Chuva de ovnis Tic Tac Versão para impressão
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artigos da APO - Avistamentos
Escrito por Luís Aparício   
Sábado, 26 Outubro 2019 16:45

Chuva de ovnis perto da Ilha Catalina em frente a Los Angeles entre 10 e 14 novembro de 2004. Luiz Elizondo que liderou o AATIP – programa de identificação de Ameaças Aeroespaciais, um seção secreta dentro do Pentágono, apresentou no canal história em Portugal, o programa «Não Identificados» Tempo 1 Episódio 2, o desenvolvimento do célebre filme divulgada pela US Air Force recentemente. Unidentified: Naval Pilots Witness UFOs (Season 1) | History   https://youtu.be/kZyNMqcpFm8

Luiz Elisondo entrevistou Kevin Day que era o chefe dos radaristas do cruzador USS Princeton que fazia parte do grupo de ataque e escolta do porta-aviões NIMITZ e estava a 100 milhas de San Diego, Viram no radar centenas de objetos retangulares que viajavam a 8500 metros e altitude com a velocidade entre 150 e 185 km/hora. Para o Kevin essa velocidade iria impor num objeto normal, perca de sustentação.

The Nimitz Encounters https://youtu.be/PRgoisHRmUE

Eram tantos os objetos, que parecia estar a nevar. Muitas das vezes iam em formação noutras dispersavam.

ovni tic tac apêndice inferior

Quando o Kevin Day selecionou um objeto do ecrã do radar para o examinar esse objeto, de imediato esse objeto caiu da altitude onde estava a 8500 m e ficou a pairar ao mesmo nível que o mar, essa queda durou 0,78 segundos, portanto essa caixa retangular atingiu a velocidade de 39.000 km/hora.

Antes do incidente, no início de novembro de 2004, o cruzador USS Princeton havia relatado que uma luz desconhecida o tinha perseguido, por 2 semanas.

Os objetos apareceram repentinamente a 80.000 pés, e depois foram direção ao mar, eventualmente parando a 20.000 pés e pairando. Em seguida, ele saiu fora do alcance do radar, provavelmente indo em direção ao céu.

As grandes aglomerações de objetos foram desde o dia 10 de novembro 2004 e no dia a 14 novembro 2004 parecia que choviam ovnis retangulares.

Sempre que os ovnis apareciam nos ecrãs dos aviões, logo de imediato caiam para o mar, depois esperavam que o avião passasse e voltavam para os 8500 metros, continuando a deslocar-se entre 150 e 185 km/hora. Parecia que os mesmos possuíam algum tipo de invisibilidade para o radar e para o olho humano, porque não eram vistos em certas ocasiões. Era como os ovnis quisessem ser deixados em paz.

um oficial de operações abordo do Princeton contatou dois jatos da marinha americana do USS Nimitz. O primeiro jato estava sendo pilotado pelo comandante David Favor, oficial comandante do esquadrão de ataque 41, auxiliado pelo seu oficial do sistema de armamentos no banco traseiro, e o segundo pilotado por um jovem tenente recruta.

Kevin Day coordenador dos radaristas do USS Princeton pediu que para que os dois F18, que tinham deslocado do Nimitz, fossem guiadas até ao OVNI Tic Tac. Embora as condições meteorológicas para esse dia fossem ótimas, com o céu azul, sem nuvens e com o mar calmo, quando os caças dos EUA chegaram ao local, os dois caças não viram nada no ar nem no seu radar.

Ao olhar para o mar, no entanto, eles perceberam uma área de água oval agitada com espuma e ondas espumosas de aproximadamente do tamanho de um Boeing. Alguns segundos depois, eles notaram um objeto muito incomum pairando com movimentos erráticos 50 metros acima da água. Ambos os pilotos descreveram depois o objeto como sendo sólido, branco, de 10 a 14 metros de comprimento, sem pára-brisa, sem asas, nem empenagem, e sem nenhum motor visível.

O comandante do F18, Fravor começou a fazer uma descida para abordar o objeto, mas ele alegou que o OVNI evitava qualquer tipo de aproximação fazendo manobras "impossíveis", que inutilizava qualquer tentativa de aproximação. Como Fravor se aproximou um pouco, ele relatou que o objeto começou a ascender ao longo de um caminho curvo, mantendo distância do caça de Fravor, fazendo uma trajetória em círculos opostos. Fravor ainda tentou aproximar-se, mas neste o OVNI Tic Tac, foi-se embora com uma aceleração incrível, em menos de 2 segundos sumindo da vista dos pilotos, deixando-os assustados.

ovni tic tac dimensões

Poucos minutos depois, o USS Princeton confirmou que o objeto estava agora a 60 km de distância. O objeto teve que voar mais rápido do que Mach 3 para cobrir tal distância, talvez tivesse atingido 108.000 km/hora. Ao perder contato visual com o objeto, ambos os caças F-18 estavam com pouco combustível e tiveram que retornar ao USS Nimitz.

Fravor disse «Não faço ideia do que vi. Não tinha asas, motores e nem plumas, e ultrapassou os nossos F-18».

Após o retorno da primeira equipa dos dois primeiro F18 para o Nimitz, uma segunda equipa descolou às 15:00h, desta vez equipado com uma câmara infravermelha avançada. Esta câmara gravou um OVNI em vídeo, sendo o vídeo lançado publicamente pelo Pentágono em 16 de dezembro de 2017 ao lado da revelação do AATIP Advanced Aviation Threat Identification Program.

Uma segunda filmagem infravermelha foi lançada pelo Pentágono junto a primeira filmagem. Embora os media muitas vezes apresentem os dois vídeos juntos para ilustrar o incidente envolvendo do USS Nimitz, a segunda filmagem não é do mesmo incidente, fora filmado na costa leste dos Estados Unidos em 26 janeiro de 2015 a partir de jatos do porta aviões USS Roosevelt, The Nimitz Encounters - https://youtu.be/PRgoisHRmUE minuto 28.24.

Unidentified: Naval Pilots Witness UFOs (Season 1) | History   https://youtu.be/kZyNMqcpFm8

Quando o Kevin Day pensou em fazer um relatório o conteúdo das conversas com os pilotos as gravações das vozes tinham sido apagados, embora ficasse só registo que tinha havido um contato.

Para o Kevin Day os ovnis desapareceram para sul.

No grupo de navios que seguia o Nimitz estava a US Princeton, que é um cruzador especializada em ver e escutar tudo para o grupo do Nimitz, e um técnico de radares que fazia parte da equipa do Kevin Day, viu nos radares todas as deslocações das centenas de ovnis durante vários dias.

Este caso também é conhecido pelo ovni Tic Tac, sendo parecido as pastilhas elásticas TIC TAC. ovni tinha 13,7 metros de comprimento e 4 metros de espessura.

Contatou o submarino USS Louisville que fazia parte da escolta do porta-aviões Nimtz lhe confirmaram a presença de ecos muito rápidos desconhecidos.
A piloto dum dos F18 que estava no ar, viu pairar sobre as águas o ovni TIC TAC e a superfície do mar havia um turbilhão. Os pilotos que viram o turbilhão na água contataram-se pela radio e estavam perplexos porque nunca tinham visto nada igual.

Gary Voorhis diz que os operadores de sonar do USS Princeton, verificaram que havia um objeto dentro de água a deslocar-se a mais de 130 km à hora.
Gary Voorhis descreve um episódio anormal, chegou um helicóptero ao USS Princeton e os oficiais que chegaram dirigiram-se a ele e ordenaram-lhe que lhes desse toos dados relativamente a este avistamento que já durava à quatro dias e depois destrui-se todos os dados que ainda pudessem restar.

Gary Voorhis disse que jamais alguém lhe tinha obrigado a dar todos os elementos sobre a sua profissão de radarista, quer dizer que a marinha dos EUA estava altamente interessada em fazer segredo sobre aquele avistamento dos ovnis Tic Tac.

No vídeo The Nimitz Encounters https://youtu.be/PRgoisHRmUE minuto 25.32, é levantada uma questão muito interessante como é que os misteriosos oficiais superiores vieram tão rapidamente buscar todos os dados ao USS Princeton. O Gary Vooris, tentou logo de imediatofazer uma cópia dos dados do radar, mas já era impossível, visto que foram apagados, minuto 26,54.
Nota: Será que estamos na presença dos celebres MIBs.

Ao longo dos anos as águas na proximidade da Ilha Catalina, foram palco de muitos avistamentos e em 1992 foram vistos sair das suas águas mais de 200 osnis, parecendo mais um exercício de poder e intimidação.

A ilha Catalina encontra-se mesmo na linha de união de duas placas tectónicas.
A 290 km de distância para norte está a importante base da força aérea dos EUA Vandenberg, onde recentemente foram lançados foguetes da SpaceX do Elon Musk.

Para o Kevin Day que coordenava os radaristas do USS Princeton, as naves Tic Tac vinham de norte e dirigiam-se para sul, possivelmente primeiro passavam pela Base da Força Aérea de Vandenberg , depois passavam por cima do grupo do Nimitz e depois dirigiam-se em direção ao sul. Mas por vezes os ovnis Tic Tac saltavam de sul para norte e vice-versa em segundos.
O Kevin Day ainda conseguiu vir a um dos bordos do USS Princeton, ver ovnis Tic Tac através dos potentes binóculos que este cruzador possui para observação.

USS Princeton binoculars

Por vezes iam em marcha lenta, noutras vezes ficavam a pairar, noutras vezes desciam muitas naves ao mesmo tempo parecendo que estavam a chover ovnis.

Para mim Luís Aparício é sintomático que que os ovnis Tic Tac, com capacidade de se deslocarem no ar, no espaço e debaixo de água, poderão ter a sua origem nos mundos intraterrenos Duatianos., porque já foram vistos a sair nas imediações da Ilha Catalina.

Os ovnis Tic Tac, até agora não constavam dos anais da ovnilogia, sendo por isso possivelmente nova tecnologia, dos nossos vizinhos do interior. Eles vêm apresentar os seus novos brinquedos.
Quando um jardineiro abandona o seu jardim crescem ervas daninhas. Por isso que esses presunçosos vizinhos em lugar de andarem a mostrar os seus novos brinquedos o que fariam melhor é entrarem em contato connosco, para que as ervas daninhas que grassam entre os Facianos fossem destruídas.

Desta reportagem poderemos tirar muitas ilações:

Os ocupantes dos ovnis estavam em contato mental com Kevin Day, o líder dos radaristas do USS Princeton.
Os possíveis tripulantes do ovnis Tic Tac, conseguiram apagar todos os elementos das conversas dos pilotos no sistema informático do USS Princeton.
Os ovnis Tic Tac quando estavam a cerca de 5 metros da água provocam um borbulhar da água.
Os ovnis Tic Tac, pareciam ter algum tipo de invisibilidade e deslocavam-se a velocidades perto de 40.000 km/hora.
Os ovnis Tic Tac, não possuíam nenhum tipo de janela, porta, parecia haver na parte inferior da nave dois L.
Os ovnis Tic Tac, não mudavam de cor como outros ovnis, emitiam sempre a mesma luz branca.

Por fim e em tom de brincadeira, mas séria, podemos perguntar se os Extraterrestres ou Intraterrestres são realmente gente com juízo. Porque navegar debaixo de água a altas velocidades, decerto vão causar grandes mortandades de peixes. Deveriam ser multados por excesso de velocidade, pela Polícia Sub Aquática da OMI-Organização Marítima Internacional.

Luís Aparício

atualizado em Sábado, 26 Outubro 2019 17:25