Auroras versus sois interiores?

A sonda Cassini construída em parceria entre a Europa e os EUA, lançada no dia 15 de Outubro de 1997, tem estado a desenvolver um trabalho fantástico, no campo da teoria dos mundos ocos desde que chegou a 30 de Dezembro de 2000 a Júpiter, mostrando imagens animadas do pólo norte, até à recente imagem das auroras no pólo norte de Saturno captada no dia 15 Junho 2008 em Saturno.

A imagem abaixo é uma composição de duas imagens sobrepostas, a imagem a vermelho tirada no dia 10 de Novembro 2006 nos infravermelhos a partir de uma distância de 1.061.000 kilometros e a imagem a azul tirada a 602.000 km mostrando as auroras dentro da embocadura tirada a 15 Junho 2008, em Saturno.
http://www.nasa.gov/mission_pages/cassini/media/cassini-20081112.html


Auroras dentro da embocadura versus emanação da luz do sol interior saturnino

Esta composição feita pela NASA com o objectivo de inserir as auroras numa outra imagem localizadora é perfeitamente feliz porque nos dá para perceber que por detrás daquela mole de nuvens rodando sinistrogiramente, portanto comportando-se como uma saída suave a partir dum interior oco e agitado, permite que encaremos como certa a explicação que os defensores da teoria dos mundos ocos alimentam dizendo que Saturno e todos os planetas são ocos.

A luz azul que sai da embocadura do pólo norte de Saturno é o reflexo do sol interior ao passar através das massas de ar vermelhas existentes na embocadura norte.


Comportamento das nuvens no polo norte de Saturno

Esta animação também presente no artigo que escrevemos aqui no site da APO com o titulo Saturno oco mostra aquelas massas de nuvens rodando sinistrogiramente, dando para perceber que estamos perante uma saída.
Em oposição há a entrada que roda destrogiramente no pólo sul saturnino, aí largas de massas de ar penetram naquele imenso buraco de 8.000 km de diâmetro.

A luz que sai da Antártida

Para os defensores dos planetas ocos as auroras tem uma outra explicação que passa pela inserção no modelo geológico planetário, dum sol na parte oca. Esta explicação, para a origem das auroras, começa agora a ser mais visível e compreendida na medida em que as fotos do pólo sul terrestre vêm mostrando que a misteriosa luz azul que emana do pólo sul mantêm-se activa, levando à conclusão que o sol interior é a explicação para todas as auroras.
Esta luz azul que sai do pólo sul, é precisamente do mesmo espectro da luz das auroras que saem do pólo norte de Saturno.


Luz saindo dum buraco no pólo sul terrestre em leque, versus emanação do sol interior

Corroborando a saída da luz azul da embocadura do nosso pólo sul terrestre, com a luz azul que emana do pólo norte de Saturno, recentemente fotografada, podemos dizer que tendo em atenção a mesma cor azul, é razoável aceitar como válido que a luz azul da embocadura norte de Saturno, com 8.000 km de diâmetro é nem mais nem menos que o refulgir do sol interior através daquela mole imensa de nuvens e nódulos ciclónicos.

A luz do sol interior saturnino é filtrada através daquelas massas de nuvens e só passa o espectro azul, visto ser o complemento do vermelho presente na embocadura. Uma outra hipótese para a luz azul reside no facto do sol interior emitir luz azul e não amarela como o nosso sol, indo pois ao encontro da realidade planetária do universo e na qual há estrelas azuis, amarelas e de outras cores.

Fonte de iões nasce dos pólos

Desde que os americanos lançaram o primeiro satélite começamos logo a saber que a terra tinha um campo magnético e que o mesmo captura bastante vento solar carregado de partículas vindas do sol, formando uma imensa nuvem de gás ionizado, que circundava todo o planeta.
Uma acidental descoberta em 1980, e novos dados colectados em 1996, indicam que nos pólos terrestres há uma fonte de gás ionizado. Esta foi a comunicação que os físicos de plasma apresentaram no encontro do American Geophysical Union em em S. Francisco em 1997.

Os trabalhos dos físicos de plasma Drs. Rick Chappell and Barbara Giles que trabalham para a NASA no Marshall Space Flight Center, indicam que no dia 3 de Agosto de 1981 foram lançados dois satélites Dynamics Explorer, para o estudo da magnetosfera perto da Terra. O satélite DE-1 possuía o instrumento RIMS – Retarding Ion Mass Spectrometer, capaz de medir o donut de baixa energia da magnetosfera.

O RIMS detectou à volta do pólo norte um repuxo de gás ionizado a partir de 60 Km de altura até uma distância no espaço de 4,6 raios da Terra. Aparentemente as partículas chocavam com a ionosfera e formando as belas cores que se vêm nas auroras boreais. O mesmo acontecia no pólo sul com o mesmo repuxo de iões. Aquelas fontes de iões não eram ainda compreendidas.

Gills, disse que quantas mais medidas efectuavam mais tinham a certeza que estavam perante uma grande fonte de iões de hidrogeno, helium, oxigénio e nitrogénio saindo a diferentes velocidades e diferentes trajectórias.

Para os defensores da teoria dos planetas ocos aquela fonte de iões, presente nos pólos terrestres poderá ser a passagem das radiações do sol interior através das embocaduras polares. No pólo norte perto da ilha Benet sai uma luz para o céu e no pólo sul sai uma luz conforme poderão ver acima.
Polar fountains fill magnetosphere with ions

Luz sai perto da ilha Benet

Uma das dificuldades para os defensores da teoria dos planetas ocos, reside na quase ausência de provas para a emissão de luz do sol interior no pólo norte, ora perto da ilha Benet no Artico, foi fotografado em 1973 uma emissão de luz por um satélite meteorológico americano. A Marine Meteorology Division da U.S. Navy publicou no seu site uma foto aérea da Ilha Bennett (Ostrov Bennetta) no mar da Sibéria vê-se nessa imagem de 1983 que há um penacho de nuvem que sobe em direcção ao céu. Também se observa que a mesma nuvem parece ter uma luz associada que sai do buraco.

Satélite japonês fotografa misterioso disco no pólo norte da Terra

Seria ouro sobre azul esta descoberta, mas temos que pensar noutras explicações, mas não deixa de ser muito intrigante, aquilo que o satélite japonês de observação meteorológica AMSR-E fotografou no pólo norte da Terra.
Um imenso disco oval no pólo norte da terra é visível mesmo por cima da Gronelândia.


O dia sem vento solar

No dia 11 de Maio de 1999 o vento solar estava reduzido a somente 2%, mas as auroras continuaram a aparecer nos pólos terrestres. Para os defensores dos planetas ocos esta é uma das grandes provas que as auroras poderão ser o resultado da luz do sol interior passando para a superfície exterior.

Carregue para ver a evolução animada da luz saindo do meio da Antratida divergindo em leque a partir do momento que sai do buraco – Views of the Aurora from Space