A Verdadeira América PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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artigos da APO - Astronomia
Domingo, 26 Agosto 2007 19:10
Moro em Primavera, Estado de São Paulo, Brasil. Durante mais de vinte e cinco anos realizei pesquisas sobre os verdadeiros conhecimentos científicos das civilizações mesoamericanas. O resultado dessas investigações foi publicado em 2003 com o título “A Verdadeira América” René Haurón. Em comprovações científicas, demonstro que as atuais configurações sobre o calendário mesoamericano, Maia/Asteca, estão totalmente erradas e inconsistentes, dado que desde a descoberta do continente americano, foi definido como o mesmo estar composto por três sistemas de contagem. Um civil de 365 dias, outro religioso de 260 dias e o terceiro método aonde ambos se cruzam em 18.980 dias.

O autor desmente essa possibilidade, dado que astronomicamente não existem condições numéricas sobre essas cifras.

O calendário mesoamericano na verdade está composto de um único sistema. Este método de contagem do tempo registra quatro passagens da Terra ao redor do Sol e não somente um giro da Terra como estamos habituados com o calendário que nos rege, o Gregoriano.

Na Holanda, em www.mayaweb.nl , na seção de artículos, podemos ler um dos capítulos do livro de René Haurón sobre a pirâmide de Kukulcán de Chichén Itzá, México. Assim como também em www.arqueologiamericana.com.br no artigo sobre “A Pedra do Calendário Solar”.

Literalmente a descoberta muda totalmente sobre o sistema de controlar o tempo deixado pelos ancestrais dos americanos e logicamente sobre o método de leitura dos enigmáticos hieroglíficos atualmente não bem compreendidos.

René Haurón ainda nos afirma que o calendário megalítico de Stonehenge foi construído pelos Náhuatls, nome do grande império da atual América e anteriores aos Maias. Os desenhos da Pedra do Calendário Solar e os dolmens de Salisbury são semelhantes. Isso nos leva a pensar que existem realmente, grande possibilidades de intervenções alienígenas no passado?

O autor tem o prazer de demonstrar, no livro inédito sobre essas questões, uma chave poderosa que nos abrirá um mundo bem diferente sobre a história universal.

A PIRÂMIDE KUKULCÁN DE CHICHÉN ITZÁ


Pelos livros escritos ao começo da conquista pelos indígenas, sabemos que Chichén Itzá foi fundada por uma tribo do povo Maya-Chontal denominados de Itzaes. Aparentemente os Itzaes vieram do Oeste da Península de Yucatán.

Chichén Itzá (elevada como Patrimônio da Humanidade em 1988), provém da língua Maia, aonde CHI= Boca, CHEN= poço e ITZÀ é a tribo que a fundara. Assim, Chichén Itza significa literalmente, “A Cidade ao Borde do Poço dos Itzaes”.

Calcula-se que entre 415 e 435 DC, começaram as primeiras edificações do povoado em uma combinação de estilos regionais de Puuc e Chenes.
Aproximadamente em 500 DC foram construídos os edifícios hoje conhecidos como Igreja, Akab-Dzib, Casa Colorada, Casa do Cervo e o das Monjas.

Os Itzaes conquistaram o lugar nos finais do período clássico Maia introduzindo o culto a Kukulcán. Implantaram sistemas militares e uma série de elementos culturais chamados atualmente de Maya-Yucateco. Foi neste estágio que foram construídos, dentre outros monumentos, o Jogo da Pelota, El Caracol e os templos dos Jaguares e a do Homem Barbado.

Em torno de 975 DC, os Toltecas se apoderaram da cidade implantando seus estilos e se misturando as tradições Mayas. Os conquistadores Toltecas se evidenciaram com suas esfinges de serpentes emplumadas (Quetzalcoatl), decorando vários edifícios, colunas e pilares com as enormes cabeças dos ofídios. A célebre estátua de Chac Mool representa a evidência e a influência Tolteca em Chichén Itzá.

Aproximadamente em 1200 DC, o local sofre novamente outra invasão. São os Príncipes de Mayapán que a conquistam e introduzem o culto ao Sol, ao fogo e a guerra. Nesse período se constroem o templo dedicado a Vênus (segundo os especialistas), o Tzompantli (muro dos crânios), o Mercado, o Grupo das Mil Colunas e a pirâmide El Castilho (atualmente conhecida como a pirâmide de Kukulcán).
Com a hegemonia da cidade de Mayapan como centro do poder, Chichén Itzá se despovoa lentamente e continua somente como lugar de peregrinação e cerimônias litúrgicas em particular no Cenote Sagrado (poço) e na pirâmide El Castillo.

Praticamente abandonada, Chichén Itzá somente é redescoberta por Jhon Stephens e F. Catherwood em 1841, guiados por descrições deixadas por Frei Diego de Landa.
A seguir, vieram os exploradores e arqueólogo Lê Plogeon (1876), Holmes (1895) e Mauddslay (1900).

De todas as formas, Chichén Itzá só seria reconhecida internacionalmente graças a Edward Thompson com as ricas peças retiradas do Cenote Sagrado nos primeiros anos do século XX.
Após Thompson, grupos de especialistas mexicanos e estrangeiros começaram a resgatar da densa mata a fantástica cidade. Atualmente o complexo se encontra aos cuidados do Instituto Nacional de Antropologia e História do México.

El Castillo, ou Pirâmide de Kukulcán como ela é mais conhecida, com certeza é a construção mais importante de Chichén Itzá. Ela foi construída sobre uma base piramidal com planta quadrangular em nove corpos superpostos. Possui um pouco mais de 3.000 m2 de base e se eleva a 30 metros de altura. No sopé, ou seja, na plataforma superior, foi construído um templo, um quarto com dinteis de madeiras lavradas e teto em abóbada de estilo Maya rodeado de um estreito corredor. Na entrada do templo, duas colunas semelhando serpentes sustentam o dintel exterior da porta.

Esta magnífica construção sempre foi interpretada pelos entendidos como a expressão material de um calendário, dado que a soma dos degraus das quatro escadarias existentes somadas a plataforma superior comum aos quatro lados, totalizam 365 degraus ou dias do ano solar. Em cada uma das fachadas, ou em cada uma das caras da pirâmide, existem 52 lápides representando cada um dos períodos de união dos calendários civil de 365 dias e religioso de 260 dias.

Segundo as lendas, corroboradas pelos entendidos, a pirâmide de Kukulcán foi construída em oferenda do deus milenar dos Maias, a serpente emplumada Quetzalcoatl.

Ainda esses mesmos estudiosos e especialistas afirmam que a pirâmide em questão mostra exatamente o calendário civil de 365, o religioso de 260, e o de longo percurso aonde ambos se encontram a cada 52 anos.
Ao se multiplicar 365 do calendário civil pelas 52 lápides, obstem-se 18.980 dias.
E, ao se dividir esses 18.980 dias pelos 260 dias do calendário religioso, tem-se o total de 73 anos tidos como litúrgicos.

Dessa forma, a cada 18.980 dias, o calendário civil tem percorrido 52 anos de 365 dias e o religioso, exatamente 73 anos de 260 dias.
Para resumir, isso demonstra que a cada 18.980 dias existe uma coincidência entre os dois calendários e nasce assim, um método de contagem advindo dessa operação matemática e ainda mais um outro, denominado de Grande Ciclo com 5.125 anos.

Caro leitor... Quê imaginação!!!
Que fertilidade de reprodução!!!
Peço-lhe que a partir deste ponto preste muita atenção aos dados, pois é aqui, neste ponto que surge o grande teorema que vamos resolver sem recorrer a subterfúgios nem mágicas.
Não se trata de uma nova teoria a respeito da pirâmide.
Não lhe apresentaremos um novo problema para você resolver.

Vamos lhe demonstrar quanto de simples, porém contundentes representam os verdadeiros números sobre as pistas que existem na pirâmide de Kukulcán de Chichén Itzá.
Estes novos números estão explicitamente na pirâmide. Não vamos agregar nem sequer ignorar qualquer um deles.
Matematicamente, os números anteriores estão corretos. Irrepreensíveis.

91 x 4 = 364
364 + 1 = 365
365 x 52 = 18.980
18.980: 260 = 73

Mais... Estão completamente errados.
Pois foram desfalcados para que essas cifras possam existir nessa forma e configurar assim o calendário materializado na grande pirâmide de Kukulcán.
Os dados que nos apresentam estão literalmente castrados.

A pirâmide tem na realidade, não somente 52 lápides e sim, um total de 208 lápides.
Pois para somarem 364 dias, empregaram os 4 lados da pirâmide com as 4 escadarias de 91 degraus cada uma.
Ali empregaram só uma das caras... e somente uma das suas 52 lápides!!!
Qual foi o motivo de somente terem contabilizado as lápides de uma só das suas caras?

A minha resposta... Porque se tivessem empregado outro número e não aquele que se afirma, não poderiam apresentá-la como um método que contabiliza um calendário civil de 365 dias, outro calendário de 260, aonde ambos converge aos 18.980 dias e um outro mais complicado ainda de 5.125 anos.

Não poderiam ter inventado o que até este momento sabemos a respeito do calendário americano.
E, não se enerve, teriam que reconhecer publicamente, que modificaram e corrigiram o calendário Juliano se norteados pelos dados científicos e astronomicamente exatos do calendário americano.

E mais. Teriam que reconhecer que a primeira revolução científica da Europa, também se deveu ao copiarem as ciências matemáticas e o conceito sideral dos americanos (índios...) aonde o Sol era o centro de nosso universo e não ser a Terra, a teoria do astrônomo e geógrafo grego Cláudio Ptolomeu.

Finalmente ainda, reconhecer, que realizaram o maior e mais deslavado plágio a custa desses “índios”
Ainda é tempo.
Praticamente desde a descoberta do continente até nossos dias sabemos que o calendário americano está composto por três métodos de contagens do tempo.


- 01 calendário civil de 365 dias profanos.
- 01 calendário religioso de 260 dias litúrgico.
- 01 calendário longo de 18.980 dias secular americano
E ainda um outro método criado não há muito tempo.
- 01 calendário do Grande Ciclo Maia de 5.125 anos...

Todos esses dados nasceram, inventaram e ou adotaram a partir de números, hieróglifos e desenhos decifrados incorretamente ao longo dos últimos 500 anos.

Existem 5 (cinco) erros fundamentais e não empregados para configurar a verdadeira pirâmide de Kukulcán.

a- Desconsideraram o disco do calendário.
b- Utilizaram só uma das caras de 52 lápides.
c- Contabilizaram a plataforma superior como sendo 1 dia.
d- As 2 (duas) cabeças de serpentes em uma das escadarias.
e- As 9 (nove) plataformas sobrepostas da pirâmides.

Vamos explicar?

a- O disco do calendário, pois se trata de um artefato circular, está catalogado como simples objeto de “culto solar” dos Maias e se encontra atualmente em uma das inumeráveis prateleiras do Museu Nacional de Antropologia e História da Cidade de México. A peça foi descoberta pendurada na parede central do templo da pirâmide e levada posteriormente para seu atual domicílio sem antes arrancarem de seu centro um disco incrustado, possivelmente de ouro representando o Sol. Ainda no interior do círculo, margeando seu centro, existem 4 (quatro) divisões bem definidas com incrustações em placas de turquesas, conchas e piritas.
O diâmetro do precioso objeto fica em torno de 24 cm. Em cada uma das divisões, podemos conferir pequenos círculos bem definidos, somando um total, com seu centro, de 5 círculos ou sois. Bordeando o mesmo, podemos contar 16 (dezesseis) dentes proporcionalmente distribuídos. ( confira na fotografia anexa)

b- Margeando as 4 (quatro) escadarias de 91 degraus cada uma, existem 26 lápides finamente trabalhadas, totalizando para cada cara da pirâmide, 52 lápides. Como a pirâmide tem 4 (quatro) lados ou seja, 4 (quatro) caras, existem exatamente 208 lápides em total.
c- Se ascender-mos as escadarias da pirâmide degrau por degrau, vamos conferir que existem somente 91 degraus. Desde o primeiro degraus até a plataforma superior. Isso descarta que a plataforma superior, apesar de ser comum aos quatro lados, sirva para acrescentar mais um aos 364 degraus existentes nas 4 (escadarias).
d- Existem no começo de uma das escadarias, a principal, com seus 91 degraus, duas cabeças de serpentes extraordinariamente trabalhadas que na atualidade serve para chamar atenção somente para o jogo de luzes e sombras em duas determinadas épocas do ano (equinócios – Março e Setembro) quando dizem ser o próprio símbolo de Kukulcán descendo do sopé da construção em sete triângulos até iluminar a cabeça da serpente da escadaria principal.
e- Kukulcán foi construída em 9 (nove) lanços (plataformas) acompanhando desde a sua base o mesmo grau de inclinação íngreme até a sua plataforma superior por um motivo muito especial não compreendido até o presente.


Atrelam às configurações do calendário americano um método tido como “calendário religioso” assegurando que o mesmo contabiliza 13 meses de 20 dias cada um totalizando 260 dias.
Essa afirmação não procede. Afirma-se que ela deriva dos 20 (vinte) desenhos estampados em muitos hieróglifos, em monumentos remanescentes da destruição dos conquistadores, em milhares de lápides e até nos mitos até agora difundidos.

Não procede repito, pois não existe nenhum documento ou pistas sobre a existência desse método a não ser a sua aparição bem após a conquista da América e em livros supostamente resgatados das crônicas de alguns Maias ou Astecas que as transmitiram para serem perpetuados.
Nos poucos documentos existentes não existem nada que o confirme e pelo contrário, e disso não podemos duvidar, eles aparecem, falando sobre o calendário religioso, dedicados aos deuses ou como ainda é chamado: Tzolkin, muitos anos após Hernán Cortez subjugar Tenochtitlán, precisamente no ano 1521.

O atual Tzolkin é, na realidade, uma pantomima inventada e apresentada ao mundo na forma em que se conhece atualmente, como forma de expiar as atrocidades cometidas desde a época da conquista.

Reconheço que não vai ser fácil colocar o verdadeiro calendário substituindo um pseudo-sistema empregado por milhares de pessoas inescrupulosas que afirmam ele ser mágico.
Sei, em contrapartida, que os fundamentos dessa tentativa estão firmemente ancorados na lógica.
O verdadeiro método calendárico dos americanos, as ciências alcançadas, as glórias conquistadas, foram drasticamente desvirtuadas, arrebentadas, castradas e quase totalmente apagadas de forma a deixá-lo irreconhecível e irrecuperável para acobertar, como já dize o grande plágio perpetrado 125 anos após da grande fogueira acesa pelo Bispo Diego de Landa.

O autor da obra contesta, sem exclusão, todas as referências até este momento asseveradas sobre o sistema de controlar o tempo pelos ancestrais dos americanos..
Mas como não basta somente contestar, dizer que são mentiras, que estão erradas, que seus cálculos não procedem e coisa e tal, vai mostrar e provar como são na realidade e por que foram, se me permite, estupidamente deturpadas.

Já com os novos elementos, vamos rever os dados que a pirâmide de Kukulcán nos entrega.
a: Ela tem 4 lados.
b: Existem 4 escadarias por lado.
c: Cada lado tem 5 2 lápides.
e: Cada escadaria tem 9 1 degraus.
g: Na plataforma superior, 1 templo
h: Foi construída em 9 plataformas.
i : Existe um disco com 1 6 dentes.
j : 02 cabeças de serpentes.


Com estas informações, entregues, realmente, pela Pirâmide de Kukulcán, agora completa, vamos demonstrar o verdadeiro significado dessa fantástica construção e desmistificar para sempre a serpente, motivo atual da sua indevida fama internacional em detrimento do sistema de controlar o tempo do planeta e logo, tentando desmerecer a própria América.
Mente-se em forma descarada quando se trata da América.
A história que conhecemos não é a verdadeira.
Este trabalho vai mostrar ao mundo, A Verdadeira América.
Apesar da serpente turística, colocamos as suas cabeças como de importância fundamental para compará-la à Pedra do Sol ou Calendário Asteca e ao códice Borgia e dezenas de outros documentos na correção fina do calendário.
Aquela correção efetuada no próprio Calendário Gregoriano e que denominamos de correção do ano secular e que se realiza a cada 100 anos, ou seja, a cada 36.526 dias mais ou menos.
No Calendário Americano, esse mesmo tipo de correção, com tempo diferente, representa 1 (uma) era.

E cada era do Calendário Americano, tem 46.751 dias.
Isso porque o calendário arquitetado pelos nossos ancestrais contabiliza ininterruptamente os dias de 4 (quatro) giros da Terra ao redor do Sol e não como se acredita em 365 dias similar ao Gregoriano.
E foi nessa contagem, a do Gregoriano (naquela época ainda Juliano) que o atrelaram erradamente.
Não conceberam que pudesse existir um sistema que operasse diferente aos 365 dias...
Na pirâmide, existem 2 (duas) cabeças de serpente que, como marcas, assim como os oitos círculos nos contornos da Pedra do calendário Solar e os 32 tubinhos no centro do Borgia, estão nos indicando uma valiosa informação extra.
As 2 cabeças de serpentes (comprimento do tempo) multiplicados pelos 16 do total de grupos de 91 dias, que definem as estações do sistema, nos entregam o total de 32 anos cíclicos ou 128 passagem no mesmo ponto ao redor do Sol com a suas correspondentes correções e, portanto, a média astronômica do método empregado para controlar o tempo. 46.751 : 128 = 365,2421875

Com essa exatidão, o Calendário Americano consegue perder 1 (um) dia a cada 400.000 anos.
O Calendário Gregoriano perde 1 (um) dia a cada 3.226 anos.

No capítulo correspondente às correções do calendário lunissolar, e digo lunissolar, pois o calendário americano controlava ao mesmo tempo os movimentos da Terra ao redor do e Sol e a Lua ao redor de nosso planeta, conferimos que essa média se aproxima do cálculo absoluto com mais precisão que a do atual Gregoriano.
Passamos a decifrar a pirâmide. A serpente pode esperar...

A Pirâmide de Kukulcán tem 4 (quatro) lados. A multiplicação das 4 (quatro) caras pelos indícios que ela nos entrega muda totalmente a versão que temos até este momento sobre a mesma. Veja:
4 caras multiplicadas pelas 4 escadarias de 91 degraus = 364
4 caras multiplicadas pelas 52 lápides de cada cara = 208
4 caras multiplicadas pelos seus 4 lados = 16
4 caras multiplicadas pelas 02 cabeças de serpentes = 8
Com esses números básicos, obteremos todos os outros numerais empregados pelo processador.

4 x 91 364
364 x 4 1.456
1.456 : 91 16
4 x 4 16
26 x 2 52
52 x 4 208
208 : 16 13
52 : 4 13
364 : 52 7
1.456 : 52 28
7 x 4 28
364 : 7 52
13 x 4 52
208 : 4 52
1.456 : 364 4
364 : 91 4
4 x 4 16
28 : 4 7
1.456 : 208 7
9 – 4 5
9 x 2 18
5 x 4 20
18 X 20 360
360 X 4 1.440
1.440 + 20 1.460
364 : 4 91
1.456 : 16 91
20 : 13 1 , 5 3 8 4 6 1 5 3 8
7 x 52 364
364 x 20 7.280
1.456 x 20 29.120
364 x 1,538461538 560
1.456 + 5 1.461
5 x 20 100
1.461 x 20 29.220
91 : 1,538461538 80
29.220 : 80 365,25
365,25 x 4 1.461
91 x 1,538461538 140
560 : 140 4
29.120 : 140 208
8 x 4 32
1.461 x 31 45.291
45.291 + 1460 46.751
46.751 : 32 1.460,96875

1.460,96875 : 4 3 6 5 , 2 4 2 1 8 7 5

Uma verdadeira SERPENTE de números!!!


Desejo lhe informar, que todos os dados extraídos da Pirâmide de Kukulcán existem em todos os outros documentos. Nos hieróglifos, nos monumentos, nas lápides, nas outras pirâmides, nos livros remanescentes, em artefatos e nos mitos ainda vivos da civilização que criara essas ciências fantásticas. Comprova-se ainda, que esse método era de conhecimento de outros muitos povos americanos. Existem pinturas rupestres, petróglifos e artefatos denunciando essa possivilidade.

Posso lhe assegurar que ficará feliz e orgulhoso de pertencer a este maravilhoso continente. Afinal, América é o berço de todas as civilizações e não como tentam e até conseguem convencer, que nós, os americanos somos os últimos em sermos civilizados.
Com todos estes dados e seus resultados extraídos da simplicidade da pirâmide de Kukulcán, podemos resgatar vários outros.

Dados que, por sinal, podemos confrontar com inteira segurança, no Sistema de Processamento de Dados Milenar, nos códices, nas lápides, nos hieróglifos nas construções, nos monumentos etc.
Existe uma Tabela (folinha) em um capítulo específico do livro para confirmar dia a dia todos estes dados.

Agora, sim, vamos, com esses números obtidos, desenrolar a Serpente, muito bem representada, aliás, na pirâmide. Pena que até agora, corrompidos.
Da simplicidade aparente, uma “Babel” de informações inimagináveis para qualquer ser humano.

Pelos meus cálculos, a serpente está pronta para dar seu bote mortal.
Não tenha medo, ela só serve, por enquanto, para produzir assombrações.
Vamos desenrolá-la com extremo cuidado e interpretar esses números que nos mostrarão, sem dúvida:
As verdadeiras informações que a Pirâmide de Kukulcán nos entrega desde as ruínas de Chichén Itzá na Península de Yucatán.
Poderia ser alguma outra coisa, porém, salta à vista, que também a pirâmide representa um sistema.
Um Sistema de Processamento de Dados Milenar Americano.


Me ajude a desenrolar esta cobra...


364 dias de cada um dos ciclos do calendário.
1.456 dias dos 4 ciclos do calendário.
16 estações de 91 cada um durante 1.456 dias.
208 total de fases lunares nos 4 ciclos.
13 meses lunares de 1 ciclo.
7 dias de cada fase lunar.
28 dias de mês lunar
26 lápides margeando as escadarias de 91 degraus.
(Verifique na Pedra do Calendário Solar Asteca as 26 marcas entre os 8 círculos externos)
52 total de fases lunares em 1 ciclo e total de meses lunares
nos 4 ciclos do calendário lunissolar.
4 total de fases lunares para cada mês lunar.
18 total de meses para cada ciclo.
5 total de dias para completar 1.461 ou Ano Cíclico.
20 total de combinações de cada dia e total de dias de cada mês.
91 total de dias para cada estação.
1,5538461538 relação entre os rodas de tempo do sistema
7.280 total de combinações para cada ciclo.
400 total de horas para cada mês.
29.120 total de horas durante os 4 ciclos sem o tempo de passagem.
29.220 total de combinações para o Ano cíclico de 1.461 dias.
560 relação de giros da roda da lua em cada ciclo.
1.461 Total de dias do Ano Cíclico do calendário lunissolar.
100 total de combinações no tempo de passagem.
80 dias da relação de tempo.
365,25 dias promédio para cada ciclo em 364 dias.
140 dias de relação de tempo.
32 cada era do calendário.
31 contagem de Anos Cíclicos para determinar as eras.
46.750 total de dias nos 32 Anos Cíclicos (1 era)

Complementando:
O total de combinações existente no ANO CÍCLICO do calendário, isto é, o tempo processado e decodificado no calendário americano nos 1.4 6 1 dias, é de 2 9.2 2 0, que divididos pelos 4 ciclos nos entregariam 7. 3 0 5 combinações, que correspondem astronomicamente a: 36 5, 2 5 dias!!! Para cada ciclo de 364 dias.
Porém, a cada 32 anos cíclicos, efetua-se uma outra correção.
Fenômeno que 31 anos cíclicos de 1.461 dias mais um ano cíclico de 1.460 dias (sem correção), totalizam 46.751 dias, dado que nesse último ano cíclico não se agrega mais um dia, isto é, não se efetua a correção em 4 Ahau 8 de Cumhú, ficando o processador em sintonia com os posicionamentos astronômicos.

Logo mais conferimos, no capítulo correspondente à correção, que o tempo astronômico do calendário verdadeiro americano fica em 365, 2421875 dias para cada era.
Espantosamente perto do tempo astronômico absoluto de 365,242198 !!!
A relação que existe entre as rodas do Sol e da Lua permite que o processamento efetuado durante todo o percurso, entregue os dados para ele programado, de forma a serem decodificados permanentemente assim que solicitados. Inclusive as horas diárias, desde a data emergente até a data da correção efetuada em 4 Ahau 8 Cumhú.

Temos a grata satisfação de informar a todos que a temida serpente foi morta e que mostramos, não o pau, mas a própria serpente, morta.
Resumindo:
O calendário de nossos ancestrais têm 1 (um) só sistema de contagem.
Decodificava:
1.461 dias em cada Ano Cíclico ( 4 giros da Terra ao redor do Sol).
2 9.2 2 0 Combinações.
04 Ciclos de 364 dias.
19 meses em cada Ciclo.
76 meses em cada Ano Cíclico.
16 Estações de 91 dias nos 4 Anos Cíclicos.
52 meses lunares de 28 dias em cada Ano Cíclico.
208 fases lunares em cada Ano Cíclico.
13 meses lunares de 28 dias em cada ciclo de 364 dias.
52 fases lunares de 7 dias em cada ciclo de 364 dias
28 dias para cada mês lunar.
7 dias para cada fase lunar.
4 fases lunares em 28 dias.

Aqui sepulto definitivamente os métodos de contagem de tempo do Calendário Civil Haab de 365 dias, o calendário religioso Tzolkin de 260 dias, o calendário Redondo de Longo Curso de 18.980 dias e finalmente o calendário do Grande Ciclo com seus 5.125 anos...
A data emergente, tida como o “dia Zero”, que segundo os cientistas corresponderia a 12 de Agosto de 3.113 a C deverá de ser revista com bases lógicas apresentada na nova e verdadeira configuração do calendário.

Os vendedores de “esperanças” que usam o Tzolkin para enganarem incautos terão que ser recolhidos e jogados definitivamente no Cenote sagrado dos Itzaes.
O Calendário Americano é um método só. Não existem calendários Maias e Asteca.
O Tzolkín e o Haab o peram conjugados. Não existem calendários religiosos e civil independentes.

Temos verificado durante o tempo que trabalhamos nesta exaustiva pesquisa, que a partir destes dados lógicos extraídos sobre o verdadeiro método de contagem do calendário americano, podemos resgatar a verdadeira história da civilização de nossos ancestrais e datar corretamente todos os eventos. Decifrar finalmente os hieróglifos para acabar com os mistérios que ainda existem e recuperar a dignidade perdida durante a conquista pelos europeus.

Herege não é aquele que arde na fogueira.
Herege, é aquele que a acende.
Willian Shakespeare

Alguns dados importantes para lembrar-nos que a ASTRONOMIA, do grego astron (astro) e nomos (lei), se confunde com as origens das civilizações que, por necessidades de ordem prática, estabeleceram um método, guiados pelos movimentos celestes, a fim de obter conhecimentos astronômicos para a confecção dos calendários. A humanidade associou fatos ordinários da vida a fenômenos celestes, e dessa forma nasceu a astrologia, pseudociência à sombra da qual e por mitos séculos a verdadeira ciência, a Astronomia, viveu postergada.

Com o surgimento dos gregos (Anaximandro, Pitágoras, Parmênides e muitos outros), imprimiu-se o desenvolvimento científico que afastou a ingerência religiosa e os motivos políticos, procurando-se os conhecimentos reais e verdadeiros.
A influência da escola pitagórica, afirmando que os movimentos celestes eram circulares e uniformes, perdurou até a época de Kepler. Ao declínio da cultura grega, surgiu a astronomia árabe e, mais tarde, o reaparecimento de novo interesse pela ciência no mundo ocidental.

Nicolau de Cusa, Leonardo da Vinci, Giordano Bruno, entre outros sábios, registraram na história universal a passagem de seus conhecimentos. A era da astronomia moderna começa com Nicolau Copérnico. Este genial polonês elaborou um sistema cosmológico transcrita na obra “Das revoluções dos Corpos Celestes” .
Nessa nova teoria, o heliocêntrico, os fenômenos anteriores, recebem uma interpretação natural. Os epiciclos são apenas resultados dos movimentos da Terra.

De Copérnico a Johannes Kepler, a ciência dá um salto espacial. No ano de 1596 Kepler cria as leis que formariam as bases da moderna astronômia. Em 1619, com “Mistérios Cosmográficos” e “Harmonia do Mundo”, Kepler coloca a ciência astronômica no seu verdadeiro caminho. Mais é com “As Tábuas Rudolfinas” que se despede marcando um progresso considerável, sobretudo o já realizado e feito até aquela época.

Surge uma nova mentalidade.

Galileu Galilei. Suas obras geram polêmicas violentas e muitos dissabores. Em conjunto com Cristão Huygens, Galilei deixa uma herança para Sir Issac Newton que, em magistral trabalho, aplica os princípios mecânicos aos fenômenos celestes.
A gravitação controlava o movimentos dos planetas e seus satélites...
Ano de 1687!!!
Mas... estou lhes lembrando, que isso aconteceu exatamente 125 anos depois que Landa, o bispo Diego de Landa, ordenou, na última metrópole Maia, em Mani, na frente da Igreja de São Miguel, que se ateasse fogo em 5.000 efígies, dezenas de altares, recipientes de cultos e muitíssimas obras científicas e manuscritos.

A partir dessa data, 12 de Julho de 1562, o fogo, a picareta, os machados, os canhões dedicaram-se, nas mãos dos missionários, somente a obedecer a ordem do bispo.
125 anos após, essas ciências destruídas, ressurgem no Velho Continente e provocam a primeira revolução científica na Europa.
Entrementes, milênios antes dos conhecimentos que afloravam na Europa, o Sistema de Processamento de Dados, o calendário Lunissolar, arquitetado e desenvolvido pelos Náhuatls, estava se perdendo?

Não sabemos. Tudo indica que o verdadeiro sistema era conhecido e empregado. Mais ele foi condenado a desaparecer, pois no era igual ao método empregado pelos seus conquistadores. Desse ponto até a sua destruição, era um pequeno passo. Porém...

Restaram os documentos de cópias de cópias e as construções gigantescas como as fantásticas pirâmides que nenhuma picareta pode destruí-la. Estavam já assim, milênios antes da época da conquista do Novo Mundo? Acredito que não. Ainda permanecem altivas, mudas como pedras que são, com seu testemunho para nossos dias e para a posteridade.

Redescobertas, estamos prestos a preencher um vazio da história da humanidade que permaneceu por milênios na escuridão e no ostracismo.
Temos as provas para redigir uma parte importante da fantástica civilização que nos legou o único sistema astronômico lunissolar perfeito, para controlar o tempo e processar as informações do Sol, da Terra e do seu satélite natural.

A Verdadeira América e seu genuíno calendário ressurgem para, embora documentado em mudas pedras em forma de uma construção, a Pirâmide de Kukulcán de Chichén Itzá, nos trazer o conhecimento da real civilização americana.

Na maioria dos documentos remanescentes após a conquista da atual América, encontramos que o assento, o registro e o apontamento sobre o calendário americano deixado pelos seus criadores e inventores, está na construção da Pirâmide de Kukulcán.

Trabalho para arqueoastrónomos será contabilizar quantas eras Náhuatl se passaram até aqui. Talvez não tenha muita importância. Ou talvez seja de suma importância...
Epigrafistas mexicanos, guiados pelos atuais dados, estão tentando adequar as cifras matemática Maias com os valores dos novos cálculos sobre o calendário.

Segundo o arqueólogo Doutor Dhemian Barrales, especialista em epigrafes, calcula que seja o Baktún a cifra para definir a era de 46.751 dias em que se realiza a correção fina quando a precisão do mesmo atinge os 365, 2421875 dias para cada revolução da Terra ao redor do Sol.

Meus amigos leitores, estas últimas descrições sobre a pirâmide de Kukulcán, aonde se referem as sombras que se projetam nas suas fases pelos efeitos dos raios solares e tidos como o principal feito da construção, espero que não continue dominando nos centros de saberes, pois se isso não for possível modificar, é porque o homem merece.

Cada homem tem o que merece, pois ele é quem escolhe.
Aqui incluí parte de milhares de artigos sobre a Pirâmide Kukulcán para que o leitor, sem precisar saber outras línguas, possa, com os números, conferir os dados até agora conhecidos.

"O Castelo" em Chichén Itzá, México, foi erguido em harmonia com o calendário maia. São 91 degraus em cada um dos quatro lados, totalizando, portanto, 364 degraus. Com a plataforma superior, comum aos quatro lados, chegamos a 365 degraus... e dias! Todos os anos mais de 40.000 pessoas visitam a grande pirâmide para ver a silueta de uma cobra que aparece lentamente na lateral da escadaria com a movimentação do sol.

Ainda no México, cem quilômetros ao sul da capital, está a Pirâmide de Cholula que tem o plano da base maior que o da Pirâmide de Quéops. Ao norte, o campo de pirâmides de Teotihuacã cobre uma planície de quase 20 Km quadrados, e todas as construções escavadas orientam-se pelas estrelas. O texto mais antigo sobre Teotihuanã relata que ali se reuniam os deuses e se aconselhavam a cerca do homem, antes mesmo que o homo sapiens tivesse existido!

De qualquer modo, o centro turístico da Península de Yucatán já não será visitado só pelo jogo de luzes das escadarias, como também para admirar o primeiro calendário astronômico da humanidade, construído de pedras no continente americano.
Na Verdadeira América.

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