Palestra da APO de 6 de Setembro 2008

Começamos com a projecção dum breve documentário produzido pela TV
espanhola La Quatro feito pelo Iker Jimenez e orientado pelo Pablo Villarubia
Mauso, onde se falou dos muitos casos de Ovnis no Alentejo.

O pastor Jorge Lota, em Ferreira do Alentejo em 1995 que fiqcou muito conhecido pela frase “Cabaça acharutada”, a seguir o caso de 1996 com os militares da base de Beja, que terão avistado um ovni descer sobre a base, depois desse avistamento foram sujeitos a mais de 8 horas de interrogatório, afim de produzir um lavagem cerebral de tal ordem, que se lhes dissessem que e uma parede (branca) era preta, eles confirmariam a cor preta.

Foram entrevistados nesse documentário, José Garrido, Luis Aparício, António Mestre e outros.

Depois deste documentário Luis Aparício apresentou-nos para dissertar sobre casos no Alentejo, uma senhora H Amaral que viveu na zona de Beja, e que contactou com inúmeras testemunhas de casos ocorridos nessa zona, arrecadando um inúmero registo de pessoas da zona que viram e interagiram com a famosa luz da Caniceira.

Essa senhora falou-nos do comportamento inteligente e algo “sentimental” dessa luz, consoante as pessoas em contacto; agressiva com pessoas que estejam agressivas, brincalhona, com pessoas bem dispostas, e calma com crianças, (nunca ataca crianças). A luz da Caniceira tem comportamentos distintos, H Amaral conta que essa luz não sobe além dos 3 metros de altura e aparentemente não tem a nossa densidade física, pois entra dentro das casas das pessoas. Das inúmeras testemunhas com quem ela contactou, há relatos de terem atravessado a luz com a mão.

H Amaral referiu-nos do facto da estrada que liga Beja a Ferreira é “perigosa”, que há inclusive relatos de seres de mais de 2 metros, parados no meio da estrada. Nessa estrada há igualmente muitos acidentes de motas, diz-se que por causa das luzes, embora as pessoas não gostem de falar disso, mas aqui, ela crê que estas luzes sejam outras que não as da Caniceira.

H Amaral conta que só teve um contacto com uma “luz verde”, mas que não acha que seja a Luz da Caniceira. Quando ela observou essa luz, estava com outra pessoa, que também viu a luz, deslocava-se lentamente.

Demos especial atenção á Luz da Caniceira, porque é um fenómeno tão visto e no entanto tão pouco divulgado.
Falou-se também das diversas minas no Alentejo e das luzes que são vistas no interior pelos mineiros e de muitas outras curiosidades.

Houve debate com o público.

Falou-se da última vigília, o que se tinha feito, como tinha corrido, etc…

Seguiu-se o fascinante relato do senhor Manuel Vaz Palma, testemunha do artigo :
“Luz e som arrastam carro em São Matias”. que teve a amabilidade de
vir a Lisboa á palestra contar o ocorrido.

Houve uma pessoa do público que tentou reconstituir todos os passos da desta ocorrência ali mesmo, como numa investigação policial, com o auxílio das várias fotos com perspectivas do local (ver fotos). O relato é fantástico. O senhor Manuel é uma pessoa muito simples, que nunca ligou a estas coisas até aquele dia, que o assustou a sério e fez-nos ali mesmo um desenho curioso de um dos objectos.


Seguiu-se um tempo de debate sobre o assunto. foi muito interessante.
Terminou pouco depois, onde se sugeriram fazermos rotas de investigação.

Agradecemos ás pessoas que contribuíram financeiramente nesta palestra, para a compra do computador portátil. Arrecadámos 21 euros este sábado. Obrigado.

Devo dizer a titulo pessoal, que foi uma interessantíssima palestra, e um final de tarde muito bem passado.

Luis Beja