MUTILAÇOES NO GADO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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artigos da APO - Mutilações
Escrito por Luís Aparício   
Domingo, 28 Novembro 2004 16:32
As mutilações no gado começaram a ser publicadas em 8 de Setembro 1967 quando o irmão de Nellie Lewis descobriu o seu pony Lady no Vale de St. Luis - EUA, morto. Todos os tecidos desde o inicio do pescoço até ao focinho tinham sido retirados e os ossos do pescoço expostos, estavam esbranquiçados como se estivessem à anos ao sol.
Esta foi a primeira vez que a imprensa mundial pegou neste assunto, mas em Angola o investigador de ovnilogia Luis de Matos contou-me que no inicio dos anos 60 ele viu um circulo queimado em plena selva. Os animais selvagens que por ali andavam, torneavam o circulo e nenhum deles ousava passar por cima dessa zona queimada. Mesmo perto deste circulo foram encontrados alguns animais mortos. Com a ajuda de trabalhadores ao seu serviço analisaram as carcaças e notaram somente um pequeno orifício. Então abriram esses animais e verificaram que não tinham nenhuns dos órgãos internos.
Desconhecendo os problemas o L. Matos entrou nesse circulo queimado. Passados dias começou-lhe a cair o cabelo, não ter apetite, diarreias, sem força. Consultou um médico e foi-lhe diagnosticado que esteve perante uma fonte de radiações de alta intensidade.
As mutilações mais parecem ter sido feitas por bisturis extremamente afiados, os cortes são finos , as linhas parecem sido sujeitas a altas temperaturas (130 graus Celsius) ou mais deixando uma aresta dura e escurecida. Os cortes por vezes notam-se que foram feitos muito rapidamente , porque não há inflação das células que se segue dentro de alguns minutos após o traumatismo.


Como se vê pela foto ao lado a principal zona mutilada foi a boca, mas em outras vezes são as nádegas. A hipótese extraterrestre é para mim a mais provável, visto que analisando o caso acima descrito em Angola, quem tem possibilidade de chupar através de pequeno buraquinho todos os órgão internos, incluindo o sangue, além de deixar as tais marcas no solo, como sejam zonas calcadas, parecidas com se fossem trens de aterragem.

Luis Aparicio

atualizado em Domingo, 26 Fevereiro 2012 17:00
 
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