Neptuno será oco?

Atendendo que os gases que compõem a atmosfera de Neptuno são Hidrogénio 85%, Hélio 13% e Metano 2%, leva a crer que aquela zona em amarelo terá de ter uma temperatura muito mais elevada que dez graus, tendo em conta a experiência que adquirimos em visualizar os filmes que a NASA mostrou sobre outros planetas similares.

Esta mancha amarela que o ESO com o VLT -Very Large Telescope no Chile, foi detectada usando o espectrómetro infra vermelho nos dias 16 de Setembro 2007, situado entre o olho ciclópico e o pólo sul.

Aquela enorme mancha amarela contrasta com o restante planeta, denota ser um intercâmbio de ar quente e luz para a temperatura exterior frígida, também denota ser uma luminosidade que passa pela embocadura perto do pólo sul, vinda do sol interior neptuniano.
Parece uma cópia a papel químico de Vénus, Júpiter, Saturno e Enceladus. Faltam aqui somente imagens animadas da embocadura perto do pólo sul de Neptuno, para se concluir que há ali algo parecido às embocaduras destes dos planetas atrás citados.

Neptuno recebe somente 1/900 da energia solar

Quanto à energia que Neptuno possa receber no seu Inverno, ser a responsável por aquela única mancha amarela, é uma explicação pouco plausível, até porque aquela mancha está localizada perto do pólo sul e a energia do nosso sol quando lá chega, é sempre diminuta, portanto tanto faz que a inclinação de 28º graus de Neptuno esteja no Verão ou no Inverno, é sempre muito diminuta.

Assim aquela mancha amarela tem que ter temperatura muito mais quente que a superfície exterior. Portanto esta mancha amarela quando vista no infravermelho pode ser mesmo uma entrada ou uma saída do ar quente.
Se aquela zona fosse somente devido ao Inverno neptuniano, então porque estaria somente localizada num só ponto do planeta?

A embocadura norte de Neptuno por onde sai o ar quente para a superfície exterior não tem necessariamente que ser no 90º graus, será algo muito parecido com aquilo que acontece aqui na Terra.

A saída da luz na Antárctica não está nos 90º graus mas sim nos 84º S e 104º, conforme o artigo que escrevemos sobre o título Terra Oca – As suas embocaduras.
Também em Vénus as embocaduras no norte e no sul não estão nos 90º graus. Embora em Júpiter e Saturno sejam mesmo nos 90º graus as embocaduras de e para o interior.

A razão para ventos tão fortes na superfície exterior de Neptuno, poderá estar na diferença de potencial calórico, entre um exterior ultra frigido e um interior quente.

Talvez pudéssemos classificar o interior oco, como sendo possuidor de temperaturas que davam para ser vividas por nós terráqueos. Poderíamos então dizer que naquela embocadura amarela, teria que ter temperaturas próximas do zero positivo, visto haver ali uma circulação do exterior para o seu interior.

A imagem feita pelo ESO de Neptuno com as cores invertidas.
Neptuno

Luz sai pelo pólo sul de Neptuno

 

No pólo sul de Neptuno segundo o filme disponibilizado pela NASA e feito pelo Voyager 2 em 1989, a atmosfera roda no sentido destrogiro portanto descendente e por consequência um movimento introdutório.
Mesmo no centro na zona assinalada pela seta verde, portanto no 90º graus, aparece uma luz que parece irradiar do seu interior.
Parece que mesmo nos 90º graus sul, irradia uma luz através de uma embocadura gigante. Quase que parece a embocadura norte de Saturno.

Assinalada pela seta a amarela, podemos ver também uma mancha a branco, que se encontra a meio caminho entre os 90º graus e o olho ciclópico, parecendo ser aqui a tal zona quente que o ESO diz ter aqui mais dez graus do que a restante superfície. Na nossa opinião está ali uma saída de ar quente e também saída de luz do sol central.

A seta vermelha aponta para o olho ciclópico Neptuniano, muito parecido ao olho ciclópico de Júpiter.

Primeira hipótese

A mancha amarela está perto dos 70º sul, então há uma hipótese de haver uma outra mancha amarela norte, por onde entraria as massas de ar, depois circulariam pelo interior quente e iluminado neptuniano e sairiam de seguida pela mancha amarela sul, que tem a particularidade de ser quente e luminosa.

Segunda hipótese

Analisando o filme feito pela Voyager 2, verificamos que as camadas de atmosfera perto do pólo sul rodam no sentido destrogiro. As camadas centrais da atmosfera rodam no sentido sinistrogiro e as camadas do pólo norte, supostamente rodam no sentido destrogiro, é pouco perceptível no vídeo essa possibilidade, mas é a mais correcta.
Portanto teorizamos que a atmosfera está a penetrar em forma de parafuso, nos 90º graus sul e também na mancha amarela. Depois haveria uma outra mancha amarela no norte e também uma embocadura mesmo nos 90º graus do pólo norte neptuniano?
Haveria assim um sistema de circulação muito parecido ao Júpiter, no qual é visto um enorme buraco com 25.000 Km de diâmetro, cheio de tempestades rodando e com o sol Jupiteriano mostrando o seu esplendor. Em Júpiter temos um outro problema, não se vê no hemisfério norte um olho ciclópico.
Em Vénus é o contrário através das duas embocaduras polares norte entram as massas de ar e quase no pólos sul, saem essas massas de ar. Embora em Vénus as embocaduras estejam muito próximas e aqui neste modelo as embocaduras estariam muito afastadas.

Terceira hipótese

Será que há uma entrada de massas de ar para o interior oco, através do olho ciclópico sul e uma saída dessas massas de ar pelo olho ciclópico norte, na medida em que as observações do Huble mostra também um outro olho ciclópico no hemisfério norte.

Quarta hipótese

Haveria uma entrada pelo pólo norte, depois as massas de ar percorriam o interior oco e sairiam pelo pólo sul. Esta é uma das mais fortes hipóteses, porque na imagem que a Voyager 2 tirou do pólo sul, vê-se uma espécie de luminosidade a sair do pólo sul.
Se formos buscar experiências aquilo que observamos no pólo norte de Júpiter, vê-se que da embocadura norte sai uma luz, quase parecendo um sol.
Há aqui um inconveniente a rotação de Neptuno no pólo sul é destrogira, mas também a é no pólo norte.
Qual poderá ser a solução, vindo buscar informações aqui à Terra, sabemos que um ciclone no hemisfério norte roda sinistrogiramente e no hemisfério sul roda destrogiramente.
Então assim poderíamos justificar que nesta quarta hipótese as massas de ar em Neptuno entrariam pelo pólo norte e sairiam pelo pólo sul, daí a luminosidade que parece sair do pólo sul. Essa luminosidade seria o seu sol interior.

Seria algo muito parecido à circulação da atmosfera em Vénus, conforme artigo sobre Vénus que escrevemos aqui no site da APO.
Não nos podemos esquecer que Neptuno emite mais energia do que aquela que recebe do sol, portanto se fosse um planeta gasoso, não emitiria mais calor.

As massas de ar entram pelembocadura do polo sul e saem pela embocadura do polo norte

As auroras Neptunianas

Á semelhança das observações em Júpiter e Saturno, podemos aqui, há distância, começar a fazer perguntas. Aquela mancha amarela poderá conter algum vestígio das auroras boreais? As fotos destes dois planetas mostram à volta das embocaduras polares auroras e em Neptuno como será?

Para nós pesquisadores de ovnis esta notícia da mancha amarela em Neptuno é importante visto que poderá indiciar que há vida no interior do Neptuno oco. Até podemos considerar que todos os planetas são ocos, inclusivamente a Terra, daí irmos buscar à nossa ciência astronómica provas para validar esta vertente da ovnilogia.

Os artigos que escrevemos sobre os planetas que detectamos serem ocos, como sendo Vénus, Terra, Júpiter, Saturno e Enceladus, são uma mais valia para acreditar naquilo que o pai da aeronáutica o Professor Herman Hobert disse no seu almoço de despedida, quando saiu da NASA: «meus senhores, nós (EUA) fomos ajudados (no programa de foguetes) por seres pequeninos, os URANIDOS», foram as únicas palavras que este eminente especialista em foguetões e também professor do Werner Von Braun, disse nesse almoço de despedida.

Esta questão foi posta ao Prof. Hobert e ao Werner Von Braun devido ao sucesso que os EUA passaram a ter com o lançamento de foguetes, porque antes, os foguetes subiam poucos metros e depois caíam para Terra.
Igualmente no livro do Engo Biachi «O crepúsculo dos Deuses» vem uma entrevista com o Professor Hobert, o mesmo fala também nos Uranidos. Se a superfície exterior de Neptuno é muito fria então a superfície de Urano não lhe fica atrás. Perante as palavras do Professor Herman Hobert, há vida em Urano, daí ser plausível que a mesma se desenrole, não no exterior extremamente frio, mas no interior oco de Urano. Ora se analisarmos bem as imagens de Urano, quase é uma cópia de Neptuno, então onde estarão esses Uranidos, na nossa modesta opinião só no interior quentinho e aquecido pelo seu sol central de Urano, porque o exterior é muito frio.

Faltam-nos assim entender três planetas para podermos dizer que todos os planetas têm uma estrutura oca, Mercúrio, Marte e Urano. 

Hans Horbiger, era o ideólogo que norteou a política científica Nazi, a sua doutrina começava a ser conhecida pelos alemães sob o nome de well. Era uma explicação do cosmos em contradição com a astronomia e as matemáticas oficiais, mas que justificava antigos mitos. 

Afirmava que: «os planetas são blocos que a pouco e pouco se cobriram de gelo. A Lua, Júpiter, Saturno são de gelo e os canais de Marte são fendas do gelo. Só a Terra não está inteiramente tomada pelo frio, aí mantém-se a luta entre o gelo e o fogo. A uma distância igual a três vezes a de Neptuno encontrava-se, no momento dessa explosão que criou o sistema solar, um enorme anel de gelo. E ali se encontra ainda. É o que os astrónomos oficiais teimam em chamar a Via Láctea, porque algumas estrelas semelhantes ao nosso Sol brilham através dele. Quanto às fotografias de estrelas individuais, cujo conjunto daria uma Via Láctea, trata-se de truques fotográficos.»

A actual ciência afirma que os planetas para além de Júpiter são gasosos. Se uma nave tentasse poisar na superfície de Júpiter não o conseguiria porque iria sempre afundar-se nessa massa gases, eventualmente no seu núcleo haveria algum pedaço de gelo ou rocha, três a vinte vezes o tamanho da Terra.

Um outro ponto contra a teoria dos planetas gasosos, prende-se com a falta de explicação para as forças que têm que estar sempre presentes em tudo o que roda. Tudo o que roda está sujeito à força centrifuga (expulsa para fora), tudo o roda também está sujeito à força centrípeta (expulsa para dentro), ora na proposta apresentada pela nossa ciência da existência de planetas gasosos, como é que iríamos explicar o núcleo de rocha de Júpiter? 

A teoria dos planetas gasosos na nossa opinião só contem a força centrípeta, visto preconizar que o núcleo era denso, e rochoso, isto é se o núcleo era denso e rochoso, seria devido a uma força que empurraria par o centro as matérias pesadas.
Ora falta aqui a força centrifuga forte que coloca no exterior os materiais mais pesados, portanto a teoria dos planetas gasosos apresenta uma visão parcial, como tal não pode estar certa.

Atendendo que a nossa ciência apelida de planetas gasosos de Júpiter a Neptuno, ficamos sem compreender como é que as luas destes planetas apresentam formações rochosas à sua superfície como por exemplo a lua de Neptuno, Tritão ou a lua de Saturno, Iapetus e Rhea entre outros exemplos, vulcões como em Io, explosões de água como em Enceladus. Se essas luas não se apresentam gasosas porque os seus planetas regentes o serão?

 

Sem querer fugir à analise coerente e citando as imensas informações que nos são divulgadas pela ovnilogia, recordamo-nos em especial do caso do Dino Kraspedon com o seu livro Contacto com os Ufos, no qual o comandante da nave disse que morava em Ganimedes, portanto uma lua de Júpiter. Então essa lua deveria também ser gasosa segundo a teoria actual da nossa ciência.

 
Os Nazis não tinham razão com a afirmação de que as estrelas eram pontos de gelo e os planetas eram blocos de gelo. 

Também a actual ciência com a teoria dos planetas gasosos, dizendo que os planetas a partir de Júpiter têm somente um núcleo de rocha, e tudo o resto é hidrogénio, hélio e metano, não conseguem estabelecer uma ponte com as provas que as observações feitas pelos telescópios e pelas naves espaciais.
Nos diversos artigos que publicamos no site da APO em fenómenos intraterrenos, chegamos à conclusão que os planetas ditos gasosos, como por exemplo Júpiter e Saturno têm enormes embocaduras para o seu interior oco, o que vem destronar completamente a teoria dos planetas gasosos e também a teoria dos mundos de gelo Nazis.

O grande centro ideológico que norteava a politica Nazi dizia que nós vivíamos no interior oco do planeta. As universidades alemães, ensinavam que eles viviam na parede interna. Era algo que hoje poderíamos classificar como sendo adeptos da Terra Concava.

 

Em Abril de 1942, a Alemanha lança todas as suas forças na guerra, nada, segundo parece, poderia afastar os técnicos, os sábios e os militares da sua tarefa imediata. No entanto uma expedição organizada, com a concordância de Goering, Himmler e Hitler, deixa o Reich em grande segredo. Os membros dessa expedição são alguns dos melhores especialistas do radar.

Sob a orientação do doutor Heinz Fisher, conhecido pelos seus trabalhos sobre os raios infravermelhos, desembarcam na ilha báltica de Rügen. Tinham-nos munido dos mais aperfeiçoados aparelhos de radar. No entanto, esses aparelhos ainda são raros nessa época e estão divididos pelos pontos nevrálgicos da defesa alemã. Mas as observações a que se vão dedicar na ilha de Rügen são consideradas, pelo alto estado-maior da marinha, capitais para a ofensiva que Hitler prepara sobre todas as frentes.

Assim que chega, o doutor Fisher manda apontar os radares para o céu, sob um ângulo de 45 graus. Aparentemente, nada há a revelar na direcção escolhida. Os outros membros da expedição supõem que se trata de uma experiência. Ignoram o que esperam deles. O objectivo das investigações ser-lhes-á revelado mais tarde. Constatam, intrigados, que os radares continuam apontados durante vários dias.

É então que recebem a seguinte notícia: o Führer tem bons motivos para supor que a Terra não é convexa, mas côncava. Nós não habitamos o exterior do globo, mas o interior. A nossa posição é comparável à de moscas a caminharem no interior de uma bola. O objectivo da expedição é demonstrar cientificamente essa verdade. Por reflexão de ondas de radar propagando-se em linha recta obter-se-ão imagens de pontos extremamente afastados no interior da esfera. O segundo objectivo da expedição é obter por reflexão imagens da armada inglesa ancorada em Scapaflow.

Ora os Nazis, não compreenderam que estavam errados, porque não estavam na parede interna da Terra, mas sim na parede exterior da Terra e as ondas do radar passavam-se para o espaço e por consequência não retornaram. Assim esta expedição à ilha de Rüguem, e assim não viram como era a Inglaterra e a sua armada.

Poderão ler muito mais sobre esta teoria Nazi, no livro do Jacques Bergier «O Despertar dos Mágicos».
Passados alguns anos esta experiência veio dar origem ao caso Ummo.

Actualmente temos o oposto, a nossa ciência recusa-se a ver a parede interna, mesmo com as realidades planetárias recentemente descobertas no nosso sistema solar. Ensinam-nos que nós só vivemos na parede exterior e que a parede interna não existe. Estamos pois perante um outro extremismo igual ao Nazi, estes preconizavam só a parede interna existia e a nossa ciência diz-nos que vivemos na superfície exterior de um planeta cheio de lava e altas temperaturas até aos 6.371 Km.!!!

Não devemos ver só um lado, para sermos contra o Nazis, eles estavam errados por só verem uma parte da questão, só preconizavam a parede interna e nós actualmente em 2008, escondemos os estudos da outra parte interna e não a aceitamos a exigência de um planeta oco, impondo o estudo nas escolas de uma estrutura ígnea para o modelo terrestre e para todos os outros planetas.
Estamos assim a ser tão radicais como os Nazis. Há pois, as duas paredes, a interna e a externa. Há habitantes na parede interna a 1.300 Km dos nossos pés e eles são muito mais evoluídos do que nós e também têm naves velozes que nós chamamos de ovnis.

A estrutura da Terra como nos é mostrada actualmente é inconcebível. Quem é que poderá acreditar que nós viveríamos num planeta onde uma crosta de apenas 1/424 avos duma massa ígnea estavam a impedir que o resto do calor chegasse à superfície?
Se a crosta vai até aos 15 km de profundidade então em 6.371 Km de raio da Terra, a crosta representa 1/424.

Vamos imaginar uma bola com 8,48 metros de diâmetro (4.24×2=8.48) e com uma parede de apenas 7 centímetro de espessura. Essa bola estaria cheia de calor, por exemplo uma média de 3.500 graus Celsius (positivos).
Seria plausível que essa crosta exterior, há milhões de anos, não tivesse já deixado passar o calor interno para a superfície exterior?
Actualmente nós temos temperaturas à superfície da Terra, entre os -82 graus (negativos) na Antártida e +56.7 Cº graus (positivos) no Vale da Morte nos EUA e mares, rios, animais, plantas e nós.
Se fosse verdade a teoria actual da Terra ígnea, na superfície exterior onde nós habitamos, haveria uma alta temperatura uniforme, de tal maneira quente estaria o exterior que nem a vida aqui existia.

Luís Aparício

  
http://www.solarviews.com/portug/neptune.htm

http://g1.globo.com/Noticias/Ciencia/0,,MUL106840-5603,00.html

http://www.finleyholidaystock.com/space/sets/fh215/info12.htm

http://www.finleyholidaystock.com/space/sets/fh215/info10.htm

http://www.eso.org/public/outreach/press-rel/pr-2007/pr-41-07.html

http://www.aanda.org/index.php?option=article&access=doi&doi=10.1051/0004-6361:20078277

http://photojournal.jpl.nasa.gov/catalog/PIA09927

http://www.windows.ucar.edu/tour/link=/neptune/atmosphere/N_GDS_Hubble_1994.html

PS
Um agradecimento especial ao Fernando de Oliveira, iniciador da divulgação em Portugal dos mundos intraterrenos.