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Bandos de ovnis em Albarraque PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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artigos da APO - Casos Portugueses
Escrito por Luís Aparício   
Segunda, 06 Agosto 2018 20:22

Jorge Lourenço e a sua esposa Maria Lourenço, ambos com 56 anos, vivem em Albarraque e estavam no seu jardim, no concelho de Cascais em Portugal. No dia 4 agosto de 2018, sábado, pelas 23 horas viram passar a uma altitude (talvez 6.000 m) acima daquela que os aviões seguem para aterrar no aeroporto de Lisboa, um grupo de luzes.


A Sra Maria Lourenço costuma ir para a sua espreguiçadeira ver as estrelas começou a ver um ponto de luz um pouco mais intenso do que uma estrela, mas de menor magnitude do que um satélite, com uma velocidade mais rápida do que um avião e até comentou com o marido «olha até parece um ovni».

Essas luzes eram de cor branca muito intensas e vinham de norte para sul.

Primeiro apareceu uma luz de cor branca intensa.

Depois veio outra igual.

Depois veio um grupo de seis a oito luzes que faziam cruzamentos entre si. O casal Lourenço faz uma analogia com um bando de andorinhas fazendo movimentos muito rápidos a passarem entre elas. Eram manobras demasiadamente rápidas para ser aviões.

Depois vieram mais alguns também com movimentos entre si, mas todos se deslocavam altas velocidades, parecia que eles se envolviam entre eles.

Todas as luzes eram de cor branca intensa e apesar das evoluções vinham sempre em linha reta.

Todas as luzes incluindo as primeiras que passaram em primeiro lugar piscavam rapidamente

O tempo total daquela passagem foi cerca de 30 segundos.

Estas testemunhas afirmam que se fosse avião a passar em elevada altitude, demoraria pelo menos dois minutos. Portanto estas naves tinham uma velocidade talvez quatro vezes superior à do som e com a vantagem de exibirem-se, talvez quisessem chamar a atenção dos terrenos.

Até poderíamos pensar que seria uma demonstração de força / poder.

O casal Lourenço considera que, aquilo que viram, não está inserido nas tecnologias que a atual ciência desenvolve.

O Sr Jorge Lourenço classifica mesmo aquilo que viu como sendo engenhos voadores, e não tinha forma. Põe de parte serem meteoritos.

Aquelas naves não emitiam qualquer ruido, apesar da sua velocidade ultrapassar quatro vezes a barreira do som.

A Dª Maria Lourenço, comentou com um vizinha sua que também viu ela acha que aquelas luzes não eram normais.


Luís Aparício

atualizado em Segunda, 06 Agosto 2018 20:59
 
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