Os ET’s e os pregadores das religiões PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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artigos da APO - Noticias
Escrito por Luís Aparício   
Terça, 24 Dezembro 2013 12:55

Muito se tem discutido sobre o evolucionismo e o criacionismo. Quem está certo, aqueles que acreditam que as espécies foram-se desenvolvendo desde bactérias unicelulares ou aqueles que tentam provar que as espécies incluindo o homem, foram sendo ao longo dos anos, aperfeiçoadas, pela intervenção e acompanhamento de seres muito elevados tecnologicamente.
Não sabemos, estamos ainda a pesquisar, a reunir provas, é esta a missão da APO, analisar as diversas vertentes (roupagens) do fenómeno ovni. Estamos na véspera de natal do 2013, data mística e mítica para os crentes da religião cristã, mas será que há provas da existência desse pregador?

Lobsang Rampa foi um abade tibetano que veio viver para o Canadá e faleceu em 1981, escreveu 19 livros, entre eles o «Eremita», nesse livro encontramos este trecho que reproduzimos.

«Eremita» de Lobsang Rampa pag. 181 a 183

Um dos Sábios havia observado que todos os enviados à Terra até então tinham sido introduzidos em famílias ricas. Como ele corretamente raciocinou, as classes mais humildes rejeitavam automaticamente as palavras de uma pessoa das classes mais altas. Desse modo, efetuou-se uma pesquisa, primeiro nos arquivos do passado, à procura de uma mulher em condições de ter tal filho.

Procurou-se uma mulher em condições de uma família das classes humildes e num país onde se esperava que uma nova religião ou doutrina pudesse florescer. Os pesquisadores se empenharam nessa tarefa. Apresentaram-se numerosas possibilidades.

Três homens e três mulheres foram desembarcados na Terra a fim de que pudessem prosseguir nas investigações para que a família mais conveniente fosse selecionada. O consenso da opinião apontou uma jovem mulher que não tinha filhos e era casada com um praticante de um dos mais velhos ofícios da Terra, o ofício de carpinteiro.

Os Sábios raciocinaram que a maioria do povo era dessa classe e que portanto haveria mais disposição a ouvir as palavras de um deles. Assim, a mulher recebeu a visita de um de nós, a quem tomou por um anjo, que lhe disse que ela ia receber uma grande honra. Ia ter um filho que seria o fundador de uma nova religião.

No devido tempo, esperou o filho, mas então ocorreu um desses fatos muito comuns naquela parte do mundo. A mulher teve de deixar a casa em companhia do marido em consequência da perseguição de um rei local.

Dirigiram-se para uma cidade do Oriente Médio e ali a mulher descobriu que a sua hora era chegada. Não havia lugar algum para onde pudessem ir senão a estrebaria de uma estalagem. Ali nasceu o menino. Tínhamos seguido a fuga, prontos para entrar em ação, se houvesse necessidade. Três homens da tripulação da nave de vigilância desceram à superfície da Terra e se encaminharam para a estrebaria. Souberam com desalento que a nave deles fora vista e tomada por uma estrela nova.

O menino chegou à idade adulta e, graças a doutrinação especial que recebia constantemente pela telepatia, mostrou muita promessa. Ainda menino, discutiu com os mais velhos e, infelizmente, despertou a antipatia dos sacerdotes locais. Ainda bem moço, afastou-se daqueles que conhecia e viajou para muitas terras no Oriente. Nós o encaminhamos para o Tibete e ele atravessou as montanhas e passou algum tempo na Catedral de Lhasa, onde ainda agora se pode ver a marca de suas mãos. Ali recebeu conselhos e assistência para a formulação de uma religião adequada aos povos ocidentais.

Durante a sua permanência em Lhasa, foi submetido a tratamento especial no qual o corpo astral do humano terrestre foi libertado e levado para outra existência. Em seu lugar, foi colocado um corpo astral escolhido por nós. Tratava-se de uma pessoa com grande experiência de assuntos espirituais, muito maior experiência do que poderia ser conseguida na Terra em quaisquer condições. Empregamos com frequência esse sistema de transmigração no tratamento de raças atrasadas. Afinal, tudo ficou pronto e ele fez a longa viagem de volta à sua terra. Ali chegando, teve êxito em recrutar certas pessoas que o ajudariam a disseminar a nova religião.

Infelizmente, o primeiro ocupante do corpo havia provocado a antipatia dos sacerdotes. Estes se lembraram do fato e tramaram cuidadosamente um incidente em consequência do qual o homem foi preso. Desde que dominavam o juiz que tinha de conhecer do caso, a conclusão era inevitável. Pensamos em salvá-lo, mas chegamos à conclusão de que isso teria maus resultados para a população em geral e para a nova religião.

A nova forma de disciplina espiritual se propagou. Mas, ainda uma vez, houve quem a subvertesse para servir aos seus fins pessoais. Cerca de sessenta anos depois de seu início, foi realizada uma grande assembleia na cidade de Constantinopla. Muitos sacerdotes ali se reuniram. Muitos deles eram homens pervertidos que tinham desejos sexuais depravados e consideravam impura a heterossexualidade. Graças ao seu voto maioritário, os ensinamentos verdadeiros foram alterados e a mulher foi considerada impura.

Passaram a professar erroneamente que todas as crianças nascem em pecado. Resolveram publicar um livro sobre os acontecimentos de sessenta anos antes. Foram contratados escritores para redigir livros dentro das mesmas linhas, utilizando tanto quanto possível as histórias e lendas que tinham sido transmitidas, com todas as suas inexatidões, de uma pessoa para outra.

Durante anos a fio, varias comissões se reuniram para acrescentar, cortar ou alterar os trechos que não lhes agradavam. Por fim, foi escrito um livro que não ensinava a verdadeira crença mas era, na realidade, material de propaganda para realçar o poder dos sacerdotes. Durante os séculos seguintes, os sacerdotes, que deveriam ajudar o desenvolvimento da humanidade, impediram-no ativamente.

Propagaram-se falsas lendas e torceram-se os fatos. Se os povos da Terra e particularmente os maus sacerdotes não mudarem de rumo, nós os povos do Império, teremos de ocupar o mundo da Terra. Enquanto isso, salvo em casos extremos como este, temos ordens de não ter contato com os homens e de não entrar em entendimento com nenhum governo da Terra.

Luís Aparício

atualizado em Sexta, 25 Dezembro 2015 03:07
 
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