Híbridos ou MIBs em Famalicão Versão para impressão
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artigos da APO - Abduções
Escrito por Luis Aparicio   
Domingo, 30 Setembro 2007 11:23
Nas vivências abdutivas é normal aparecerem descrições de seres Híbridos que vêm visitar as abduzidas e MIBS que ameaçam as testemunhas para não falarem das suas experiências. Neste caso, esta abduzida teve a possibilidade de utilizar a capacidade feminina de tirar uma autênticas fotos visuais. A descrição anatómica dois homens é notável sendo por isso esta reportagem uma mais valia para se poder compreender as características morfológicas destes híbridos.
Será que os mesmos vieram visitar o seu projecto pessoal?
MULLER - viveu até aos noves anos de idade na Alemanha, tem hoje 45 anos e tem um longo historial de abduções, até conhecer a APO já tentou de todas as maneiras livrar-se desse contacto com o invisível. Passou pelos Centros Espíritas mas sem lhe terem conseguido fazer compreender ou afastar aquilo que só a si afligia. Parecia que estava sozinha num mundo sem ninguém a ajudar. Contou-nos que foi a maior alegria da sua vida encontrar em Portugal pessoas que falavam a sua linguagem, isto é, sabiam entendê-la, conheciam os seus problemas e que faziam conferências públicas periódicas sobre a sua vida secreta.


MULLER - Eu e a minha irmã fomos ao Bar Berber em Famalicão (a 350 Km a norte de Lisboa) e sentimos que estávamos a ser observadas.

Amiga da MULLER - Eu lembro-me de tu contares isso mas não me lembro deles.

MULLER - A minha irmã acho-os horrorosos. Disse que pareciam parolos, feios, mas eu achei-os…….

Amiga da MULLER - Também a tua irmã achou todos aqueles que lá estavam (os homens), eram parolos.

Luís Aparício (LA) -Eles vinham vestidos com que roupa?
MULLER - Eles vinham vestidos como nós, normais.

LA -como eram os olhos deles?
MULLER - Os olhos deles, pareciam que tinha a parte branca, toda cheia de água.

LA -Tinham pálpebras?
MULLER - Tinham olhos bem feitos.

LA -Tinham sobrancelhas?
MULLER - Também.

MULLER - Só que esse dos olhos tinha a cabeça mais achatada, a testa era mais baixa e os olhos o nariz e a boca estavam mais concentrados, eram mais largos ao nível das orelhas e mais estreito na testa.

LA -Tinha dito que era só um?
MULLER – Não, eram dois, um tinha a cabeça mais alta com a testa mais subida e os olhos mais largos. Em termos de estrutura física, além de altos eram normais e bem constituídos.
A única coisa que me chamou a atenção foi, os olhos de um e a forma da sua cabeça e a cabeça do outro que era mais subida a nível da testa.



Luís Aparício e Muller.
A pedido da mesma foi modificada a sua face.




LA -Sabe se outras pessoas comentaram o assunto?
MULLER - Eu é que chamei à atenção porque eles estavam sempre a olhar para nós e olhavam particularmente para mim porque eles estavam entre a minha mesa e a deles havia um espaço livre, tinha um corrimão à volta e eles olhavam para nós directamente e eu para eles na diagonal.

LA -O que é que sentiste quando eles começaram a olhar para ti?
MULLER - Simplesmente achei estranho e fiquei desconfiada.

LA -Eles telepaticamente transmitiam-te alguma coisa?
MULLER - Eles só sorriam para mim.

LA -Eles sorriam telepaticamente?
MULLER - Não, eles sorriam mesmo, via-se a expressão facial.

LA -Eles tinham dentes?
MULLER - Tinham, eles estiveram a cerca de 50 centímetros de mim. Nós depois descemos e ainda fomos à casa de banho e depois fomos para a caixa registadora para pagar, antes de sair e quando eu me apercebi eles estavam, os dois, mesmo por detrás de nós.

LA -Eles transmitiram algum som?
MULLER - Não.

MULLER - Nessa altura reparei melhor naquele cujos olhos pareciam que estavam cheios de água. Dava a sensação de serem mais salientes. A parte branca tinha a íris e a pupila do olho dentro e por fora parecia um balãozinho transparente de água.

LA -Eles emitiram algum som?
MULLER - Não mas eles falavam.

LA -O que é que eles falavam?
MULLER - Não cheguei a perceber porque havia lá muita música no estabelecimento e não dava para perceber.

LA -Como é que eles desapareceram?
MULLER - Nós saímos e ficamos à porta a conversar com o dono do estabelecimento, e o dono perguntou-nos o que é que achávamos da casa e da decoração.

LA -Viste-os a sair?
MULLER - Eles saíram, eu vi-os a sair e eles atravessaram a rua.

LA -Como é que era o andar deles?
MULLER - Normal mas apressado.

LA -Como é que eram as calças?
MULLER - De ganga, acho que estavam de ganga.

LA -Como era a camisa?
MULLER - Estavam com roupas claras.

LA -Eles eram carecas ou tinham cabelo?
MULLER - Um tinha mais cabelo do que o outro, aquele que tinha a testa mais alta tinha o cabelo mais comprido.

LA -Achas que poderás algum dia voltar a vê-los aqui na rua?
MULLER - Se eles voltarem cá, decerto irei vê-los.

LA -Como desapareceram eles?
MULLER - Nós tínhamos o carro estacionado numa rua transversal à rua de frente do bar. Há rua em frente ao bar e há duas transversais. A parte detrás dos edifícios é um monte. Então do lado direito do bar na perspectiva de quem sai, havia um palco e um estacionamento largo.
Quando nós fomos para o Berber havia lá poucas viaturas estacionadas. Numa dessas ruas atrás do Berber estava estacionado o carro da minha irmã.
Na direcção que eles seguiram, eles teriam de fazer a passagem, por onde estava o carro da minha irmã, contornando um jardim que estava à volta e ia sair pelo outro lado.
Essa rua só tinha saída no sentido norte. Por isso eles teriam de dar a volta e eu não vi nenhum carro passar.

LA -Eles ao sair foram em direcção a algum carro?
MULLER - Não, eles ao sair atravessaram a rua e foram para essa parte de trás que tinha poucos carros estacionados e onde estava o palco e reparei que à volta do palco havia um gradeamento, como aqueles que se põem nos concertos.
Então, quando eles passaram o gradeamento que separava o palco de um outro prédio, um deles ficou debruçado sobre o gradeamento.
Esse que estava debruçado sobre o gradeamento, olhou para trás e espreitou na direcção em que nós estávamos (que era mesmo em frente à porta do bar).

LA -Ele saltou o gradeamento?
MULLER - Não eles passaram de lado por havia abertura de lado entre o prédio e o gradeamento e eles passaram para o outro lado, só que eu não vi nenhum carro passar.
Se eles chegaram ao bar, primeiro que nós, tinham que ter o carro lá no estacionamento, então eles ao saírem tinham que se dirigir para essa zona, só que eu não vi nenhum carro passar.

LA -Antes ou depois havia alguns elementos no céu.
MULLER - Só quando estávamos já a chegar a casa (viram algo de estranho). Nós enganámo-nos no caminho ao vir para de Barroselas para Famalicão, fizemos um trajecto sem saber por onde é que entrámos, só descobrimos foi a saída, porque não sabíamos onde estávamos (andaram perdidas).

LA -Houve algum lapso de tempo perdido.
MULLER - Não, só estranhávamos a mudança de trajecto porque nós saímos de Famalicão por um sítio onde não tínhamos entrado. Passamos por uma estrada à ida e viemos por outra ao regresso.
Depois quando estávamos a chegar quase a minha casa a uns dez metros da minha casa ao virar para a minha rua eu vi que a zona onde eu vivo estava com algum nevoeiro. Havia uma parte mais forrada (?) no meio da estrada e aí nessa zona da rua eu vi uma luz vermelha.

LA -Então não havia nevoeiro no céu?
MULLER - Havia nevoeiro no céu, e estava lá em cima também uma luz vermelha rectangular era um vermelho muito camuflado.

LA -A luz era rectangular?
MULLER - Sim

LA -Em que dia é que isto foi?
MULLER - Ah! Já não me lembro, eu registei isso, eu tenho a data registada

LA -Foi este ano?
MULLER - Foi em fins de Julho de 2005

Reportagem efectuada em Outubro de 2005, mas só agora descoberta nos meus arquivos. Desculpem este atraso.

Luís Aparício
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atualizado em Sábado, 09 Abril 2011 14:50