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Serpentear de luzes no céu da Quinta do Conde PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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artigos da APO - Casos Portugueses
Escrito por Luís Aparício   
Terça, 20 Setembro 2016 03:16

António Manuel, mora na Quinta do Conde, a 10 km a sul de Lisboa, tem 55 anos, é encarregado numa transportadora. No sábado dia 17 setembro 2016 entre as 23,30 horas e as 24 horas, viu aquilo que lhe pareceu no céu, uma cobra que se mantinha quase esticada com movimento próprio e que deslocava com bastante velocidade. Se estivessem perto de si, acredita que aquela cobra de luzes teria uma velocidade astronómica. Essa cobra de luzes possuía uma quantidade enorme de luzes.

Havia também outras luzes laterais que também se moviam, parecia que era um carreiro de formigas, todas as luzes pareciam andar umas atrás das outras, por vezes oscilavam-se para a direita e para a esquerda. Todas as luzes estavam muito perto uma das outras.

Segundo esta testemunha que tinha vários convidados na sua casa e todos presenciaram aquele serpentear das luzes, durante meia hora. O seu vizinho diz que a exibição daquelas luzes tinha começado às 23 horas.

Durante aquele serpentear de luzes, houve um momento que começaram a enrolar como se fosse uma espiral. A luz líder conduziu as outras luzes para uma circular fechada.
Noutra zona do céu havia três estrelas paradas, todas elas pareciam simétricas, a um certo momento duas das estrelas afastaram-se até desaparecerem.

Ao mesmo tempo havia noutro quadrante do espaço uma roda com o mesmo estilo do serpentear das luzes acima descritas, mas com menor magnitude.
Entretanto o Sr. António Manuel, foi telefonar e quando veio todas evoluções destes três grupos de estrelas tinham desaparecido perto das 24 horas.
Para este testemunha estes tês grupos moviam-se de forma mais rápida do que os aviões que voam a 11.000 metros de altitude.
O tamanho de cada uma dessas luzes tinha uma magnitude 0 de cor normal das estrelas.
Para o António Manuel se fossem balões led, não se iriam fazer espirais, reconheceu que nunca tinha visto nada igual. Aquelas luzes deveriam estar muito altas.
Como nunca viu nada na comunicação social e nada foi dito, decidiu fazer uma pesquisa na net e comunicou à APO esse avistamento.

Luís Aparício

 
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