Luz que encolhe Versão para impressão
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artigos da APO - Casos Portugueses
Escrito por Luis Aparicio   
Quarta, 25 Setembro 2013 06:02

Maria do Céu tem 52 anos, é empresária e vive em Elvas. Em 2011, à noite, quando estava na varanda de uma vivenda próxima da sua, viu no céu uma bola branca brilhante. De repente da bola branca saem três luzes como se fossem três argolas entrelaçadas parecidas ao símbolo da Audi e que vêm até perto de si, ficado a cerca de dois metros.

Luís Aparício e Maria do Céu - foto de Luís Beja

Ficou assustada e, de seguida, as luzes recolheram e ficou apenas a bola branca por várias horas. Foi para casa descansar. Já perto do amanhecer foi alertada pelo filho para um barulho que vinha do seu quintal. Afastaram a cortina da janela e viram um foco de luz muito forte que os impedia de ver claramente

No dia 11 de junho de 2013, à noite, estava no seu terraço, numa vivenda de primeiro andar em Elvas. Voltou a ver uma luz que descia até ao seu quintal, ficando tudo iluminado como se fosse de dia. Pouco depois a luz começou a recolher, a subir. Não apagou repentinamente, parecendo que o foco de luz era controlado. A luz foi subindo, como se fosse ‘sólida’ e recolheu até um objeto que se adivinhava a cerca de 20 metros de altura.

Seres sorridentes

Já por três vezes, na sua casa, vê, mas não é ver com os olhos físicos, é ver com outros olhos ou seja sente que o seu subconsciente a alerta para alguém que está lá em casa. Apesar de não os ver, parece que algo se mexe com movimentos iguais. Não fica com medo, nunca a assustaram. Até lhe parece que eles têm receio de a assustarem.

Desenho elaborado por Luís Beja conforme a descrição da testemunha

Muitas vezes sente presenças dentro da sua casa. Têm a mesma altura que nós temos, são muito elegantes, intui que eles comem só verduras. Inconscientemente percecionou que eles até ficam surpresos como o nosso organismo, com aquilo que nós comemos e do modo errado como nos alimentamos. Por isso, a Maria do Céu tornou-se vegetariana. Pode passar oito dias a alimentar-se só de leite de soja. Perceciona esses seres que estão sempre sorridentes e aos pares. Têm a boca pequena e lábios finos, com altura à volta de 1,65 metros. Têm os braços iguais a nós. A cor da pele da cara é bege e a dos fatos é bege brilhante. Tem rugas na cara, os olhos parecem-se aos nossos mas mais salientes. A cabeça parece a dos egípcios, alongando-se para trás.

Simpatia de pessoas desconhecidas

Muitas vezes, tanto em Portugal como quando vai a Espanha, muitas pessoas sem a conhecer dirigem-se-lhe e cumprimentam-na efusivamente, como se a conhecessem perfeitamente.

Incompatível com as eletrónicas

Maria do Céu diz que os telemóveis e os relógios nas suas mãos avariam facilmente, assim como o computador. Também já aconteceu estar dentro do seu carro e este começar a abrir e a fechar continuamente os vidros das portas. Disse-nos que para si o carro ideal, só pode ser um carro muito antigo, por causa das eletrónicas dos carros modernos. Aconteceu-lhe numa outra data, com um outro carro, ia para um certo destino e quando chegou ao final, quis abrir as portas do carro para sair, mas não as conseguiu abrir. Teve que sair pelo tejadilho. Um mecânico foi chamado e verificaram que as portas estavam soldadas, por isso tiveram que serrar as portas para por o carro a funcionar.

Comentário:
Aparentemente pode não haver ligação entre a visão da luz que encolheu o seu foco e os acontecimentos adjacentes a esta testemunha, mas juntando também comentários que nos fez sobre as suas capacidades de cura, que a Maria do Céu possui, chegamos à conclusão que há mais por explorar dentro de si. A peri-visão dos seres na sua casa e a constante sensação da presença, de estar acompanhada, mais a afetuosidade de pessoas desconhecidas, fazem dela um polo de atração cósmica e humana.

Notámos que o magnetómetro do “Nexus 7”, que levávamos, teve diversos desvios magnéticos na varanda e dentro da sua casa. Também sentimos, haver ali uma forte energia telúrica ou de qualquer outra proveniência (não mensurável pelos nossos aparelhos, só a nossa sensibilidade a sentia).

Este artigo foi resultante da nossa visita à casa desta testemunha em Elvas, tendo colaborado Elísio Gomes, Hélder Pedroso, Luis Aparicio e Luis Beja.

Luís Aparício

 

atualizado em Quarta, 25 Setembro 2013 15:44