Enxame de luzes gigante e centenas de bolas enormes

O Enxame de luzes

Sobre o canal do Seixal, que se avista da dita janela, ao lado de uma grande nuvem, via-se como que um enxame de algo que penso serem objectos que brilhavam, aparentemente com a luz reflectida do Sol. Não eram todos do mesmo tamanho, nem todos iguais mas a luz que irradiavam deles era igual, de um branco muito claro.


Penso que não estou a exagerar se disser que eram centenas de objectos, aparentemente muito perto uns dos outros, mas isso não posso afirmar devido à distância a que me encontrava deles. Este “enxame” no seu todo estava quase imóvel, mas os objectos que o compunham apresentavam algum movimento.
À distância de um braço estendido este enxame, parecia ter 5 metros de largura e de altura 6 a 7 metros e encontrava-se a uma altitude do corredor aéreo utilizado pelos aviões que vão aterrar no aeroporto da Portela em Lisboa, portanto talvez uns 1.500 metros de altitude.

Fazia lembrar também um quadro onde tivessem sido inúmeras chapinhas presas pela parte superior, como em tempos apareceram nuns placares publicitários, só que essas “chapinhas” não eram todas iguais.
Sendo difícil a descrição, notava-se que havia vários tipos de “chapinhas”, as maiores em cima e por baixo de muitas destas existia uma menor.
Este enxame dava a entender que teria espessura, haveria algumas camadas de objectos por detrás.
Essas “chapinhas” também se assemelhavam a papelinhos lançados de um avião, só que não eram sobre-compridos, e mantinham-se no ar sempre na mesma posição. Dava também a impressão de ser uma única superfície a reflectir os raios solares.

As bolas em altitude

Mas aquilo que mais me impressionou nesta observação não foi esse enxame, mas aquilo que a seguir vou descrever.
Foi a outra testemunha (Fernanda) que me chamou a atenção dizendo-me para olhar para cima, para o céu.
Estava cheio de luzes! Era de dia, o Sol brilhava, mas a quantidade de luzes era tanta que parecia o céu estrelado. Só que estas luzes, que também irradiavam uma luz muito clara, estavam aparentemente muito mais distantes do que o dito “enxame”, e movimentavam-se todas à mesma velocidade, lentamente, de Norte para Sul. Vinham de sobrevoar Lisboa.
À distância de um braço estendido cada bola teria 3 cms e estavam muito altas, talvez à altitude que os aviões utilizavam quando não vão aterrar na Portela, portanto uns 10.000 metros. A luz destas bolas não era ofuscante, não piscava e deslocava-se em bloco, lentamente de norte para sul.



Luís Aparício com a testemunha Maria da Luz no Montijo

Avisar o marido

Ficámos a observar aquele estranho fenómeno e entretanto fiz algo de que me arrependo, pois perdi grande parte do espectáculo. Decidi ir a correr telefonar ao meu marido que estava no Montijo para que ele tentasse ver o mesmo que eu estava a ver. Não consegui localizá-lo e, quando regressei à janela já só lá estavam quatro luzes, a uma grande altitude, e o “enxame” tinha desaparecido por detrás da nuvem, segundo informação da Fernanda

Entretanto uma desapareceu e as outras três formaram em linha, depois em triângulo (eram três) e a seguir sumiram-se perante os nossos olhos. Apagaram-se!
Convenci-me que iria ouvir falar neste caso na comunicação social pois foi algo tão grandioso, e passou-se sobre Lisboa, que acho impossível não ter havido mais gente a observá-lo. Mas de facto não tive conhecimento de divulgação nenhuma do ocorrido.

Maria da Luz Gomes

Nota:
Este avistamento vem corroborar o avistamento recentemente feito por um elemento da Armada Portuguesa por cima do Alfeite no dia 5 de Outubro, sete dias antes, podendo ser considerado como um ensaio para este gigante espectáculo do dia 12 de Outubro de 2005.

Fui entrevistar a Sra. Enfermeira Maria da Luz à casa dela ao Montijo e pareceu-me ser uma pessoa bastante idónea, tendo encontrado em casa dela, várias revistas de divulgação científica, como a Science e Vie, National Geografic e a Muito Interessante. Fiquei com a impressão que era uma pessoa sincera e com nos pés bem assentes na terra, simplesmente disse aquilo que tinha visto.
Luís Aparício