Quando os ovnis entram nos rios PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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artigos da APO - OSNIS
Escrito por Augusto Mora   
Terça, 12 Julho 2011 21:32

Muitos são os ovnis que são vistos a sair e entrar nos mares e oceanos. Outras vezes, parecem penetrar nos rios embora seja raro.A revista Nostradamus, na época, descreveu um caso dum disco voador que caiu num rio do Brasil, Província de S. Paulo. O desastre de que foi vítima o infeliz disco voador foi observado por vários pessoas no local, que vieram contar a ocorrência ás autoridades. Ou seja, numa tarde, os habitantes de uma pacata aldeia no Brasil foram surpreendidos por um forte barulho, a modos que um roncar forte, acompanhado de um barulho do tipo metálico, que passou por cima das cabeças das pessoas e curiosos que ali estavam por perto. 

As testemunhas viram então um objecto brilhante de cerca de 6 metros de diâmetro, com cerca de 1 metro de espessura na parte central. O objecto vinha em queda aparente e por pouco não bateu no telhado de uma casa ali existente junto a uma elevação. Na verdade, o disco voador parecia estar em dificuldades, chegando a colidir com uma palmeira que ficou com corte de entalhe profundo.

O objecto roncava, chocalhava e acabou por permanecer algum tempo suspenso por cima do rio que atravessava aquela vasta zona, situado no Brasil em plena selva.

O objecto parecia avariado mas, ao mesmo tempo, parecia estar a sondar o local para se preparar para queda certa, as pessoas que viram os factos pouco habituados a ver artefactos do outro mundo, ficaram surpreendidas.

As testemunhas informaram que, de seguida, o OVNI parecia tombar para um dos lados acabando por mergulhar nas águas pouco profundas do referido rio da Amazónia. Começando o ovni subitamente a borbulhar, com bolhas à superfície em vários lados do rio, ficando as águas rapidamente com aspecto lamacento e amarelo.

Após o ovni entrar na água do aludido rio, este fervilhou durante cerca de meia hora, tendo os pescadores da região colocado pedras na margem para assinalar o local da misteriosa queda do ovni.

Rapidamente numerosos peritos, interessados e curiosos, aparecem no local munidos de detectores de minas, sonares, maquinas fotográficas, projectores e sondas enormes, para vasculhar os 3 metros do profundidade do dito rio, e para observarem os destroços do artefacto que acabara de cair. Uma proeza que não iria ter precedentes uma vez que iriam apanhar um artefacto do outro mundo mesmo ali naquele rio de aldeia. Para tanto, bastava escavar os 3 metros do rio e teriam acesso imediato ao objecto do outro mundo. Pelo que o entusiasmo era grande.

As buscas prosseguiram por um dia inteiro, ao longo de 2 semanas, com a presença de vários jornalistas, num escavar contínuo, até alcançar o objecto desejado mas estatelado no fundo do rio. A proeza iria concretizar-se. Sendo incalculável o valor do achado e o interesse científico que ele iria proporcionar.

Para tanto, a população local torneou o rio, para ter acesso mais fácil ao artefacto afundado nas águas. Algumas máquinas e ferramentas foram utilizadas para poder aceder ao objecto, e, com absoluta certeza, iria ser encontrado o desejado ovni, destruído embora.

Mas, o objecto não foi encontrado....

As autoridades tiveram o cuidado de cortar a parte de cima da famosa palmeira que foi cortada pelo ovni. Há falta do objecto, ficou a palmeira para testemunhar o acidente.

As testemunhas, cerca de doze, informaram que quando o objecto tocou na água emitiu um silvo, como se a massa metálica do ovni tivesse incandescente. No entanto, nunca produziu qualquer vapor de água.

Ou seja, aquilo que parece, não é, em ovnilogia!

O ovni não caiu na água, efectivamente! Pelo contrário, tudo indica que preparou a sua entrada para aceder aos espaços interiores da Terra, penetrando em qualquer porta de entrada sem qualquer dificuldade nem obstáculos, como se portas invisíveis se abrissem num ápice, para logo de seguida se fecharem à mesma velocidade. Por outras palavras, desmaterializou-se para logo de seguida se materializar, no sossego das galerias interiores da Terra, como o fazem há milhares de anos de forma discreta sem que ninguém dê por isso.

 II - Queda de ovni no México

 Outro caso, desta vez no Iucatão, México, 1977, não muito longe de Palenque. Um disco voador sofrera uma varia e foi visto em queda, depois de destruir dezenas de árvores e ter deixado marcas profundas na terra movediça da margem.

 Várias testemunhas presenciaram o evento e avisaram a polícia e o exército. Os mergulhadores foram ao local e tentaram encontrar o engenho, que deixou várias bolhas de ar à superfície antes de desaparecer. As buscas foram inúteis, e só as árvores ficaram para testemunhar o ocorrido, ou seja, aquilo que a população tomou como certo: um disco voador que se afundara num rio, na verdade pode muito bem ter sido mais um fenómeno ovnilógico. Será que se afundou no rio o tal ovni?!!

 Por certo, não se afundou no rio, mas alguma coisa de misterioso ocorreu!

 Quem sabe, o ovni entrou nas cavernas e espaços interiores da Terra. E até hoje nunca mais se falou deste evento nem houve qualquer rasto do ovni.

 III

Duma maneira geral o fenómeno ovnilógico que não sabemos muito bem os seus objectivos opta sistematicamente pelo silêncio, deixando muitas vezes marcas cujo conteúdo não sabemos interpretar, o fenómeno não é coerente, dissimula-se, esconde-se, mas sobretudo engana-nos talvez para nos proteger. Daí muitos afirmarem que o fenómeno é real mas engana-nos como várias vezes se constatou no passado. Haja o que houver eles estão por aí, e, quase certo, não são hostis, pelo contrario, na maior parte dos casos são pacíficos e revelam alguma bondade tendo no passado efectuado bastantes contactos. Nos dias de hoje, de forma diferente e mais subtil contactam-nos pela via de uma nova realidade cujos objectivos não sabemos muito bem interpretar que alguns apelidam de abdução.

IV

Uma coisa parece certa muitos ovnis que nos visitam, não têm sido capazes de nos transmitir uma mensagem mais viva e capaz de nos tranquilizar. Apenas nos fazem acreditar que não pretendem interferir na nossa civilização não pretendendo quebrar a aparente ordem. De qualquer modo o fenómeno ovni não se apresenta hostil e parte dele apenas se deixa ver à distância. Ou seja, visitam-nos rapidamente, com ou sem contacto, para logo partirem de seguida na sua viagem. De todo o modo, realço que o número de avistamentos de ovnis são significativos parecendo que a observação do nosso planeta é continuada prosseguindo muitas vezes fins que nos escapam, mormente o estudo do nosso organismo, incluindo o método de reprodução. Muitos são os autores de livros de ovnilogia que, de uma maneira ou outra, vão dando novas informações. Apesar de tudo, o fenómeno é discreto e nunca se soube que houvesse troca de tecnologia.

V

Sem querer esgotar o assunto em análise, hoje já se fala mais abertamente de artefactos capturados aqui e acolá e depois recolhidos no local da queda, que os militares americanos continuam a ocultar. Muitos militares retirados ou afastados descrevem os discos voadores que viram em hangares e que se tenta a todo custo copiar. Ou seja, pretende-se saber o método de propulsão e as energias envolvidas. Embora se afirme que se conseguiu a capturar apenas 3 discos voadores que levitaram por alguns minutos. Apesar de tudo as informações que nos chegam são muitas vezes contraditórias e não merecem credibilidade. Informaram ainda alguns militares que trabalharam na área 51, a tal que não existe, que os americanos, USA, retêm alguns extraterrestres que haviam sido capturados devido a queda.

VI

Quanto aos discos voadores propriamente ditos sabe-se que têm habitáculo muito reduzido, tudo tem a forma redonda com bancos de assento muito pequenos como se de crianças se tratassem! Usando nas suas viagens farda e galões ao bom estilo de comandantes.

Augusto de Moura

atualizado em Domingo, 26 Fevereiro 2012 17:08
 
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