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Evoluções de ovni em Almada PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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artigos da APO - Casos Portugueses
Escrito por Luís Aparício   
Terça, 01 Março 2016 20:27

Cesar Viegas trabalha em Almada na área eletrónica, tem 43 anos, e no dia 23 de fevereiro 2016, terça-feira, eram 20,30 horas, o céu estava todo limpo e o tempo estava frio. Observou um objeto que descreveu várias rotas, várias mudanças de orientação. Gosta de observar as estrelas no céu e já não é a primeira vez que observa objetos estranhos no céu. 

Quando diz estranhos não é igual aquilo que convencionalmente aceitamos, como sendo da nossa tecnologia. Conhece perfeitamente como se deslocam os nossos aviões, na maior parte das vezes em linha reta. Também conhece a forma de deslocação dos nossos satélites.

Já por de três vezes observa objetos que se inserem dentro do campo extraterrestre. 

Desta vez observou um ponto luminoso, mais luminoso que qualquer estrela. Normalmente quando observa um helicóptero ou um avião nota que têm luzes especificas que indicam o bombordo e estibordo, mais alguns ponto luminoso brancos que é aquilo que delimita a dimensão do objeto em si.

As acrobacias do ovni

Neste caso observado no dia 2016-03-01 e como o local é um pinhal denso e escuro, observou um objeto que descreveu várias rotas, várias mudanças de orientação, num curto espaço do céu. Observou que o objeto não tinha qualquer tipo de aparência, comparada com as nossas aeronaves.

Notou que aquele ovni fez algumas curvas muito fechadas que a nossa tecnologia não permitia. Tinha mudanças de velocidades frequentes. Esta evolução circunscrevia-se a uma altitude muito elevada, talvez a meio caminho da rota dos aviões comerciais, talvez a 6.000 metros.

À distância dum braço estendido o Sr. Cesar Viegas diz que essa luz que fazia muitas acrobacias, era do tamanho da sua unha do dedo mínimo, talvez teria 1,5 cm.
As evoluções desta nave que duraram cerca de um minuto, foram feitas num arco de 40 cm à distância do seu braço estendido. No fim desapareceu, voltando para a alta atmosfera, deixando um rasto de luz.

Perguntei à testemunha se aquelas não poderiam ser uma dança só para si. A resposta que veio foi «por acaso pensei que poderia ser só para mim».

Outra vida durante a noite

Diz que nunca sentiu luzes anormais dentro do seu quarto, mas diz que tem feito grandes viagens durante os seus sonhos, sente que vai para outra dimensão. Sente que quando está a dormir, está a viver outra cena qualquer, quando acorda esteve noutra vivência qualquer mas aquilo que sente é muito real. É como se tivesse regressado de outras vivências. Ultimamente tem-se sentido muito confuso, emocionalmente muito fora do normal.

Queimaduras inexplicáveis

Quatro dias antes deste acontecimento, portanto no dia 2016/02/19, notou que lhe apareceram duas queimaduras no alto da cabeça sem qualquer razão que se mantêm frescas, visto ainda não terem sarado completamente. No dia 2016-02-28, que lhe fizemos a entrevista não sabe como explicar aquelas queimaduras. 

As marcas vermelhas apareceram no dia 19 fevereiro 2016

O comportamento dos animais

Os seus gatos fogem muito de si, principalmente à noite e andam com comportamentos muito diferentes.   Nota também que os seus animais andam muito desassossegados. Ultimamente os gatos andam com comportamentos muito diferentes.  

As pessoas acham-no diferente

Tem notado que as pessoas têm perante ele um tratamento diferente, não é nada antipático, mas sente que as pessoas conhecidas sentem que há algo diferente em si.  Cesar Viegas diz «eu próprio sinto-me diferente, não sei porquê, desde há dois meses para cá». Tem estado com uma redução na capacidade de laborar na sua profissão o que não é normal.

Muitas naves no Tejo

As conversas são como as cerejas vêm sempre entrelaçadas, esta testemunha contou uma outra situação.
Diz ter um seu colega que trabalha na Baixa em Lisboa, viu diversos objetos durante a noite, por cima do rio Tejo ao longo do rio. De montante para jusante do Tejo, isto é de Espanha para o Atlântico, as naves deslocavam em formaturas, não era só um objeto, eram muitos objetos que passavam por cima do Tejo.

Estes acontecimentos foram durante o ano de 2011, sempre entre as 22 e as 23 horas. Esse seu colega sentia que cada vez estamos mais bem acompanhados e mais visitados. Ultimamente tem-se sentido muito confuso, emocionalmente muito fora do normal.

Luís Aparício

atualizado em Quarta, 02 Março 2016 19:19
 
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