Ovni camuflados por fluxo electromagnético

Os Russos têm estado a experimentarequipamentos similares de encobrimento.
O fluxo electromagnético pode ser criado através de processos muito avançados de super condutores. Existe um processo paranormal mais suave de criar este fluxo, que cria qualquer coisa invisível no sentido real.
Os técnicos têm estado a provar que o efeito invisível é obtido através do fluxo electromagnético, o que torna os ovnis invisíveis ao olho humano.
Estes técnicos relataram que este aparelho que pode ver através do efeito electromagnético pode ver, também pode ver os ovnis que circulam no céu. Também se acredita que certos animais como os cães e gatos pode ver através do fluxo electromagnético e gravitacionais. Para evitar as interferências electromagnéticas o fluxo artificial é retirado por um momento.

Após atingir certos níveis de velocidade o ovni pode usar o fluxo electromagnético terrestre ou a nuvem é regenerada e posta à volta dele, somente para desaparecer aos olhos do observador terrestre.
Baseado nesta descoberta, poderemos dizer que poderão ser observados inúmeros ovnis por cima de nós. Também poderemos dizer que o sistema de teleporte poderá aparecer através das pesquisas no campo fluxo electromagnético.
http://www.indiadaily.com/editorial/1629.asp

Comentário:

Esta ultima frase falando do teleporte, não é matéria nova, quando a conjugarmos com o sistema de anulação do bang sónico, tratado pelos Franceses em especial pelo seu maior divulgador Jean Pierre Petit, à revista Paris Match de 12 de Dezembro de 1991 segundo afirmou em comunicações do caso UMMO.

Já em 1987 O Eng. Bertrand Lebrum apresentava a sua tese doutoramento na Universidade de Poitiers, sob a direcção de J.P. Petit, afirmando que, ”Os plasmas permitem modificar a onda de choque sónica num sentido favorável ao rendimento aerodinâmico dum veiculo. O MHD deverá permitir o acesso a velocidades hipersónicas com as tecnologias tradicionais”.
http://www.jp-petit.com/OVNIS/que_sont_ovnis_devenus.htm#droit_reponse
J.P.Petit também afirma que estava ele e Maurice Viton no L.A.S. de Marseille, le Laboratoire d’Astronomie Spatiale estudando o comportamento dos plasmas em baixa densidade em sistema vazio e eis que entra um técnico de laboratório num domingo de manhã, para fazer uma reparação no seu carro e depara com esta experiência que começou a correr mundo pela indiscrição do referido técnico.

Diante de si estava um engenho de sete a oito centímetros cheio duma luz azul. O sistema de vácuo misturava o seu ruído com o gerador de micro ondas (uma simples bobine de Rhumkorf), ao mesmo tempo havia um forte odor a ozono. Este foi o rastilho para que estas suas experiências fossem conhecidas e chegassem ao conhecimento do CNES Francês. Passados dias receberam do CNES uma missiva que dizia.

“Dans votre laboratoire MM. Viton et Petit mènent des recherches de la plus haute importance, liées aux ovnis, auxquelles nous nous intéressons de très près. Il serait apprécié que ces recherches deviennent officielles et bénéficient d’une aide technique à la hauteur des enjeux“

Quando acima o editorial do jornal Indiano afirma que os Russos têm estado a experimentar equipamentos camufladores, leva-me a pensar nas palavras do J.P.Petit que escreveu no seu “Les Extraterrestres que son dejá parmi nous” que o Físico russo Andrei Sakharov. Fiquei com grande surpresa quando em 1984 verifiquei que os meus trabalhos sobre os mundos gémeos, publicados em 1967, eram muito parecidos aqueles que o Físico Russo estava agora a publicar. (Depreende-se que Sakharov estava copiando de alguém aqueles trabalhos ou que as fontes inspiradoras de Petit e Sakharov eram iguais).

As comunicações Ummitas não vinham só na forma escrita com a célebre dedada de autenticação, mas também era dado aos diversos intervenientes espanhóis, algumas explicações técnicas pelo telefone, quando inquiridos sobre algum assunto, a resposta vinha imediata e com o mesmo grau de precisão sobre a matéria versada que aparecia na forma escrita. Essas explicações chegavam a durar duas horas, isto no inicio dos anos 60.

Luís Aparício 2005-02-19