Nave subtrai eletricidade ? Versão para impressão
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artigos da APO - Casos Portugueses
Escrito por Luís Aparício   
Domingo, 24 Junho 2012 16:06

Dulce Garanhão tem 31 anos mora em Almargem do Bispo e tinha que ir todos os dias para o seu antigo local de trabalho em Alcainça, onde exercia a sua profissão de Esteticista ao passar na estrada entre a Ribeira dos Tostões e Mafra Gare. No dia 12 Abril 2012 quinta-feira pelas 08,57 h entre estas duas localidades, viu uma enorme nave que estava a pairar a cerca de cinco metros de altitude por cima dum monte à esquerda entre a Ribeira dos Tostões e Mafra Gare. Era uma enorme nave, que ocupava todo o cume do monte e tinha um tubo pendia da nave ao monte.

A nave

Não consegue dizer as dimensões dessa nave mas pensa que teria mais de 250 metros de diâmetro, só sabe dizer que o diâmetro era igual ao do cume do monte que se encontra no lado esquerdo entre a Ribeira dos Tostões e Mafra Gare. Garante que aquela nave era enorme, como abrangia todo o monte poderia ter cerca de 250 metros de diâmetro/comprimento. Teve tempo para presenciar aquela enorme nave cerca de um minuto. Como ia a conduzir pode analisar aquela situação durante um minuto, mas foi obrigada a olhar para a estrada, visto estava a conduzir. Nessa fração de tempo que não esteve a olhar para a nave que pensa ter sido só de segundos a nave desapareceu. Quando olhou novamente para esse monte a nave tinha desaparecido.

O avistamento

Não refletia luz do sol, estava nublado nesse dia.
Aquele enorme ovni tinha uma forma discoide.
Tinha contornos bem definidos, até se viam tipo "janelas"/quadrados a toda a volta metidas para dentro.
A nave denotava não ser lisa, tinha muitas janelas metidas para dentro, notava-se bem a separação das janelas entre si. Havia um espaço de separação entre cada janela.
Manteve sempre a mesma aparência escura e discóide.
O aspeto era metálico escuro (cor dos submarinos), por ele todo.
Não tinha luz e tornava-se escuro porque não havia sol nesse dia.
Não projetou nada, apenas saiu dele um tubo ou algo do género em direção ao solo, parecia que sugava algo.
O fenómeno, estava estático e depois desapareceu.
O objeto esteve sempre a mesma distância do monte.
Tinha aparência sólida.
O desaparecimento do fenómeno foi repentino foi um momento em que olhava durante um segundo para a estrada, verificou depois que já lá não estava.

Dulce acha que infelizmente mais ninguém observou aquela aproximação da terra daquela nave.

Efeitos desde o aparecimento de 12 Abril 2012

Ficou a sofrer alguns problemas de ordem física, psíquica, afetiva após a observação, ficou estranha mas assocou à euforia de ter visto algo assombroso. Desde então tem estado muito esquecida do dia-a-dia, parece que via coisas onde não as há. A nível físico tem dores abdominais e de rins. Dá-lhe a sensação que tem o ventre sempre inchado
No mês de Abril o seu período feminino veio muito pouco e até pensava que não iria tê-lo, quando veio com uma cor castanha muito estranha o que não se lembra de lhe ter acontecido com essa cor.
Nota que neste mês (Junho 2012) pensava que já não lhe ia aparecer mas apareceu-lhe coisas estranhas espessas, esquisitas cores não normais, cheirando muito mal e a químicos. Quanto às fezes notou que cheiravam muito mal.
Tem sentidos muitos zumbidos e por vezes sente que fica surda dos ouvidos mas passados momentos recupera a audição.
Nos dias seguintes a 12 de Abril 2012, andou muito nauseada, nunca chegou a ter diarreias.

O passado revela-se novamente

Nos dias seguintes teve muitos sonhos estranhos sobre ovnis e abduções, deu-lhe a sensação de que já estava a esquecer esses assuntos mas voltou a ter este tipo de sonhos. Voltou a sonhar com este tipo de sonhos que durante muitos anos foram assuntos diários para si.
Voltou a ter dores em certas partes do corpo que não tinha sentido antes.
Há alguns anos notou que junto às virilhas e nos braços já encontrou nódoas negras sem saber com apareceram.

Telefonemas anónimos

Dulce Garanhão garante que já lhe fizeram telefonemas anónimos constantemente e ouve algo a respirar. Por vezes ouve interferências mas então já não ouve essas respirações. Tem recebido esses telefonemas para o fixo em casa e para o telemóvel. Dulce sente que esses telefonemas anónimos lhe aparecem durante o período de tempo em que não tem períodos femininos.

Falta de períodos

Durante o período em que lhe falta a menstruação sente que o seu corpo apresenta um quadro clinico igual ao estado de gravidez. Os peitos aumentam e a barriga a aumentar e todos os sintomas de gravidez.

Algo de si nas estrelas

Sente que algo de estanho aconteceu consigo, sempre teve a sensação que tem um filho (menino) que não conhece mas que gerou. Esse menino terá nascido numa época que esteve muito mal de saúde. Recorreu aos serviços de saúde para ser operada, mas quando foi para ser operada já não estava tão mal de saúde, os médicos ficaram sem saber como foi aquela cura tão repentina.

Curada por outra ciência

Dulce disse-nos que esteve muito mal de saúde, num grau 4 pré-maligno e passou para um grau 1. Toda a equipa médica achou ficou muito surpreendida.
Dulce conta que o seu pai lhe disse antes de ser operada, «ele viu-a ser operada por alguém muito elevado com vestes brancas», igualmente lhe disse «para a Dulce não se preocupar porque ela estava bem». Dai a surpresa da (nossa) equipa médica ao verificar que tinha passado dum grau 4 para um grau 1.

A sua mãe diz que por vezes vê coisas anormais em casa, mas não é pessoa para estar a falar desses assuntos.

A sua filha agora com três anos, diz que tem um anjinho da guarda à volta de si.

Avistamento anterior

Em junho de 2009 e sem precisar o dia, por volta das 17 horas, Dulce presenciou outro avistamento entre o Sabugo e Almargem do Bispo, era de dia e estava muito calor, vinha com os vidros do carro abertos e viu por cima da linha férrea do Oeste, viu um objeto no céu a pairar. Era mais pequeno do que aquele que viu no dia 12 de Abril 2012, justifica, possivelmente por estar longe ou então seria uma nave mais pequena. Essa nave refletia a luz do sol, verificou que era cinzento claro. Dulce lembra-se que viu a nave a desaparecer para o mar em direção à Praia das Maças. Conjugando as imagens mentais, do avistamento de 2009 e o de 2012, avança com a ideia que poderiam ser a mesma nave, realça que o formato das naves observadas era igual.

Carregue para ver desenho que esta testemunha fez

Linha de alta tensão

Fomos ao local onde a nave teria estado, e encontramos no cume daquele monte de 330 metros de altura, somente dois velhos moinhos sem telhado e sem as velas. Mas a 50 metros dos moinhos passa uma linha de alta tensão, que vai em direção a Anços. Em conversa com a Dulce, esta refere que a primeira ideia que teve do porquê daquela nave ali, seria «eles estavam a roubar eletricidade» e de facto aquilo de mais interessante que vimos no cimo do monte foi uma linha de alta-tensão implantada numa vinha.
Deslocamo-nos até ao poste que suporta a linha elétrica aérea mas não encontramos nada de anormal o chão tinha sido gradado recentemente, por entre as fileiras das videiras.

Será que aquela nave estava a analisar ou mesmo a subtrair eletricidade? O tubo que saía da nave em direção ao solo, seria um cabo condutor?

Noutras partes da terra naves subtraem eletricidade


Já não é a primeira vez que enigmaticamente os ovnis vêm roubar eletricidade. Lembramo-nos das manifestações que aconteceram na Polónia, contra o aumento de eletricidade nos anos 80 do seculo passado, dizendo as pessoas que não queriam pagar o aumento das tarifas elétricas, visto serem os ovnis responsáveis por esses aumentos do consumo sem contrapartidas financeiras.
Tivemos a oportunidade de conhecer o Engº Elezer Puglia que nos disse que o seu avô foi o primeiro fotógrafo em todo o mundo a fazer fotos dum ovni a roubar eletricidade, no Brasil.

 

atualizado em Domingo, 24 Junho 2012 16:44