Cristo-Rei inaugurado com movimentações no sol PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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artigos da APO - Apariçoes
Escrito por Luís Aparício   
Domingo, 17 Maio 2009 17:26
Comemora-se hoje o quinquagésimo aniversário da inauguração do Cristo Rei, localizado no outro lado do rio Tejo em frente a Lisboa. Foi em 17 de Maio de 1959, Américo Tomás, presidente da Republica Portuguesa chega atrasado à inauguração devido à dificuldade de abordagem do barco ao Porto Brandão. O cardeal patriarca e muito bispos assistem podem pela primeira vez celebrar as suas liturgias na mais imponente estátua religiosa em Portugal, são 110 metros de altura e foi erigida tostão a tostão, com as dádivas populares. Dizia-se que era para comemorar a não entrada dos Portugueses na segunda guerra mundial.
Lá alto, algo misterioso, uma mancha deslizava no céu sem que em terra se apercebessem da sua identidade, era possivelmente um carro dos Deuses, os mesmos carros que vêm embelezar o grande palco, que são as aparições marianas.

O sol eterno companheiro dos Portugueses, tinha abalado. Outro no seu lugar apresentava um ar triste e rodopiava, podia ser olhado sem ferir a vista. Havia uma testemunha que em 13 de Outubro de 1917 tinha estado em Fátima e afirmava que era precisamente a mesma coisa. Era novamente o milagre do sol, alguém do alto queria vir à festa e solidarizar-se com aquelas cá deste jardim.


A rigidez do protocolo impediu que aqueles que estavam nas tribunas oficiais presenciassem o espectáculo. Ficaram assim as movimentações do sol, acessíveis sómente à mole humana que para lá tinha afluído.
Recentemente conheci em Lisboa um homem com 60 anos, que também lá tinha estado e também relata as movimentações do sol.

Esse espectáculo tinha sido quase silenciado, era preciso não fazer concorrência a Fátima, apesar da grandiosidade daquele evento. Após a queda do antigo regime, Vítor Medanha, jornalista do Correio da Manhã, publica em 1974 um artigo, alertando para o que aconteceu.
Em 2005 o site da APO publica esse artigo do Correio da Manhã na íntegra. Num artigo a seguir publica as fotos que o antiquário Luis Beja, tinha adquirido à família dum fotógrafo profissional há poucos anos falecido.

Para que não se esqueça o marco que representou para a nossa engenharia civil a inauguração desse monumento religioso e para que nos lembremos da tentativa de comunhão connosco de forças muito poderosas que lá do alto vieram solidarizar-se e estarem presentes, convidados os leitores a lerem os artigos que em 2005 publicamos.

Queremos agradecer ao comandante Júlio Guerra que nos deu esta informação, ao jornalista Vítor Mendanha e ao antiquário Luís Beja que possui o espólio das fotos.

Sol rodopiava no Cristo Rei

Inauguração do Cristo Rei

Nota:
Para que não seja levada de ânimo leve a afirmação «comungar connosco», é bom relembrar aquilo que aconteceu em 16 de Janeiro de 2004 na Asseiceira (Rio Maior). A partir das 14,30 horas desse dia, e já iniciado terço apareceu uma nuvem branca no céu, que se posicionou mesmo por cima da Asseiceira. Passados momentos a nuvem formou-se em duas e dava para ver que tinha a forma dum coração. Ora um coração na nossa linguagem um coração é igual a «eu gosto de ti».
No fim do terço a nuvem saiu da vertical da Asseiceira e foi deslizando para sul.

A Asseiceira foi em 16 de Dezembro de 1954, palco da maior aparição mariana que já houve cá em Portugal. Desde 16 de Maio de 1954 a 16 Janeiro 1955, uma Senhora muito bela, aparecia todos os meses, às 14,23 horas.

Luís Aparício

atualizado em Terça, 12 Abril 2011 18:54
 
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