Titã e os planetas ocos PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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artigos da APO - Intraterrenos
Escrito por Luís Aparício   
Domingo, 03 Março 2013 19:53

O Ciclops - Cassini Imaging Central Laboratory For Operations, que divulga o material recolhido pela sonda Cassini, publicou no dia 10 de julho de 2012, um gif animado do polo sul de Titã, uma das luas de Saturno. Esta lua tem uma atmosfera densa e é conhecida como um planeta lua. Titã. A seguir a Ganimedes é a segunda lua maior do sistema solar. As fotos publicadas vêm-nos aguçar o apetite para situações iguais no nosso sistema solar.
Mas onde é que poderemos fazer a ligação entre a ovnilogia e estas fantásticas fotos do polo sul de Titã? Poderemos a partir de agora contradizer a teoria dos planetas gasosos?


Diferença de potencial térmico

No dia 03 de Setembro 2010 e 17 de março 2011 o CLOUDS publica uma foto animada do polo norte de Titã e onde se podem ver riscos de nuvens e outras massas de nuvens rodando sinistrogiramente portanto ao contrário das massas de ar do polo sul. Esta rotação das nuvens no sentido contrário aos ponteiros do relógio representa a ascensão das massas de ar, visto estarem a sair da embocadura polar norte.

Podemos dizer com convicção que as manchas do polo norte e do polo sul de Titã são assinaturas calóricas em oposição à elevada frigida superfície exterior. Esta particularidade está bem presente nos polos de Júpiter e Saturno. Sendo pois admissível que as massas de ar, nestes três planetas (Júpiter, Saturno e Titã) entram pelo polo sul e saem pelo polo norte. Esta permuta entre o interior oco e a superfície exterior só é possível devido a uma enorme diferença de potencial térmico. A superfície exterior tem temperaturas na ordem dos 150 graus negativos e a superfície interior terá temperaturas positivas. Só assim se compreende tamanha agitação nas embocaduras polares.

O vortex do polo sul de Titã roda para a direita - carregue 

 

 

Este é o provável esquema planetário de Titan

Os diversos modelos planetários

Quando acima falamos da similaridade com outras situações no nosso sistema temos que rever de imediato as diversas situações que vão gerar diversos modelos planetários. Vamos explicar os diversos modelos:

Primeiro modelo

Neste modelo podemos englobar, a Terra e Marte, que parecem ter somente uma embocadura.

A Terra aparentemente não terá qualquer embocadura no polo norte, mas no polo sul aparecem imagens duma luz que sai da Antártida.


Marte até agora não nos mostrou nenhuma embocadura onde pudéssemos ver massas de nuvens a entrar para o seu interior, unicamente no polo norte tem camadas de gelo estriadas, que poderiam ser resultantes de algum tipo de movimento na embocadura congelada?


Que outros indícios poderiam levar à compreensão dessa porta para o interior oco?
Aquilo que mais nos intriga são as tempestades de areia que duram meses.
Qual será o motor térmico que as aciona?
Até parece que tiraram a tampa à embocadura polar e saíram de lá massas de ar com temperaturas mais elevadas que as da superfície exterior, gerando assim durante meses aquelas monstruosas tormentas de areia.
Quando já se misturou o ar quente interior com o ar frigido exterior, terminam essas tempestades. Entre outubro de 1996 e março de 1997 a calote polar marciana diminuiu mais de 10 vezes, o que poderá ser entendido como havendo a possibilidade periodicamente haver uma abertura e um intercâmbio entre o interior oco e o exterior frio.
Então estaria aqui a explicação para a diferença de potencial térmico que gerariam as violentas tempestades de areia que chegam a durar seis meses?

Segundo modelo

As nuvens em Saturno entram pelo polo sul e saem pelo polo norte - Assista ao video   

 

Neste video poderá ser observado as nuvens em Saturno rodarem para a direita no polo sul, então essas massas de ar, entram na ocasidade saturnina pelo polo sul penetrando como se fosse uma broca e saem rodando para a esquerda no polo norte como se fosse um anti ciclone subindo, no sentido anti horário. Neste modelo podemos integrar a maioria dos planetas que conhecemos, cuja atmosfera entra pelo polo sul e sai pelo polo norte. Conhecemos até agora Jupiter, Saturno e Titã.

 

Terceiro modelo

Neste modelo avançaremos para Júpiter, Urano e Neptuno, visto de certeza têm duas entradas confirmadas, uma no polo norte e outra no polo sul. Mas perspectiva-se uma terceira entrada nestes planetas. Em Júpiter temos o olho ciclópico para vigorar como a terceira entrada e em Neptuno temos a terceira entrada no 70º sul.

Este terceiro modelo apresenta os planetas com mais do que duas embocaduras, mas no caso de Júpiter ficamos na dúvida se não terá quatro embocaduras, porque a mancha branca que em 2011 lá apareceu poderá indiciar haver por lá mais alguma embocadura, mas é mera especulação ainda sem provas.

Urano com vida

As declarações do Professor Herman Hobert, que afirmou que os americanos receberam auxílio na construção dos foguetes, de seres pequeninos de Urano. O jornalista italiano Enso Biachi no seu livro «O Crepúsculo dos Deuses» entrevistou este professor e refere-se também à ajuda que os americanos receberam dos Uranidos. Wernher von Braun discípulo deste professor pioneiro da aeronáutica, quando questionado pelos jornalistas qual a razão do êxito dos lançamentos dos primeiros foguetes disse «graça aos» e apontou o dedo indicador para cima algumas vezes.

Se Urano na sua superfície exterior terá mais 150 graus negativos e se esses Uranidos nos ajudaram é previsível que haja lá fontes de calor que lhes dê uma sustentável vida, ou que o seu interior oco é suportável para a vida.

No caso de Urano encontramos vários pontos com desvio para quente na sua superfície.

Quarto modelo

Aqui poderemos colocar o mais intrigante de todos os modelos. Io, Europa, Titã e Enceladus seriam planetas que expelem para o espaço materiais, ou que tivessem outras formas planetárias.

A lua Io que é um satélite de Júpiter, tem múltiplas embocaduras por onde passam os raios solares do sol interior, parece um queijo suíço. Já está provado que não são vulcões que saem dos seus vários buracos, mas sim jatos de plasma. Em Io (assista video) existem cadeias de caldeiras, que podem ter 290 Km de comprimento por 100 Km de largura, (veja video)portanto medidas muito maiores do que qualquer cratera na Terra, deduzindo-se que não são passagens de magma mas embocaduras, por onde passa plasma e os raios do sol interior. Quando a Voyager 1 passou por Io viu 6 a 8 Geysers, quatro meses depois quando a Voyager 2 lá passou, ainda estavam em atividade esses geysers. Na Terra as erupções explosivas são violentas e de curta duração, por isso os geysers de Io, são plasma vindo duma parte oca interior mais a luz do sol interior do planeta Io.
Nas fotos publicadas de Io, verificamos que nem todos os buracos para o exterior estão a enviar para jatos de plasma, daí que podemos presumir, que alguns buracos emitirão jatos de plasma, e outros buracos (embocaduras) absorverão o material expelido para o espaço, formando um autêntico sistema de reciclagem, expele - arrefe – absorve - aquece – expele, voltando depois para esta ordem de ciclos, parecendo-se com o auto abastecimento de água de Enceladus. No entanto existe um constante cone de absorção entre Saturno e Enceladus.

Em Enceladus há um complicado processo de caldeira de aquecimento interna que expele para o espaço jatos de água com 1500 Km de extensão. Este ciclo expele/absorve, de Enceladus leva a concluir que o sistema interno de caldeiras terá origem na sua zona magmática interna.

Titã emite geysers - carregue

 

Titã que aparentemente poderia ser incluído no segundo modelo de planetas também terá uma participação no quarto modelo, visto também emitir geiseres para o espaço.

Europa

Embora Europa não seja conhecido por emanar geysers, é aqui colocado por entrar numa classificação planetária que só modernas artes de pesquisa podem indiciar outras formas planetárias.

Porque a experiência humana conta muito, não podemos por de parte uma nova coqueluche experiencial que é a viagem no astral conscientemente. A APO teve o privilégio de ter como orador no dia 12 de janeiro de 2013, um dos maiores divulgadores das técnicas para viajar no astral para se trazer as recordações que tivemos durante a noite.

 

Moisés Esagui disse-nos quando tinha cerca de 25 anos foi visitar uma lua de Júpiter chamada Europa. Relato 7 -

O Planeta Líquido.

O planeta liquido seguno Moises Esagui, novo desafio para a nossa ciência. Veja video

Moisés Esagui aproximou-se dessa lua e começou a penetrar no seu interior, havia na parte exterior uma camada de gelo e no seu interior era toda água. Europa tem 1569 Km de diâmetro, portanto cerca de 8 vezes menor que a Terra. Não colocamos em dúvida tal afirmação e poderemos já fazer um apelo às diversas ciências na Terra para conjeturar-mos como foi possível tal formação da Europa.

Quinto modelo

Neste caso poderemos começar pelo modelo Venusiano. (veja outro nosso artigo) As massas de nuvens entram por uma embocadura dupla, pelo polo norte e saem também por uma embocadura dupla mas polo sul. Em Vénus a nível do solo existe uma atmosfera de baixa circulação mas a 1 km de altura as massas de ar circulam a 300 km/hora e demoram 4 a 5 dias a orbitar o planeta. As nuvens em Vénus circulam do polo sul até ao polo norte no sentido dextrogiro finalizando o seu percurso no polo norte (penetram na embocadura dupla). Este planeta é o maior cartão de visita dum mundo oco, graças aos excelentes filmes e imagens animadas captadas pelas diversas naves que para lá foram lançadas, devendo a ultima sonda a Vénus Express ter construído a fase final da compreensão da teoria que afirma que todos os planetas são ocos e podem ser habitados.

Neste caso poderemos começar pelo modelo Venusiano. As massas de nuvens entram por uma embocadura dupla, pelo polo norte e saem também por uma embocadura dupla mas polo sul. Em Vénus a nível do solo existe uma atmosfera de baixa circulação mas a 1 km de altura as massas de ar circulam a 300 km/hora e demoram 4 a 5 dias a orbitar o planeta. As nuvens em Vénus circulam do polo sul até ao polo norte no sentido dextrogiro finalizando o seu percurso no polo norte (penetram na embocadura dupla). Este planeta é o maior cartão de visita dum mundo oco, graças aos excelentes filmes e imagens animadas captadas pelas diversas naves que para lá foram lançadas, devendo a ultima sonda a Vénus Express ter construído a fase final da compreensão da teoria que afirma que todos os planetas são ocos e podem ser habitados.

Vénus poderá ter ambiente habitável

Muito se tem especulado sobre as altas temperaturas em Vénus e a correspondente inabitabilidade, as primeiras naves exploradores enviadas para Vénus transmitiram dados sobre a temperatura do solo de Vénus que seriam de 435º Celsius, a Vénus Express mediu a temperatura do solo sendo de 400º Celsius.

No caso de Véus, sabemos que as massas de ar são forçadas através de dois buracos no polo norte. Indo buscar ensinamentos à arquitetura sabemos que em países quentes fazem-se as janelas em cunha, para o ar que penetra no interior da casa sofra uma compressão e logo a seguir sofra uma expansão extraindo calorias ao seu interior. Na superfície exterior de Vénus as massas de ar deixam as calorias e depois de passar a embocadura dupla, as massas de ar ficam com um ar menos calórico, este é o princípio do frigorífico. No interior oco de Vénus a vida não irá conter os tais 400 graus Celsius, não só devido à penetração forçada do ar penetração do ar exterior, mas também possivelmente devido à menor temperatura do sol interior, em comparação com o sol exterior. Assim a parte oca de Vénus terá a probabilidade de ser habitável.

Porque Vénus é diferente

Há uma intrigante questão que se coloca, em princípio só conhecemos um planeta cuja embocadura de entrada é o polo norte e a saída das massas de ar é pelo polo sul, esse planeta é Vénus. Com os escassos dados que nos vão sendo dados todos os outros planetas têm embocaduras de entrada pelo polo sul e a saída é pelo norte.

Vénus é pois diferente dos outros planetas e a hipótese para tal esclarecimento está na sua rotação ser ao contrário dos outros planetas, Vénus tem uma anti rotação à volta do sol, por isso as nuvens em Vénus entram pelo polo norte e saem pelo polo sul.

Vénus com vida

Em ovnilogia temos dois relatos sobre a vida em Vénus:
Uma senhora chamada Omnec Onec que afirma ter vindo de Vénus em 1955 e escreveu o livro «UFO CONTACT FROM VENUS I CAME».

Lobsang Rampa e o seu mestre Mingyar Dondup foram visitar Vénus a bordo duma nave que partiu do planalto tibetano, relato descrito no seu livro «A minha viagem a Vénus», possivelmente em 1926, tendo em conta que o Rampa ainda era estudante em Chapori, escola de medicina Tibetana.

Sexto modelo

Neste modelo poderemos incluir os planetas sem embocaduras, em Mercúrio parece ser mesmo um planeta morto e sem espaço para algum mundo interior. Até agora a nossa astronáutica não conseguiu mostrar nenhuma passagem para o interior oco. Será que há também planetas sem a ocasidade?

Os sons dos planetas

Um dos grandes enigmas do nosso sistema solar é o som emitido por cada planeta, o que é que poderemos conjeturar à luz dos planetas ocos sobre esses sons?
Pela ciência oficial não deveria haver sons, mas pela realidade dos planetas ocos, poderemos encontrar nessa ocasidade uma explicação. A circulação da atmosfera exterior entrando e depois saindo pelos respetivos polos conforme o modelo planetário é decerto a resposta para os diversos sons captados pela nossa radio astronomia, juntando também os efeitos geomagnéticos das auroras, então teremos aqui uma explicação plausível dos sons de cada planeta.

Porque os planetas emitem sons, será que a circulação das suas atmosferas fará ruído ? - carregue

Muitos dos ovnis vêm dos mundos ocos

Voltando ao início deste artigo sobre a foto de Titã, encontrámos nesta foto mais um ponto de interesse para a viabilização de civilizações que vivem no interior dos planetas, havendo pois nestas embocaduras um trampolim entre os mundos intraterrenos e a ovnilogia.

Planetas gasosos

Com a prova que obtivemos de que vários planetas do sistema solar têm embocaduras que conduzem a zonas de ocasidade interior então cairá por terra a teoria dos planetas gasosos. Esta teoria afirma que por exemplo em Júpiter haverá um núcleo rijo do tamanho da terra e à sua volta estão gases liquefeitos.

Júpiter ficaria assim profundamente plasmático, moldável, que se poderia ser influenciado pela gravidade de outros planetas ou luas. Com essa teoria Júpiter deformar-se-ia com a passagem das suas luas.

A teoria dos planetas gasosos é uma extrapolação da teoria da terra com um núcleo rijo, (para não no melindrar a nossa religiosidade ocidental).
Entre os Tibetanos fala-se dos mundos internos, como por exemplo escreveu no livro que publicou o irmão do Dalai Lama.
Os Nazis preconizavam que nós vivíamos na parte côncava da terra. Agora a nossa ciência preconiza que nós só vivemos na parte convexa da terra. O certo é que a parte exterior e a parte oca interior existem e torna-se pouco lucido afirmar que só um dos lados está correto.

Portanto a teoria dos planetas gasosos é falsa devido às novas observações das embocaduras dos planetas do nosso sistema solar.

Como é óbvio é necessário rever o cálculo da massa dos planetas e por consequência por em causa toda a nossa física, porque a realidade confirma que os planetas têm vida na sua parte côncava e na parte convexa.

Luís Aparício

 

atualizado em Domingo, 17 Março 2013 21:14
 
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