EXTRATERRESTRES E CONTACTOS Versão para impressão
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artigos da APO - Avistamentos
Escrito por Luís Aparício   
Quarta, 04 Junho 2008 21:31
As luzes cruzam de forma oculta os céus da Serra e os viajantes entram em acção sem que ninguém os veja. Esses seres estranhos são chamados de extraterrestres, porém, os reais extraterrestres somente somos nós mesmo já que somos, pois, estranhos até para nós que não sabemos quem somos na realidade quanto mais os outros que nos rodeiam.

Para além de sabemos o nosso próprio nome, vivemos neste mundo, nascemos e morremos, e que nem todos os nossos anos de vida chegam para adquirir nem metade da metade de todos os conhecimentos do mundo temos a certeza que somos espíritos encaixados num invólucro de carne e no entanto pensamos e agimos como carne sem espírito.

Há certas manifestações que parecem enraizar por um longo período em locais específicos. Os que o sabem reconhecer vão sempre para o meio das montanhas, para o meio de locais onde a vida humana ou é escassa ou não existe nenhuma. A razão disso é bem eloquente ao longo de todos os casos que se deram na realidade desde 1933 até hoje.

Há suspeitas, especulações, teorias e outras formas de tentativas que tentam explicar porque a insistência de certos fenómenos numa certa região e num determinado local que parece ter sido fixado de propósito para o efeito final pretendido.

De acordo com muitos relatos, estas incursões perduram até por longas décadas. Como se tornassem roteiros determinados para ali serem exercidos com toda a regularidade e objectividade desconhecida. Assim como os biólogos acompanham o comportamento de uma espécie no seu habitat natural, parecem que os supostos extraterrestres escolhem uma localidade com toda a cultura e características geográficas regionais.
Isto é justificado porque o local é distante da intervenção humana, longe da quebra da manifestação que se dará de forma sequencial e sempre diferente de qualquer outra que já se tenha dado, sem dificuldades em haver presenças humanas estranhas e indesejáveis emissoras de especulações que perturbem a ligação feita entre duas energias opostas.

Na realidade, as manifestações ocorridas em locais remotos e longínquos obedece a uma sequência onde as forças, não perceptíveis por todos os humanos, se acumulam de modo a que exista da parte preceptora e sensitiva a um envolvimento pessoal onde este se sinta não só à vontade como, ao mesmo tempo, interligado profundamente às forças que o rodeiam e que numa determinada fase, sempre crescente, receptivo a essa manifestação e totalmente alheio ao que o rodeia e desligado da sua vida quotidiana.

Somente nesta base, indispensável para que ocorra a fase de processo de transmissão e recepção de mensagens entre as duas partes, é que se torna possível haver uma profunda aproximação entre as duas partes de um contacto que apesar de breve torna-se mais alto a nível receptor e atinge maior poder na escala gradativa quando sendo realizado repetidamente de certos em certos períodos.

Deste modo, a percepção de muitos videntes reconhecidos mundialmente, desde a época de Fátima até Medjugorge, não é de modo algum dados a realizarem-se a qualquer hora do dia ou da noite nem mesmo quando o receptor assim o quer ou deseja. Há pois, para além do local uma outra série de envolvimentos temporais que somente depois de postos em acção e canalizados devidamente para os receptores é que se realizarão.

Há, entre esta associação, um estimado membro que não nomeio por agora, que recebeu uma placa metálica, que lhe foi entregue na Serra da Estrela como prova de não haver nenhuma especulação e como um dos sinais que sempre andou à procura durante alguns anos e sobre os quais fez inúmeros escritos para além de visitas individuais e algumas romarias. Eu nunca estive no local em época nenhuma e desconhecia totalmente a localização exacta, mas na aproximação de alguns quilómetros antes da área eu já começava a dar a tudo e a todos sinais que era aquele o local e que tinha, finalmente chegado.

Esse mesmo senhor, poderia ter tirado muito mais se não se afastasse do círculo que já tinha sido iniciado, não quebrasse o contacto já feito, não se deixasse influenciar por terceiros que querem para si, a título de descoberta e para sua própria satisfação material, adquirir respostas que não hão-de ter nem lhe convêm devido à sua avidez e impaciência humana.

“O ideal realizador não vive nem medra das facilidades que só por excepção não o matam”.

Nos tempos actuais é muito difícil que exista, de imediato, uma grande afluência pública para que se acredite na existência de outras formas de vida, situadas noutros planetas, já que é crença enraizada na mentalidade humana que somos de facto “a única raça no universo”.
Seria demasiado, da minha parte, aceitar como muita gente o faz e apregoa pelos quatro cantos, que todo um imenso universo espacial exterior que nos rodeia, e que não conhecemos para além das poucas explorações espaciais que até agora tenhamos colocado na prática, que nesse espaço povoado de biliões de galáxias e desconhecidas quantidades de sóis idênticos ao nosso sirvam só para enfeitar o meio que rodeia o nosso habitat a que chamamos de Terra.

Por causa disto tive que regressar um pouco atrás no tempo da história humana, senão quem me ler, acaba por não começar pelo princípio das coisas.

Sem procurar especialmente desvendar a natureza humana e as suas crenças, não negamos que existam, pois, outros planetas que suportem formas de vida idênticas à nossa, ainda que diferentes na sua roupagem, linguagem e anatomia. Se nos fixarmos na crença popular de que nada existe para além de nós, os humanos, estamos a favorecer o conceito de a nossa Terra é o centro do universo, como muitos afirmam, quando, de facto, não somos o centro de nada.

O que sabemos nós sobre o espaço exterior? Nada! O que temos para além das poucas explorações que realizamos dentro do circulo do nosso sistema solar de planetas que consideramos serem os principais componentes do nosso sistema solar? Nada!
Somos, na verdade, seres humanos que crêem que existiu alguém que deu origem à nossa raça no planeta há centenas de milhões de anos não é verdade? Então se esse alguém teve que se dar ao trabalho de criar uma raça de seres pensantes neste planeta poderá não o ter feito noutros planetas mais distantes e com características ambientais capazes de fazer sobreviver essas outras criações?

A nossa actual situação sobre a realidade de como é que aparecemos, como humanos, aqui neste meio ambiental adequado para suporte de vida, está já muito confundida e quase perdida à medida que a sociedade evolui noutras áreas e deixa, cada vez mais para trás, o trabalho de se conhecer como raça. Por causa desse abandono temos no momento três causas de aparecimento sendo:

1. Evolução a partir de espécies rastejantes que vieram dos mares;
2. Evolução a partir de raças de macacos e símios;
3. Criação a partir da intervenção divina – variável entre cada religião.

A confusão nasce a partir do momento em que nos torna-mos capazes de compreender que podemos aceitar ou recusar qualquer hipótese que nos seja colocada e essa nossa forma de livre pensar e julgar iniciasse logo quando começamos a andar na escola. A falha distinta, e bem à vista de qualquer estudante com um consciente de inteligência razoável, dá-se quando se tem uma aula de história que nos diz que viemos descendentes evolutivos dos macacos por provas fosseis e logo a seguir passamos a uma aula de religião que nos diz que foi Deus que nos criou a partir do barro.

A conclusão é simples: não sabemos, de facto de onde viemos e tudo o que podemos ter é a adopção pessoal de uma crença, independente desta ser religiosa, arqueológica ou cientifica e fixar nela uma voluntária aceitação de como sendo a que mais se adapta ao nosso pensar. No entanto, inconscientemente, somos levados a crer desde tenra idade, naquilo que nos dizem as nossas famílias e transferimos também essa crença para nós. Aqui tudo dependerá do meio ambiente e da educação individual que cada um recebeu.

Na minha situação, desde muito novo, foram-me revelados os dois caminhos existentes e tive a felicidade de ter uma família que discutia comigo todos os pontos de vista que eu haveria de encontrar ao longo da vida e usou sempre uma frontalidade para cada caso onde me quis fazer ver o que poderia estar certo ou errado e quais as opções, livres, que eu poderia adoptar.

Assim resulta que, por razões individuais bem à vista, haja quem não acredite que existam formas de vida que consigam viajar no espaço, sejam mais inteligentes e possuidores de uma tecnologia mais avançada do que aquela que possuímos.
Até agora, tanto quanto sei, foram escritos mais de mil livros sobre o fenómeno dos Ovnis e toda uma série de fenomenologias relacionadas com o caso entre outras hipotéticas versões que lhe quiseram atribuir como forma de lhe darem maior sintetização.

Destas centenas de relatos há, pois, textos que vão variando do mais sóbrio tom científico à mais exagerada fantasia e houve muita gente que dedicou infindáveis horas ao estudo sério dos fenómenos Ovni e da vida extraterrestre.
Se alguns alcançaram uma certa notoriedade, outros houve, pois, que acabaram por se perder entre muitas especulações que deram origem a uma história bem começada mas mal acabada e até incompreendida por quem as leu.
Estes factos, entre as muitas falsas fotografias, que muito tem dado nas vistas do público são os que geraram até agora toda uma consideração, pública e social, carregada de fortes dúvidas quanto à existência de outras formas de vida para além da humana e de toda e qualquer outra para além da vida microscópica, animal e vegetal reconhecidas cientificamente e humanamente.

Posso, pois, ter a certeza considerável de que muitos destes supostos textos levados a público não terão qualquer impacto na sociedade actual por quatro razões bem óbvias:

1ª razão é a de que poucos seres humanos conseguem ver um Ovni e não havendo uma maioria social também não há uma imediata adesão populacional com fortes indícios para se meterem na crença imediata.

2ª razão pela existência de grandes quantidades de filmes de ficção científica e séries televisivas cujo conteúdo parece ter dissipado as dúvidas humanas que tudo o que uns quantos poucos vivem e vêem é pura fantasia cinematográfica.

3ª razão pela quantidade de falsas montagens quer de fotos quer de filmes que levam a aumentar em larga escala a dúvida pública e alimentam a crença de que a loucura de uns não é senão fruto da paranóia de uns quantos que souberam com métodos actuais da tecnologia informática fazer montagens mitológicas.

4ª razão pela quantidade de circunstâncias que rodeiam todo o fenómeno e que o encaminham para um plano que permite que não exista alarmes populacionais ou desencaminhem o ritmo social humano requerido pelas entidades religiosas e políticas a nível mundial.

A obscura informação existente não é senão, agora no presente tempo, uma imensa caldeirada a que misturaram uma série de teorias, uma imensa dose de confusões, inúmeras falsificações, imensas despistagens, centenas de negligências, constantes desmistificações e evidentes carradas de ridículos espectáculos teatrais tanto da parte dos governos como das entidades religiosas que só vieram a solidificar a crença popular e o pensamento mundial numa base única de que o problema dos Ovnis e da vida extraterrestre somente é uma alucinação de mentalidades doentias.

Já ao nível das associações, sem excepções, há quem veja nelas uma forma de dar continuidade a uma paranóia a que poucos se dão ao luxo de perderem tempo que podia ser aproveitado em prol de outras causas sociais mais nobres.

Se para uma minoria, que somos nós, há uma verdade nas suas afirmações, para uma maioria social haverá sempre a desconcentração de que, perante a falta de provas palpáveis e de maior vulto humano, tudo o que relataram não passará de uma criação do imaginário humano e de alegações paridas por pitorescas alucinações e exageradas fantasias sem qualquer préstimo cientifico ou mais valias humanas.
Ora, tanto os lideres da classe política, quanto os lideres da classe religiosa da Europa e do mundo, não estão dispostos a perder nenhum dos múltiplos privilégios, desde que existiu a sua fundação, enraizamento e inserção na mentalidade social, e que adquiriram até aos dias de hoje. Nenhum destes dois potentes poderes mundiais e de simbólica inserção no meio populacional, suporta perder o seu controlo ideológico, controlo político e controlo moral da sociedade, custe o que custar e venha lá quem vier com quantas provas ou ousadias tiver.

A audácia de uns, leva à audácia maior de outros. Assim, nesta balança, que equilibra os dois grupos de crentes e não crentes, os pratos estão, pois, equilibrados a gosto de cada entidade politica e de cada entidade religiosa.
Abanar a sociedade sempre podemos, mas não é possível beliscar os alicerces que as une já que os mentores da actual sociedade mantêm sempre, de reserva, uma resposta rápida como se tivessem para cada plano A apresentado por nós um plano B ou até mesmo indo até ao Z.

A verdade é esta, doa ela a quem doer.

É, pois, evidente que o temas dos Ovnis e da vida Extraterrestre está, hoje mesmo, muito mais radicado na fantasia do que no campo da importância prática. Se é evidente que muitos textos históricos e religiosos possibilitam apontar o forte testemunho de relatos sobre estranhas máquinas pilotadas por estranhos seres, é também evidente que se saiba, a nível histórico da humanidade que é difícil provar que muitos relatos das afirmações de que essas estranhas máquinas que sobrevoam os céus e são conduzidos por estranhas formas de vida está relacionado no problema geral das origens do homem e das civilizações.

Estamos, já, fartos de saber que muitos textos ditos religiosos não são senão um forte indício com revelações genuínas sobre a existência de vida extraterrestre desde que o homem apareceu sobre a Terra.
No caso das tantas e já inúmeras visitas de ovnis que vem sido relatadas por testemunhos de todas as classes sociais, sem contar com a sua idoneidade e que nos chegam de várias partes do Mundo podemos verificar, sem fantasias mentais que também os que nos observam puderam estudar-nos e chegar à conclusão que somos uma raça que para além de pensadores somos também uma raça predadora ainda em constante evolução.
Os seus estudos, á semelhança dos nossos, terão chegado à conclusão, depois de uma longa série de observações e inspecções à humanidade como um vasto organismo, que:

O nosso sistema mental, nervoso e de mobilidade eréctil se desenvolveu de modo satisfatório;

- Que a nossa técnica de pensar evolui o suficiente para definir as vias de comunicação terrestres – milhões de vias rápidas e de linhas-férreas – e já na área do espaço exterior temos satélites de comunicação para rádio, televisão e telefone, estações orbitais com capacidade de prever ciclones e medição de temperaturas e que fizemos chegar a todos os pontos a electricidade através da criação de barragens em rios e mares e procedemos à criação de parques eólicos de energias limpas.

- Poderão ter observado que temos bem definido a nossa aprendizagem em lidar com correntes eléctricas em condutores metálicos e mais tarde com electrões livres em válvulas de vácuo ou de baixa pressão;

- Evoluímos nos meios da electrónica e as áreas da cibernética e que possuímos já alguns avanços na área da linguagem computorizada e que aplicamos a mesma nas explorações espaciais, científicas e até medicinais.

- Evoluímos nos meios de locomoção terrestre, marítima e área e possuímos meios de transportes que movimentam milhares de seres através dos países.

- Que a ciência consegue reproduzir clones e caminha para a evolução de aplicação desses conhecimentos em áreas de alimentação;

- Que a nossa agricultura é muito mais evoluída que há milhares de anos atrás e que somos capazes de criara alimentos sintéticos;

- Descobrimos o átomo e fomos capazes de construir armas com alto poder destrutivo em grande escala.

Mas, também, devem ter descoberto, sem sombra de dúvida, que:

- Somos uma raça destrutiva e desde há séculos temos feito inúmeras guerras entre os povos usando para isso razões políticas, territoriais e até religiosas;
- Somos dependentes de um sistema governamental de ordem política, variável de acordo com as necessidades de cada um dos países;
- Somos dependentes de um sistema religioso, variável de acordo com as crenças dos povos;

- Povoamos de forma crescente quase todas as zonas do planeta e não temos mãos a medir quanto à quantidade de exploração dos solos e dos seus recursos naturais ou construção de edifícios;

- Temos uma média de vida de 80 anos e uma população que cresce diariamente à razão de um nascimento por cada hora;
- Dependemos de meios monetários e sofremos cada vez mais alterações climáticas que colocam em causa não só a diversidade animal e natural como colocam em risco a sobrevivência actual e futura da espécie humana.

“ A nossa tecnologia passou a frente do nosso entendimento, e a nossa inteligência desenvolveu-se mais do que a nossa sabedoria." - Roger Revelle

atualizado em Terça, 12 Abril 2011 19:17