Abdução na Serra Arrábida em Abril 2005 PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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artigos da APO - Abduções
Escrito por Ricardo   
Segunda, 28 Julho 2008 07:26
A APO orgulha-se de apresentar um dos mais belos documentos sobre o contacto de seres extraterrestres e elementos da própria APO.
Em 2 de Abril 2005 vários membros da APO, após a palestra, resolveram ir fazer uma vigília para a Arrábida. No caminho iam dois carros, mas um deles foi levado com os seus ocupantes.

A uma das pessoas que estavam dentro do carro foi feita regressão hipnótica, pela Dra. Gilda Moura, tendo essa ocupante do carro posteriormente avivado recordações daquilo sentiu na ida, durante a abdução e depois no retorno à estrada. Pela primeira vez sabemos que um carro foi visto dentro de uma nave extraterrestre e temos uma visão das condições em que o mesmo estava.

Eis o relato da Carla Batista, já nossa conhecida pelas entrevistas que lhe fizemos e aqui colocadas no site da APO. Também os desenhos que a mesma fez, aliados às vividas recordações que a regressão trouxe, transforma este artigo num motivo de orgulho para a APO publicar este excelente artigo.



O que recordo conscientemente até ao dia de hoje (19 de Julho de 2008):

Juntámo-nos na entrada do Hotel Príncipe onde a APO se reúne mensalmente para as palestras, que ocorrem no primeiro sábado de cada mês.
Chuviscava por vezes e a temperatura em Lisboa estava agradável, tendo em conta a época do ano (Abril).

Enquanto aguardávamos o Luís Aparício, conversávamos sobre a vigília e as dúvidas surgiam em relação á possibilidade de vir a chover durante a mesma.

A Lua, apesar de não estar visível, estava em quarto minguante e até comentámos o facto da Dra. Gilda Moura ter-nos dito anteriormente que não era bom realizar vigílias nessa fase, por questões energéticas, pois poderíamos atrair “coisas” desagradáveis, tal como lhe aconteceu numa vigília realizada no Brasil, que por sinal, também foi numa praia.

Nessa altura éramos 5: Eu, o Abel, o Nuno Alves, a Lúcia (esposa do Nuno) e o Sílvio Guerrinha.
Mais tarde, o Luís Aparício juntou-se ao grupo, o que perfez 6 membros.

Dividimos o grupo em duas equipas de 3 pessoas e decidimos seguir caminho com dois carros.
Na carrinha do Luís Aparício seguiam ele, o Nuno e o Sílvio Guerrinha. No meu carro seguia eu, o Abel e a Lúcia. Eu no lugar de condutor, claro, a Lúcia ao meu lado (no “pendura”) e o Abel atrás.

Levávamos agasalhos e o equipamento habitual de vigília, mas desta vez com um acréscimo. Na véspera comprei um par de walkie-talkies com um raio de alcance de 5 km, a pensar nesta vigília e através deste sistema, fomos nos comunicando pelo caminho, mesmo contra a vontade do Luís Aparício.

Seguimos bem dispostos a conversar, com o Abel a “stressar” um pouco com os carros que seguiam á nossa frente e com a chuva que se começava a sentir de novo. Facto esse que me preocupava, pois além de não gostar de conduzir á noite, a percentagem de risco de acidente aumenta consideravelmente.

Antes de chegarmos á ponte 25 de Abril, avistámos á nossa direita a luz de uns holofotes que deviam pertencer a algum evento a ocorrer na altura e brincámos fazendo de conta que aquilo era um sinal “deles” a dizer que realmente iríamos ver algo na serra.

O primeiro momento estranho ocorreu ao sair da ponte, perto do placar luminoso que se encontra imediatamente á direita e que foi o seguinte:

Assim que passámos por ele, apagou-se repentinamente. Quando chegámos a uns metros mais adiante, voltou a ficar iluminado. Passo por ele muitas vezes e nunca o vi a ter aquele comportamento.

Este incidente, pode não ter tido nada a haver com o que se passou a seguir, mas deixou-me ansiosa, muito apreensiva e desconfiada.

Seguimos caminho, sempre com a chuva a acompanhar e a ficar cada vez mais intensa. Por vezes tínhamos que vir a uns bons metros de distância da carrinha do Luís Aparício porque causa do imenso tráfego. Comunicávamos por vezes via walkie-talkies para certificarmo-nos que estava tudo bem e no caminho certo, pois já não era a primeira vez que o líder do grupo se enganava naquele percurso.

Ao sairmos da estrada nacional para iniciar a subida pela estrada secundária da serra, a minha ansiedade aumentou e quase imediatamente as coisas começaram a acontecer.

Nesta fase já passavam das 23h mas tudo ocorria conforme planeado a nível de horários.

Lembro do Abel dizer que estava a ver duas “estrelas” no céu á direita, que pareciam nos seguir paralelamente. Aproximei-me da carrinha do Luís Aparício que seguia á frente e a nossa distância passou a ser de mais ou menos 5 metros.

O Abel repetiu por várias vezes o que via e a Lúcia confirmava também observar e estranhar as duas estrelas. Segundo o Abel e a Lúcia, uma era branca e a outra era vermelha. Ambas com uma luminosidade acima do normal para estrela.

Inexplicavelmente, nunca consegui olhar para a direita para ver as ditas estrelas.

A meio do percurso, comecei a sentir uma espécie de dormência ao longo do corpo, o ritmo cardíaco aumentou bastante, a minha cabeça e ombros pareciam pesar toneladas e o medo começou a tomar conta de mim, bem como o nervosismo crescente.

Ouvia o Abel e a Lúcia comentarem sobre as duas estrelas anómalas, que se encontravam já mais próximas e que nos acompanhavam. Comecei a sentir o carro a ser puxado para trás e a perder a força, como se fosse “desligar” a qualquer momento.

Como a dada altura pensei que o problema era de iniciar uma subida, comecei a reduzir as mudanças, pois pensava que o carro iria abaixo…terceira, continuava a ser puxado, segunda, nada e quando dou por mim, tive que meter uma primeira para dar um arranque, mas não adiantou de nada.

A sensação física aumentou consideravelmente e ainda consegui alertar que algo de estranho se passava, pois o carro estava a ser puxado para trás, a minha frequência aumentava e todo o meu corpo parecia vibrar com intensidade. A Lúcia encontrava-se já nervosa e o Abel dizia estar estranho.

A dada altura pedi que algum deles comunicasse á carrinha que algo de errado se passava e que era urgente pararem na berma para prestarem auxílio.

No meio daquilo tudo, dei por mim como que paralisada e sem conseguir falar. Queria pedir ajuda aos outros e não conseguia. Já não via a carrinha… para mim tinha desaparecido e isso assustou-me muito.

Durante segundos vi o exterior como que opaco, cinzento, com algumas nuances, como se estivesse a passar a alta velocidade. Não sentia a estrada por baixo do carro e de repente senti um solavanco forte.

Tudo isto durou pelo menos minuto e meio e, quando senti que já podia mexer os braços, peguei num walkie-talkies e pedi que parassem a carrinha porque “ou vai se passar algo, ou já aconteceu!”.

Tive que insistir várias vezes, pois o Luís Aparício só queria parar no Creiro e por estar naquele estado alterado, acabei por ser agressiva, dizendo palavrões até pararem a carrinha numa berma larga, na subida antes do entroncamento das estradas que vão para Portinho da Arrábida e para o Convento dos Capuchos. Essa berma ficava a uns 10 metros antes de uma curva apertada.

A muito custo consegui fazer o carro subir o resto que faltava até chegar ao local onde os outros já se encontravam á nossa espera.

Parei o carro atrás da carrinha, a Lúcia e o Abel saíram e eu fiquei uns momentos ainda dentro do carro, pois não tinha reacção nas pernas, de tão dormente que estava. Todo o meu corpo tremia e parecia não ter força. Estava assustada, nervosa e ao mesmo tempo zangada com o Luís Aparício, por ele não ter parado no momento em que pedi para o fazer.

Enquanto os outros relatavam os estranhos acontecimentos, aos poucos fui recuperando os movimentos e coordenação motora. Finalmente saí do carro e fui ter com os restantes, dizendo que algo se tinha passado e descrevi a todos o que vivi naqueles momentos.

Enquanto isso, o Abel começou a inspeccionar o exterior do carro e detectou o seguinte:

Apesar da chuva e da humidade que se faziam sentir, o carro encontrava-se seco e exalava um cheiro forte a químico.
Os pneus encontravam-se secos.
O motor, apesar da viagem ter iniciado em Lisboa, encontrava-se frio.
O tubo de escape encontrava-se frio.
O interior do carro encontrava-se gelado (temperatura consideravelmente baixa).

Depois de nos termos acalmado, decidimos continuar o resto do trajecto até á praia do Creiro e pelo percurso comecei a ter dores fortes num foco localizado abaixo do queixo, ligeiramente á direita.

Como me tinha queixado ao Abel e á Lúcia, quando chegámos á praia, resolveram contar esse pormenor ao resto da equipa que decidiu ver com a ajuda de lanternas, se detectavam alguma marca ou mancha na pele.

Apenas detectaram uma mancha avermelhada de mais ou menos 1 cm de diâmetro.

Como a chuva piorou a dada altura tivemos que nos recolher nos carros e acabámos por adormecer e regressámos a Lisboa na madrugada seguinte, assim que amanheceu.

O Luís Aparício e o Abel acabaram por ficar lá, por opção própria e eu acabei por trazer o Nuno, o Sílvio e a Lúcia, que tinham ficado hospedados na minha casa, pois eles tinham vindo de Sines na Sexta, regressando Domingo pouco antes das 12h.

Só com a claridade da manhã, repararam que eu tinha a cara inchada do lado direito, com uma mancha avermelhada e circular abaixo do queixo, sem marca aparente de picada.
As dores continuaram por uma semana e o inchaço desapareceu completamente dois dias depois.

Tudo o que está descrito acima foi mais tarde relatado á Dra. Gilda Moura, que decidiu fazer uma regressão numa tentativa de recuperar a memória da totalidade do evento, pois tudo indicava ter havido abdução.

Como a Dra. Gilda teve que regressar ao Brasil por uma temporada, só realizámos a dita regressão em Julho de 2007 e o resultado está descrito a seguir, através da transcrição realizada pelo meu amigo Luís Beja, que a meu pedido, me acompanhou durante todo o processo seguinte e assistiu a esta regressão, gravando-a em Mp3.




Regressão realizada a 6 de Julho de 2007, pela Dra. Gilda Moura para recuperar as memórias da abdução ocorrida na Serra da Arrábida, a caminho do local da vigília agendada pela APO, a ser realizada na praia do Creiro, perto do Portinho da Arrábida.


Obs.: O diálogo feito pela Dra. Gilda Moura esta a negrito, para se poder distinguir do meu (Carla Batista).

...já vai estar no carro, com o Abel e uma outra
moça, em que vocês se estavam dirigindo para o Creiro.
Vai se lembrar no momento em que vão entrar no carro para iniciar a
saida para o Creiro

Começa a viagem...

Estão no carro…
Vamos tentar lembrar alguma coisa dessa saida.
O que está acontecendo? Que você está vendo?


Estamos quase a chegar á ponte 25 abril.

Como é que você se está sentindo aí no carro?

Um pouco ansiosa…

Os outros tambem estão ansiosos ou é só a Carla?

Não… acho que só eu

O que é que está acontecendo? Você está com uma carinha boa…

Vamos todos na brincadeira. Vamos começar a sair da ponte.

Como é que está a noite? Está boa?

Está a chuviscar e está nubulado.
O sinal luminoso desligou-se…

O que aconteceu com o sinal luminoso?

Desligou-se no momento em que passámos por ele.
É como se alguma coisa me dissesse que vamos ver alguma coisa.

É como se fosse um sinal?

Sim. Estou com ansiedade

(RISOS)

Que é que foi?

Nós estamos a brincar com os walkie-talkies.

Está falando para o carro do Aparício?

Estou sim… o Aparício vai á frente, na carrinha e nós vamos mais atrás.

Quem é que está aí?

Estou eu, está o Abel atrás e está a Lúcia ao meu lado.

Lúcia?

A mulher do Nuno.

(Manifesta um pouco de irritação)

Que foi?

O Abel não se cala! Fala de tudo e depois critica muito a condução do Aparício.
Nós vamos a brincar com ele (Aparício)…
O Aparício faz pisca para a direita e corta para a esquerda!!



Vamos seguindo…

Eu continuo ansiosa...

Como é que é essa ansiedade, Carla?

Aquela de sempre… como se alguma coisa fosse mesmo acontecer…
Mas tambem não quero pensar muito nisso.

O que está acontecendo aí?
Estou mais ansiosa, estamos quase a chegar á serra.

O Abel fala em 2 estrelas.

Ele está vendo 2 estrelas?

Diz que sim. há qualquer coisa esquisita…

Qualquer coisa esquisita?

O meu carro não está a querer avançar, estou a ficar muito ansiosa e o Abel agora não se cala.
A Lúcia já está a ficar nervosa e eu não posso perder a carrinha!
A carrinha está á frente e não posso perder a carrinha!
O carro não desenvolve… há qualquer coisa errada. Há uma alteração qualquer aqui.
Porra!!
Perdi a carrinha… (FALOU MUITO BAIXO)
Eu já nem vejo a carrinha.

Que você está sentindo?

Estou nervosa, tenho a frequência alta e o Abel continua a reparar nas estrelas. diz que tem duas estrelas a seguirem do lado direito e eu não consigo olhar e a voz da Lúcia já me está a irritar e o carro não anda…
Isto já não vai…

(SUSPIRO NERVOSO)

Que está sentindo?

Já não me consigo mexer! Quero pedir á carrinha para parar e não consigo chegar ao walkie-talkies!
Só estou agarrada ao volante
Quero travar o carro e não consigo! Quero falar e não consigo! Vai acontecer qualquer coisa.
Já não vejo nada lá fora! Não vejo a paisagem. Não…
Há qualquer coisa a puxar o carro!! É como se o carro estivesse parado mas a andar a grande velocidade! Eu não consigo perceber.
Não vejo nada lá fora! Não vejo a paisagem! Não sinto a estrada!
Sinto o corpo pesado e não consigo parar.
Como se houvesse uma luz amarela aqui. De onde é que isto vem?

Sente o seu corpo?

É como se o meu corpo estivesse pesado… parece que subi demais a frequência… está dormente. Está pesado. Não controlo… e depois há esta luz.
O meu corpo está a tremer!
Tem muita luz… acho que já não estou no carro.

Onde você se sente?

Sinto-me no alto, não estou na Arrábida! Há muita luz.
Afinal era abdução…

Abdução?

Não devia ter vindo! Não devia ter vindo!

Que está acontecendo aí?

Vejo vultos, estão-me a mexer no corpo.
Não sei do Abel… não sei da Lúcia. Não os vejo e dói-me o peito!
Tenho medo por eles… e estão a mexer-me no pescoço. Estão a apertar-me o pescoço! Aiiii! Não me consigo mexer!! Estou deitada!

Onde você está?

Estou com eles.

Onde? Quem são esses?

São eles!

Quem são eles?

São os mesmos do mês passado!


Do mês passado?

Sim.

Como eles são?

-eles têm olhos grandes, têm cabeça grande. Parecem os cinzentos, mas não são os cinzentos. Parecem répteis!

Parecem o quê?

Repteis!! Iguana! (SUSPIROS NERVOSOS)




Representação gráfica do rosto, pescoço e ombros.


Porque parecem répteis? Como é o rosto deles?




Representação das entidades descritas, onde se pode ver parte do ecrã.





Você está á espera de quê?

Que ele venha.

Ele quem?

O do mês passado.

Ele é um diferente?

É.

Como ele é?

Ele é alto, parecido connosco.

Parecido com a gente?

Sim… foi ele quem disse para vir. Eu já o conheço.

Já o conhece?

Já. Estou mal disposta…dói-me o pescoço e dói-me a cabeça… apetece-me vomitar…

Onde eles cortaram?

Apetece-me deitar… vou-me deitar… não quero saber… vou-me deitar…

Deitou?

Deitei-me.

Onde deitou?

Na marquesa, onde estava sentada.

Eles ainda estão aí? E esses seres estão a fazer o quê aí?

Estão a ver o pescoço e a cabeça…

Estão vendo?

Estão a ver, sim. Vão pôr-me agulhas.

Vão-lhe pôr agulhas?
E vão dar-me um liquido… um líquido para não vomitar... BAHHHHH!!!!!!!!!!! (LIQUIDO AMARGO). Sabe mesmo a químico…

Algum químico que você conhece?

Não. Secou a boca… Tenho a boca seca e áspera… e há um que me pôs a mão na testa.
Pelo menos já estou mais calma…

Está melhor agora?

Sim.

O líquido ajudou a acalmar?

Sim, e a mão na testa tambem.

você está onde?

Estou deitada. Estou a olhar para ele e tenho agulhas na cabeça… só há uma que me dói. O outro já chegou…

Quem é que chegou?

Annael chegou.

E como ele é?

Tem olhos de gato.



Annael na sala dos exames, onde me encontrava. No canto superior direito está a entrada da sala. No canto superior esquerdo está o ecrã. Annael aparenta ter uns 2m de altura, cabelos loiros muito claros e pele quase branca. Tem uma pedra negra em forma de losango ao nível do 3º olho (parece quartzo negro), olhos grandes, ligeiramente oblíquos e rasgados na parte externa. São de um azul muito vivo e assemelham-se aos olhos dos gatos. Os outros aparentam ter entre 1,70m a 1,80m (mais coisa, menos coisa) e parecem pertencer a uma hierarquia inferior á de Annael.




Como é que você está se sentindo?



Representação do meu carro, quando este estava “guardado” no salão central (entrada). Estava iluminado por uma luz com focos brancos, vinda de cima, da parte central do tecto, que terminava numa espécie de abóbada. As dimensões deste salão eram muito grandes, incluindo as do seu “pé direito”. Não havia sombra, possivelmente devido ao tipo de iluminação.




Como você está se sentindo?

Ansiosa. Não gosto desta parte.

Não gosta de quê?

Desta parte do carro andar no ar… é como se ele estivesse a deslocar-se a grande velocidade, mas não sai do sítio. A luz amarela…

Qual a sensação que você tem?

Não gosto.

Porquê?

Confunde-me.
Não me consigo mexer. Tenho vontade de dirigir o carro, mas confunde-me. Estou preocupada… quando atingir a estrada… tenho medo de perder o controlo e espetar-me pela ribanceira abaixo.



Mais para frente… O carro chegou ou não?

Chegou e embateu na estrada. Fui com a cabeça um pouco para a frente e agarrei-me ao volante. Agora estou a tentar mexer com as mudanças… tentar recuperar a carrinha.
Não vejo a carrinha!

Que você faz então?

Estou com o corpo meio preso, a tentar chegar ao walkie-talkies para chamar a carrinha.

E os outros que estão com você?

Estão excitados! O Abel não se cala com as estrelas (AS DUAS ESTRELAS ANÓMALAS QUE ACOMPANHAVAM O CARRO) e a Lúcia não se cala e está a pôr-me nervosa. O carro não anda! Não desenvolve! Eu tambem não tenho forças nas pernas… toda eu tremo.

Que você vai fazer?

Vou tentar chegar ao walkie-talkies… ninguém mais consegue… faço eu!

Que você está fazendo?

Já consegui contacto com a carrinha. Estou a pedir para eles pararem, mas o Aparício não pára a carrinha. Eu quero que ele pare a carrinha, mas ele quer chegar á praia e já me estou a irritar! Não consigo conduzir! Não estou bem. A frequência continua muito
Grande… não tenho força nas pernas e ele não pára a carrinha.

Não parou?

Parou lá em cima só e vou tentar chegar lá em cima. Vou devagar.

Como é que estão os outros dentro do carro?

Nervosos. O Abel está mais excitado. A Lúcia está mais nervosa.

O que eles sentiram durante esse tempo?

Não sei. Não tive com eles. A Lúcia está assustada e nervosa. O Abel está excitado (EUFÓRICO). Já parei o carro. Já sai do carro… Já estou melhor. Sai do carro e estou melhor. Já estou com eles todos. Estou zangada com o Aparício. Ele não parou quando devia ter parado.

Como é que você se está sentindo agora?

Estou assustada. Tenho o corpo a vibrar e as pernas ainda não estão boas. É como se ainda estivesse aqui ao pé de nós alguém. Como se estivessem a ver.
Já desapareceu!

Quem estava aí, já desapareceu?

Sim.

(Fim da regressão)



Devo acrescentar que o meu carro ficou com manchas de queimado no tejadilho e o seu funcionamento nunca mais foi o mesmo, tanto a nível mecânico, como a nível eléctrico. Desde esta ocorrência, tenho muita relutância em conduzir de noite, por medo de ser puxada para cima com o carro em andamento.
No Domingo de manhã, quando regressámos a minha casa, a minha mãe encontrava-se á nossa espera. Reparou no inchaço do pescoço e na mancha avermelhada abaixo o queixo. Ao questionar-me sobre o que aconteceu na vigília, disse-nos que por volta das 23h30 sentiu que iria acontecer algo com o grupo. Descreveu como tendo sido algo muito real e intenso, pois sentiu que seria abdução. Não sei explicar este pormenor.
Por volta das 11h30, a minha madrinha veio ver se estava tudo bem e ao olhar para mim, também reparou no pescoço, pois estava bem visível.
No meu pescoço permanece até hoje uma ligeira impressão de mau estar e se pressionar no sítio certo, provoca dor. Por vezes surge uma mancha nesse ponto, que acaba por desaparecer no dia seguinte.
Depois de deixar os amigos de Sines na estação das camionetas de Sete Rios, regressei a casa para tomar banho e descansar de tudo aquilo.
Ao despir-me reparei numas marcas localizadas perto do umbigo. Tomei banho e tirei fotografia às marcas para enviar ao Aparício. De várias, só se aproveitou uma, pois eu tremia muito. A do pescoço nem deu para aproveitar, pois saiu tudo tremido.





Fotografia tirada á barriga no dia seguinte (Domingo).




Durante pelo menos uma semana, tanto a minha urina, como as minhas fezes, exalavam um cheiro intenso a químico, que foi ficando menos intenso com o passar dos dias, até desaparecer por completo. O ânus estava ligeiramente dorido, mas acabou por passar.
O Abel em conversa dias mais tarde, informou que também ele tinha detectado o tal cheiro a químico na urina e nas fezes e que até tinha sentido uma considerável melhoria na visão. Além disso, informou ter sentido que durante o evento da Arrábida, foi submetido a uma limpeza total, tanto externa, como interna.
Além disso, detectou duas marcas pequenas na parte de trás do pescoço, as quais cheguei a ver quando as mostrou a mim e ao Aparício. Não sei se mais alguém as observou.
A Lúcia mais tarde contactou a informar que tinha detectado numa das pernas, duas marcas e que ao passar com um walkie-talkies, causavam interferência estática. Esta experiência foi da autoria do marido (Nuno Alves).
Dias mais tarde, desloquei-me a Sines, junto com o Luís Aparício, para observar “in loco” as marcas e ver se eram semelhantes ás minhas e ás do Abel.
Concluímos que as minhas eram diferentes na forma, cor e dimensão e que as da Lúcia eram semelhantes ás do Abel. Apenas a localização era diferente. Foram tiradas fotografias á perna da Lúcia, com as respectivas marcas, mas não fiquei com nenhuma. Todas elas ficaram na posse do Luís Aparício para posterior investigação.

Meses mais tarde, regressei ao local onde tudo se passou e descobri que só ver a serra ao longe, entro em stress e fico ansiosa e assustada, com todos os meus sentidos em alerta. Fui lá durante o dia, acompanhada por pessoas amigas e da APO.
Voltei lá mais vezes. Duas das quais foram de noite, mas sempre acompanhada por várias pessoas e nunca a conduzir.
Tentei enfrentar os medos e todo o mau estar que aquela zona me provoca. Ainda não consegui na totalidade, mas por incrível que pareça, algo naquela serra me atrai. Não sei explicar.

Um mês antes de tudo isto acontecer, tive uma experiência em que durante a qual me foi indicado que deveria ir á serra e levar o grupo do costume, pois iríamos todos observar algo de importante. Pensei que seria um avistamento de uma nave (OVNI) perto do local da vigília… um avistamento que fizesse acabar com as dúvidas de uma vez.
Foi indicado que não deveria ingerir carnes, pois era um alimento muito denso, não compatível com a frequência energética que se pretendia.
Iria ser um evento muito importante.
Durante os primeiros quinze dias seguintes, não comentei nada com ninguém e tentei não ligar ao assunto, mas a vontade de lá ir aumentava de dia para dia e a ansiedade também.
Quando tentava comer carne, tinha vómitos e por vezes chegava a vomitar. A carne que tentava comer era principalmente de aves e por duas vezes de porco. Foi uma fase que comer era para mim muito complicado… quase doentio.
Ouvia a voz dele (Annael) na minha mente, que dizia para juntar o grupo e ir.
O desconforto foi tanto que ao fim de quinze dias acabei por ceder e informei o Luís Aparício do que se tinha passado. Relatei também como tinham sido aqueles quinze dias de quase agonia.

Combinámos tudo e na noite da palestra metemo-nos ao caminho, rumo a tudo o que já foi descrito acima.

Sei que a regressão por si só não constitui prova, mas as marcas físicas nos corpos, as alterações físicas e biológicas, os efeitos psicológicos, os testemunhos de quem esteve presente e as alterações detectadas no carro, servem como evidência de que algo de facto aconteceu.

Tanto quanto sei, até á presente data, a Lúcia e o Abel não fizeram qualquer regressão para recuperar as memórias do evento.

Carla Batista


Nota de Luís Aparício

Outra visão dum ocupante do carro que ia em frente.

Agora perante o relato da Carla Batista, fico sem saber quem sugere a quem. Aquilo que eu me recordo é que eu Luís Aparício e em virtude de termos dois convidados de fora sugeri a alguns elementos com mais disponibilidade de tempo ir-lhes mostrar o local, onde já tínhamos feito já alguma vigílias.

Entre a mim eu e a Carla Batista, sempre houve um óptimo entendimento, portanto eu ao sugerir a ida à Arrábida possivelmente já estava a ser um instrumento. Parece que até somos marionetas sem o sabermos e faz sentido aquilo que muitos abduzidos relatam, por vezes sentem necessidade de se afastarem e irem para um local mais ermo.

Na ex. minha carrinha Bedford Seta, ia o Sílvio Guerrinha e o Nuno Alves. Saímos de Lisboa, em direcção à margem sul, atravessamos a Ponte 25 de Abril e lembro-me bem das comunicações via rádio com a Carla Batista relatava, lembro-me da questão do placard que se apagou e das estrelas que seguiam os nossos carros.

Lembro-me que depois de passar o Casais da Serra, houve um espaço de tempo que não ouvimos as comunicações do carro que vinha atrás de nós, portanto o carro guiado pela Carla Batista. Esse espaço de tempo não durou mais de cinco minutos.
Nesse espaço de silêncio ficou em mim um misto de mistério, será que lhes aconteceu alguma coisa e nós vamos aqui à frente e nem lhes prestamos auxílio. Ia de certa maneira apreensivo com o silêncio do rádio, eles já não diziam coisas sobre as estrelas do céu.

De repente a voz apareceu na rádio, era a Carla Batista a praguejar que eles lhe estavam a travar o carro e pediu-me para eu parar. Nessa subida era difícil parar porque não havia na berma um espaço para estacionar e logo que puder obter uma zona livre encostei a carrinha e estacionei.

Esse local onde paramos deverá ser aproximadamente nas seguintes coordenadas 38º 27’ 58.26” N e 9º 01’ 37,38” O.


A abdução sitou-se na estrada entre Casais da Serra e o cruzamento das estradas Portinho da Arrábida e Conventos dos Capuchos - As setas indicam o local onde começou e acabou a abdução.


Assim prevejo que a abdução do carro de trás tenha começado num espaço algures entre Casais da Serra à beira da estrada nacional N-379.1 talvez nestas coordenadas 38º 28º 25,33 N e 9º 01’ 46,33 O e o local onde paramos. Acredito que o carro da Carla Batista, foi colocado na estrada no final da abdução mesmo atrás da Bedford Seta.

Mal eu parei notei que no cimo da Serra da Arrábida havia uma estrela anormal, muito grande parada no céu. Fui buscar uma lanterna muito potente que tinha levado comigo, dessas que tem escrito três milhões de velas e apontei a essa estrela anómala, fazendo sinais de luzes.

A Carla Batista desaconselhou-me essa troca de luzes, por isso voltei a luz para examinar o carro dela. Vi o Abel todo atarefado a apalpar os pneus frios do carro, também a apalpar o tubo de escape frio.
Todos as pessoas que tinham vindo no carro de trás, portanto a Carla Batista, o Abel e a Lúcia, estavam numa excitação total.
A Carla queixava-se da cara e o Abel, falava num cheiro anómalo que o carro exalava e dizia que a roupa dele tinha desaparecido quaisquer vestígios de suor, parecia que tinha sido lavada.

A estrela no alto da Serra da Arrábida lá continuava, até que por fim decidimos continuar viagem até ao Creiro. Após diversas curvas chegamos ao entroncamento das estradas que conduzem para o Convento dos Capuchos e para o Portinho da Arrábida.
Mesmo lá no cimo ainda conseguimos ver a tal estrela anormal parada, mas já não me recordo como desapareceu.

Lembro-me da Carla Batista dizer que quando sentiu que não tinha controlo no carro, o seu olhar foi desviado para zonas dentro do carro dela e nunca conseguiu aperceber-se que o carro era levado no ar.

Aos ocupantes do carro da frente, portanto Luís Aparício, Nuno Alves e Sílvio Guerrinha, nada lhes aconteceu, pelo caminho íamos na brincadeira a conjecturar o que eram aquelas estrelas e de repente apareceu a voz parem, parem que nos aconteceu algo.

Foi realmente uma noite de mil sensações.

Luís Aparício

Comentário do Nuno Alves

Pode – se dizer que foi mesmo uma noite muito estranha. Tivemos num determinado momento em que não conseguimos a comunicação com os walkie-talkies Motorola que tinha comprado na Staples. Isto segundos antes da paragem para esperarmos pela chegada da Carla e restantes ocupantes.

Creio que todos na frente vínhamos com um nervoso miudinho. Quando ouvimos a Carla a solicitar a paragem, já nós comentávamos que não estávamos a ver as luzes do carro da Carla o Opel Corsa. O Sílvio estava com uma daquelas câmeras portáteis de cartão igual á DXG-569V HD.

Quando saímos da carrinha do Aparício reparamos numa luz que estava sobre nós a uma altitude ainda bastante grande. Parecia uma estrela mas uma estrela muito grande. Dava para o ver devido á nuvens existente nessa noite.

Foi então que eu mesmo gritei e reparamos que a luz desaparece com uma luminosidade mais forte e reaparecendo segundos depois. Até que á segunda vez depois de fazer aquele clarão ligeiro ela desapareceu definitivamente. Foi nesse preciso momento que apareceu a Carla com os restantes ocupantes.

Tentamos ver na câmera do Sílvio se ele tinha conseguido capturar a imagem mas infelizmente sem sucesso. A máquina era de uma resolução muito baixa e ficou tudo muito escuro.

O Carro da Carla emana realmente um cheiro muito estranho, reparamos nisso quando eles se aproximaram. Foi tudo muito rápido e muito estranho ao mesmo tempo. É obvio que algumas pessoas uma vez mais não vão acreditar. Mas paciência. Quem esteve no local e presenciou sabe bem como foi. Esperemos ter mais oportunidades de nos encontrarmos na Arrábida e montar vigília por lá.
Abraço
Nuno Alves

Comentário do Luís Beja

Como o Luís Beja assistiu à regressão da Carla Batista e teve o trabalho de passar o diálogo da Dra. Gilda Moura com a C.B. colocamos aqui o seu depoimento que se afigura essencial.

No dia da vigília, a 2 de Abril 2005 fui á palestra, mas depois fiquei-me por Lisboa, não tendo ido á vigília, estava uma noite a ameaçar chuviscos.

Não me posso pronunciar pois não assisti, mas tendo acompanhado e assistido a toda a regressão, devo dizer que, durante esta, foi tal o grau de nitidez emocional da Carla Batista, que qualquer pessoa ficaria com a verdadeira noção do que foi realmente esta abdução.

Assisti "em directo" a todo o processo abdutivo, vivido intensamente durante esta regressão.

Luís Beja



Estou bem… com ele aqui, estou bem. senti a energia dele… senti ele a chegar.

Porque eles fizeram os exames?

Para monitorizar e corrigir. Para eu passar á face seguinte. Por isso é que ele esteve no mês passado comigo.

Pergunte a ele porquê que dói?

Tem de ser…

E quem são os seres reptilianos?

São os que trabalham com ele.



Eles são de onde?

Eu não sei…O que ele transmite é como se fossem de todo o lado. Vivem na Terra, mas vêm de outro lado. Nestes podemos confiar. Nos outros não!

Quais são os outros?

Os outros são os que fazem mal…

Ele diz quem são os que fazem mal?

Em Portugal tambem estão os que fazem mal…

Quem são esses?

Por vezes levam pessoas embora e não retornam.

Quem são?

Não sei. Não quero saber! Não me quero envolver.
Tenho sede…Tenho muita sede.
Os outros estão bem. Eles estão seguros… Não preciso de me preocupar com eles.

Quem está seguro?

O Abel e a Lúcia.

Ficou mais calma com isso?

Sim, estava preocupada com eles.

Vamos continuar mais para a frente… Onde está?

Acho que vamos regressar ao carro. Ele disse que mais tarde virá.
Acho que eles já estão no carro.




Eles…
É como se tivessem a mesma cara (dos cinzentos), parecem ter escamas, mas sem
serem escamas… são gretas! É como se fossem os cinzentos, mas com gretas
na pele. Esverdeados. Cinzento esverdeado…e são altos.

(AR DOLOROSO)

O que eles estão fazendo?

Estão a espetar-me qualquer coisa no pescoço… está a doer!

Está doendo?

Está…

O que eles fazem?

Começaram a mexer na barriga… no umbigo.

Que está sentindo?

Como se eles estivessem a queimar…

Dói?

Um pouco. Eles carregam muito.
Depois tem muita luz. Eles mexem-me na cara.
Eu não devia ter vindo… Porquê que é que eu vim? Não sei dos outros. Onde é que andam os outros?

Quantos seres tem aí? Dá para você perceber?

Cinco!

Como eles são de corpo?

São altos, magrinhos. São magros demais.

Têm roupa?

Se tiverem é muito justa.

E a mão? Dá para perceber? Quantos dedos tem?

Têm 4 dedos… são grandes. São gretados, com membranas. Parecem ter membranas entre os dedos. São frios, meio peganhentos, causam-me nojo.
Eu não gosto que me toquem!
Tem outro na cabeça… está-me sempre a pôr a mão na cabeça.

E o que você sente quando põe a mão na cabeça?

É como se eu ficasse com a frequência mais elevada e ficasse mais mole. Como se o meu corpo deixasse de me obedecer e eu me separasse do corpo…
Como se ele me quisesse controlar.

Tente sentir. Como você consegue perceber porque estão fazendo isso?

Não vejo o Abel… Não vejo a Lúcia. Não sei deles…

Que você está sentindo?

Revolta.

Porquê?

Porque eu causei isto! Eu é que disse a eles para virem. Avisei o Aparício que íamos ver... No mês passado… Eles disseram para eu vir.
No mês passado disseram para eu trazer o grupo e eu trouxe. Eu sabia que ia acontecer qualquer coisa e eu trouxe o grupo.

Vamos tentar entender o porquê disso, sentir a experiência. Tenta sentir onde você está.

Estou sentada…

Sentada onde?

Estou sentada na marquesa. Numa mesa… não sei como é que isto se chama.

Numa marquesa onde?

Estou á espera.

Onde é essa marquesa?

Numa sala.

Como é essa sala?

Uma sala arredondada, com muitas luzes, muitos aparelhos. Tem um
ecrã grande onde aparecem gráficos. e eles andam á volta… e eu estou á
espera. Dói-me o pescoço.

atualizado em Sábado, 09 Abril 2011 13:57
 
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