Próximo Encontro / Palestra da A.P.O

Próxima palestra

Local:  Espiral
Morada: Praça Ilha do Faial, 13 Lisboa (Dona Estefánia)

Data:  7 dezembro 2019 - 18 horas

Tema: Os ovnis na 2ª Guerra Mundial

Palestrante: Pedro Antunes

           Entrada livre

 

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      O CASO “RONCADOR “ PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
      Avaliação: / 57
      FracoBom 
      artigos da APO - Abduções
      Escrito por luisaparicio   
      Terça, 25 Maio 2010 21:22

      Este nome foi batizado pela minha esposa ao ser que durante a noite, geralmente após as 22:00 horas, fazia este barulho, parecendo ser no quintal de nossa casa em Peruibe. Pensávamos que fosse um animal que lá dormia, uma vez que a casa situa-se num lugar silvestre ,onde nas imediações existe muita vegetação, aparecendo os mais variados pássaros e animais. Este acontecimento durou alguns meses, sendo o som emitido ouvido inclusive pelos nossos vizinhos Sr. Noboro Endo e sua esposa Sra. Maria Lúcia Endo, ambos residentes no bairro Balneário São José. Estávamos acostumados com este “roncador”, cujo som era o mesmo de uma pessoa ou animal que respira profundamente e ronca. 

      No dia 18 de Janeiro 2000, pôr volta das 02:00 horas da madrugada, acordamos com o barulho do “roncador”, e como estávamos sem sono, levantamos para vê-lo , procuramos pelo quintal não o achando. Dirigi-me a um dos portões de entrada de veículos, ouvindo o som e não sabendo de onde vinha , passei a olhar para a rua e constatei que o som vinha do alto, mais precisamente da  frente de minha residência, no espaço, sobre o telhado de outra casa em frente a nossa.

      Com surpresa ouvi o som vir em minha direção, quando em vôo o barulho é igual ao de uma pessoa soprando no gargalo de uma garrafa, ele sobrevoou  o jardim de nossa casa.  Nisto minha mulher disse que ia subir ao pavimento superior onde existe um enorme terraço, para ver ou ouvir melhor.

      Ela subiu, e em seguida eu subi, ainda podendo ouvir pôr fração de segundos o som sobre a minha casa, percebendo sem ver o objeto que o mesmo deu uma volta , num ângulo de 45º e seguiu para o lado direito indo embora.

      Constatei então, que não se tratava de nenhum animal mas de um aparelho voador, talvez o mesmo que comentei anteriormente, o qual havia seguido minha esposa.

      O som emitido em vôo era diferente, como o barulho do sopro no gargalo de uma garrafa, e quando parado é como uma respiração profunda e um ronco.

      Quando eu saí do quintal para ver o que se tratava, pôr segurança coloquei na cinta uma arma de fogo e  acredito que pelo fato de eu naquele momento estar armado, foi o motivo do objeto ter ido embora! Depois da  ida do objeto, retornamos ao leito e após alguns minutos ouvimos , tanto eu como minha esposa um forte barulho, como se alguém tivesse pulado do pavimento superior e caído junto ao jardim. Levantamos da cama correndo, e ouvimos um forte estrondo dentro do meu automóvel, em seguida o vidro traseiro da Perua Ford Explorer, o qual é grande, foi arremessado a distância, cujos fragmentos, e pedaços chegaram a cair na calçada e no jardim . Um fato para mim inexplicável, porque sei que quando há inversão térmica o vidro trinca todo, mas não  é expelido a distância , como ocorreu .

      Na noite de 1 de setembro de  2000 , por volta das 22,00 avistei junto a parede do quarto uma pequena luz branca, do tamanho aproximado de uma bola de tênis. Prestei atenção na mesma e vi que apagava e acendia, em seguida trocou de lugar ficando mais para a direita . Olhei por todo o quarto para ver se havia alguma coisa que daria reflexo ou se a luz vinha da janela, através da veneziana, e nada existia que produzisse aquela luz.

      O quarto estava totalmente escuro, a minha mulher dormia e eu a acordei pedindo para ela virar-se a e olhar na parede e ela disse : “a luz  está brilhando azulada, eu já a vi algumas vezes aqui em nosso quarto”.

      Esta luz ou pequena sonda ficou em nosso quarto algum tempo. Dormi, acordei e ela lá estava brilhando junto a parede, as vezes apagava e acendia. Cansei de olha-la, e dormi novamente, desta vez com um sono profundo, não chegando a sonhar, foi como se tivesse sido anestesiado.

      Acordei às  4:09 hs  da madrugada, com minha mulher me balançando e dizendo: “ o roncador voltou, escute !”

      Foi difícil escutá-lo , porque estava chovendo e o barulho da chuva atrapalhava. Prestei muita atenção e ouvi o barulho de uma respiração profunda e em seguida o ronco , numa seqüência contínua.

      Ficamos em silêncio ouvindo o “roncador”  por alguns minutos , levantei-me e fui até a varanda, para ouvir melhor. Chegando à varanda  após abrir a porta da sala, ouvi nitidamente o rondo que vinha do alto, agora diferente, ou seja, parecia um apito, como já disse, o som do ar batendo no gargalo de uma garrafa.  Voltei ao quarto chamando minha mulher para ir até a varanda, sendo que ela negou-se a deixar o quarto uma vez que estava muito frio lá fora, diante de sua negativa resolvi deitar-me e o ronco continuou até às 5,00 horas.

      Ficamos contentes pelos acontecimentos daquela noite, principalmente em face ao retorno do “roncador”,

      Na noite de 13 de setembro 2000, por volta das 22,00 horas, fui até  a garagem para retirar do interior do veículo o aparelho de telefone celular que eu havia esquecido. Para abrir a porta do veículo tenho que acionar o pequeno aparelho junto ao chaveiro, desativando o alarme. Ao  apertar o botão o mesmo não acionou, achei estranho , parecia que a bateria estava descarregada. Abri a porta do veículo e este não disparou o alarme, achando também este fato estranho, retirei o celular do interior do veículo, fechando a porta do mesmo, e neste exato momento ouvi bem perto o ronco conhecido e este começou a se distanciar.

      Logo em seguida apertei o botão do aparelho acionando o alarme e este funcionou normalmente, reapertei o botão e este desligou o alarme,  voltei a aciona-lo e também funcionou. Em seguida entrei em minha casa, tranquei a porta e fui me deitar. Logo após alguns minutos ouvi um barulho diferente, como se fosse o de pás de um helicóptero em baixa rotação. Sai  novamente ao quintal não podendo ver o aparelho, apenas o barulho como se um helicóptero estivesse pousando com o rotor desligado, ouvindo apenas o barulhos das pás da hélice, em seguida o barulho afastou-se em direção ao bosque existente perto de minha casa, onde existe um lago artificial.

      Percebe-se que este objeto aproxima-se da nossa casa, paira no espaço logo acima, afasta-se em direção a este bosque, onde existe um areião e um lago, volta, faz manobras curtas sobre nossa casa, para no espaço e por fim afasta-se definitivamente em direção oeste.

      Nesta noite após o barulho de movimentação de pás de hélice parar por completo, vi no espaço a poucos metros de altitude algumas bolas de cor vermelha, que apareciam e se apagavam ficando invisíveis.

      Ao virar-me de costas para a rua para entrar em minha casa, senti como que recebesse uma esguichada nas minhas costas, coloquei como que por reflexo a mão e não  a senti molhada. Deitei-me e não estava me sentindo bem,dormi com muita dificuldade, passei a noite agitado, com sono intercalado, passando a sentir forte ardor nas costas. No outro dia pedi para minha mulher olha-la e ela disse : “ suas costas está parecendo um jacaré, sua pele esta toda pururuca, e tem 3 marcas juntas de cor vermelha”. Minha mulher esfregou-me com uma bucha de banho e passou-me uma pomada que nada adiantou .

      Esta irritação demorou alguns dias para desaparecer, ficando uma forte dor no músculo trapézio, a qual se estendia até o ombro direito.

      No outro dia , por volta das 12,00 hs.   avistamos algo parecido com  um balão branco, feito um losango , passar duas vezes sobre a Av. Padre Anchieta, a uns 15m de altura, ele apareceu  sobre esta avenida, nos fundos de minha casa, indo e voltando, não sabendo se subiu ou caiu, simplesmente desapareceu. Não vi tocha no mesmo , totalmente branco com luz fria interna, seu vôo era horizontal, e balão não vai e volta na mesma altura e direção.

      No dia 16 retornamos para a Cidade de São Paulo, encontramos na rodovia dos Imigrantes um trânsito acentuado, a neblina invadia a pista e a visibilidade era de 10 metros. Quando a cerração sumiu, isto já na planície, avistamos a uns 30 metros de altitude um objeto pouca coisa maior que uma caixa de sapatos, triangular, soltando um vapor  através da sua parte traseira, parado sobre a pista. Não pude parar o veículo em face ao fluxo excessivo , podendo  constatar que era parecido com um cofre, retangular, parecido com metal cinza, sem brilho, balançava um pouco, como que estivesse observando a subida dos veículos que vinham do litoral. Pudemos vê-lo nitidamente antes do nosso veículo passar debaixo dele.

      Na quarta-feira, dia 6 de dezembro, as 20,10 horas, ouvimos o barulho do  “roncador”. Ele sobrevoou a nossa casa, apitando varias vezes.  Em  dado momento ele passou em frente a  um enorme holofote que temos na parte superior da casa, e minha mulher pode vê-lo como sendo do tamanho de uma bola de futebol americano, medindo aproximadamente uns 30cm  de cumprimento por uns 10cm de altura, era dourado. Diante deste avistamento achamos que se tratava de uma sonda.

      Passamos a gravar  o som do aparelho, todas as vezes que ele aparecia.

      No dia 8 de dezembro , ele apareceu por volta das 5.00 horas da madrugada. Saímos à rua com o nosso gravador e fomos até a uma lagoa existente nas imediações.  O objeto fazia um vôo inteligente, vinha da direção da montanha, fazia um círculo sobre nossa casa e ia em direção a um areia existente nas imediações.

      Fomos em direção ao areião, ouvindo o objeto no espaço circulando a grande velocidade. Em dado momento ele mergulhou sobre nos, embora não o víamos , ouvíamos o seu som vindo em nossa direção, passou a poucos centímetros da cabeça de minha esposa que ficou muito apavorada, dando um grito forte , num reflexo de medo, seguindo em vôo planado sobre a relva em direção à montanha, não mais retornando naquele  dia.

      No dia 11 de dezembro , por volta das 22.00 horas, eu acabava de chegar a minha residência, e ao descer do veículo eu ouvi um barulho já conhecido,  assim, “bip- bip- bip” e com surpresa o som vinha do interior da cabine do veículo.  Abri a porta traseira da perua, ouvindo o mesmo passar perto de minha cabeça, saindo do  interior do veículo. Peguei o gravador e fiquei durante duas horas aproximadamente gravando o som emitido pelo aparelho. Naquele momento avistamos no céu uma nave de cor branca fosco, fazendo evoluções, a certa altitude, enquanto o “roncador” sobrevoava as nossas cabeças a pouca  altura.

      Neste dia o fato foi testemunhado pelo  pedreiro Sr. Rafael Oliveira Silva e pela nossa vizinha  Sra. Maria Lúcia Endo. O  pedreiro nos disse que em sua terra natal, várias vezes ouviu este som, e os sertanejos locais o chamam de “rasga mortalha”. Quando em vôo  fica invisível, e quando pousado aparece com uma luz amarela, com dois olhos vermelhos,  então ele é chamado de “Bacurau”.

      Afirmou ainda este senhor, que este objeto persegue os sitiantes durante as noites, mas não tem conhecimento de nenhum  mal que poderia ter causado .

      Por volta das 2.00 horas da madrugada , do dia 15 de dezembro, acordamos com o barulho do aparelho, pegamos o gravador,  o binóculo e a filmadora, e fomos ao pavimento superior da residência, quando vimos ao pé da Serra do Mar, várias luzes brancas cintilantes em movimentação e em cima da nossa casa sobrevoava o conhecido aparelho, estas luzes ficaram piscando durante aproximadamente uma hora e como estava garoando nos recolhemos e fomos dormir.

      Estas luzes, tanto no pé da  Serra da Juréia, como o seu deslocamento ao espaço, encontram-se gravados em filme no nosso arquivo, bem como o som da sonda sobrevoando a nossa residência.

      O morador na residência em frente a nossa, onde o aparelho ficava estacionado sobre sua  casa, pessoa saudável, com aproximadamente 45 anos de idade, cujo nome não posso mencionar pelo fato da família ser evangélica, de modo inexplicável ficou muito doente e em poucos dias veio a falecer de câncer  generalizado e após o seu falecimento o aparelho apareceu  pela última vez por volta das 6,00 horas da manhã, fez evoluções no local, voou em direção à Serra da Juréia e logo em seguida um enorme aparelho passou a pouca altitude , camuflado por uma fumaça branca arredondada, indo em direção ao mar. Esta foi a ultima vez que ouvimos o  “roncador”  voando sobre a nossa casa.   

      Extraído do Livro:
      «O Portal Contatos Alienigenas» da Madras Editora
      Gentilmente cedido pelo autor:  
      Comandante José Guilherme Raymundo

      Curriculo do autor:
      Pesquisador, Ufologo, escritor de Literatura Ufologica.
      Livros Editados e publicados: O Portal Contatos Alienigenas da Madras Editora; Aparições de Ovnis no Brasil, Editora Século 21;
      Escritor de Literatura Juridica;
      Livros Editados e publicados: Manual do Promotor de Justiça; Manual de Inquerito Policial e Ação Penal; Alcoolismo Psicotrópicos e Psicoses; Os Perigos no uso do Alcool e dos Entorpecentes todos da Editora Universitária de Direito.
      EX- Promotor de Justiça; Ex- Professor de Direito Penal e Processo Penal na Universidade Bandeirantes de São Paulo; Ex- Oficial da Patrulha Aerea Brasileira - PAB-; Ex- Inspetor Chefe de Agrupamento da Guarda Civil de São Paulo; Ex- Comandante Geral da Guarda Civil de Guarulhos/SP; Delegado de Policia Diretor da International Police Association e Comandante de Aeronave.
      Formado em Aviação; Formado em Filosofia, Psicologia, P h D em Psicologia;  Direito com Cursos de Especializações.
      Cursos Policiais: Formação de Investigador de Policia na Academia de Policia de São Paulo; Curso de Formação de Promotores de Justiça no Ministerio Público do Estado de Goias; Curso de Formação de Delegados de Policia na Academia de Policai de São Paulo;
      Cursos feitos na SWAT nos Estados Unidos; Curso feito na Special Forces/ USA.

      atualizado em Quinta, 24 Junho 2010 06:27
       
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