Investigação da actividade ovni em Portugal I

AGRADECIMENTO
ASSOCIAÇÃO DE PESQUISA OVNI – APO

Desde já, agradeço à APO pela cortesia e oportunidade que me dá, de poder expor na sua página de Internet as minhas ideias, onde exponho um pouco da experiência que adquiri ao longo da minha vida, sobre o tema da “exobiologia”, que abrange diversos padrões desconhecidos para a humanidade.
Por: Mário Santos.

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OPORTUNIDADE

Para meu interesse, a 2 de Fevereiro de 2008, desloquei-me a Lisboa para assistir a uma palestra realizada pela APO às 18H00, no (Comfort Hotel Príncipe).
Demarcando uma das mais aliciantes temáticas das estranhas aparições de círculos nos campos de trigo, fotografados em vista aérea no ano de 2007.
Fiquei fascinado com este tema, pois acredito ser pura geometria universal.
Assim, através deste processo ainda não descodificado pela ciência humana, uma vez mais confirmo, que não estamos a viver sós neste universo!
No final da palestra, acabei por mostrar aos membros da APO, o original de algumas fotos relativas a outros seres, e a convite do senhor Luís Aparício, dou-vos a conhecer a minha busca.

Por: Mário Santos.

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APRESENTAÇÃO

Olá! Chamo-me Mário Santos, tenho 56 anos e resido na cidade de Gaia.
Há cerca de 18 anos que escrevo um livro referente à temática OVNI, onde, por vezes, quiçá por uma ordem cronológica de alguma força que tenha uma presciência oculta ao nosso saber, acabo por vivenciar factos comprovados pelos meus sentidos.
Por: Mário Santos.

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SINOPSE

No mundo da escuridão um insignificante “nada” encontra-se no esquecimento. Porém, uma poderosa fonte de Luz surge do mundo da claridade e transforma o “nada” num cristal luminoso, fazendo com que acorde para a realidade. Então, a espectacular luz leva dentro da sua luminosidade o minúsculo “cristal” e mostra-lhe mundos de cores sem fim, onde por vontade do divino concede ao “cristal” um pequeno desejo. Assim, o ínfimo “cristal”, começa a passar por algumas vivências na sua viagem, comprovando factos reais que lhe surgem durante a caminhada.
Com autorização da estrela-mestra vence a barreira do tempo, e acaba por passar para o colossal mundo das estrelas e planetas, onde existe um importante sistema de sensações.
No entanto, o “cristal” descobre-se num corpo racional, podendo desfrutar das espectaculares vibrações que a vida lhe proporciona, conseguindo obter alguns frutos do saber com as suas experiências irrecorríveis, e, com o passar do tempo, descobre que não vive só no universo. Estranhos contactos chegam-se a si no decorrer da vida, encontrando-se perante uma poderosa via de comunicação com entidades que coexistem consigo, mas, num mundo paralelo ao seu.
(Os sonhos são uma das principais raízes de todo este mistério)
Eu, uma vez intrigado com a minha obra e pela persistência dos acontecimentos, crio um profundo pensamento de teses que envolve as dimensões paralelas, onde existe comigo (e com todos), um envolvimento de factos reais, que pode encher o pensamento do leitor com uma curiosa pergunta, sobre o que estamos a fazer numa matéria orgânica viva (?) e, de facto, uma realidade fica vincada no meu cérebro, onde acabo por fazer um importante preenchimento no que diz respeito à existência de outros seres de igual ou superior inteligência à nossa.

Por: Mário Santos.
PREFÁCIO (1)
O meu testemunho

O depoimento que se apresenta nas páginas seguintes é um testemunho de uma pessoa sobre as suas experiências com o fenómeno de outros Seres inteligentes e OVNIs.
Trata-se de um texto escrito na primeira pessoa, neste caso, na pessoa de Mário Santos.
Conheço o Mário há alguns anos, e sempre o considerei como uma pessoa excêntrica, que vivia num mundo diferente do meu, com regras e conceitos diferentes. Contudo, a postura do Mário, em vez de me provocar afastamento, suscitava-me antes uma enorme curiosidade.
Devido a circunstâncias, que a vida proporciona e que não são ocorrências do acaso, entrei num processo de procura de um caminho espiritual. Esta procura levou-me a ler diversos autores, a participar em conferências, levou-me e reencontrar o Mário.
Há vários anos que não estávamos juntos, de forma que o nosso reencontro, motivado pela minha curiosidade em descobrir algo mais, foi uma agradável surpresa. Quando o Mário me mostrou o seu trabalho, o seu testemunho sobre os OVNIs, fiquei estupefacto com a complexidade e nível de conhecimento, que ele parecia possuir sobre o assunto.
De alguma forma: “Seres-de-Luz”; “Entidades-Astrais”; “Reencarnações”; “Guias-Espirituais”; eram conceitos que não me eram completamente estranhos. Já tinha lido ou ouvido falar, embora com outras designações e em outros contextos meramente espirituais. Nunca dentro de uma temática como o fenómeno OVNI.
A informação é extremamente densa e complexa, por vezes inteligível. Contudo, e é o que mais me intriga, sabendo que o Mário não é pessoa com hábitos de leitura nem de escrita, e que também não é pessoa muito sociável, como é que obteve este conhecimento, este nível de informação.
– Como surgiu ao Mário o conhecimento sobre estes assuntos e quem o informou?
– Porque é que começou a escrever este livro?
– Será alucinação?
– Será devaneios intelectuais ou uma perturbação da sua mente?
– Será algo que está para além do que é considerado “senso comum”, e que apenas alguns estarão preparados para compreender?
Ao ler o seu trabalho, estas questões vão sendo de alguma forma respondidas.
Fica ao critério do leitor, em função do seu conhecimento sobre o assunto, pela sua capacidade de acreditar sem ter prova cientifica concreta, considerar que o autor ora é um louco, ora é um iluminado ou será algo que permeia estes dois extremos.
A minha opinião é de que o Mário é um Ser especial, tal como qualquer Ser Humano, mas com um nível de informação, que a maioria de nós ainda não está preparada para assimilar, e ele próprio também tem dificuldade em perceber o significado de algumas das informações que “possui”.
O caminho na senda espiritual é longo, que no caso do Mário tem sido toda a sua vida, e terá mais desenlaces à medida que cada vez mais pessoas despertarem para uma nova consciência de vida, para uma nova era de energia. Acima de tudo para a consciencialização de que não estamos sós.
No mundo complicado e complexo em que vivemos tentemos utilizar a máxima de um grande génio – Leonardo Da Vinci – “… a simplicidade é a sofisticação máxima…”
José Manuel Silva – 36 anos.
PREFÁCIO (2)
O meu testemunho

Conheci o Sr. Mário no princípio do ano de 2004 numa escola de artes marciais, em que eu era aluno e que ele também iniciou as aulas por intermédio do sobrinho. A nossa primeira troca de ideologias ocorreu quando no grupo em que estávamos, falávamos sobre DEUS e Sr. Mário perguntou-me:
– Que é DEUS para si?
– Respondi prontamente de dentro do meu interior sem qualquer hesitação.
– DEUS ESTÁ EM TODA A PARTE, DENTRO DE NÓS, NA ROUPA QUE USAMOS, NO AR QUE RESPIRAMOS, NA COMIDA, NUMA PAREDE, TUDO QUE É MATÉRIA E NÃO É MATÉRIA. DEUS É O UNIVERSO O TODO, ESTÁ PRESENTE DENTRO DE NÓS E NÓS DENTRO DELE, FAZEMOS PARTE DELE E ELE DE NÓS.
Depois disso, mais tarde, falei ao Sr. Mário sobre o meu sonho – veio-me á memória passado vários anos naquele preciso momento – O Sr. Mário comentou: “atenção você esta marcado”. Fiquei a pensar, meus pensamentos de duvidas vieram perante aquela pessoa que diante de mim ao primeiro pensamento parecia um “maluquinho”, um “fanático” mas algo no meu interior impulsionava-me para ele, fazia-me acreditar nas suas palavras fora do contexto normal a qual somos induzidos a ouvir na sociedade que vivemos.
Com o tempo nossas conversas foram-se aprofundando mais e mais, havendo mais abertura de minha parte, comecei a compreender melhor seus sentimentos e sonhos. Ao mesmo tempo fui conhecendo sua historia e a vivenciar sua vida, um homem intuitivo e pesquisador que desde criança foi destinado ser conhecedor de verdades que muitos ignoram, foi-lhe dado a felicidade com o tempo de presenciar factos que com o decorrer de sua vida até à data, concluiu verdades que muitos poucos sabem e que só os governos nos seus segredos sabem e não interessa passar para o domínio publico.
Fizemos experiências para apurar factos ocorridos em locais como a Serra de Estrela, o Sr. Mário aplicou ideias em determinados locais que obtiveram respostas que o obrigaram a ir ao outro extremo de Portugal (Algarve), mas as respostas são muito ínfimas para uma pessoa de pensamento terreno, é preciso que a mente esteja no outro “lado” das energias para compreender as pequenas “pistas” deixadas por entidades de grau de pensamento-espiritual muito superior ao nosso.
Outras informações foram-lhe dadas por pessoas destinadas a cruzar em seu caminho e por sonhos, com o decorrer do tempo foi acumulando informação e chegou a conclusões espantosas que só algumas mentes privilegiadas conseguem chegar. Em uma de nossas conversas mencionei:
– Porquê não semear toda esta informação para dar a conhecer à humanidade e às gerações futuras, talvez agora não compreendam, mas no futuro em gerações com outra informação espiritual-mental chegarão a conclusões que de momento ainda não se compreende.
O Sr. Mário decidiu:
– Vou transmitir e deixar aqui na TERRA o MEU LIVRO com toda a minha informação.
Meu contributo para o Sr. Mário está na regressão e noutros trabalhos sem qualquer interesse, assim como, outras pessoas também contribuíram. E, quanto mais se aprofunda no livro percebe-se que não haverá fim, a informação que está contida é para a humanidade na sua verdadeira essência que são as energias universais à nossa volta. Nós somos elemento de AMOR, está em cada um e com o TODO NUM SÓ UM INFINITO.
Luiz Oliveira dos Santos – 33 anos.
PREFÁCIO (3)
O meu testemunho

Vamos viajar para lá da terra…
Vamos imaginar que somos entidades infinitamente grandes e dimensionalmente expansivas, com tanta luz que, no momento da encarnação, somente uma minúscula partícula de luz da nossa entidade, caberia numa massa física (o corpo físico), então apenas a memória contida nesse feixe de luz nos acompanharia nesse corpo (como a capacidade de gravação num disco, quanto maior for, mais se grava e vice-versa).
Como se pode imaginar, seria impossível guardar todas as recordações nesse corpo, pois ele é formatado para compreender e se adaptar apenas ao meio natural onde vive!
De repente surge um despertar que nos diz que, apesar de todas as nossas limitações podemos contactar com outras entidades extra-físicas e muito mais, CONNOSCO, aquela parte de nós que não caberia na nossa memória humana e densidade energética, isto é o Mário, isto é o contacto com ele mesmo, com a outra memória que flutua sobre a sua cabeça, mas noutras dimensões.
Creio que é importante imaginar, acreditar ou sentir essa LUZ para se ler a sua obra, subir devagarinho cada dimensão como se de degraus se tratasse, já a diversidade de contactos que ele tem são no mínimo confusos pois creio que, nem ele mesmo como humano, consegue por vezes distinguir as diferentes dimensões com que trabalha!
Mais do que a sua história, é a história de quem o “lê”, é a nova luz que desperta cada célula viva em nós, é uma lufada de ar fresco vinda do cosmos, é o tão esperado regresso a casa que nos faz olhar para o céu como parte de nós!
Andreia Teles – 26 anos.

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Nota: – Os episódios aqui narrados: são excertos retirados do meu livro.

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1). HISTÓRIA

<…Entre a realidade daquilo que os meus olhos vêm quando estou acordado e desperto para esta consciência, e da fantástica fantasia da energia dos sonhos que tenho quando estou a dormir. Neste espaço de tempo, algo pode acontecer durante os anos que medeiam este incessante movimento do tempo enquanto este livro está a ser escrito, e que, por uma vontade de energia do nosso fiel e puro criador, pode, através de mim, fazer crescer nesta leitura, uma pequena inspiração de aviso para a humanidade, onde, uma simples mensagem, é dirigida aos pensamentos dos pequenos mundos mentais que estão vivos, pois são portadores de um corpo materializado neste Tempo-Presente-do-Planeta, onde, fica registado neste livro, aquilo que o eterno e invisível tempo dita para os mundos vindouros, e, para que possa haver uma possível compreensão dos pequeninos mundos que estão a nascer para este espaço. O distinto criador sabe que muitos mundos com uma matéria pensante, não vão querer acreditar na sua poderosa palavra que tem uma forte Luz, podendo esta energia, penetrar nos pensamentos que têm plena consciência de terem uma vida com matéria. Mas quando os grandiosos *Sinais forem acontecendo a seu tempo no universo, miríades de milhares de Seres-racionais ainda semi-acordados para esta realidade, vão temer o imensurável poder do criador, pois que pode prever os acontecimentos das leis do poderoso universo, ficando no tempo que não conhecemos ou não nos lembramos, um profundo registo pelo Pai-Celestial daquilo que aqui fazemos, pois que, é o criador de todas as coisas e também bom pastor e digno de grande nota…>

… <…Quão triste e lamentável é (!), na imensa escuridão estar o reflexo dos velhinhos mundos naquele longínquo vácuo a desaparecer e a morrer. Porém, sempre dentro do meu criador e na viagem pelo seu claro mundo, em minha ínfima esfera toca o brilho do seu forte clarão, que faz iluminar vivamente o espaço da “Calma-Casa-do-Tempo”, que me parece ser muito autêntica e real, onde, o meu esplêndido divino é tão extraordinário e grande, que até consegue na sua passagem pelos imensos mundos, abraçá-los com a sua fortíssima e terna claridade…>…
… <…Passo por mundos de cores sem fim, e entusiasmados, todos aumentam a sua vibração luminosa para fazer iluminar mais o criador e também o meu pequenino cristal. Então, sem qualquer explicação (?), o interior da minha áurea apaixonasse pelo lindo mundo das cintilantes estrelas, revestidas de um alegre brilho que parece apagar por momentos o meu quase invisível raio luminoso…>…
… <…SIM!!! É um mundo de energia cheio de viva vida transformada em matéria, que suporta miríades de sextiliãos de luzinhas estrelares em permanente movimento, e, então:
Com um fraco e lento pulsar, o meu criador comunica-me assim…
*Cada estrela tem um nome e em seu redor planetas. Quão lindo é vê-los a rodopiar na áurea de luz da sua fonte. Estão cheios de vida a movimentarem-se numa frenética e alegre brincadeira que quase não pára. Mas naquela universal atmosfera, brilha um conjunto de puro e simples amor que com fraterna alegria interior denota divino resplendor!…
… >…Então, o meu brilho cristalino ao detectar todo aquele maravilhoso cenário, com muito entusiasmo fica, e, numa feliz comunicação com o criador, peço se me deixa ir viver no mundo da matéria, onde estão as lindas estrelas com os seus belos e alegres planetas…>…
… <…Mais te comunico…
*A tua vontade só se pode realizar, se me prometeres que uma partícula da minha luz pode permanecer dentro da tua pequena matéria nesse lindo mundo sensacional das vibrações!…
*Eu e o criador somos um só elo de ligação*
… <…Então, por tempo indeterminado, abrando a minha pulsação e a minha luminosidade fica alterada com todo aquele brusco e surpreendente movimento. E pela minha esfera passam os reflexos dos mundos à velocidade do seu precioso brilho. Num repente, o criador pára e a sua luz toca muito ao de leve numa grande e embelezada estrela que, ao detectá-lo, começa a fazer uma surpreendente dança de luz lenta e, o criador também faz os seus cumprimentos de seu único palácio de hárão, onde, com extrema suavidade, ambos se entrelaçam num toque puro e suave para poderem comunicar entre si, de uma maneira harmoniosa e muito especial.
Porém a estrela está lindamente ornamentada com um brilho forte, e de dentro da estrela sai uma luz de um branco puro e perfeitamente transparente que apaga a minha minúscula claridade. Com grande satisfação, envia para o espaço raios amarelados em forma de aliança que se propagam pelo imenso universo de matéria, dando assim a conhecer a todas as estrelas presentes na escuridão do espaço, da chegada do omnipotente e omnipresente Pai-Celestial, o criador de todas as coisas. E entre as maravilhosas e alegres pulsações, a linda e possante estrela, está possuída com a benesse de todos os divinos *Deuses.
No entanto, o meu pequenino cristal ainda está muito quieto dentro da luz do criador, onde presencio toda a encenação e, então, começo a captar a comunicação vibracional de ambos.
O criador pulsa fortemente para a linda estrela…
*Oh! Sumptuosa e amiga estrela-mestra, que a todas as estrelas guias e iluminas com a tua grande bondade. Tu que és o grande portal de entrada para o mundo de matéria, deixa a minha modesta luz passar pela tua claridade, para o grande universo à esfera de cristal da minha obra mostrar. Transporto-o no centro da minha luz, para que possa no teu mundo sentir o toque das sensações e vibrações. Esta minha obra cristalina, tem toda a vontade de viver no teu mundo, para poder sentir na matéria o que é nascer e morrer. Por favor, aconselha-me com a tua sabedoria, de qual planeta de uma estrela posso o cristal de meu filho pousar!
Pulsa a sumptuosa estrela-das-estrelas…
– Ah! Meu Pai-Celestial e Criador que com a tua luz todos os mundos abraças. A ti que venero, divino arquitecto de todos os mundos. Como tua humilde e modesta amiga, dou-te um sincero conselho. Por favor. No nosso universo em que teu filho quer viver, acaba de nascer uma nova estrelinha que deu à luz seus pequeninos planetas. Por todas as benesses dos *Deuses, leva-o até lá, e peço-te com agradecimento do fundo da minha luminosidade, que baptizes essa jovem estrela e seus planetas com a tua grandiosa e divinal luz. Dá-lhes a tua bênção e o teu grande amor de protecção eterna!
Então, a estrela-das-estrelas pulsa repentinamente e a sua linda luz desaparece no silêncio da “Calma-Casa-do-Tempo e, o Criador de todos os mundos e todas as coisas, à velocidade do seu poderoso clarão, aparece à frente da jovem estrela que acabara de se formar mais os seus planetas que, amedrontados, escondem-se atrás da auréola de luz da sua formosa estrela-mãe, e, com todo o respeito e toda a dignidade de tudo o que se mexe e remexe à volta da claridade do omnipoderoso criativo.
O Criador, comunica assim para a pequenina estrela…
*Oh! Jovem e bela estrelinha que acabas de te formar, eu, amigo de todos os mundos, ao ter trocado comunicação com a tua bondosa estrela-mestra, aconselhou-me a vir ter contigo para te pedir um favor e também para te fazer por minha vontade um real baptismo, na qual aceito com pleno amor dar-te um nome se assim o aceitares.
Pergunto-te!…
*Sentes vontade de eu baptizar a tua luz e também os teus lindos e maravilhosos planetas?
A estrelinha cintila de alegria para o Criador, e numa manifestação de sincera vontade, baloiça a sua luz num acto de concordância afirmativa.
Pulsa novamente o Criador à estrelinha…
*Não te importas que depois de toda essa honra, pompa e circunstância, a minha obra cristalina vá viver temporariamente para a superfície dos teus filhos planetas?
A estrelinha com toda a prontidão pulsa num sim e comunica.
– Meu Pai-Celestial e Criador de todas as coisas que existem. Tenho todo o prazer em ser abençoada com os meus filhos planetas pela tua divina luz, para, desse modo, poder ter mais energia para conseguir aquecer os meus planetas e também ter mais esperança para o teu divino filho eu aceitar.
No final da frase da pequenina estrela, o meu Criador faz saltar com prontidão a sua luz, mais rápido do que todos os clarões unidos dos mundos e, assim, em minha esfera polida fica o reflexo de toda a noite que se faz dia, e o reflexo de todo o dia que se faz ainda mais dia! Então, ali, todos os mundos e todas as estrelas do universo de matéria estão unidos para testemunhar aquele magnificente acto de amor divino, que com relevante veneração se sobreleva entre todas as coisas que existem, e todos os Seres que circulam em tudo aquilo que tem uma consciência de ter uma existência. Porém, com todos os reinos presentes dentro da “Calma-Casa-do-Tempo”, que também está presente no divino Tempo. O Criador de tudo, pede com extrema humildade à minha esfera de cristal para sair do centro da sua brilhantíssima luz, para, assim, a todos os mundos me apresentar e também poder baptizar-me em simultâneo com os outros.
SIM! Confesso que fico extraordinariamente chocado e meio aturdido daquela divinal surpresa, e a claridade da minha ínfima esfera cristalina quase se apaga de emoção, onde, pela primeira vez da minha existência, fico a saber o que é o Pintionésimo, que quase pára a sua marcha circular dentro da “Calma-Casa-do-Tempo para me captar e, naquele preciso momento, cheio de comoção, pulsa a minha esfera cristalina e fica mais pequena do que o mais pequenino e simples “nada”, mas, mesmo assim, as apresentações são realizadas e o meu pequenino brilho começa a florir paulatinamente até a minha minúscula esfera de luz voltar ao normal.
O Criador abre novamente a sua luz e o seu clarão fica verdadeiramente sumptuoso, que, consegue abraçar todos os mundos e estrelas ali presentes. E todo o reino dos reinos fica por uma fracção de Pintionésimo parado e apagado em respeito ao nosso Criador, como que, a curvarem-se num acto de submissão perante forte poder…! No entanto, ainda mais rápido do que a rapidez de todos as energias que estão naquele presente momento a brilhar, todos testemunham aquele acto solene: do baptismo da jovem estrelinha e dos seus lindos filhos planetas, assim, como da minha pequenina esfera cristalina.
Então, enquanto o Pintionésimo está quase estagnado dentro da “Calma-Casa-do-Tempo” e tudo está em pleno silêncio. O nosso Criador, pulsa muito forte em comunicação com todos os mundos presentes, para saberem o que vai comunicar muito vagarosamente…
*Eu! O Deus de todos os *Deuses! O Senhor de todos os Senhores! A Claridade de todas as Claridades! O Mundo de todos os Mundos! O Pensamento de todos os Pensamentos! A Verdade de todas as Verdades! A Fonte-da-Vida de todas as Fontes-da-Vida!
DIGO…!
*A partir deste momento e enquanto o movimento do Pintionésimo está quase parado, na presença de todos os mundos de todas as cores e no silêncio da “Calma-Casa-do-Tempo, passo com o toque da minha luz a baptizar esta estrelinha e a chamá-la de: – *Deusa-do-Sol e, a cada um dos teus filhos planetas, também os baptizo com o toque da minha luz e os passo na tua presença e de todos os mundos que testemunham este acto solene, a chamar de:
*1 – Plutão; *2 – Neptuno; *3 – Úrano; *4 – Saturno; *5 – Júpiter; *6 – Marte; *7 – Terra; *8 – Vénus; *9 – Mercúrio;
*A minha pequena obra e filho saído do “nada” que agora tem uma esfera cristalina, baptizo-o na presença de todos os mundos que têm o toque da minha luz, e irá chamar-se de: – Ààrá!
– Esta primeira letra (À) com uma acentuação que indica o *Sinal de uma existência, significa o poderoso Sopro-da-Vida, feito pela minha luz do mais pequeno e simples “nada”!
– As seguintes letras (àrá) também acentuadas nas vogais, significa a palavra ‘ar’ lido nos dois sentidos, e a letra (r) que faz a separação dos às, representa a química-quântica da atmosfera!
*Neste maravilhoso e solene evento passo a comunicar-vos. Os mundos que voluntariamente aceitarem de livre vontade acompanhar meu filho na sua empreitada, também podem respirar o ar dos planetas por onde vão passar, e viver da fonte dos raios luminosos da: – *Deusa-do-Sol!
*Vão ter como testemunha um corpo de matéria pensante. E tu, como minha pequena estrela acabada de se formar, tens como missão teus filhos planetas continuar a iluminar. Assim, com os teus raios aqueces os teus planetas e os corpos vivos neles existentes, dando-lhes o Sopro-da-Vida que se projecta como uma fonte de energia que tudo nos teus planetas faz existir, até poder tocar à superfície do mais ínfimo “nada”!
*Concedo ao meu filho Ààrá, a vontade que tem dentro de si de viver no mundo de matéria das estrelas e planetas, assim como a todos os mundos que um pensamento com minha obra vão ter!
*E tu! Como a *Deusa-do-Sol, lhes concedes a vontade de poder viver em todos os teus filhos planetas!
*Na passagem de Ààrá e dos mundos pensantes em cada um de teus filhos, uma matéria biológica vão ter e em cada um dos teus planetas, a matéria vai ter de nascer e morrer!
*Eu, como o Criador de todos os mundos e coisas neles existentes, estou em partículas dentro dos vossos corpos carnais para vos guiar através da energia do meu invisível pensamento.
*A passagem da vida de todos os mundos voluntários que para os teus filhos planetas vão, começa pelo teu 1º filho planeta que é o mais velho e, conforme a necessidade biológica deles como Seres-racionais, sobem gradualmente em energia pelos teus raios de luz até chegarem ao teu 2º filho planeta mais próximo, e assim sucessivamente, até finalizarem as suas digressões no teu último e 9º filho planeta.
*Miríades de partículas do meu pensamento já encarnados, vão perder-se nos teus filhos planetas, por se agarrem demasiadamente aos prazeres materiais.
*E o Tempo vai chegar em que alguns mundos transformados em energia pensante, em tua luz vão entrar para se iluminar e chegar a mim, mas, muito poucos são aqueles que em energia do pensamento no mundo da minha claridade entrarão, porque a maioria dos mundos pensantes, se esquecerão da minha fonte de energia e em seus pensamentos em mim já não estão, pois que, perderão tudo nas suas vontades de vibração!
Todas as testemunhas presentes no presente Tempo da silenciosa e “Calma-Casa-do-Tempo”, dizem em sintonia e tom de grande concordância.
SIM! Nosso adorado senhor e Criador Pai-Celestial!
Agora, sinto o toque da vibração de luz da jovem estrelinha comunicar ao meu criador.
! Meu divino senhor!… A tua vontade é a minha vontade!…
O nosso Criador comunica novamente para terminar e fazer relembrar a todos os mundos…
*Volto a repetir a todos os mundos aqui presentes para que não detecte em vós e dentro da minha luz a presença de algum arrependimento.
*Teu filho planeta mais velho é Plutão!
*Aí, minha obra cristalina feito do insignificante “nada” e todos os outros que na sua missão o acompanharem, vão transformar-se numa matéria orgânica viva, e permanecerão no seu cimo enquanto teu filho planeta for vivo e lhes der guarida!
*Quando Plutão, na sua marcha rotativa começar a distanciar-se dos teus raios de luz e a ficar perdido na escuridão do universo e muito gélido, minha obra de nome Ààrá e todos os outros mundos transformados em corpos pensantes, vão morrer e à matéria de Plutão se unem.
*Aí, teu filho planeta, ao não receber mais a benesse dos teus raios divinos, acaba por sair da sua rota e desaparece jaz na imensidão do escuro universo de matéria, e em imensos pedaços por entre as estrelas se diminuirá!
*Entretanto, todos os mundos que tiverem uma consciência da sua pura existência e em mim acreditarem, como uma imensidão de peregrinos transformados numa energia de luz, passam por entre o espaço que separa teus filhos numa equidistância desigual, e refazem uma nova vida no teu filho planeta mais próximo Neptuno, que também, ao longo do Tempo, seguirá os passos do seu já desaparecido irmão Plutão e assim sucessivamente, até chegar a vez do teu filho planeta mais novo Mercúrio, que também morrerá e desaparecerá na imensidão do universo das estrelas!
*Agora, que a minha comunicação está a chegar ao fim, quando apagar a minha luz, parte das minhas partículas de energia, vão passar para dentro dos mundos que acompanharem a minha obra feita do “nada” e, ao entrarem para dentro de uma semente de matéria carnal com um pensamento, passo a ter-vos como meus filhos, e a partir do momento em que na “Calma-Casa-do-Tempo” a escuridão eu fizer aparecer, uma nova luz verão e não se recordarão praticamente de “nada”…>
– ASSIM o DIGO! – ASSIM se FAÇA!
<…Depois de concluída esta comunicação do Criador, o meu brilho detecta um surpreendente apagão na “Calma-Casa-do-Tempo” e a luz de todos os mundos ali presentes desaparecem como por um grandioso encanto milagroso, onde, o Pintionésimo volta a rodar, mas, agora, fora da “Calma-Casa-do-Tempo”. Porém, a minha esfera de luz cristalina acorda daquele real sonho maravilhoso, onde o meu Criador continua a comunicar com meu pequenino pensamento, transmitindo-me os dados de que já estou no cimo de um planeta e dentro de uma semente de carne perfeitamente palpável. No entanto, a vontade interior que sinto de nos planetas viver, dentro de uma semente humana se começa a concretizar, e no planeta recém-formado, no Criador continuo a pensar e, vejo que a bela natureza está a formar-se à volta da escultura do corpo do Ser-racional, e que, com os seus poderosos raios, a *Deusa-do-Sol aquece e abraça, e, em seu filho planeta Plutão, assim como nos outros seus irmãos mais novos, todos os Seres me vão amar e adorar em plena graça do divino…>
Nota:
O que acima está escrito, é um acto de inspiração, que nem eu sei explicar como surgiu. Simplesmente senti ser forçado a escrever, creio que por um impulso quiçá de um criador, que pode, muito bem. Estar armazenado no meu profundo ser de energia.
Por: Mário Santos.

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Páginas 53, 54
….Conto da entidade astral.
* Informação obtida pelo processo de hipnose de uma colega de trabalho da minha esposa*
Sabes!…
“Tu pertences aos *Deuses-do-Sol e viajas na tua nave com o teu exército à conquista do espaço. Passas por muitos planetas e vens ter ao meu. Lá, meu pai tem um cargo importante e das suas cinco filhas casas com a minha irmã mais velha. Ela é “Sacerdotisa” e tem o nome de Dionize e é, também, a mais poderosa de entre nós.

A Dionize, depois de conquistar o teu verdadeiro amor, é-te infiel e provoca uma guerra contra ti no espaço, para poder conquistar o teu poder e dirigir também o teu fiel povo e, então, a apoiá-la, tem dois grandes e poderosos chefes do nosso planeta!

Estes chamam-se de: Esfera Vermelha e Pérola Negra.

Entre os três, usam um poderoso estratagema para te enganar e poder matar! É uma guerra feroz e desigual, onde é terrível ver-se todas aquelas naves a lutar contra ti no grandioso espaço! Sem querer, és obrigado a lutar com o teu povo contra esses três poderosos…! Na luta, acabas por ser mortalmente ferido na grande batalha. Então, pego no teu corpo e peço ‘Sete-Graças’ há Deusa-Lua para te poder curar nesse planeta dos Filhos-de-Mulher…!”

• Respeitosamente, são-te concedidas as ‘Sete-Graças’ para a tua cura, e nessas ‘Sete-Vidas’ que te concedem na Terra para te poderes curar, tens autorização superior para reencarnar em corpos humanos diferentes, na qual; passas a ser nesse poderoso Tempo-Presente-do-Planeta de:
1 – Cientista; 2 – Corsário, no mar vermelho; 3 – Filósofo; 4 – Altruísta; 5 – Compositor; 6 – Estudante; 7 – Bondade infinita, nesta tua última vida terrestre.

No entanto: – Quando acabares as tuas ‘Sete-Graças’ concedidas pela Deusa-Lua, partes para o planeta Vénus, onde estão os ‘Semi-Deuses’ e depois vais seguidamente para os *Deuses-do-Sol.

Eu e o teu povo, andamos “À Procura do Sinal” que o teu corpo irradia para o céu, e temos de fazer imensas buscas pelo vosso planeta, onde temos de aparecer em muitos sítios para te encontrar.

Nas ‘Sete-Graças’ que te são concedidas para te poderes aí curar, faz com que eu e o teu povo tenhamos de estar continuamente a vigiar o planeta do espaço com a tua nave.

Nas imensas buscas que temos feito para encontrar o teu Ser-de-Luz metido num corpo durante as tuas reencarnações, existiram ‘Duas-Graças’ em que te perdemos, pois, não conseguimos encontrar o teu *Sinal, e nesta tua última graça, estava a ser muito difícil encontrar-te.

>Porém: nesta estranha divulgação que me está a ser feita pela boca da amiga da minha esposa, vem-me à recordação o ano de 1973, quando vejo o estranho disco-voador no ar, já lá vão 16 anos até este primeiro contacto verbal de 1989 <

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Páginas 59, 60

…- Estamos a cerca de cento e cinquenta metros da carrinha. – Digo para lhe dar ânimo.
– “Está bem”. – Responde-me a senhora com uma fala trémula de cansaço e com um andamento muito perro.
Num repentino impulso e com uma estranha energia, desprendesse de mim e volta-se para trás:
– “Olha aquela estrela a andar no ar!” – Diz-me sem tremelicar e a levantar a mão direita para apontar.
Olho na direcção que me aponta com imensas estrelas a cintilar no universo:
– Não vejo nenhuma estrela a andar no céu! – Digo-lhe.
– “Não vês aquela estrela que vem para aqui?” – Volta a perguntar-me, apontando novamente para as estrelas do lado Sul.
– Continuo a não ver nada a andar no ar que venha na nossa direcção! – Digo-lhe.
– “Não estás a ver aquela estrela a vir em nossa direcção!?” – Diz-me pela terceira vez e já com um tom de voz mais agressivo.
Agora, tento apurar ainda mais a minha atenção e visão por entre aquele grande número de pequenas estrelas, que se mostram a “Anos/Luz” de distância:
– SIM!!! Estou a ver uma luz como uma estrela a andar e vem mesmo para o nosso lado! – Digo-lhe com forte emoção.
Na verdade, o andamento daquela luz parecida com uma estrela que circula por entre as outras, desloca-se com grande velocidade numa precisão constante e, a cada segundo está mais próxima do nosso local. Fica maior do que as outras estrelas e também com um brilho mais intensivo! Estou em estado de euforia e, ao mesmo tempo, o meu sangue fervilha com uma fantástica comoção de emoção! Então, lembro-me de pegar nos binóculos para ver melhor aquela forte luz que se movimenta entre as estrelas. Na realidade, é impossível poder seguir aquela velocidade, porque é elevada, Fico com os binóculos na mão a ver aquele assombro de luz género estrela (?). Finalmente passa no espaço por cima das nossas cabeças e desaparece no horizonte Norte.
SIM!!! Depois daquele brilhante e fenomenal aparato, olho para o relógio e vejo que são 23H00. As estipuladas 11 horas/TMG, que a entidade astral refere como prova para eu acreditar na sua palavra, que assim, é cumprida. Não estou a dormir ou a sonhar. Estou perfeitamente acordado e consciente das minhas faculdades mentais. Porém, estou perfeitamente emocionado, por ver que não é uma brincadeira de mau gosto criada pela imaginação da senhora.
– Agora, tenho a certeza absoluta, de que a senhora não esteve a mentir durante aquele Tempo-Presente-do-Passado, quando entra num estado alterado de hipnose! – Penso só para mim.
– Na verdade, a *Senhora-de-Sapatos-de-Cristal: assim chamada no mundo espiritual. Acaba de me dar uma demonstração de poder e, o prometido *Sinal que tanto anseei para a minha crença aumentar, é posto à frente dos meus olhos. Os meus devaneios de criança, sobre os incríveis Seres-Invisíveis de superior inteligência, acabam de sair do meu cérebro definitivamente. – Continuo a pensar, enquando nos deslocamos para a carrinha. Pois a senhora, volta outra vez ao seu estado trémulo e sonolento.
– Uf! Estes cento e cinquenta metros, mais me parecem mil metros. – Penso.
– Já chegamos à carrinha! – Digo-lhe mais satisfeito.
E de seguida:
– Entra para dentro e senta-te. – Digo-lhe.
– “Não quero!” – Diz-me a senhora já encostada à carrinha.
– Francamente. Como é que ela está tão pesada para fazer os cento e cinquenta metros e mal se encosta à minha carrinha, consegue num outro repente, obter uma energia extra para começar a falar comigo ali de pé?! Estou baralhado! Ora está com forças, ora está sem forças. – Penso.
Sem a senhora saber, pego no meu gravador de bolso, que tenho premeditadamente escondido e, carrego no botão para realizar a gravação da nossa conversa. Então, essa entidade espiritual que se oculta num plano invisível a meus olhos, de novo aproveita a voz da senhora e começa a dialogar comigo no cimo da silenciosa montanha:
– “Então, já te acreditas em mim?” – Pergunta-me essa entidade.
– (!?)! – Por momentos, não obtenho qualquer resposta!
– Então passas entre mim e a Lua e não vens cá abaixo para eu te ver! – Digo-lhe com um sentido ainda de pura descrença.
– “Não posso. Se a nave pousar aqui, esta serra fica destruída!” – Diz-me esta entidade espiritual conhecida por: *Senhora-de-Sapatos-de-Cristal = *Amy.
SIM!!! – Fico espantosamente surpreendido com aquele dito e imagino de imediato! “Quão grande é essa nave para destruir esta grande serra repleta de rochas. Para tal monstruosidade, que força ou energia colossal tem de ter essa nave para provocar semelhante coisa (?). Não consigo obter qualquer resposta do meu interior”:
– Vejo-te a passar no céu com os meus binóculos! – Digo-lhe ainda meio atordoado com o que a *Amy me diz com normalidade.
– “Isso não presta para nada! Tens coisa muito melhor cá em cima! Eu estava a ver-te da janela da nave!” – Respondendo-me essa entidade com um esboço de riso que deixa sair da boca da senhora.
Em cada resposta dessa entidade *Amy, no diálogo que temos, eu fico cada vez mais surpreendido e estupefacto com o que ouço!
– De que tamanho é a nave? – Pergunto-lhe.
– “Já não te lembras de como é uma nave? Não te lembras de quando pilotavas a tua nave e andavas nos teus combates? Phisss… Phisss… Phisss… (Sinal que essa entidade espiritual faz a senhora fazer com a boca para imitar disparos). Não te lembras de como é uma nave por dentro?” – Responde-me essa entidade *Amy com outra pergunta que põe o meu pensamento ainda mais confuso!
– Não! Não me lembro! – Respondo-lhe meio abstracto.
Mais uma vez, parece que não acredito no que essa poderosa entidade *Amy me está a dizer:
– Porque não vens cá abaixo (?), uma vez que à velocidade que a nave se deslocava no espaço, só precisas de escassos minutos para descer até aqui. – Continuo a falar com a minha curiosa e total ignorância.
– Olha, a nave é maior do que um porta-aviões? – Ainda lhe pergunto.
– “É! É maior umas dez a doze vezes do que um porta-aviões.” – Responde-me mais uma vez a rir-se das minhas perguntas ignorantes.
SIM!!! – Continuo estarrecido e faço os meus cálculos em pensamento, pelo que vejo passar na televisão, na altura da “Guerra-no-Golfo”.
Se um porta-aviões tiver no mínimo trezentos metros de comprimento por uns cinquenta metros de largura, essa poderosa nave que vejo passar no universo, parecida com uma estrela, terá mais ou menos três mil metros de comprimento por mil e quinhentos metros de largura no mínimo!
Naquele momento e por casualidade olho para o céu estrelado e vejo uma pequena luz a piscar que vem em nossa direcção.
– Vem ali um avião! – Digo-lhe.
– “Então já te acreditas naquilo que viste?” – Pergunta-me a *Amy.
– Sim! – Respondo-lhe.
– A forte luz parecida com uma estrela que acabo de ver a passar no céu, não tem comparação possível, nem em imaginação! – Penso.
– “Agora, vou-me embora”. – Diz-me a entidade astral e espiritual, que está metida em energia no corpo da senhora.
Mais uma vez, a “Mjo” vem ao seu estado normal, como acabada de acordar do seu estado sonolento de hipnose, e pergunta-me o que aconteceu e porque está ali às escuras no meio daquela serra encostada à carrinha. Então, aos poucos, começa a recordar porque motivo está naquele local comigo sem ninguém ali a passar e eu, entusiasmado, conto-lhe o sucedido e mostro-lhe o gravador já com a gravação que acabara de fazer, da conversa tida com a poderosa: *Senhora-de-Sapatos-de-Cristal = *Amy.
Entretanto, entramos para a viatura e esperamos mais cerca de duas horas para ver se algo mais passa no céu, mas, nem uma estrela pestaneja no silêncio daquela poderosa montanha, que é conhecida por: Serra de Estrela, onde o inesquecível *Sinal, é por demais divino e, nunca por nunca, até à hora da minha morte o esquecerei! No entanto, agora posso dizer ou escrever que: <“A minha primeira marcação astral, é realizada neste Tempo-Presente-do-Passado, enquanto o planeta Terra gira sobre si mesmo e em redor ao nosso amado Sol que, quiçá por uma colossal entidade invisível, que se oculta surpreendentemente num mundo que creio que nenhum Ser-humano conhece: num místico mistério que ainda não consigo compreender como funciona!”>
• Agora, depois de tudo aquilo que se passou, digo à senhora para esconder a espantosa gravação em sua casa, porque não quero que a pequenina cassete seja encontrada por ninguém, caso algo possa acontecer-me neste incessante movimento do Tempo-Terrestre-Presente e, realmente, ainda não posso imaginar aquilo que o destino me trás mais para o futuro!

Nota:
O que acima está escrito e que faz parte do meu livro passou-se na verdade, e, no ano de 1995, esta enorme nave astral, foi-me mostrada através de um sonho a qual, tenho o desenho feito por minhas mãos. Curiosamente, num simpósio realizado na cidade do Porto, vejo uma filmagem dessa nave que foi captada em França, vendo eu, que essa nave filmada em movimento no espaço, tinha as mesmas quatro asas que a nave do meu sonho.
Por: Mário Santos.

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2). TESTEMUNHOS Páginas 170, 171

VOZ QUE SE TRANSFORMA NUMA PIPA DE NEVOEIRO
1948
Maio
Manuel (Falecido).
Rebordelo – Amarante

Moro em Rebordelo com a minha mulher e o senhor Valentim Pereira da aldeia de Canadelo, pergunta-me se ao outro dia posso fazer-lhe o favor de trazer meio cento de trutas pescadas no Rio-Tâmega, pois precisa de fazer a vessada no seu terreno e não tem Tempo de as ir buscar ao pescador. Digo-lhe prontamente que sim, pois não tenho problema algum em ir de Rebordelo a Canadelo para lhe fazer o favor.
Como no mês de Maio, o tempo está bom, depois do jantar digo à minha mulher que tenho de ir levar o peixe ao senhor Valentim Pereira. Ela diz-me para não ir porque é um pouco tarde e para eu ir ao outro dia logo de manhã cedo, quando for trabalhar para as minas. Como não gosto de fugir à minha palavra, por volta das 20H00 saio de casa, mas, ao passar a porta para o exterior, noto que os meus cabelos ficam arrepiados. Não ligo nada a esta estranha sensação.
Meto os pés ao caminho pela montanha por carreiros sem iluminação que já conheço muito bem, não me sinto intimidado por estar habituado a andar por ali há muitos anos a qualquer hora. No meu percurso para fazer os cerca de dez quilómetros pela noite dentro com as trutas na alcofa, ao chegar ao Alto-das-Cristas, que é a parte mais elevada da montanha e que fica na Serra-da-Perdança. Agora, sem saber porque motivo, começo a sentir arrepios ainda mais fortes do que quando acabara de sair de casa, mas, sinto uma sensação muito estranha por todo o corpo. Na verdade nunca tinha sentido semelhante coisa na minha vida, até porque nunca senti medo desde jovem de por ali andar com os meus amigos, quando tínhamos de ir ter com as raparigas para namorar. Então, naquele topo, sem saber muito bem de onde vem, ouço uma voz abafada de uma mulher a gemer assim:
– “Aiii! Aiiiii! Aiiiiiiii!” – A voz geme por diversas vezes.
Como sou católico, digo por três vezes em voz alta:
– “Credo em cruz! Santo nome de Jesus!”
Mal acabo de dizer estas palavras, para meu espanto, vejo um manto de nevoeiro a formar-se à minha frente naquela escuridão que mal me deixa ver o trilho do caminho. Mas, como sempre fui homem de palavra, não recuo àquele manto de nevoeiro e não ligo, então, na verdade, o nevoeiro não passa e parece ficar cada vez mais intenso a cada metro que desço. Lá sigo montanha abaixo um pouco tímido mas ainda sem medo.
Os arrepios não me passam do corpo de forma alguma. Do nevoeiro que me está a envolver, para minha grande surpresa, vejo a formar-se outro nevoeiro mais pequeno e mais espesso que se transforma num manto. Parece-me uma espécie de pipa que rebola sem parar sempre à minha frente a poucos metros.
Aquela voz de mulher abafada que ouvi anteriormente, começa novamente a ouvir-se e, eu, ao chegar perto do Rio-Ôlo, dá-me a sensação de estar a ouvir a voz mais longe. Então, eu ao chegar ao Regato-da-Ana-Costa, vejo aquele manto de nevoeiro parecido com uma pipa a parar. Não tendo por onde me desviar, também paro, e, assim, não posso atravessar a pequena regata de água que está mais â frente.
– Aí sim! Sinto algum medo e fico parado como uma estátua, mas, muito aflito, ainda consigo dizer mais três vezes:
– “Credo em cruz! Santo nome de Jesus!”
Então, para meu grande espanto, vejo e ouço aquela estranha pipa de nevoeiro que se formou à minha frente no topo do Alto-das-Cristas, a rebentar como uma bomba no meio de toda aquela escuridão e silêncio, e, o nevoeiro desapareceu mais a voz de mulher.
Agora, com o meu coração a bater muito forte, continuo muitíssimo apressado a percorrer o trilho da montanha, mas, já rente ao rio para poder atravessar a dita ponte para a outra margem. Agora noto que uma luz branca do outro lado me acompanha o passo, não sei se será outra pessoa a vir para o meu lado.
Atravesso a ponte e não vejo mais a luz, já estou a chegar à aldeia de Canadelo, passo os campos e lá bato à porta do senhor Valentim Pereira para lhe entregar as trutas, são cerca das 23H00.
A porta abre e:
– “O que te aconteceu Manuel, que vens branco e desfigurado?” – Pergunta-me o senhor Valentim Pereira.
– Se eu lhe contar, você não vai acreditar. – Respondo-lhe.
– “Então entra e conta lá o que se passou homem!” – Diz-me o senhor Valentim Pereira.
Conto-lhe o sucedido e ele fica muito espantado e:
– “Não!!! Para casa não te deixo voltar esta noite e dormes aqui”. – Diz-me ele.
– Está bem. – Respondo ainda meio atordoado.
Bem cedo, volto para casa pelo mesmo caminho, então, vou muito atento para ver se vejo algo de estranho por ali e não vejo nada de nada. Está tudo como dantes e tudo fica em bem.
– “Graças a Deus…! Nunca mais vou esquecer este caso passado comigo”.

Nota:
Este caso foi-me relatado pela minha esposa. Nunca conheci o Sr. Manuel por ter falecido. Mas à priori, suspeitei que fosse fazer a caminhada meio embriagado e, que o seu cérebro lhe provocasse uma ratoeira, mesmo pela descrição que fala da pipa de nevoeiro.
Em 2007, enquanto faço um curso de chakras para poder fazer um contacto real com a entidade astral *Amy, através dos OVNIs. A minha professora vai passar as férias de Natal a Angola, seu país de origem. Na volta a Portugal, mostra-me uma série de fotos e, com muita surpresa, vejo uma foto muito curiosa, que relaciono com este caso acima descrito no ano de 1948. Pois que, a descrição da pipa de nevoeiro, acaba por ser vivamente representada na foto abaixo.
Ver número 8) – foto 2007/Angola.

Relatado a: Mário Santos.

Página 173
BOFETADA ESTRANHA NA CARA
1972
15 Fevereiro
Terça-feira
Artur
Vila Nova de Gaia

Não sou pessoa de acreditar em casos que falam sobre assuntos de espíritos e outras coisas assim tão estranhas. Na verdade, só acredito naquilo que vejo à minha frente. Talvez por ter andado na guerra do ultramar, mas, na realidade, isto que vou contar, passou-se na minha presença e é totalmente verdade, e quando vejo o quer que seja, não admito de forma alguma que me digam o contrário.
Tenho cerca de 18 anos de idade quando isto aconteceu:
Um dia, vou de carro com o meu padrasto para um local que já não me lembro muito bem e, então, vamos pela estrada muito satisfeitos a conversar, quando, de repente, vejo e ouço ele a levar uma grande bofetada na cara que até fica marcado a vermelho.
Ele vai a conduzir e trava para abrandar a marcha e, então, dispara a mandar palavrões e a dizer para quem quer que seja que ali esteja para ir para o “Diabo” e para ir para os dele.
Podes acreditar em mim, Mário Santos:
– “Eu vejo aquilo tudo, porque vou a olhar para ele naquele momento em que a bofetada lhe é dada, e até ouço o barulho que faz da estalada”. – Diz o meu amigo, olhando para mim seriamente.
– “Isto não são coisas para se contar a ninguém, até porque pode dar chatices, mas, contigo estou à vontade porque estás sempre a falar dessas coisas muito estranhas e esquisitas”. – Diz-me.
– “Sabes! Se eu não visse com os meus próprios olhos, não acreditava em semelhante coisa, como nunca acreditei até esse dia, e a partir daí já não digo nada, só sei que nunca mais vou esquecer esse episódio”. – Termina.

Nota:
Há largos anos que não via este meu amigo, quase já não o conhecia pelo longo período que por nós passa e, numa altura de mais aceitação da parte dele, lá me conta este episódio com algum receio de chacota.
Relatado a: Mário Santos.

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3). AVISTAMENTOS Página 174
1973
Abril
Mário Santos
Vila Nova de Gaia

Estou no trabalho habitual, quando o meu colega vem do exterior para me dizer que está algo estranho no céu. Vou ver o que se passa e com surpresa, vejo um disco-voador pairado no ar a uns duzentos metros de nós.
O objecto, ao ver-nos, inicia a sua viagem vagarosamente até parar por cima das nossas cabeças e, assim, observa-nos em silêncio.
Não sei precisar se está a contemplar-nos durante alguns segundos ou minutos, mas dá para vermos nitidamente que é algo fora do comum.
Porém este veículo aéreo, decide começar a deslocar-se para se ir esconder nas nuvens dispersas, que estão a ser empurradas pelo fraco vento que se faz sentir nas nossas faces.
Vemos que este objecto, por baixo, tem a mesma forma de um prato também visto por baixo e, por cima, tem uma cúpula com janelinhas a toda a volta.
É todo de cor preto-fosco, pois não brilha com os raios do sol a tocarem-lhe.

Nota:
Nesta época, eu já andava com grande interesse de ver algo que me deixasse com alguma crença, pois que, os meus devaneios desde criança, relativamente a outros Seres de inteligência superior à nossa e às suas sofisticadas naves, estava a começar a querer cair por terra. Já estava na dúvida se estaria a ficar maluco ou possuído pelo meu cérebro e, deste modo, sentia grande necessidade de me afastar das outras pessoas, inclusive, dos meus pais e meus irmãos.

Confirmado por: Mário Santos.

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Páginas 178, 179
1983
22 Julho
Marcelo
Caminha

Como sou um pouco destemido, mais ou menos com os meus 13 anos de idade, vou andar de bicicleta para um monte situado em Caminha, pois já conheço aquele monte muito bem, onde é habitual eu andar por lá sozinho.
Entusiasmado, por lá ando nas minhas aventuras em cima da bicicleta. Já é bastante tarde, mas como moro ali perto, não ligo.
São cerca das 23H30, e está escuro. De repente, vejo passar por cima das árvores um objecto luminoso e em silêncio, parecido com um carro sem rodas.
Passa a cerca de oito metros de altura de mim, e é todo luminoso branco.
Tem um barulho suportável, género enxame de abelhas a andar no ar!
A verdade, é que começo a descer o monte a toda a velocidade e nem sequer me lembro de ter tido medo!
Deu-me a impressão de que aquele veículo aéreo não era deste planeta…!
Nunca vi até à data mais nada parecido, e nunca mais me vou esquecer daquilo.
Não contei isto a ninguém durante estes anos todos, pois: podem-me chamar-me de maluco…!
Conto agora ao senhor Mário Santos, porque sinto que me compreende, pois nunca ouvi ninguém falar como o senhor sobre estas coisas. Porque aquilo que diz tem lógica e sentido.
Na verdade, os meus professores do liceu, não sabem falar assim dessa matéria.
Vou dizer-lhe mais isto:
O meu pai morreu há algum tempo. E o meu filho de 2 anos de idade. Dá-me a impressão que tem dentro dele o meu pai reencarnado, porque tem os mesmos gestos e parecenças do meu pai.
Por vezes, não sei porque razão, consigo levantar pesos exorbitantes e acho realmente isto muito estranho, e as pessoas ficam a olhar para mim muito admiradas.
Quando estou aqui no bar, onde estamos agora a falar a sós, e me encontro sozinho a trabalhar depois dos clientes irem embora e já com tudo fechado, não sei porquê, sinto a presença de alguém que me quer prender os movimentos.
Sinto que está aqui alguém, mas não consigo ver.
Quando estou aqui em baixo durante a noite a acabar de arrumar as coisas, ouço barulho no andar de cima. Não tem qualquer saída a não ser por estas escadas que o senhor Mário Santos está a ver, e como pode ver aqui em cima só tem esta lareira, as mesas e cadeiras.
Ouço passos muito suaves a subir e a descer as escadas, a mexer nas coisas, eu vou um pouco receoso ver se está lá alguém e não vejo ninguém.
Por vezes penso que possa ser o último senhor que esteve a explorar este bar, pois ele era muito agarrado a isto e morreu.
Às vezes, tenho o pressentimento que não é ninguém deste planeta e que me quer matar!
A minha mulher não me consegue compreender. Só acredita na religião e em Deus, e mais nada existe para ela.

Nota:
Este caso é-me divulgado quando faço um pouco de investigação pelo país, por minha conta e risco, sobre a complexidade da Paranormal e os OVNIs, que, creio, muito pessoalmente, existir uma poderosa interligação devido aos meus acontecimentos ocorridos, e, àquilo que quase em confidência as pessoas me contam por necessidade ou desabafo.
Relatado a: Mário Santos.
4). PRESSENTIMENTOS Páginas 239, 240
1995
Setembro
Isildo
Serra da Estrela

Encontro-me no alto da Serra de Estrela dentro da carrinha do Mário Santos com ele sentado ao meu lado e, estou ao volante a ver se algo surge do céu. As nuvens dispersas circulam empurradas com o forte vento que se faz sentir e, ao passarem quase a roçar o tejadilho da carrinha, fazem-na abanar bruscamente. São quase 04H00 e nós a olharmos para as estrelas que aparecem por entre as nuvens muito esbranquiçadas.
Está uma noite de Setembro muito fria e eu, acabo por me cobrir com duas grossas mantas para me aquecer, mas, está difícil adormecer porque o frio é intenso. No entanto, o meu corpo começa a aquecer e, começo a sentir-me muito preso e a não poder sequer mexer a ponta dos dedos.
Penso que sei, ou pressinto que está alguém do lado de fora do vidro da carrinha a olhar para mim, mas, não vejo nenhum vulto ali parado, no entanto, a minha cabeça começa a descair, como se para dormir ali curvado sobre o volante. Tento a todo o custo trancar a porta do meu lado com receio de serem os Seres-Invisíveis de que o Mário Santos tanto me fala. Agora, deste modo, ‘eles’ não podem entrar na carrinha, mas, embora pareça ser mentira, estou a ficar mesmo muito assustado com aquilo que estou a sentir na minha cabeça. Sinto que realmente está ali alguém que não consigo ver e que quer abrir a porta para poder entrar e, sei perfeitamente que o Mário Santos está ali sentado mesmo ao meu lado quase encostado a mim, mas ao chamar por ele, penso que muito alto, a voz não me sai da boca de maneira alguma.
Faço um esforço imenso para berrar ou mexer-me para o alertar, mas nada consigo fazer, a não ser ter na minha ideia que alguém me está a prender todos os meus movimentos. Francamente, não sei como isto é possível acontecer!
Ai! Como eu desejo tanto que o Mário Santos me toque para eu ficar mais aliviado desta prisão corporal que sinto dentro de mim… mas, ele não me toca de maneira alguma!
Ai! Que grande aflição a minha!… Eu grito e berro tanto, tanto, e com quantas forças tenho, mas, o Mário Santos não me ouve de forma alguma para me poder tocar e, na verdade, eu não sei que os gritos e os berros que dou, estão só no meu pensamento.
Caramba! Aquilo que sinto em mim é mesmo autêntico e muito real e então, inesperadamente, lá sinto o Mário Santos a tocar-me e:
– Ouve! Porque estás a gemer? Estás a sonhar com alguma mulher ou quê? – Pergunta-me.
– “’Eles’ estão aqui ao nosso lado!” – Digo para o Mário Santos muitíssimo aflito.
– ‘Eles’ quem? – Pergunta-me o Mário Santos.
– “Os Seres-Invisíveis… ‘eles’ querem abrir a porta da carrinha, mas, eu quero fechar o trinco e ’eles’ não deixam eu mexer-me!” – Respondo ao Mário Santos ainda preso e cansado do grande esforço que estava a fazer.
– Não estou a ver nenhum vulto do lado de fora. – Diz-me o Mário Santos.
– “Eu na altura queria chamá-lo para você me pôr a mão, mas, ‘eles’ não me deixavam reagir, ainda estou a suar”. – Digo ao Mário Santos que confirma esta minha versão.
– Ah! Ah! Ah!… Oh! Grande palerma. Tu já sabes que ‘eles’ se podem transformar em invisíveis e só se mostram quando muito bem querem. – Diz-me o Mário Santos, sempre a rir-se da minha seriedade.
– “Mas, estou a falar a sério”. – Digo ao Mário Santos.
– Estou sempre a olhar para o lado de fora a ver se detecto algum *Sinal da *Amy mas, não vejo nem sinto nada! – Responde-me o Mário Santos ainda a rir-se.
– “’Eles’ estão por aqui”. – Digo ao Mário Santos.
– Realmente, ouço-te a gemer e a voltar a gemer, sempre de cabeça caída e quando olho para ti, penso para mim que estás a dormir. – Diz-me o Mário Santos.
– “Eu, quando gemo, estou nesse momento muito aflito a chamar por si!” – Digo ao Mário Santos.
– Está bem, estou a ver. – Diz-me o Mário Santos ainda a rir-se de mim.
– “’Eles’ é que me tiraram todas as reacções para não poder chamá-lo! – Respondo agora um pouco chateado com Mário Santos, porque parece não acreditar em mim.

Nota:
Realmente, fui testemunha deste episódio, pois este e outros moços, já estão habituados a que eu fale sobre este tema dos Seres invisíveis e dos OVNIs. Já estão um pouco dentro da minha história e da busca que faço durante quase toda a minha vida, para poder ter um contacto real com estas entidades que se ocultam algures num universo quiçá paralelo ao nosso. Creio que esta cena: tenha sido influenciado pela fotografia que tenho do HUMANOIDE na Serra de Estrela, captada por nós numa das nossas idas para a serra, em Agosto do ano de 1994.
Comprovado por: Mário Santos.