Luz que encolhe

Luís Aparício e Maria do Céu – foto de Luís Beja

Ficou assustada e, de seguida, as luzes recolheram e ficou apenas a bola branca por várias horas. Foi para casa descansar. Já perto do amanhecer foi alertada pelo filho para um barulho que vinha do seu quintal. Afastaram a cortina da janela e viram um foco de luz muito forte que os impedia de ver claramente

No dia 11 de junho de 2013, à noite, estava no seu terraço, numa vivenda de primeiro andar em Elvas. Voltou a ver uma luz que descia até ao seu quintal, ficando tudo iluminado como se fosse de dia. Pouco depois a luz começou a recolher, a subir. Não apagou repentinamente, parecendo que o foco de luz era controlado. A luz foi subindo, como se fosse ‘sólida’ e recolheu até um objeto que se adivinhava a cerca de 20 metros de altura.

Seres sorridentes

Já por três vezes, na sua casa, vê, mas não é ver com os olhos físicos, é ver com outros olhos ou seja sente que o seu subconsciente a alerta para alguém que está lá em casa. Apesar de não os ver, parece que algo se mexe com movimentos iguais. Não fica com medo, nunca a assustaram. Até lhe parece que eles têm receio de a assustarem.

Desenho elaborado por Luís Beja conforme a descrição da testemunha

Muitas vezes sente presenças dentro da sua casa. Têm a mesma altura que nós temos, são muito elegantes, intui que eles comem só verduras. Inconscientemente percecionou que eles até ficam surpresos como o nosso organismo, com aquilo que nós comemos e do modo errado como nos alimentamos. Por isso, a Maria do Céu tornou-se vegetariana. Pode passar oito dias a alimentar-se só de leite de soja. Perceciona esses seres que estão sempre sorridentes e aos pares. Têm a boca pequena e lábios finos, com altura à volta de 1,65 metros. Têm os braços iguais a nós. A cor da pele da cara é bege e a dos fatos é bege brilhante. Tem rugas na cara, os olhos parecem-se aos nossos mas mais salientes. A cabeça parece a dos egípcios, alongando-se para trás.

Simpatia de pessoas desconhecidas

Muitas vezes, tanto em Portugal como quando vai a Espanha, muitas pessoas sem a conhecer dirigem-se-lhe e cumprimentam-na efusivamente, como se a conhecessem perfeitamente.

Incompatível com as eletrónicas

Maria do Céu diz que os telemóveis e os relógios nas suas mãos avariam facilmente, assim como o computador. Também já aconteceu estar dentro do seu carro e este começar a abrir e a fechar continuamente os vidros das portas. Disse-nos que para si o carro ideal, só pode ser um carro muito antigo, por causa das eletrónicas dos carros modernos. Aconteceu-lhe numa outra data, com um outro carro, ia para um certo destino e quando chegou ao final, quis abrir as portas do carro para sair, mas não as conseguiu abrir. Teve que sair pelo tejadilho. Um mecânico foi chamado e verificaram que as portas estavam soldadas, por isso tiveram que serrar as portas para por o carro a funcionar.

Comentário:
Aparentemente pode não haver ligação entre a visão da luz que encolheu o seu foco e os acontecimentos adjacentes a esta testemunha, mas juntando também comentários que nos fez sobre as suas capacidades de cura, que a Maria do Céu possui, chegamos à conclusão que há mais por explorar dentro de si. A peri-visão dos seres na sua casa e a constante sensação da presença, de estar acompanhada, mais a afetuosidade de pessoas desconhecidas, fazem dela um polo de atração cósmica e humana.

Notámos que o magnetómetro do “Nexus 7”, que levávamos, teve diversos desvios magnéticos na varanda e dentro da sua casa. Também sentimos, haver ali uma forte energia telúrica ou de qualquer outra proveniência (não mensurável pelos nossos aparelhos, só a nossa sensibilidade a sentia).

Este artigo foi resultante da nossa visita à casa desta testemunha em Elvas, tendo colaborado Elísio Gomes, Hélder Pedroso, Luis Aparicio e Luis Beja.

Luís Aparício