Tal & Qual noticia ovnis

Em 1979 tive a oportunidade de percorrer a Serra da Gardunha e falar com o guarda-florestal que me garantiu ter visto por cima do alambique uma grande disco. Ora aqui estes jornalistas relatam também que Jerónimo Ramos também viu junto ao Alambique vários discos voadores. Achei curiosa esta semelhança entre o que recolhi e aquilo que vem nesta reportagem.

Também nesse ano Américo Duarte, foi à reunião semanal do CECOP, falar das suas experiências, por isso a foto inédito do Américo Duarte ser uma mais valia nesta reportagem. Esta personagem controversa deixou alguns dissabores nos investigadores do CECOP, visto ver ovnis em tudo o que era sítio, confundindo mesmo Vénus com ovnis. Mas algo Américo Duarte via e sentia, porque os sintomas que ele apresentava, poderiam ser de certa maneira exagerados, mas à luz dos conhecimentos actuais, poder-se-ia dizer que tinha todos os sintomas de pessoa abduzida, cicatrizes, presenças no quarto luzes azuis etc.

Recolhi outros depoimentos de pessoas que viam sair do alto da Serra da Gardunha luzes, pareciam que vinham do interior da Serra, daí aquilo que outros grupos falam que se sente ali naquela serra, energias de civilizações intra-terrenas.

Esta reportagem trás também uma foto do Joaquim Fernandes com o seu eterno tema Fátima e a Ciência e a referência ao CTEC e ao seu celebre arquivo, pouco conhecido do público.

Temos ainda a destacar a reportagem sobre o avistamento na praia de Matosinhos, no qual foi fotografado um ovni cúbico pelo artista plástico Manuel Ramos, no qual os seus cães entraram em choque e fugiram. Também esta testemunha diz que não sabe o que lhe aconteceu entre as 22.39 e as 22.50 horas, ora 11 minutos em ovnilogia é uma eternidade, será que é de perguntar onde é que andou esta testemunha, a seguir Manuel Ramos diz que teve e ainda tem fortes dores de cabeça e que sonha com símbolos e números, que não consegue registar porque são combinações complexas e como artista plástico já tinha previsto este encontro porque tinha já pintado cenas premonitórias.

Muitas vezes os abduzidos têm essa capacidade que os fazem transcrever ideias que lhe são inoculadas, e saem através de psicografia e de desenhos, aqui veio através da pintura. Conheço várias pessoas que expressam mensagens de outras civilizações através de símbolos e desenhos.

A reportagem do Tal & Qual trás a seguir a notícia que a Força Aérea Portuguesa está a analisar a foto deste avistamento em Matosinhos.
Devemo-nos congratular por esta progressão de atitude deste organismo público porque nos leva a crer que novos ventos estão a soprar para os lados da Alfragide.

Longe vai o tempo em que o comandante da base Aérea de Beja negava peremptoriamente que o celebre ovni em forma de cabaça acharutada, isto à 9 anos, tivesse de alguma forma ter sido avistado por cima da base.

Os novos ventos em Alfragide vêm contrariar aquilo foi feito a dois soldados que estavam estacionados na B. A. de Beja em 1996, estes soldados foram mandados vir a Lisboa tendo sido interrogados durante quase 12 horas seguidas, com o fim de lhes meterem medo para que não contassem nada a ninguém, referente ao grande disco voador que esteve parado alguns minutos sobre a B.A.Beja e que eles presenciaram mesmo por cima das suas cabeças.

Perante aquilo que consegui apurar a mentalidade da FAP nesse ano, erradamente levo-os a enveredar por esse acto de meterem medo, quando a atitude mais inteligente era investigarem esses dois soldados, porque o avistamento era para os soldados e não para a base, era o rebuçado para os soldados. A nave estava ali para premiar os soldados abduzidos, era como se viessem agradecer o tempo que eles tinham dispendido em favor da causa abdutiva.

Lembro-me da ex. APPO ter-se deslocado a Beja e como havia conhecimentos dentro da B.A.Beja, tínhamos como objectivo encontrar a senhora cabo que tinha aparecido na TVI declarando que tinha visto à distância uma nave, lá na base. Conseguiu-se saber que essa cabo no dia a seguir ao ter aparecido na TVI foi de imediato destacada dessa base para lugar incerto.

Também nesses anos alguns dos elementos do núcleo de Beja eram seguidos por carros com matrículas falsas durante muitos quilómetros. Acontecia também aparecerem esses carros e lá de dentro saíam homens jovens com corte de cabelo à militar e sem lhes darem autorização começavam a tirar fotos aos nossos elementos, parecia que havia uma tentativa deliberada de intimidação.

Outras vezes sentia-se muitos cliques nas linhas telefónicas dos nossos companheiros eu próprio fui testemunha dessas interferências.

Esperamos que as novas mentalidades que esvoaçam em Alfragide e na Rua Alexandre Herculano em Lisboa, deixem-nos trabalhar em paz e sossego em prol do futuro desta terra.

Deixo aqui os parabéns ao Tal & Qual de 5 de Agosto de 2005 por esta excelente reportagem.

António Azeitona