Lisboa sob tensão vê mais de cem ovnis

Espectáculo lindo

Primeiro passou uma vaga de mais de 100 ovnis, vinham em formação aleatória e em voo plano ao solo, durou cerca de minuto e meio. Deu para ver que essas bolas piscavam num intervalo de menos de um segundo, não tinham qualquer estrutura exterior e todas tinham velocidade constante, quando essas bolas de luz piscavam deveriam ter a magnitude de Vénus no verão (-4.4), por isso toda aquela massa de mais de cem bolas de luz a piscar no céu cada uma duma forma aleatória, era já por si uma grande espectáculo e todos aqueles que estavam sentados nas bancadas, viraram-se para o céu e viram, segundo António Lobo, aquilo era mesmo lindo.

Nesta primeira vaga era notório que havia uma bola guia, que seguia à frente e as outras que vinham atrás dispersavam-se num ângulo de 70 graus.

Deu-lhe a sensação que ovnis vinham a uma altitude superior aos aviões que vêm aterrar no aeroporto de Lisboa. Porque tinha uma camera Sony Alfa 550 com abertura de 3,5, esta testemunha colocou-a em modo manual para poder fotografar, visto que o autofocus não lhe possibilitava nitidez necessária.

Segunda vaga

A segunda vaga com cerca de 6 ovnis durou somente alguns segundos e António Lobo lembra-se que viu diversas formações de nuvens, viu também um cirro que tinha a forma elipsoidal, focou a sua camera de forma aleatória para esse cirro que estava por baixo do cúmulo e fotografou-o com a exposição de um segundo. Depois da passagem dessas luzes o cirro desapareceu totalmente.Nessa segunda vaga de ovnis, nem todos eles tinham a mesma velocidade, houve um deles que esperou pelos outros que vinham mais atrás. Depois que os outros chegaram até essa posição onde ele tinha parado, o mesmo arranca a alta velocidade em direcção a norte.
Na foto abaixo poder-se-á ver o ovni triângular com a seta preta e uma das bolas que ia à frente, com a seta vermelha. Podemos de certa maneira comparar a dimensão do ovni triângular e da bola.

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Nave piramidal triangular

Quando chegou a casa foi ver as fotos no computador e viu que dentro desse cirro havia um ovni em forma triangular. Esse enigmático ovni tinha a forma triangular, tinha também outra particularidade, dava para perceber que tinha faces, nota-se que tinha a forma piramidal triangular.

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Nem só o António Lobo, viu essas duas vagas a deslizar no céu de Lisboa, todas as pessoas que estavam nesse espectáculo, e seriam mais de quatrocentas também os viram. Uma personalidade muito conhecida do canal de televisão SIC, também os viu passar. Quando a primeira vaga estava a desenrolar-se António Lobo, num momento de coragem pediu ao realizador que a EDP contratou para filmar aquele espectáculo que apontasse a camera para o céu, mas segundo esse realizador não se iria ver nada, devido às lentes da camera que ele estava a utilizar, eram lentes próprias para curta distância.

Confessa que devido à sua formação científica, sempre foi muito céptico quanto aos ovnis e diz que até tem bons amigos nos meios astronómicos de Lisboa. Põe de parte serem balões, porque o vento estava de norte para sul e esses pontinhos de luz vinham em sentido contrário.

Nota:
Podemos deduzir que esse ovni triângular ou estava dentro do cirro ou tinha formado à sua volta uma emanação gasosa para se camuflar. Para justificar esta premissa, recorda-se aquilo que a testemunha disse «após a passagem da segunda vaga o cirro desaparece». Também é de estranhar ser um cirro por baixo dum cúmulo.
Possivelmente seria este o ovni mãe (nave-mãe) e os outros em forma esférica, teriam partido do seu interior. Sendo assim os pequenos ovnis não tinham necessidade de se camuflarem, o seu valor estratégico era de menor importância.

– Seria este avistamento uma demonstração de força ou um aviso para aqueles que vivem aqui no solo?
– Seriam os pequenos ovnis o verdadeiro espectáculo, já que  pulsavam como a mesma magnitude de Vénus,?
– Com quatrocentas pessoas a assistir será que não haverá mais pessoas com coragem de contar aquilo que viram?

O nosso muito obrigado ao António Lobo, pela sua determinação e coragem pelo seu relato.

Luís Aparício
2010-06-28