, no estado horizontal.

Interessante é que o artigo anterior «Nave no Barreiro» transcreve uma situação idêntica.

Luís Aparício

atualizado em Quinta, 19 Novembro 2015 23:02
 
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