Ovni e explosão em Sines e no Uruguay

Pelas 22 horas somos confrontados pelo  Nuno Alves, pessoa que nos merece o maior grau de creditibilidade, com a seguinte informação:

Lúcia, esposa do Nuno Alves, estava à janela a estender a roupa, deveria ser cerca 21.30  horas e vê passar na lentamente uma luz enorme, em forma de charuto e com a parte dianteira ovalada. Esta cabeça emitia uma luz muito forte provocando encandeamento onde também emitia flashes e raios em várias direcções para a atmosfera ao seu redor permitindo com estes raios e flashes observar o seu vulto (formato).
De imediato chama pelo marido. Verifica então que outras pessoas estavam também a ver o mesmo.
O fenómeno  deslocava-se a cerca de 3.000 metros de altitude e teria cerca de 40 metros de comprimento.
O avistamento  terminou eram 21.48 horas horas.

Incrível explosão em Sines e arredores

Hoje segunda feira 11 de Abril de 2005 às 17,09 horas, registou-se duas explosões  gigantescas em Sines. Estas explosões registaram-se na atmosfera tendo o seu estrondo durado cerca de 4 segundos cada uma. Em contacto com os bombeiros soubemos que receberam inúmeras chamadas de pessoas alarmadas. Também a Protecção Civil de Sines foi muito contactada. As diversas fábricas em Sines tiveram os seus alarmes disparados.
Na fábrica da Repsol, antiga Borealis, que produz plásticos, um reactor enorme cilíndrico, rebentou e lançou para a atmosfera  muito fumo, tendo de seguida ficado inoperativo.  Não há conhecimento de outros danos, nem se encontra explicação para estas explosões na atmosfera.
O barulho foi ouvido em Santiago do Cacem , Cercal do Alentejo, Sines ,Porto Covo, Melides entre outras localidades !
Em Melides que fica a 30 Km a Norte de Sines, as casas abanaram com os estrondos, tal foi a sua intensidade e duração.
Ainda segundo Nuno Alves, um dos nossos colaboradores em Sines,   foram visto dois objectos  ontem (2005/04/11) no Cercal do Alentejo a alta velocidade, sendo possivelmente estes  que provocaram os dois estrondos alertando as populações vizinhas !  As pessoas residentes no Cercal, não dão a certeza de ser aviões ou outros objectos quaisquer.

Explicação para os dois estrondos em Sines. Os dois fortes estrondos que, anteontem, assustaram as populações do litoral alentejano foram causados por dois aviões F-16, ao ultrapassarem a barreira do som, disse, ontem, à agência Lusa, o porta-voz da Força Aérea, coronel Carlos Barbosa. Não se registaram danos. Os dois caças descolaram da Base Aérea de Monte Real, onde estão estacionados, para prestar apoio a um avião que estava com dificuldades de comunicação, acrescentou. Atendendo à emergência da situação, que aquele responsável militar se escusou a revelar, os aviões terão ultrapassado a barreira do som mais perto de localidades do que fazem habitualmente nos exercícios. Os enormes estrondos produzidos foram ouvidos numa extensa faixa de cerca de 100 quilómetros, entre Santiago do Cacém (Alentejo Litoral) e Aljezur (Algarve), disse o comandante Nazário, dos Bombeiros de Odemira, outra das localidades onde soaram os estampidos. Quando aviões supersónicos, como é o caso do F-16 (que atingem quase 1500 quilómetros/hora), ultrapassam a barreira do som (cerca de 1150 quilómetros/hora) produzem ondas de choque que causam um barulho semelhante a uma explosão. O porta-voz da NAV Portugal, que gere o tráfego aéreo, negou que a situação tenha sido uma emergência.

Ficamos baralhados a NAV diz que não havia emergência nenhuma e a FAP andou a velocidades que fez abanar as casas e provocou danos em fábricas. O que é que a FAP andava a perseguir, seria um avião em dificuldades ou algum ovni, tão comum neste região do Alentejo?

Força Aérea recusa informar Segundo o Jornal O Público, a Força Aérea Portuguesa, recusou-se a responder à pergunta que tipo de avião era esse que estaria em apuros de comunicação, dizendo que isso é segredo e não poderá ser revelado. Nota-se assim que que o mistério aumenta com esta recusa de informação por parte da F.A.P.

 

Explosão no Uruguay

Também no Uruguay houve uma explosão enorme, no dia 2005/04/09, profundamente noticiada nesse pais, aparecendo diversas versões sobre a sua origem

Prosigue Controversia Sobre Aparición de OVNI en Cielo Uruguayo

Montevideo, 9 Abr (PL) – Militares y científicos uruguayos discrepan hoy sobre el posible origen de un Objeto Volador No Identificado (OVNI), avistado por dos pilotos de aviones comerciales y pobladores del suroeste del país.
El teniente coronel Walter Alvarado, al mando de un bimotor de la empresa Aeromás, volaba del aeropuerto de Ezeiza (Argentina) al de Carrasco (Uruguay) en la madrugada del lunes, cuando presenció el resplandor que duró entre 30 segundos y un minuto.
En declaraciones a periodistas relató que el comandante de un MD11 de la línea Lufthansa que sobrevolaba la zona descartó -alarmado- que podía tratarse de un meteorito, y aseveró mediante comunicación radial que lo observado tenía todas las cualidades de un misil.
Motivados por una fuerte explosión que hizo estallar algunos cristales de ventanas, luego de la aparición, los pobladores hablaron de una probable presencia extraterrestre.
En este contexto, la comisión receptora e investigadora de denuncias “OVNI” de la Fuerza Aérea uruguaya en su intento por esclarecer el caso manejó dos hipótesis.
Según especialistas, el objeto avistado es de fabricación humana y, en efecto, pudo tratarse de un misil.
Si se piensa en el resplandor, la respuesta estaría cercana al fuego que desprende al encenderse un “posquemador” o sistema que poseen las aeronaves de combate para lograr una máxima velocidad.
Pero el Departamento de Astronomía de la facultad de Ciencias de Montevideo descartó la víspera estas suposiciones.
Tras el análisis de las versiones, el profesor Gonzalo Tancredi elaboró un informe que concluye de manera preliminar que el OVNI era “un meteorito brillante”, conocido como “bólido o bola de fuego”.
El cinetífico considera que el fenómeno se debió al ingreso de material rocoso proveniente de un asteroide o de hielo de un cometa a la atmósfera.
Según el informe, el objeto, caliente por fricción con el gas atmosférico a una altura de 100 kilómetros, desarrolla una velocidad superior a los 10 kilómetros por segundo y provoca un desprendimiento de luz enorme.
La velocidad superior a la del sonido en el aire produce una onda de choque que al alcanzar la superficie provoca el estruendo escuchado, conocido como “boom sónico”.
FUENTE: Prensa Latina – http://www.prensalatina.com.mx