Caparica terra de avistamentos Versão para impressão
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artigos da APO - Casos Portugueses
Escrito por Luis Aparicio   
Domingo, 15 Abril 2012 10:24

Cláudia Alcântara tem 43 anos e mora no Outeiro da Polima a 20 Km a oeste de Lisboa. No dia 30 de Março de 2012, Sexta-feira pelas 00.50 horas (da manhã) estava na sua varanda a contemplar as nuvens e avista vindo de Oeste, da zona da entrada da barra do Tejo, quatro luzes, que considera não serem de origem terrestre. Essas quatro luzes cor de laranja avermelhado, vinham em formação e quando inicialmente avistadas estariam no mar entre a Costa da Caparica e Carcavelos.

Na quinta-feira havia três zonas em que estava a chover com força e estava a trovejar entre o Bugio e a Fonte da Telha. Havia também um teto de nuvens a média altitude. A nível do mar era visível toda a zona do mar até à Costa da Caparica.
Foi nessa hora que avistou as quatro bolas de luz que deveriam estar numa linha reta entre o Outeiro da Polima e a Parede. Essas bolas de luz deslocavam-se no mar, numa linha Oeste para Leste e que passava entre o Bugio e a Fonte da Telha.

 

Essas quatro luzes vinha em formação duas por cima e duas por baixo, formando um quadrado vertical. Quando as quatro luzes chegaram na linha entre o Bugio e a Fonte da Telha, (talvez a 20 km de distância do Outeiro da Polima) houve outra vez uma grande trovoada. Desde que foram avistadas as luzes na zona da Parede até ao Bugio durou cerca de quatro minutos esse trajeto.
Perante aquele fenómeno aéreo anormal e fantástico, Cláudia decide ir buscar uma máquina fotográfica e rapidamente voltou, nessa altura das quatro luzes só já estavam duas bolas de luz.
Também foi buscar os binóculos e verificou que uma dessas luzes era cor de laranja, à vista desarmada mas vendo-a com os binóculos, verificou que eram duas bolas de luz cor de laranja, quase vermelha, lado a lado. Depois essas duas luzes cor de laranja quando avistadas pelos binóculos, juntaram-se depois separaram-se. Depois de se separarem a bola de luz do lado direito já não tinha a cor laranja avermelhada mas possuía a cor estava azulada e era mais pequena , depois desceu para uma altitude inferior. Depois a luz azulada deixou de ser visível e a bola de luz alaranjada também desapareceu. Cláudia notou que no momento em que as duas luzes se separavam a luz maior que ficou, oscilou na vertical.


Evolução das bolas de luz, lembramos que a Cláudia diz que cada bola de luz teria 4 mm. a cerca de 20 km de distância. Cada luz deveria ter cerca de quatro milímetros à distância dum braço estendido. Em )1 a formação das quatro bolas, em )2 quando a Cláudia as avistou quando foi buscar os binoculos e em 3) quando as bolas se uniram, depois separaram e saíu uma bola azul mais pequena dessa separação, antes da união as bolas tinham a cor alaranjado vermelho e eram da mesma grandeza, depois da separação a bola zul era mais pequena do que a alaranjado.

No dia seguinte a Cláudia viu um helicóptero passar nessa zona e relacionando-o com as bolas de luz, pensa que as bolas de luz eram maiores do que o helicóptero. Essas bolas de luz deslocar-se-iam a cerca de 300 metros de altura.

Claudia Alcantara no terraço do Leclerce, tendo por fundo a area onde se deu os avistamentos.

Possível trajeto que as bolas de luz fizeram no mar em frente à Fonte da Telha, em 1) primeiro contato visual da Cláudia e 2) quando as ultimas bolas desapareceram

Cláudia avança com a ideia de que as bolas de luz, aproveitaram o relâmpago para desaparecerem.

Outros avistamentos
Em 1992 Cláudia lembra-se de ter visto uma esfera de luz vermelha muito grande em Benfica no Bairro das Pedralvas. Era de noite e essa bola de luz esteve muito perto de si, estava acima dos prédios, depois afastou-se em alta velocidade. Não notou nenhum barulho.

Cláudia em julho de 2011, sem precisar o dia, deveriam ser 17 horas, era dia de semana, viu um ponto de luz branca numa das nuvens. Essa luz fez diversos movimentos nas nuvens, apareceu e desapareceu e depois desceu um pouco da nuvem, parecia uma aranha a descer por um fio, depois voltou a subir e desapareceu. Este acontecimento deu-se na zona da linha de costa, talvez na vertical da Parede. O tamanho dessa luz deveria ter 3 mm à distância dum braço estendido. A altitude a que essa bola de luz branca fazia as suas evoluções era superior a 1000 metros. Nessa altura a Cláudia sentiu muita curiosidade e achou esse acontecimento fascinante.

Cláudia em novembro de 2011, sem precisar a data, eram cerca das 14 horas e era um dia de semana, sobre o Oeiras Parque, viu uma esfera escura. Essa esfera passou por detrás da Torre redonda. Cláudia notou que estava no céu um avião comercial e essa esfera escura aproximou-se do avião. Cláudia notou que uma avioneta que ia em direção para à margem sul, passou-lhe pela frente esta bola escura. A avioneta depois deu meia volta e foi atrás dessa bola escura. Essa bola escura teria talvez um volume meio metro cúbico.

Comentário:
Estes avistamentos vêm-se juntar a um vasto rol de outros acontecimentos similares nesta área ao largo da Praia da Fonte da Telha. Os diversos avistamentos que a Idalina Oliveira nos descreveu como por exemplo no Ovni em forma de gota ou o triângulo isósceles no Cabo Espichel.

As afirmações do Arnaldo Viziano no artigo “Mem Martins porta para outros mundos” de que nesta zona há uma entrada para um mundo habitado por baixo do mar.

Outros relatos, deram-nos conhecimento de fantásticas danças exibicionistas de diversas naves de variados tamanhos aos fins de semana durante todo o ano de 1998 nesta zona em frente à Fonte da Telha.
Outras pessoas psíquicas que conhecemos indicam-nos que entre a Fonte da Telha e o final da barra do Tejo em Cascais há um mundo intraterreno.
Temos que salientar a observação que a Cláudia fez, quando a mesma relata que os trovões estavam a dar-se no local onde as bolas de luz desapareceram, até parece que foram manipulados os elementos atmosféricos para ser camuflada a sua entrada.
Daí que o artigo do Fernando Oliveira Ovnis produzem nevoeiro, que os ovnis podem manipular os elementos atmosféricos, para fazer jus a mensagens que querem transmitir por exemplo nas aparições marianas aparecem certas figuras nas nuvens, ou utilizam nevoeiros ou chuva miudinha, como podemos observar na cidade do Porto no dia 17 de Dezembro de 2005, às 19,05 horas, quando o tempo estava normal e passados poucos minutos aparece um grande nevoeiro e chuva muito fina a cair, logo a seguir vimos uma enorme nave redonda a pairar poucos metros por cima dos prédios.
Luís Aparício

atualizado em Domingo, 15 Abril 2012 18:08