Os Senhores do Universo

Estamos a ser manipulados

Estamos à beira ou chegámos a um ponto em que uma parte da humanidade mais atenta, já seu deu conta, a seu modo, que estamos a ser invadidos e manipulados por seres inteligentes não humanos aparentemente. Na verdade eles, os pretensos extraterrestres, embora desajeitados segundo os nossos padrões, parecem ser portadores de poderes quase ilimitados e maravilham-nos com os seus artefactos que vemos um pouco por toda parte com tecnologia maravilhosa embora barroca.
Ainda que o fenómeno não seja novo, pois sempre foi assim e os seres humanos têm estado desde as nossas origens subordinados, sem sabermos, a uma espécie de invasão de seres que, tudo indica, são mais inteligentes que nós. As autoridades mundiais e os poderes secretos que, até agora, têm tratado o assunto com muito cuidado escondendo qualquer informação que diga respeito a este tipo de fenómenos, em breve vão ter de abrir mão e, quando o fizerem, por certo saberão quais as consequências.

Os nossos conceitos abalados

Se um dia as entidades oficiais divulgarem que seres de “outro mundo”, de diferente grau evolutivo, nos visitam poderá haverá um choque na nossa aparente ordem. Os nossos conceitos, normas e princípios, sacralizados e instituídos seriam certamente abalados!
Muitos olhavam para os seres como anjos salvadores outros, pelo contrário, sentíam-se ameaçados. Relato após relato muitas pessoas dizem que viram, ou pensam ter visto, habitantes do outro mundo, contudo, pelo que descrevem, “eles” estão muito longe do comportamento angélico que seria de esperar, constatando-se que prosseguem uma determinada finalidade efectuando experiências nem sempre agradáveis para os humanos.

Intenções dos ETs não são hostis

Muita gente importante já caiu em si e está a dar conta da tremenda realidade que os cerca. Até porque a nossa tecnologia actual já não pode negar a existência desses fenómenos. Verifica-se que as sua intenções não são, para já, hostis, embora sejam ásperos nos seus procedimentos e métodos.
Por outro lado, há muito deram conta que andamos a poluir o planeta e estão preocupados com o mau uso, da nossa parte, da energia nuclear. Constatando que há excesso de população no planeta. Pretendem dizer-nos que o que destruímos não é nosso e que fazemos parte de uma comunidade maior do qual nos separámos.

Lendas do passado

Já há muitos anos que lendas, descrição de deuses, objectos no céu, luzes desconhecidas e outros factos vêm sendo referenciados e registados em livros religiosos, livros filosóficos, livros de história, em gravuras, em pinturas etc.,. Daí se concluir que alguns destes fenómenos não são, pelo menos em parte, fabricados por certas potências cujo objectivo seria manipular as massas.

O registo em vídeo pelos amadores já se quantifica por muitas horas. Este novo aparelho de captação de imagens permite agora, mais que as clássicas máquinas de filmar, estudar o fenómeno mais atentamente tendo a vantagem de apanhar o fenómeno em movimento e com mais facilidade.

O fenómeno quer acordar-nos

Com estas provas os investigadores têm elementos para confirmar que alguma coisa se está a passar nos nossos céus. Há de facto alguma coisa constante, inteligente e está a violar o “nosso” espaço. Contudo, o fenómeno não pretende de forma aberta dar-se a conhecer mas apenas despertar-nos. Como se quisesse acordar-nos dum sono de muitas centenas de anos. É certo que muitos deles dizem que se preparam para a invasão, para se darem a conhecer, mas fica-se sem saber quando isso acontecerá.

Felizmente, parece não haver pânico por parte da população e é sentimento geral que o fenómeno não existe ou a existir não passa, afinal, de manifestações discretas, raras e apressadas de outras civilizações que nos visitam pacata e pacificamente. Muitas pessoas dizem terem sido contactadas e que “eles”, não pretendem assustar-nos afirmando sistematicamente, serem oriundos de outros planetas, cuja missão é recolher amostras simpáticas do nosso planeta incluindo pesquisa amiúde do solo, incluindo o estudo das poeiras, cinzas, pedras, vegetação, sobretudo pés de alfazema.

Todos os seres são importantes

E conversam com um habitante ou outro da Terra e vão-se embora rapidamente para a longa viagem que os espera de regresso ao seu planeta. No entanto, ao que parece, a realidade é um pouco diferente. Vivemos num mundo rodeado do maravilhoso e, até, os mais pequenos seres vivos são importantes e também inteligentes como nós, embora cada um à sua maneira.
Certas aves, por exemplo, voam em formação para vencerem a resistência ao ar, alguns dos nossos aviões também o fazem pelo mesmo motivo e os próprios ovnis já foram vistos no passado a voar, também, em formação, o que revela preocupações, percepções comuns e descobertas iguais.
Afinal os enigmáticos seres que nos visitam, são como todos outros que deverão existir no universo com a vantagem, provavelmente, de estes terem partido há mais tempo da meta da evolução. Prosseguem outros fins e fazem a sua vida, têm também a sua própria missão.

ETs que viveram sempre aqui

Há quem defenda que eles vêm deste e daquele planeta. Até se aceita que isto seja verdade. Porém, surpreendente é constatar que um certo grupo deles possa ter vivido sempre aqui e, nós, distraídos, nunca demos por isso.
É muito interessante constatarmos que essa seja a realidade que pode vir a confirmar-se a qualquer momento. Ou seja, duas ou mais civilizações, de diferentes graus de evolução, podem estar a coexistir em conjunto.
Pela nossa parte só a partir do início do anos 50 começamos a suspeitar disto. Obviamente “eles” têm outro “habitat” e forma de “estar” neste planeta, diferente da nossa. Enfim outras preocupações. E circulam por outras “estradas” e “caminhos” que não coincidem com os nossos, daí raramente nos cruzarmos. Tem aqui cabimento a afirmação que: “não existem extraterrestres mas sim vida no universo”, pois muitos deles poderão estar entre nós.

Civilizações mais avançadas vivem no interior do planeta

É importante referir que civilizações muito avançadas, do ponto de vista tecnológico, habitam (ou vivem), no interior dos planetas e não na “crosta” dos mesmos.

Sementes de verdade

É uma verdade que tudo tem escapado à prova e que estamos diante de uma realidade que se esconde. Contudo, vestígios irrecusáveis são deixados como para serem descobertos mais tarde. No entanto, alguns dos fenómenos ovnilógicos e respectivos contactos ocorridos nos anos 70 parecem finalmente conter, pelo menos em parte, algumas das respostas a certas perguntas levantadas pelos investigadores e outros interessados no tema. Parte dessas informações, pretensamente fornecidas pelos extraterrestres, encaixam nas nossas suspeitas que já vinham de trás, pelo menos no que concerne às pretensas bases dos ET’s, seus objectivos, o modo de propulsão das suas naves.

A nossa mente revela tudo

Estará resolvido uma pequena fracção do enigma?
Salienta-se, desde já, que os ditos “seres” neste período, fins dos anos 60 e princípios dos anos 70, revelaram-nos pormenores significativos que nos aguçaram a curiosidade.
Verifica-se, no entanto, que os ET’s nos informaram aquilo que tanta vezes já sabemos. É como se “eles” lessem a nossa mente. A nossa mente parece ser um livro aberto para eles.
Dizem-nos o que já sabemos ou que acabámos de descobrir. Parece que seguem as nossas próprias ideias. Isto é, agem de acordo com a nossa cultura para não pôr em causa a ordem instituída, tendo um cuidado extremo em não chocar com a aparente ordem bem sabendo o que acontece quando ocorre encontro de civilizações, sobretudo se uma for mais avançada.

Fazendo então um apanhado muito resumido de algumas constantes do fenómeno, sem desejar ser exaustivo, verifica-se que grande maioria dos seres dizem que vêm de Vénus embora citem outros planetas. Outros dizem que estam aqui todo o tempo. Que não se trata de visita mas, conforme um relato: “que estavam sempre aqui, na Terra, para observar e guiar”.

Muitas bases aqui na Terra

Confirmaram mais que uma vez, que: “estão sempre aqui”. Têm mais que uma base permanente, em nossos mares e oceanos. Estas bases estão ocultas debaixo do mar e quase todos os seus movimentos se efectuam debaixo do mar. Só emergem para se aproximar da costa. Têm mais de uma base: bases submarinas em zonas muito específicas. Costas da Argentina, por exemplo. Muitos outros afirmam que aterram na Terra porque querem tomar electricidade nas linhas de alta tensão, tendo descrito o método de captar energia eléctrica. Outros procuram depósitos de água nas proximidades e dizem que na Terra é rica em quase tudo: água entre elas” .

(Repare o leitor que a “água” é uma constante, pois o que mais necessitam do nosso planeta parece ser a água. Também a electricidade. Contudo, não dispomos de elementos, por enquanto, para concluir que haverão outras tantas coisas que lhes possam interessar. Embora já se tenha falado em “células” ou material genético).

Dizem eles, ainda, que as suas naves operam contra a gravidade. A modos que energia electromagnética. Contudo, o seu sistema de voo parece exigir outros esforços e tecnologia. Mais que anular a própria gravidade, tudo indica que haja manipulação da própria gravidade direccionando-a, sendo esta orientável e moderável, sobretudo para os ocupantes que acabam por ser englobados pelo campo de força.

Campos de força envolvem as naves

É possível que o campo de força acompanhe o engenho no seu trajecto, permitindo não entrar em fricção, não aquecendo e permitindo ser silencioso. Assim não se sentem viragens brutais, paragens instantâneas ou acelerações súbitas. Alguns deles dizem mesmo que as suas naves têm dois sistemas de voo: a iónica para a viagens pelo espaço e magnética para a Terra.

E que em tempos tinham naves com um campo magnético forte, hoje mais reduzido, para não causar problemas e acidentes involuntários aos habitantes da Terra. Uma testemunha revelou, ainda, que as naves têm um potente campo magnético, também necessário, para se fazerem invisíveis…
Constata-se, também, que as suas naves criam um campo que provoca avarias nos carros, rádios e aparelhos eléctricos terrestres que aumenta quando estão perto do solo.

Alguns ETs observam-nos há muito tempo

Sabe-se, também, que eles nos observam muito tempo vendo as nossas reacções. E que nos últimos tempos têm-se deixado ver demasiado. Tudo indica que podem ler (ver) as coisas através dos nossos olhos e mente.

Quanto à comunicação com os terrestres parece que utilizam as nossas próprias palavras, estabelecendo assim contacto com um ser humano. Mostram um avançado conhecimento do nosso cérebro e parece que podem controlar os homens através dos célebros”. É possível que o cérebro deles nos sonde imediatamente para ver se não há rejeição a nível emocional, estabelecendo então o contacto mais adequado ao nosso nível mental e emocional.

Eles têm receio de nós

Depois esta converte-se em imagem padrão e não se afastam dela até ao fim. Por conseguinte, para cada contactado parece poder haver um diálogo apropriado à sua cultura e conhecimentos e, pela forma, como nos abordam, com prudência e por muito pouco tempo, parecem ter um certo receio de nós.

Por outro lado, certas luzes voadoras vistas nos nossos céus ao longo dos tempos têm-nos espantado pela aparente irracionalidade de voo, não repugna por isso aceitar, que criem imagens imaterias a um ponto determinado do tipo halográfico, para nos confundir e intrigar.

Comportamentos absurdos

Em muitos casos parece tratar-se exactamente disso, pelo absurdo da rota de certos ovnis, digamos assim, ao ver as luzes seguir um certo trajecto para depois voltar atrás vezes sem conta.

Os tripulantes dizem-nos também, pela boca de alguns contactados, que as pessoas da Terra são agressivas tendo a noção que somos um pouco “selvagens” e “hostis”.
Quanto aos seres propriamente ditos parecem ser superiores na componente técnica e resulta claro que superaram certas etapas evolutivas e nós seríamos assim um dia: práticos e directos.

Relações sexuais

Quanto às relações sexuais e inerente reprodução, isso não passa de uma etapa evolutiva há muito perdida neles. Nós actualmente vivemos na era das relações sexuais como modo de criar vida. Eles no entanto não, seguindo porém outros métodos para a sua duplicação. Movem-se com grande rigidez e disciplina e parecem não ser humanos.

Muitos têm um olhar hipnótico

Têm um olhar hipnótico, com grande pupila. São muito cerebrais a fazer tudo, meditando em cada passo. São de uma grande fragilidade, tendo tendência para o estático. Praticamente são ossos e pele, por isso certos contactados afirmam que eles não são propriamente do tipo de fazer grandes esforços físicos ou levantar coisas pesadas. Testemunhas também referiram que “eles” dizem que não são os únicos visitantes neste planeta e que a relação entres os seres não é a melhor. Há muitos outros que manipulam as pessoas, as mentes dos humanos. –

A nossa ciência está no galho errado

Hoje, “eles” consideram-se máquinas biológicas tendo perdido a humanidade que reencontram em nós. Daí que não lhes interessem os científicos, por eles não aprendiam nada. Tal como no caso White Sands, incidente em que foi dito ao contactado que a ciência estava no galho errado, havendo no entanto outros galhos superiores que não vemos e que deveríamos seguir.
No caso Daniel Fry, o mesmo foi dito ao contactado: que os cientistas do planeta Terra não interessavam porque esses não sabiam nada.

Nota:
Da comparação de tudo o que foi dito e outros casos similares, se conclui que ou existe um denominador comum e constante nas afirmações destes seres ou, então, existe uma fabulação inconsciente que é geral e uma tecnologia quase comum para as civilizações galácticas que alcançaram esta possibilidade de viagens interestrelares.

Assim todos os ETs que nos têm visitado movem-se ou estão todos no mesmo patamar tecnológico: domínio da gravidade, conversão de sub-partículas atómicas para efectuar mudanças de dimensão, viagens por atalhos cósmicos, utilização do campo unificado como fonte motriz e outras aplicações, tais como engenharia genética avançada. Uma moral pragmática.(…).

Como diria um autor americano e para terminar: se a verdade fosse apenas a existência de extraterrestres há muito a sua existência tinha sido divulgada. O fenómeno deve ser de tal maneira, em potência, devastador do ponto de vista social que, meu Deus não podemos revelar .

A. Moura