Raiz quadrada em Gueifães (Maia) Versão para impressão
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Sábado, 01 Março 2008 10:26
Miguel Azevedo, 38 anos, porteiro de profissão e com o telefone 914XXXXXX, E-mail: Este endereço de e-mail está protegido de spam bots, pelo que necessita do Javascript ativado para o visualizar No dia 08 de Janeiro de 2008, depois de uma noite de trabalho, chegou a casa pelas 06H30 e como é hábito, antes de se deitar, vai à cozinha para comer algo. Abre a persiana da janela e vê alguns aviões no ar a fazer a sua rota, como não é normal ver assim tantos aviões no ar ao mesmo tempo, conta no total dez rastos. O sol estava a nascer e enquanto observava o rasto dos aviões, reparou num estranho desenho com a forma do símbolo da "raiz quadrada" parado no céu, muito brilhante da cor do sol.

Ao lado esquerdo desse estranho desenho, estavam três esferas de cor cinza também paradas no céu, pareciam bolas de mercúrio. A bola que está mais à esquerda, começa a andar para a esquerda e fica afastada das outras.





A bola do centro mudou de forma e ficou parecida com um balão. A bola que está mais chegada ao símbolo da "raiz quadrada", tanto dava luz parecida como uma estrela como ficava cinza.

O símbolo da "raiz quadrada" continuava sempre brilhante e parado no céu com a mesma forma, enquanto os rastos dos aviões desapareciam. Há distância de um braço estendido, o símbolo da "raiz quadrada" teria 4mm de comprimento, 10mm de altura e 4mm de diâmetro.

Ao fim de cerca de vinte minutos as esferas desapareceram, ficando ali só a "raiz quadrada" com o mesmo brilho, que desapareceu cerca de dois minutos depois. Miguel Azevedo, mora perto do aeroporto Sá Carneiro e está habituado a ver os aviões e os seus rastos.

Afirma que aquilo não eram aviões, mas põe a hipótese de ser algum fenómeno meteorológico (?). Deixa o apelo de que gostava de saber o que era aquilo.

Inquérito conduzido por Mário Santos.

Nota:

Miguel A F Azevedo, residente na zona de Gueifães - Maia. Enquanto preenche o inquérito e faz os esboços do seu avistamento à minha frente, deixa transparecer ansiedade pelo sucedido, contando-me minuciosamente o seu real avistamento.

A forma de emoção vibrante como expressa com convicção este facto por ele comprovado, faz realçar veracidade da sua narração. Lembro que desde o espaço-tempo em que Miguel Azevedo tem este avistamento em 08 de Janeiro de 2008 até ao dia 23 de Fevereiro de 2008, data em que me relata o sucedido, distam 45 dias. Porém o que mais me fez realçar neste avistamento, não foi a maneira estranha como este fenómeno se deu, mas sim o tempo de duração que Miguel Azevedo afirma ter visto aquilo no céu, tendo em mente que ouve uma manifestação de cerca de 30 minutos, de algo que brilhava muito, além das esferas que manifestavam a sua presença para quem quisesse ver.

Faço referência de que, naquele espaço aéreo, está presente o aeroporto 24H00 por dia, além do radar que está permanentemente em serviço. Miguel Azevedo, é uma pessoa de espírito aberto, que denota franqueza na sua palavra.

Está habituado a jogar à bola e sabe distinguir algo em movimento, além de também, desde a sua infância e enquanto ia desfrutar o prazer de acampar com o seu pai e irmãos. Viam fenómenos estranhos no céu nocturno a andar por cima das árvores.

Coisa que no futuro, de assim o desejar, me irá descrever para o meu estudo sobre estes fenómenos exobiológicos.

Por Mário Santos.

atualizado em Segunda, 25 Janeiro 2010 23:09