OSNIS

Não existem muitos relatos de avistamentos destes objectos, pois muito poucas pessoas mergulham até às profundezas do oceano, o qual é praticamente inexplorado. Um modelo de computador revelou recentemente os seus possíveis sistemas de propulsão. Os mesmos princípios anti-gravidade aplicam-se, embora o modelo se torne muito mais complexo devido à densidade, pressão e outras variáveis.
Alguns exploradores de diferentes partes do mundo relataram avistamentos de estranhos objectos subaquáticos que navegam por si próprios mas não existe nenhuma prova de que são realmente de origem extraterrestre.

Alguns acreditam que há países que têm conhecimento destes engenhos e estão a tentar usar a sua tecnologia na próxima geração de submarinos e veículos subaquáticos (prática conhecida por “engenharia inversa”).
O maior problema do uso da engenharia inversa nestes aparelhos aquáticos é a sua ‘invisibilidade’. Como a profundeza dos oceanos é raramente explorada, o forte campo electromagnético que envolve estes objectos dificulta a sua detecção e posterior captura.
De acordo com alguns ufólogos, estes engenhos extraterrestres ocupam-se modificando a paisagem das profundezas. Os acidentes com submarinos devido a colisões contra cumes e montanhas desconhecidas têm aumentado bastante nos últimos cinco anos. Em muitos países, as respectivas Marinhas têm registado estes incidentes com regularidade.
Segundo alguns engenheiros existem formas de calcular e simular o movimento destes engenhos através de modelos algorítmicos complexos. Lentamente, os cientistas vão aprendendo as tecnologias e, como é de esperar, grande parte são informações absolutamente classificadas.
Fonte: India Daily
Tradução de Silvio Guerinha