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Enorme nave no Ribatejo PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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artigos da APO - Casos Portugueses
Escrito por Luís Aparício   
Domingo, 29 Julho 2018 09:02
Alexandre Tavares tem 53 anos e é músico e DJ e já trabalhou em diversas rádios. No dia 26 de maio 2017 sexta-feira, havia nesses dias as festas taurinas em Azambuja, eram 22:00 horas e o  céu estava limpo.
Depois de se sair da Arrifana em direção a Manique do intendente , vira-se à direita e nessa curva existe a Quinta da Lapa. O Alexandre ia com um primo, a pé até à localidade de Manique do Intendente e viram à distância talvez por cima da localidade de Vila Nova de São Pedro (39º 12’ 41,17” N 8º 50’ 36,76” O) que fica a 4,388 km dessa quinta, umas nuvens retangulares, mas com os cantos arredondados. Eram três nuvens cinzentas e densas. Por detrás dessas nuvens havia uma claridade branca.
Dentro do retângulo da própria nuvem havia uma pequena janela. Deu a impressão ao Alexandre que o clarão branco que emanava dessa fresta, era o responsável pela luminosidade que existia atrás da nuvem.
Comentário da APO:
Pode ser que do outro lado também existisse uma outra fresta que provocava aquela aureola branca na parte oposta, daqueles três retângulos.
Os clarões que emanavam a partir da fresta superior da nuvem piscavam alternadamente. Curioso foi que não era só uma nuvem eram três nuvens agarrados. A fresta da nuvem da esquerda emitia um clarão muito branco, depois era a fresta da nuvem do meio que emitia o clarão branco depois era a fresta da nuvem da direita que emitia o clarão muito branco, parecia as luzes estroboscópicas duma discoteca, depois voltavam a fazer a mesma sequência de acendimento das frestas.

Aquelas nuvens deveriam estar muito baixas, para o Alexandre estariam a 15 cm de altitude, atendendo ao local donde estava a vê-las, quando passou em frente à Quinta da Lapa.

Era um espetáculo lindo, durante 20 minutos o Alexandre Tavares e o primo iam apreciando aquelas três luzes muito potentes e brancas, enquanto caminhavam até quase a Manique do Intendente. Depois quando voltaram cerca das 01 horas já não viram nada no céu ao longe por cima Vila Nova de S. Pedro.



 
O Alexandre pensa que aquelas nuvens poderiam também estar um pouco mais longe talvez por cima do Cartaxo. O que aumentaria a sua dimensão real.
O que mais impressionou Alexandre Tavares e o primo foi que aquelas nuvens contrariamente ao normal, estavam na vertical!
Para o Alexandre aquelas nuvens teriam 12 cm de altura e 60 cm de comprimento, portanto no local teriam de ser enormes. 
De inicio o Alexandre e o seu primo pensaram que era trovoada, mas para isso era preciso ouvirem-se os trovões, o que não acontecia, havia total silêncio.

Lembramos que a Arrifana está muito perto da Serra de Montejunto, palco de muitos avistamentos de ovnis.

Luís Aparício
atualizado em Domingo, 29 Julho 2018 11:27
 
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