Nave nos Pinheiros

André Pereira, morador nessa localidade e com 17 anos de idade e outras pessoas que residem nesta localidade, receberam a APO efusiantes. Todos queriam falar do grande enigma que foi verem uma luz que se passeava no meio dos eucaliptos e pinheiros, durante vários dias. Por vezes a tal luz aproximava-se de tal maneira que possibilitava ver a sua configuração de nave.

Para Manuela Catarino, domestica e com 60 anos de idade, diz que a luz rodava sobre si e de dez em dez segundos aparece uma zona mais escura na luz. Por vezes aquela luz aproxima-se mais dos Pinheiros e com os seus 60 anos foi a primeira vez que viu algo tão estranho. Já presenciou essa luz três vezes, no dia 9, 10 e 11 de Outubro 2008 cerca das 22,30 horas. Quando a luz se aproxima mais da terra, coloca-se por detrás duma mancha de eucaliptos a sul da rua da linha nos Pinheiros.

Esta senhora acha que essa luz está muito longe da localidade, sem precisar onde estará. A luz teria movimentos erráticos de subir e descer e tinha uma cor azulada. Coloca de parte igualmente que tenha sido o planeta Vénus

O André Pereira, a principal personagem destes avistamentos tanto nível de ver, sentir e ouvir é o caso mais complexo e relata-nos que no dia 5 de Outubro 2008, sentiu um bang sonoro e ficou muito assustado, logo de seguida viu um flash luminoso azul clarinho, comparado ao xénon, associa essa cor aquela emitida pelos radares fixos do controlo rodoviário. Depois de ter presenciado aquele flash ficou com uma impressão nos olhos. Ficou com medo e então avistou no céu um corpo voador muito estranho, redondo com um movimento circular contínuo.

Correu para casa a chorar e chamou a mãe e a avó para também poderem comprovarem que era algo incomum, um ovni! O André afirma que não é medricas mas aquela nave era algo fora do normal.

André Pereira, Luís Aparício e Flávio, ao fundo está o local onde evolucionava o objecto

O flash luminoso veio de cima e o André pensa que a sua origem deu-se pela passagem da referida luz que passou mesmo por cima de si. O André faz alusão quando está na berma da estrada e passa um camião TIR e sente aquele «impacto do vento», também pensa que poderia ser a mesma sensação quando o objecto passou por cima de si e o André sentiu aquele bang sonoro.

Bang Sonoro

Após a passagem do objecto redondo e do flash e também daquele bang, os cães na localidade dos Pinheiros começaram todos a ladrar e a uivar durante mais de 20 minutos, precisamente o tempo que o objecto esteve no ar.
O André avança com a teoria que o objecto(luz) só aparecia quando não havia vento.

Perante as declarações das diversas testemunhas que já viram aquela luz, chegamos à conclusão que e mesma terá à distância de um braço estendido 10 cm de largura e 5 cm de altura. A sua forma é oval na parte de cima há uma cúpula semiesférica.
As luzes que emanavam na parte inferior, davam para perceber que havia dois focos de luz. Toda a parte inferior era azulada e diversos focos sairiam os flashes de luz azul xénon.


Após ouvirmos as diversas testemunhas, há um certo consenso que seria esta a forma da nave. A luz amarela a meio do corpo da nave é interrompida por flashes azuis intensos que aparecem periodicamente. A cúpula emite luz amarela.

A meio do corpo oval haveria uma luz que rodava à volta da parte oval, oscilando entre o amarelo e o azul xénon.
A cúpula semiesférica que estava posicionada na parte superior do corpo oval emitia uma luz amarela intensa (o André compara-a aos faróis dos Peugeots antigos).

Em termos reais para o André o objecto/luz terá o tamanho duma galera de um camião TIR portanto terá cerca 12 metros de largura.

No final de Outubro, numa das vezes que o objecto/luz apareceu o André foi buscar um telescópio reflector, logo que focou o objecto no telescópio o mesmo começou a mudar de posição, então o André chamou a mãe e ambos foram para outro local da casa para tentarem ver melhor o objecto/luz e logo que começaram a tentar ver o objecto desapareceu. O André preconiza que o objecto/luz não queria ser visto.

Houve fases de imobilização do objecto e foi nessa altura que o André e também o Flávio tiveram a oportunidade de verem mais precisamente a sua forma.
O André acha que foi sempre o mesmo objecto que foi visto nos diversos dias.

Outras testemunhas

O Flávio tem 19 anos e trabalha em serralharia, só ainda viu o objecto/luz uma vez. Isso aconteceu porque o André foi chama-lo. Relata que viu uma luz por cima dos eucaliptos na localidade dos Pinheiros, tinha uma cor clara azulada de xénon, dava para ver que o objecto/luz rodava e havia zonas que eram mais claras e outras mais escuras. Parecia que o azul era a cor responsável pela maior reflexão do objecto.
O Flávio é da opinião que haverá alguma par5te do objecto que terá alguma portazinha.
Perante aquela novidade o Flávio não ficou com medo, mas ficou curioso, já que antes o André o tinha avisado que logo que o objecto tivesse novamente aparecido, chamá-lo-ia.

Roas Pereira de 40 anos, cabeleireira de profissão e mãe do André, relata que no dia 5 de Outubro de 2008, viu uma luz muito baixa e de forma circular, pensa que estaria muito longe e era de cor amarelada, por vezes passava para o branco. Essa luz muito anormal, já que nunca tinha visto nada igual, girava sobre si e tanto estava em cima como baixava.

No dia 6 de Outubro 2008, Rosa Pereira, com a sua mãe (avó do André), notou que quando aquela luz passava de cima para baixo, parecia que fazia um movimento espiral e houve outro dia que a luz parecia que se afastava e aproximava da localidade dos Pinheiros. Na sua opinião Rosa Pereira acha que a luz andava a sondar algo ali naquela zona.

Televisão afectada

Nesse dia a luz faltou várias vezes e quando objecto aparecia a televisão ficava sem sinal durante cerca de dois minutos e os cães começavam a ladrar.
No dia 5 de Outubro de 2008 Rosa Pereira, estava no quintal com o filho André e ouviu um bang sonoro, parecido aos motores de um avião a voar muito baixo.

Para o André o segundo bang que ouviu conjuntamente com a mãe, foi resultante do desaparecimento do objecto.

Para o André e para as restantes pessoas, a possível verticalidade de onde a luz se posicionava seria por cima do Pinhal da Fábrica, que fica ao lado da estrada do Guilherme, que vai ter à Marinha Grande.

Marcas nas costas

No dia seguinte ao primeiro avistamento o André sentiu que tinha algo de anormal nas costas e pediu à mãe para lhe analisar as costas. A mãe contou-nos que o filho tinha duas linhas de marcas redondas com cerca de um centímetro de diâmetro. Ambas as linhas tinham cinco marcas, mas a marca de cima estava desencontrada, portanto aquelas bolas não estavam na vertical uma da outra. Passados uns dias aquelas marcas tinham desaparecido.

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