Nuvens na Lua

Pela primeira vez, havia provas de actividades inexplicáveis na Lua, que poderiam mudar o conhecimento do Homem sobre o nosso vizinho orbital mais próximo.

O relatório da Lua, denominado de Relatório Técnico da NASA TR R-277, tinha na capa o símbolo da agência espacial, dando aos leitores confiança que o que estavam a ler era um relatório baseado em factos de fontes científicas credíveis.
É também interessante notar que as missões lunares trouxeram algumas fotografias e imagens invulgares, algumas das quais nunca chegaram a público. Talvez o conteúdo dessas fotografias e imagens seja o que influenciou a decisão da NASA de deixar a Lua bem sozinha. Um bom exemplo de uma das anomalias fotografadas é a imagem da NASA do Lunar Orbiter V NO MR 168. A fotografia mostra nuvens circulares sobre a cratera Vitello, Mare Imbrium, que mede 30 milhas de largura.
A cratera está rodeada por colinas e por crateras menores, a parede interior da cratera Vitello, Mare Imbrium mede 4, 500 pés de altura.
Se a fotografia mostra de facto uma formação de nuvens, então o efeito ondular verificado nas nuvens indica que ao passarem por cima da cratera encontraram uma sistema de frente frontal quente.
Contudo esta não foi a primeira vez que nuvens foram observadas na Lua.
Giovanni Cassini observou uma pequena formação de nuvens brancas sobre a cratera P Tatus, a 12 de Novembro de 1671. Observações semelhantes foram documentadas por outros astrónomos ao longo dos séculos.
O que tudo isto nos diz é que gases estão a ser libertos, através de actividade vulcânica ou o descongelamento do gelo bem debaixo da superfície da Lua.