Outras civilizações entre nós Versão para impressão
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artigos da APO - Casos Portugueses
Escrito por Luís Aparício   
Terça, 28 Julho 2009 05:45
Ao longo dos anos os pesquisadores de ovnis enfrentaram uma realidade, sabemos que os ovnis entram dentro dos mares e rios e poucas pessoas conseguem perceber a sua presença. Hoje mais do que nunca é preciso o seu recenseamento, mas o comum dos mortais tem só acesso a uma restrita banda de frequências/sensoriais que os seus cinco sentidos lhe dão. Jyoti nascida em Moçambique é dotada de percepções tanto no campo físico/visual como no campo psíquico/vivencial, relata nesta entrevista, as suas experiências que vão enriquecer a ovnilogia mundial, porque acreditamos que aquilo que se passa aqui perto de Lisboa, também poderá ter um âmbito geográfico muito vasto por todo o planeta Terra. Já publicamos um outro artigo com o nome «Transmutação no Algarve» no qual nos relata aquilo que algumas pessoas abduzidas Portuguesas, começam agora a ver. Uma dessas pessoas, em particular, porque até agora não quis divulgar o seu nome, afirmou que pelo canto dos olhos consegue percepcionar muitas naves nos céus de Lisboa. No campo pessoal de observação da magnitude das estrelas sabemos que para se poder percepcionar melhor a magnitude duma estrela, utiliza-se o visão lateral. Assim esta pessoa abduzida vem agora corroborar aquilo que a Jyoti desde pequena vê.

Luís Aparício (LA) Jyoti poderás relatar o que presenciaste deste jardim do Quiron?
Jyoti (J) Era na véspera da Lua Cheia, vim à meditação da Lua Cheia ao Quiron e dirigi-me ao jardim do Quiron , porque gosto muito de ver a baía (Mar da Palha) tendo o Tejo ao fundo e verifiquei, ainda não estava escuro, estava pleno dia como hoje (18 horas). A baía estava completamente cheia de naves, mas por baixo da água.

LA Dos jardins do Quiron vê-se todo a baía do Tejo, até ao Seixal, Barreiro, Almada, Cacilhas, as naves estavam desde onde, até que lugar?
J Não tinham fim.

LA Como são as naves?
J As naves são redondas, há de vários formatos e tamanhos e uma delas e mais ou menos grande, tem uma elipse ao centro na diagonal central e em cima também.



LA Se as naves estavam debaixo de água como é que tu as viste. Tu consegues ver as naves debaixo de água, aqui a partir do jardim do Quiron?
J Vejo-as e ainda hoje as vejo.

LA Quer dizer que hoje ainda há aqui naves?
J Hoje a intensidade não é tão grande.

LA Vamos continuar com a descrição das naves.
J Uma delas é redonda, com um anel na diagonal central e em cima, na cúpula e em baixo, essa é uma das naves que é a maiorzinha e a outra se deslocava de um lado para o outro, essa tem a facilidade, ela é mais ou menos achatada por baixo e redonda por cima. Essa tem a facilidade de transformar em disco e se movimentar em qualquer direcção e vai por cima ou por baixo da água.


Naves que têm a propriedade de mergulhar nas àguas.(desenhos da Jyoti)


LA Essa estava onde?
J Essa estava aqui mesmo em frente.

LA Quais são as tuas capacidades, tu vês debaixo de água?
J Tudo

LA Inclusivamente os peixes?
J Inclusivamente os peixes, e não só, e a uma profundidade muito maior.

LA Que dom é esse?
J Não sei.

LA Conheces mais alguém que veja as coisas dentro de água?
J Conheço a Ma….


O Mar da Palha em frente a Lisboa, no preciso momento em que se estava a fazer a entrevista. No centro da foto estará a grande nave por baixo do fundo do rio.


LA Então há pessoas que vêm as coisas dentro de água?
J Dentro e fora de água e até dentro da Terra a uma profundidade que o ser humano não lá entrou.

LA Tu consegues ver as coisas dentro da Terra?
J Vejo e já me transportei até lá.

LA Já te transportaste até lá?
J Até ao centro da Terra, até ao centro dos oceanos e dos lagos e vejo.

LA Dentro dessa perspectiva também consegues ver o que está dentro das naves?
J Vi

LA Daqui é que vistes o interior das naves?
J Vi, aquelas que me foi permitido ver, não vi o interior delas todas.

LA Quantas naves viste ao todo neste mar da palha?
J Imensas, imensas, imensas.

LA A maior delas todas qual era a sua medida?
J Uma delas que neste momento está à minha frente, no centro da baía, a aparência dela pode ter a largura dos meus ombros (cerca 45 centímetros) à distância dum braço estendido.

LA Estou a fazer esta entrevista no dia 8 de Maio 2009 – 18 horas e a distância até ao centro da baía segundo o Google Earth é de 5,17 Km.
LA Tu tens essas capacidades, como é que vamos dar aos leitores uma prova.
J Nós sabemos que está-se a fazer um trabalho muito intenso por Portugal, foi pedido esse trabalho pela nossa Rainha Santa Isabel, ela é a que está mais à frente e esse trabalho foi pedido e está a ser realizado há uns anos para cá, que é precisamente, trabalhar por Portugal.

LA Só um pouco, vou tirar uma foto do mar da Palha em infra-vermelhos.
J Esse trabalho que foi pedido a várias pessoas e há muita gente já envolvida nesse trabalho que é precisamente recuperar Portugal.
Portugal esteve numa baixa estima durante muito tempo e já era tempo de levantar a alta estima do seu território da sua Terra. A terra em si estava bastante em baixo, assim como as pessoas ficam em depressão, a Terra também tem pulsação, tem sentimentos, a Terra também respira, tal como um ser humano, a Terra tem energia, tem luz, tem magnetismo, também sente o amor, sente a ternura, tal como uma pedra sente a mesma coisa, como um ser humano. Embora as pessoas pensem que se pode dar pontapés a pedras, mas essa pedra vai sentir esse pontapé.

LA A Rainha Santa Isabel pediu um trabalho e esse trabalho está a ser feito por seres extraterrestres, terrestres e intraterrestres?
J Seres intra-mar, os lagos estão cheios, todo o que banha Portugal está intensamente povoado, o interior dessa água, intensamente.

LA Esses seres que vêm de fora, são de outras galáxias, como é que eles vivem debaixo de água?
J Eles vivem dentro dessas naves.

LA E essas naves não irão ficar inundadas com água?
J Não porque elas são herméticas.

LA Uma nave faz milhões de quilómetros e depois vem enfiar-se no meio da água. O que é que eles vêm cá fazer e logo vão esconder-se debaixo de água?
J Ela não está escondida, é onde ela trabalha.

LA O que é que ela trabalha?
J Ora bem, isto está-se a alinhar. Um dos trabalhos é o alinhar o ser humano. O ser humano durante muito tempo, desleixou-se muito, mesmo muito. O ser humano quer a vida mais facilitada e não faz o trabalho de casa.

LA O que é o trabalho de casa?
J O trabalho de casa é estar mais virado para a vida espiritual, ou seja não estar tanto virado para a vida material. Já se provou que a matéria não é tudo. Matéria não é desenvolvimento, se o ser humano não existir não há computadores, não há ciência. Esses seres tem uma capacidade tão avançada que nem sequer falam a língua sonora, é uma língua muito avançada que eles nem sequer mexem os olhos.
Eles nem sequer olhos têm, eles têm um terceiro olho que é bastante apurado, bastante avançado e como tal é um sistema (corporal) muito avançado, de tal maneira, que nós não temos a capacidade de captar a língua deles, nem linguagem nem do cérebro.

LA Então não é uma linguagem sonora e também não é uma linguagem telepática?
J Para um ser humano perceber pode-se dizer que é telepática.

LA Como é que sabes uma coisa dessas?
J Porque eu meia volta (muitas vezes) estou lá dentro.

LA A Jyoti afirma que meia volta está lá dentro, como é que vais lá dentro dessas naves?
J Entro lá para dentro, como é que eu hei-de explicar? Como nos filmes será teletransportado, dá para perceber?

LA Quer dizer que te desmaterializas aqui e vais materializar-te lá quando lá chegares.
J Mais ou menos isso.

LA Por auto vontade ou és induzida ou és levada pelo mecanismo deles.
J É uma coisa tão mecânica, eu em milésimos de segundo estou lá dentro.

LA Fisicamente com este corpo tridimensional?
J Lá dentro não se pode entrar com este corpo.

LA Quando chegas lá dentro o que é que tens á espera?
J Os seres lá de dentro.

LA O que esses seres te fazem?
J É que nem há portas para entrarem.

LA Foste transportada para dentro da nave que está dentro de água, foste no corpo astral, no corpo subtil.
J Não sei dar nomes a isso, sei que é um transporte que se faz. Hoje eu tenho consciência quando me transporto. Como é que eu hei-de explicar, será voar, é um deslocamento. Há uma das naves que serve para o transporte das pessoas e coisas, é a nave mais pequena. Por vezes há que fazer deslocar a nave dum lado para o outro, porque, precisamente neste sítio não pode ser, tem que ser noutro lado e por isso é que há deslocações dessas naves, por vezes há necessidade de buscar coisas duma nave para a outra e aí a nave até se desloca pelo ar.

LA A nave que vês está a pairar por cima das águas?
J Tira uma foto ali, estás a ver aquela mancha branca no meio da baía, aquele rasto redondo, tira lá a foto.

LA Então neste momento está a ali uma nave a pairar no ar?
J Não ela está no interior da água, mas está quase à superfície da água, praticamente à superfície. Aquela é de tal maneira pequenina que se pôs fina diametralmente

LA Jyoti entraste dentro da nave e o que é que lá fizeste?
J Dentro duma fui transportar pessoas, dentro doutra, a tal que tem um anel, já se fazem tratamentos.

LA Que tratamentos são esses.
J As pessoas são trabalhadas. Nós aqui conhecemos como chackras, mas na realidade são espirais de energia. No Ocidente conhecemos os sete chackras principais. Um dos trabalhos é o alinhamento dessas elipses energéticas. O outro trabalho é que em vez de sete chackras, passamos a ter menos. Sete são os principais, mas o ser humano se trabalhar bem, fizer os tais trabalhos de casa, passa a ter muito menos chackras.

LA Quer dizer que eles dentro das naves irão unir os chackras?
J Desenvolver os chackras, a ponto de apurar essa parte energética, alinhando-a, para que o ser humano possa estar preparado para a nova fase.
A Terra vai evoluir bastante, como tal o ser humano vai ter que a acompanhar essa evolução. O Ser humano tal como é não o vai conseguir sozinho. É por isso que hoje se começam a descobrir os DNAs, há muito mais para além disso.

LA Como é que as pessoas são levadas daqui para dentro das naves?
J Há certas naves que vêm até à Terra e há outras (mais pequenas) que nos transportamos até essa nave maior.

LA Nós quem?
J Certos seres.

LA Certos seres, tansportam os seres normais para dentro das naves?
J Sim

LA Neste momento o que é que estás a ver, estamos aqui deste jardim do Quiron a ver o mar da palha, o que é que estás a ver? Está neste momento a passar um cacilheiro.
J Por detrás do cacilheiro, está a passar um golfinho. Um dos trabalhos que eu faço é com os golfinhos, eles têm ajudado imenso. Tanto é que se vêm muitos golfinhos e muitas baleias e não só, e não só.

LA Estavas a falar dos seres que são transportados para dentro das naves, são Lisboetas que são levados para dentro das naves?
J Se estamos aqui podemos falar de Lisboetas, Portugal não é só Lisboa.

LA Então há duas maneiras de irem para dentro das naves, primeiro eles vêm cá buscar essas pessoas, segunda existem seres fantásticos que levam as pessoas daqui para dentro das naves. Como é que essas pessoas fantásticas se transportam para dentro das naves?
J Aí poderemos utilizar o termo subtil.
LA Então as pessoas são desmaterializadas aqui e depois são levadas para dentro das naves?

J Não em corpo físico, é num dos corpos, a pessoa permanece no físico e é transportada para lá.

LA Conheces alguma pessoa que faça esse trabalho de levar pessoas em corpo subtil para dentro das naves?
J Não sei dizer, porque nós não trabalhamos por A, B ou C, vamos porque nos é dado o conhecimento.

LA Já presenciaste algum caso das naves que tivessem vindo à Terra.
J Sim eram naves pequenas.

LA Do tamanho de quê?
J Se eu abrir os braços duma ponta à outra, vejo-as daqui a aproximarem-se.

LA Em termos reais, são de que tamanho?
J As naves são do tamanho dum braço ao outro aberto.

LA Talvez 1,65 metros.
LA Como é que a nave tem só esta medida?
J Há outras mais pequenas.

LA Como é que uma nave que tem 1,65 metros, consegue transportar pessoas para dentro da nave para dentro da nave grande.
J É na essência do ser humano que está tudo.

LA Quer dizer as pessoas no corpo subtil pesam menos, ocupam menos espaço.
J Sim é porque não são levadas no físico. Essa nave com 1,65 metros é apenas uma delas, há outras mais pequenas ainda, onde se transportam pessoas e essas naves mais pequeninas têm a facilidade de ficarem tão achatadas que ficam da grossura dum disco com um metro e cinquenta centímetros de espessura por 30 metros de diâmetro. E habitam lá seres que são do tamanho 50 cm. E estes seres, lidam com um sistema extremamente sofisticado a bordo, as ordens de comando e o manuseamento é feito de mente para mente. Estamos a falar de mente de bordo/nave e de mente ser.
O ser humano é transformado à escala nave para poder ter energia suficiente para sua estadia entrada nessa nave onde vai ser tratado energeticamente. Não existem camas marquesas com pés, ou seja, aqui existe como que uma mesa sem pés nem contornos angulares, de côr violeta roxo brilhante cintilante translúcido tão agradável...!!!!!



O ser de manto é o que vem transmitir ao outro de calças o que tem que fazer. O ser humano que está deitado na marquesa, nem tem consciência do que lá está a fazer, e nem tem consciência de lá estar. O ser das calças tem um tipo de divisas da mesma cor roxa translúcido igual ao fato. Aqui tudo é translúcido. Eles circulam no ar. O compartimento é todo roxo translúcido. A marquesa estava suspensa no ar. (desenho da Jyoti)



LA Então o que é que essas naves poderão transportar?
J Pessoas e os seres que lá habitam.

J Nós estamos habituados a pensar no físico que nós chamamos o tamanho real, para além do tamanho real existe uma outra dimensão. Nessa outra dimensão não existe no físico o tamanho real. Portanto, nessa outra dimensão não podemos pôr o tamanho exactamente imóvel ou seja nós somos carne e ossos e não temos a faculdade de nos comprimirmos, não temos a faculdade de passarmos uma porta, se não esbarramos, partimo-nos. Os outros seres noutras dimensões nas outras galáxias passam portas na maior das facilidades, não podemos comparar com esta Terra, temos só a faculdade telepática, mas se tivermos outro tipo de faculdade de desenvolvimento conseguimos, mas o comum mortal não consegue.

J Esses seres não têm uma parte física fixa e imóvel, eles não são imóveis, eles movem-se tanto no corpo como na sua estrutura e como tal, de tal maneira, há facilidade em se moverem, vamos usar o termo etérico, se eles têm a faculdade de passar.

Eles não têm o corpo físico, eles passam e repassam e há certas naves que nem há lá seres e no entanto fazem-se tratamentos.
LA Num dos casos, que tenhas visto aqui em Lisboa, o que é que mais viste dentro das naves.

J O magnetismo que é trabalhado, o ser humano deixa de ser tão massa corpórea passa a ter mais massa espiritual e em vez de ter sete chackras principais passa a ter um único chackra principal.

Aqui na Terra há já vários seres que nasceram só com um único chackra principal e é isso que permite entrar noutras galáxias.
Chackra significa roda, é energia, por exemplo um dedo tem diversos chackras.

LA Os seres que estão dentro das naves alimentam-se de quê?
J A alimentação deles é energética é como vai passar a ser com os humanos.

LA Como é isso das naves translúcidas?
J As naves não são opacas são translúcidas, porque a nível ascensional não há opaco há translúcido brilhante, por isso é que nas nossas meditações invocamos a luz translúcida brilhante. O opaco fecha não deixa a luz passar e nessas naves trabalha-se em energias.
Na sua grande maioria são de côr cinzenta/violeta translúcida. O ser humano não as vê. È um translúcido brilhante que aqui na Terra ainda não vi.
Há também naves acastanhadas, um castanho escuro acinzentado.


Nave seccionada, a luz dourada é o supremo. A linha de seres com manto abaixo do supremo representam hierarquicamente abaixo o supremo. Os seres de capote recebem as directrizes do supremo. Estes seres não se alimentam na forma comum de nós terrenos, mas alimentam-se energeticamente. (desenho da Jyoti)


LA Achas que poderá haver alguma nave de forma piramidal?
J Existe

LA De que tamanho?
J Talvez com 500 metros de lado triangular e as arestas não são direitas, não existe recto

LA Há mais a dizer sobre as naves?
J Peço para que as pessoas reflictam para que não sejam intriguistas e egoístas, sejam abertas a novos conhecimentos, sejam abertas umas para as outras, respeitem-se umas às outras.

LA Qual foi a última vez que estiveste dento de uma nave?
J Neste momento estou dentro duma,

LA Neste momento nós estamos no jardim do Quiron e dizes que estamos dentro duma nave?
J Estou não só aqui mas dentro de outras, perfeitamente normal.

LA Estás aqui e estás dentro de uma outra nave ali em frente? Tens o poder de bi-locação?
J Tenho o poder bi, tri e mais vezes.

LA O que é que estás a fazer dentro da outra nave ali em frente?
J Estou em pleno tratamento de uma ser humano. As pessoas quando são transportadas para dentro dessas naves, lá dentro não têm sexo, não dá para entender se é homem ou mulher.

LA Dissestes tri-locação, onde é que estarás nesse teu tri-desdobramento?
J Estou desdobrada no outro lado do planeta, está-se a fazer um outro tipo de trabalho que não se faz dentro das naves.

LA Portanto neste momento estás do outro lado do Planeta?
J E não só! Temos Portugal a arder em fogos e temos que estar ao lado das árvores e florestas com esses seres que lá habitam a ajudá-los e é esse trabalho que eu estou a fazer também agora neste momento.

LA Como é que vamos apagar o fogo da floresta, utilizamos que seres?
J Utilizamos todos os seres de lá, devas, gnomos, já participei em vários casos de reconstrução da floresta. As florestas ardem porque a natureza tem necessidade de a queimar para nascer em novas energias, plantar novas energias.

LA Quem é que queima?
J Ás vezes é a mão do ser humano em outras é a própria natureza que faz a combustão.
Participei em várias cenas de reconstrução e há vários seres que estão envolvidos nesse trabalho, cujos nomes não sei dar, mas de diversos formatos e diversos tamanhos

J Houve um outro caso que eu presenciei, e onde uma nave desceu cá em Portugal com o propósito de mostrar às pessoas o que era a nave, quem quis foi lá contactá-los

LA Onde foi isso?
J Foi algures em Portugal, há uns dois ou três anos, no Minho, seria no mês de Fevereiro ou Março, foi durante o dia, entre as 15 e as 16 horas, o terreno era em terra batida do tipo onde os miúdos jogam à bola, havia uma aldeia próxima com casas baixinhas, e com um largo.
Essa nave esteve a pairar e as pessoas subiram por essa rampa e posteriormente desceram, quem quis foi visitar essa nave e regressou a terra. Foi para dar a conhecer ao ser humano a outra forma de vida, sem medos.
Foi um dos meus corpos que lá esteve, enquanto o outro meu corpo real estava na região de Lisboa. O tamanho dessa nave seria do tamanho do estádio do Sporting.



Rampa para as pessoas irem ver. Os seres (a verde em forma da letra T) que estão à entrada da rampa da nave estavam à espera das pessoas para as receber e irem-lhes mostrar a nave. (desenho da Jyoti)


LA Já alguma vez tiveste informação/ajuda do supremo?
J Sim por exemplo.

J Estando eu a estudar, ou seja, aprofundar conhecimentos, não tivera tempo para estudar, durante a aula foram me feitas perguntas sobre a localização exacta dos meridianos, (eu pedi ajuda aos meus mestres) eu respondi com os devidos nomes técnicos visualizando o respectivo trajecto...!

J Neste vasto, amplo, lindo trabalho por Portugal, estão vários seres envolvidos: inter- terra, extra-terra, terra-terra, seres evoluídos, ascendidos, desencarnados, inclusivamente monges tibetanos (desencarnados e os que estão neste planeta),em que cada um vai dando o seu contributo à sua medida...

J Já se pode verificar que as pessoas já estão mais doces na maneira de falar, já se vê a ceder o seu lugar aos necessitados, nos transportes públicos...

J Por todo Portugal, nos mares, rios, lagos, afluentes, há muitos golfinhos, baleias, alforrecas, cavalos-marinhos, corais, e outros tantos seres tão bonitos, que se encontram a trabalhar na ajuda a Portugal!

J O sentido de um país belo bonito maravilhoso alegre vivo com potencialidades, começa a fazer sentido aos habitantes de Portugal! Tal como o ser humano gosta de ouvir os diversos adjectivos agradáveis, o país Portugal, também gosta, aumentando-lhe o prazer de viver.

J A ajuda inter-ajuda é necessária para podermo-nos equilibrar harmonizando-nos, bem como, ajudando os outros seres que nos estão a ajudar

J Vamos desfrutar a natureza para podermos chegar às estrelas cometas cosmo universo.

J Em Setembro 1987, salvo erro, estava eu em Montegordo a passar férias de praia. Nessa altura não sabia nadar, a dada altura dei conta que estava numa zona sem pé e rodeada de alforrecas com a cabeça em cima de os tentáculos para baixo. Eu tinha ouvido dizer que as alforrecas são perigosas...bem, olhei ao redor e não vi perto algum ser humano para me ajudar, pensei para comigo.

Se as alforrecas apareceram do nada e eram tantas e rodeando-me totalmente em círculo é porque querem falar comigo, e assim foi, agradeci-lhes por estarem ali comigo a acompanharem-me e ajudarem-me em várias tarefas e em diversas fases da minha vida, elas transmitiram-me as mensagens que tinham para mim, acompanharam-me até perto da areia sem me tocarem e desapareceram.

LA Que mensagem final queres deixar aos leitores?
J Todos os seres têm inteligência, todos precisamos uns dos outros, todos devemos respeitar uns aos outros, todos devemos aceitar-mo-nos a nós e aos outros.

Nota:

Comecei a entrevista cerca das 18 horas e estendeu-se por cerca de uma hora, ambos verificamos que um certo barco, andava constantemente de montante para jusante do Tejo.
Ia possivelmente até à Expo e depois voltava e ia possivelmente até Algés.
A sua trajectória passava também por cima da zona que a Jyoti apontava como havendo lá por baixo uma base ET. Tivemos a sensação que este barco procedia a estudos oceanográficos pesquisando o Rio Tejo e o seu estuário.
Das 22 horas até às 24 horas estivemos na zona do Cais Sodré, num café junto ao Rio Tejo e continuamos a ver o vai-vem desse barco. E a pergunta que se coloca, o que andaria a fazer ali aquele barco?

Luís Aparício
atualizado em Terça, 19 Abril 2011 06:20