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Rios de naves – Epilogo duma dedicação PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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artigos da APO - Casos Portugueses
Escrito por Luís Aparício   
Domingo, 29 Julho 2018 09:37
A Ana vive em Almada e tem 55 anos, é profissional de seguros, mas também se dedica à espiritualidade e a observar os fenómenos que estão ao seu redor. Diz que a vida é feita de tudo e é bom estarmos atentos para percebermos, quem somos e aquilo que fazemos aqui e qual é o objetivo de estar aqui na terra.
A Ana disse-nos que foi de férias até Espanha. No dia 15 de junho 2016, quarta-feira, partimos de Benidorm eu e mais 8 amigos éramos 9 pessoas ao todo. Vinham 4 pessoas no meu carro e cinco no outro carro. A Ana diz que o céu estava limpo e era quase meia-noite, até já tínham jantado e até tínham parado para beber café para não adormecer. Vínhamos sem rumo, queríamos encontrar onde dormir debaixo das estrelas, visto a temperatura estar agradável e o céu estar limpinho.

Primeira nave

As pessoas que vinham no outro carro não valorizaram tanto o que se passou a seguir. 

No nosso carro vinham quatro pessoas, íamos na autoestrada entre E-15. De repente ao fundo vi uma luz enorme céu, chamei a atenção das pessoas que iam no nosso carro e todos ficamos a olhar, parecia um avião, mas aquilo não se mexia e não tinha o formato dum avião, mantinha-se fixo abaixo do que os aviões transitam, tinha a forma dum donuts sem buraco, fomo-nos aproximando e aquilo continuou lá no céu. Passamos mesmo por baixo daquele objeto e ficamos super destravados (alucinados, exaltados) e vimos logo que era uma nave só poderia ser, a nave estava parada no céu.

Ficamos super emocionados, porque todos vimos o mesmo, todos vimos aquela nave, não dava para parar porque muitos carros estavam a circular e podíamos provocar algum acidente. Também não nos encostamos na faixa de segurança porque era estreita, nessa faixa estava interdito parar visto estarmos na autoestrada E-15 entre Almeria e Cartagena na zona de Vera.

Segunda nave no céu

Continuamos, mas mais à frente ainda não tínhamos acabado de nos emocionar, vimos mais um objeto igual, olhamos para trás e verificamos que o primeiro objeto ainda lá estava, ao fundo, parado no céu. Conseguimos ver as duas naves ao mesmo tempo. Começamos todos a gritar uns para os outros, olha, olha, olha, olha aquele é igual, o segundo objeto também ficou parado no céu, ficamos sem palavras e super emocionados.

Terceira nave no céu

Continuamos a observar melhor o céu e mais à frente, estava um terceiro objeto parado no céu. As três naves eram visíveis. Todos os objetos estavam relativamente baixos depois ficamos todos num grande silêncio, porque aquilo deixou-nos sem palavras, continuamos a reviver o assunto com grande entusiasmo. Os objetos estavam bastante baixos, daí que a emoção era muito maior.

Quarta nave em terra

Quando íamos na autoestrada, eu vi também um objeto igual aos primeiros três a poisar no lado direito da autoestrada, eu não tive tempo de dizer nada a ninguém. Esse objeto pousou na planície, entre uma casa e um grupo de árvores. Eu não disse nada a nenhum dos outros ocupantes do nosso carro, porque percebi que depois de passar mais ninguém poderia ver e olhar para trás e também não podíamos fazer marcha atrás com o carro. É lógico que estávamos numa autoestrada espanhola, por isso eu guardei aquilo para mim. Mais à frente dois ou três minutos depois, eu não aguentei e disse «parece que eu estou louca, mas vi um objeto descer no lado direito da planície».

A minha amiga Sónia disse-me «eu também vi, mas calei-me porque pensei assim «isto não está a acontecer, será que aconteceu mesmo»? Então debatemos o que avistamos, eu e a Sónia e percebemos que ambas vimos a mesma nave aterrar no lado direito da autoestrada.

O objeto que tinha poisado na planície era como um donuts sem buraco, esse ovni teria talvez o tamanho de uma casa (quinze metros de diâmetro). O objeto tinha a forma dum donuts sem buraco, «todo redondinho» cheio de luz que fazia uns tremeliques (sic) (luz estroboscópica), emitia o mesmo tipo de luz parecida com os outros objetos que estavam no céu.

Essa nave tinha um aspeto metálico mesmo com as luzes envolvidas, talvez porque estava parado, tive maior perceção da sua constituição.

Recordar emoções

Quando estávamos a fazer a entrevista a Ana olhou para o chão a reviver as emoções, tentou recordar-se melhor e disse «eu não vi se ele poisou no chão, ou estava mesmo rente ao chão, mas pareceu-me que tinha ficado a pairar por cima da planície». Emitia uma luz de cor branca como todos os outros objetos. A luz parecia do mesmo tipo que as nossas lâmpadas fluorescentes, ou igual às utilizadas discotecas como se houvesse uma auréola a volta.
Essa luz não feria a vista. Foi um avistamento fantasticamente mágico. Todos nós que íamos dentro do carro sentíamos uma grande paz e um grande acompanhamento, como se estivessem a embalarmo-nos com mimos de paz. 
Resumindo a Ana diz que em 20 minutos viram quatro naves.

Possível ninho e ovnis

O nosso destino era Almayate para visitarmos um casal amigo, espanhóis. Quando lá chegamos contamos-lhes logo aquilo que tínhamos visto e onde se tinha passado. Eles disseram que aquela zona era muito propícia para se verem em naves espaciais. Esse casal disse que conheciam pessoas que costumavam ver naves espaciais naquela zona, muitas vezes. Parece que as pessoas daquela zona já nem ligam ao assunto, visto que os avistamentos são muito frequentes naquela zona.

Nota da APO:
Em frente a Benidorm, no mediterrâneo, donde a Ana partiu, estão as ilhas Baleares onde são avistados muitos osnis a sair e a entrar nas águas do Mediterrâneo. Lembramos que muitas vezes nas Baleares são ouvidos sons muito altos, como se fossem marteladas em bigornas. Perto de IBIZA há um rochedo chamado Es vedranell e Es Verdá, onde é vista muita atividade osni.
Mas esta atividade ovni/osni no Mediterrâneo, não justifica por si, o conjunto de avistamentos da Ana. Acreditamos que sua atenção à vida e os trabalhos espirituais que faz, são o polo de atração, para o avistamento destas 4 naves.
Quando a Ana se refere que não podia parar na autoestrada, penso (eu Luís Aparício) que esse receio de parar, era algo que lhe estava a ser imposto. Talvez inconscientemente lhe dissesem, «continua porque terás mais avistamentos».

Mais avistamentos noturnos


Foi um dia cheio de emoções, quando chegamos a Almayate fomos dormir ao relento, nós gostamos muito de dormir e ver as estrelas, eu não consegui ver nenhuma estrela porque estava muito cansada e entrei logo em sonolência.

Um dos casais que nos acompanhava foi passear e não dormiram nada durante toda a noite. Esse casal viu passar várias naves no céu. Não foram duas nem três, foram muitas. Disseram que foi lindíssimo ficaram muito emocionados, porque essas naves passaram muito mais perto do que aquelas naves que víamos na Fonte da Telha na Costa da Caparica.

Foi um dia muito intenso foi um dos dias mais extraordinários da minha vida, aquilo que vimos na autoestrada. Fez-me sentir outra pessoa, sinto que o cosmos me deu um abraço de paz.

 
Analisando as declarações da Ana quanto ao trajeto que seguiu na E-15 e porque foi o mesmo foi feito de noite, torna-se dificil, entender onde se deu os avistamentos e especialmente o quarto ovni que ficou a pairar perto de terra. Por iso fizemos uma busca no google maps e tentamos encontrar essa planicie do lado direito da autoestrada. Assim colocamos aqui um link, que talzez possa dar uma ideia da paisagem que se encontra na E-15 na zona de Vera.

//www.google.pt/maps/@37.2607078,-1.8855689,3a,75y,287.84h,72.64t/data=!3m6!1e1!3m4!1sHdP1UgKtyYOpRv76oeLfRQ!2e0!7i13312!8i6656?hl=pt-BR">Carregue aqui para ver a possível paisagem ao lado da E-15


 
Um sol na noite Galega

Eu continuei de férias em junho de 2016 e estivemos em Espanha e fomos para a Esculqueira – La Mesquita na zona de Ourense na Galiza em Espanha a cerca de 60 km de Chaves. Nós montamos a nossa tenda a beira do rio TAMEIRON (Orense) e ficámos completamente sozinhos numa praia fluvial feita pelas pessoas da aldeia. Essa zona é fantástica e estava completamente isenta de poluição luminosa, uma coisa surreal em termos de beleza, porque à noite víamos muitas estrelas.

Nas quatro noites que lá ficamos, a lua não era visível e observamos muitas naves a passarem. Eu fui mais agraciada do que o meu marido.

Uma dessas naves parou atrás dumas arvores e ficou quietinha,  bem perto donde estávamos, deveria ter o cerca de 40 cm de diâmetro, (esta medida foi feita a partir do local onde a Ana esteve) depois começou a deslocar-se no céu, foi entre as 22 e as 23 horas.

 
Uma outra nave aproximou-se com uma velocidade elevada e ficou parada por cima de mim, vi que era uma bola enorme, parecia um sol e eu comecei aos gritos para o meu marido acordar, um objeto parou durante alguns segundos, dando para o seu marido também ver aquele enorme sol e logo a seguir disparou em direção ao céu objeto redondo muito brilhante.
Esse objeto teria cerca 80 cm de diâmetro e ficou parado a cerca de 50 metros de altitude, portanto a sua dimensão real teria de ser muito grande. Parece que aqueles segundos que ali esteve tinham como missão deixar-se, ser devidamente observado.

Este objeto não era tão grande como as naves que nós vimos na autoestrada E-15 em Espanha. Parecia ser um objeto metálico com luzes todas envolvidas, tive maior perceção da sua constituição porque o objeto estava parado, foi também uma grande emoção.

Estes avistamentos são sempre a mesma hora de noite, parece que se abrem portais sempre entre as 22 e as 23 horas.

A Ana reafirma que o objeto que viu em Ourense parecia um sol que apareceu de repente, do nada, «eu só vi a forma, depois parou e a seguir desaparecer para o espaço», tendo em seguida rumado para o espaço a alta velocidade.

 

Um passado fantástico

Aí nessa localidade também há muitos anos, recordo-me que vínhamos 10 pessoas, duma festa, em cima do reboque dum trator, era o meio mais fácil de percorrer caminhos pedregosos através da fronteira entre Portugal e Espanha para podemos passar a fronteira entre Portugal e Espanha.

Vínhamos pelo caminho florestal e de repente tudo ficou iluminado como se fosse de dia. Essa bola de luz era tão grande que parecia um sol. Esse sol foi vai aterrar num terreno do outro lado dum monte. Como se quisesse só mostrar-nos o seu esplendor e não a sua forma.

Nesse terreno ficou aí a brilhar enquanto possivelmente esteve lá parado. Nós íamos no reboque do trator e todos vimos aquela luz enorme e ninguém falou «ninguém disse nem aí nem ui», ninguém fez nenhum comentário, mas toda a gente viu.

Era uma luz com uma magnitude tão elevada que ficamos todos cheios de medo, porque tínhamos receio de encontrar esse sol, no outro lado do monte, para onde teríamos que passar. A sua luminosidade era tal que ficou a brilhar durante todo o tempo que esteve lá parado, deixando uma aura luminosa nesse monte.
Possivelmente este acontecimento foi em 1994. Esta visão desta nave de luz foi algo que nunca mais posso esquecer.

Vaga de ovnis em 2015

Em junho de 2015 vimos passar centenas de naves, eles passavam, passavam, passavam, passavam, eram muitas centenas. Este acontecimento apresentou-se de forma igual, também elas param aqui por cima do nosso terraço, só que apresentavam-se mais próximas e depois dirigiram-se para sul. Estávamos num jantar, com 12 pessoas a ver esta procissão de ovnis. De início começamos a ver este acontecimento duma das varandas viradas para Lisboa e a seguir fomos para o terraço ver a exibição.

As pessoas que estavam na rua aqui em Almada velha, viram e ouvimos os gritos delas para chamarem a atenção dos demais Almadenses.

Era como se estivessem a dançar só para nós, fui muito, muito lindo depois formaram outra vez e seguir para sul lentamente.

Não eram os balões led pomos de parte tal possibilidade. Estas naves apresentavam uma magnitude superior as estrelas todas elas estavam a piscar.

Havia algumas das naves que não piscavam tinham uma luz fixa. Não poderia ser nenhum objeto feito pelo homem porque elas aparecem de norte depois param depois fazem figuras geométricas, exibições, depois partem lentamente para sul.

Uma das formações que notamos foi a formação de um triângulo isósceles no quadrante do céu houve outros tipos de formação.

Neste caso de junho de 2015 as naves estiveram paradas por cima do nosso terraço aqui na parte velha de Almada mais de 20 minutos, seguir formaram-se novamente e partiram para sul.

Ainda chegamos a filmar com o telemóvel, mas a qualidade das imagens ficou má.

Vaga de ovnis em julho 2016   

 
Foi numa sexta-feira no princípio de julho de 2016, estávamos em casa a jantar e a Sónia foi a primeira a ver uma frota enorme de naves. Ouvimos também as pessoas na rua a dizerem «olhem, olhem, olhem». As pessoas (Almadenses) só sabem dizer olhem, mas não dizem estão naves no céu, acho que até têm medo da palavra, ou talvez por ser algo tão fantástico as pessoas nem saibam aplicar a palavra correta perante aquele acontecimento anómalo ou talvez para alertar outras pessoas para que saíssem das suas casas e dos cafés, para também verem.

Depois fomos todos a correr para o terraço.
Essa frota de centenas de naves, passam por cima da minha casa. Tinham uma trajetória a media altitude, percebia-se perfeitamente que eram naves. Até aqui à vertical da minha casa as naves param, talvez para nós aqui as vermos mesmo. Nós somos mesmo abençoados. As naves vêm em frota e depois formam-se em triângulo e depois, numa atitude de «nós sabemos que vocês estão a olhar para nós aqui em cima».

                 
Procissões de ovnis sobre Almada 27 agosto 2016


No sábado dia 27 agosto 2016, eram 22:55 horas algo de grandioso aconteceu aqui em Almada – velha. Estávamos aqui deitados no meu terraço a ver as estrelas, eramos no total 10 pessoas, toda a gente viu uma frota de naves.

Desta vez estávamos a jantar num terraço vimos uma frota de naves, que vinham de Lisboa passando aqui por cima da Almada – velha.

As naves que a Ana observa, vêm sempre do mesmo ponto cardeal, norte para sul. 
Possivelmente eram centenas de naves, cada uma dessas naves teria a magnitude de um avião que se vê passar a noite a 11.000 metros. Vimos que naquele naquela frota de naves, as naves que vinham em formação como se fosse um rio de naves.

Parece que se abrem portais e as naves vêm em forma de rio e por cima da casa da Ana saem da formação e começam a fazer triângulos e baixar de altitude aqui. Era como se viessem formação triangular com o bico para baixo. Todas as outras naves vinham atrás de forma ordenada (em formação). Algumas das naves não saem da formação continuam sempre para sul.

Para espanto da Ana e dos seus amigos que estavam no terraço, as naves começaram a fazer figuras geométricas. O grosso das naves tinha uma formação triangular, com o bico para baixo. Isto é era triângulo vertical e não horizontal. A luz emitida por estas naves piscava.

Quando chegaram a parte velha de Almada pararam como se estivessem a dar-nos a mensagem «olhem para nós, como se soubessem que nós estávamos no terraço». Quando as naves chegaram à vertical de Almada velha começaram a sair da formação e a espalhar-se, fazendo de seguida formas geométricas aleatórias. A Ana emocionada disse-nos «Digo que nós estávamos a ser abençoados».

Aquilo que achamos extraordinário foi que pareceu-nos ser presente só para nós. Desta vez também as pessoas dos cafés saíram para a rua e vieram ver o que outros Almadenses começaram a gritar «olhem, olhem». 

Uma das nossas amigas presentes aqui no terraço que nunca tinha visto nenhuma nave (ovni) fico completamente fascinada.
Estávamos num retiro de mudança de comportamentos para tomarmos consciência das nossas emoções e achei engraçado essa amiga mudou completamente sua forma de estar e de ser, a partir daquele dia. Desse sábado para a frente ela transformou-se noutra pessoa, acho extraordinário este presente.

As naves chegaram aqui por cima do nosso terraço em formação, depois dispersaram depois dispersaram-se depois ordenaram-se e seguiram em direção a sul uma velocidade muito lenta.

Nave em 4 setembro 2016

No dia 4 setembro 2016, no domingo seguinte, entre as 22 e as 23 horas, passou uma nave mesmo por cima do terraço da Ana na Almada velha. O tempo estava bom e sem a luminosidade da lua, o céu estava estrelado e a nave por cima de Almada. Fui chamar o meu marido, aos gritos e ele ainda viu a sua passagem.

Esta exibição de junho de 2015 emocionou nos muito parecia que havia uma solidariedade do espaço connosco.

Ainda chegamos a filmar com o telemóvel, mas a qualidade das imagens ficou má.

 
PS
Seguimento do primeiro parágrafo:

* É importante mesmo, se nós não fizermos este processo de sabermos quem somos, estamos um bocadinho perdidos na Terra e dedicamo-nos demasiado às emoções e ficamos tristes. 
Quando olhamos para o céu e para as estrelas, e começamos a ver que há outras coisas (ovnis), percebemos que não estamos sozinhos no universo e que a vida é mais do que sermos só humanos. Por isso eu acredito que há vida noutras planetas até porque as provas são tantas, então é impossível não acreditar.
Acho que as coisas vêm até mim com um propósito, como eu sou uma pessoa alegre, entusiasmada e motivadora, acho que sou credível e quando eu falo as pessoas acreditam, nos processos da ovnilogia e de sermos doutros planetas.

Eu motivo as pessoas a irmos ver as coisas (ovnis) e as pessoas têm as suas experiências e ficam completamente esmagadas com tudo aquilo que têm visto comigo.

As coisas acontecem quando nós nos dispomos, até com pessoas que são muito céticas. Isso já tem acontecido com pessoas do nosso grupo que dizem «eu nunca vi», mas quando nos dispomos e estamos em silêncio à espera, acontece a magia, que é vermos todas estas coisas (ovnis). 


Luís Aparício
 
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