Ovni a baixa altitude na Parede

Tiago Barra, a sua esposa Patrícia Marta, ambos com 39 anos e a sua filha Sofia Barra de 5 anos, estavam a entrar no seu prédio, no dia 7 de Abril de 2021, pelas 21.30 horas sito Rua José Carlos Maia na Parede.
Estavam a dirigir-se para casa e viram, uma enorme mancha luminosa no céu que à primeira vista poderia ser uma estrela cadente. Essa luz quando chegou perto do seu prédio começou a voar lentamente. O tempo total de observação desse ovni durou cerca de um minuto, sendo-o quase totalmente gasto na vertical donde moravam na Rua José Carlos Maia no centro da Parede.

Essa luz que vinha do quadrante geográfico 270º graus W, afinal era um gigante ovni, depois do abrandamento arrancou a enorme velocidade em direção ao quadrante 120º graus. Portanto aquele gigante ovni gastou quase aquele tempo de um minuto a voar lentamente por cima do seu prédio e por consequência por cima deste casal e da sua filha.

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Ambos os esposos foram concordantes que aquela nave queria ter uma assinatura visual muito ténue, era muito discreta, via-se que havia um aro à volta da nave, sendo o centro quase transparente. Parecia uma sombra a mover-se. Só se viam os contornos parecia estar camuflada, só se via o rebordo.

Para o Tiago Barra, aquele ovni, teria o comprimento de 2 aviões dos grandes, portanto talvez no local teria cerca de 130 metros de comprimento. No centro tinha uma luz branca circular enorme, que ocupava toda a largura medindo à distância dum braço estendido cerca dum palmo de largura (20 cm), talvez no local tivesse cerca 20 metros. Tinha a forma charutóide ou retangular, muito escura e os cantos eram quase retos. Diz que não há palavras para descrever, mas a parte de baixo do ovni parecia de metal mas era escura.

O Tiago Barra que é jurista conjuntamente com a sua esposa, concordam que aquela nave viajava a baixa altitude. Talvez tivesse uma rota mais baixa do que os aviões que vão aterrar em Tires.
Para a Patrícia Marta os cantos da nave era mais arredondados e situa duas luzes  equidistantes no bojo inferior.
Para a Sofia Barra com 5 anos, era «uma coisa muito rápida» e apontou com o seu dedinho que aquela coisa vinha da direção de S. Pedro do Estoril, depois foi em direção a Setúbal.
Luís Aparício